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Emprego

Senai e Superintendência do Trabalho em MS discutem estratégias de contratação de jovens aprendizes

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A contratação de jovens aprendizes por parte das indústrias sul-mato-grossenses foi o assunto da discussão entre gestores da Fiems e da Superintendência Regional do Trabalho em Mato Grosso do Sul, nesta terça-feira (23/08). Participaram da reunião técnica, na sede do órgão em Campo Grande, o chefe de gabinete da presidência da Fiems, Robson Del Casale, o diretor-regional do Senai, Rodolpho Caesar Mangialardo, o superintende regional do Trabalho, Jaber Cândido, e o auditor fiscal do trabalho Paulo Marini.

A Lei 10.097/2001 estimula a inclusão de jovens no mercado de trabalho por meio da contratação de aprendizes entre 14 e 24 anos. No entanto, muitas empresas ainda têm dificuldades sobre a contratação e o desenvolvimento desse futuro novo profissional.

Segundo Robson Del Casale, a reunião teve como objetivo alinhar parcerias para que o Sistema Fiems elabore propostas para formar jovens aprendizes e colocá-los no mercado de trabalho, aproveitando a experiência do Senai. “O pedido do presidente Sérgio Longen é para que a gente componha com a Superintendência do Trabalho, no sentido de que as empresas possam atender a legislação e que a gente possa aproveitar essa mão de obra do jovem aprendiz na linha de produção das indústrias. Queremos criar alternativas para que esse jovem tenha uma boa formação e que as empresas atinjam seus objetivos”, afirmou.

Na mesma linha, Rodolpho Mangialardo valorizou o estreitamento da relação com a equipe da Superintendência Regional do Trabalho. “Estamos tentando facilitar a vida das indústrias e aumentar a oferta de cursos gratuitos aos jovens aprendizes dentro do Senai. Nos próximos dias vamos apresentar uma proposta para ajudar as empresas que não conseguem cumprir com as cotas de contratação”, disse.

Para Paulo Marini, é importante que a Superintendência Regional do Trabalho atue juntos com as entidades representativas. “Vimos com bons olhos essa abertura de diálogo. Já desenvolvemos parcerias com outras entidades aqui no Estado, e todos só têm a ganhar”, finalizou.

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Vagas de Papai Noel em MS: Salário pode chegar a R$ 22 mil por mês

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​A preparação para o Natal já começou em Mato Grosso do Sul com oportunidades de trabalho fora do comum. A Fundação do Trabalho do Estado (Funtrab) anunciou a abertura de duas vagas para o cargo de Papai Noel, com remunerações atraentes de R$ 18 mil e R$ 22 mil mensais.

​Não é exigida experiência prévia na função, pois as empresas contratantes oferecerão capacitação e suporte completo aos selecionados. Os requisitos principais focam nos atributos físicos e comportamentais do personagem: barba e barriga naturais, carisma, empatia no atendimento a crianças, simpatia e flexibilidade de horário para trabalhar inclusive aos domingos. O nível de escolaridade mínimo exigido é o Ensino Fundamental incompleto.

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​O contrato de trabalho terá duração de 45 dias, cobrindo todo o período das ações natalinas. As jornadas variam conforme a contratante:

  • Vaga 1 (Itinerante): Atuação de segunda a segunda-feira, das 10h às 22h.
  • Vaga 2: Atuação de terça-feira a sábado, das 14h às 22h, e aos domingos, das 14h às 20h.

​Os profissionais contratados serão responsáveis por recepcionar o público, interagir com famílias e crianças, tirar fotos com visitantes e integrar as atrações da campanha de fim de ano.

Como se candidatar

Os interessados devem se dirigir à sede da Funtrab, localizada na Rua 13 de Maio, nº 2.773, em Campo Grande, portando RG, CPF e Carteira de Trabalho. O atendimento para encaminhamento é realizado de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 16h.

João Maria Vicente, com Primeira Página

Foto – Freepik

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Emprego

Sindicato é o único meio do trabalhador negociar em igualdade com o patrão, afirma Carlos Santos

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Num cenário em que o trabalhador, sozinho, muitas vezes não tem forças para reivindicar melhores condições de trabalho e de salário — e corre o risco até mesmo de ser demitido ao fazê-lo —, o sindicato se consolida como o instrumento legítimo e eficaz para a negociação coletiva. Essa é a mensagem que o Sindicato dos Empregados no Comércio de Campo Grande (SECCG), sob a liderança do presidente Carlos Santos, reforça neste momento.

“Não existe negociação equilibrada entre um trabalhador isolado e o poder econômico do patrão. O sindicato é quem tem a estrutura, a representatividade e a força jurídica para sentar à mesa e avançar nas conquistas da categoria”, afirma Carlos Santos.

O SECCG representa milhares de comerciários na capital sul-mato-grossense — e um detalhe fundamental: defende tanto os associados quanto os trabalhadores não sindicalizados. Isso significa que benefícios como reajuste salarial anual, vale-alimentação e outras garantias coletivas alcançam a categoria como um todo, independentemente de filiação.

“Muita gente critica o sindicato, mas poucos param para perguntar: quem garante o reajuste do meu salário todo ano? Quem negocia quando os direitos são desrespeitados? Quem enfrenta o patrão quando o salário atrasa, a jornada é abusiva ou o trabalhador sofre perseguição? A resposta é uma só: o sindicato dos trabalhadores”, completa o presidente.

Segundo Carlos Santos, a campanha de enfraquecimento dos sindicatos interessa justamente ao empresariado, que prefere lidar com o trabalhador desprotegido, individualmente, sem o respaldo de uma entidade de classe. “Dizer que sindicato não serve para nada é repetir o discurso patronal. Sindicato bom é o do trabalhador — forte, atuante e presente.”

O SECCG segue à disposição da imprensa para entrevistas e esclarecimentos sobre a atuação sindical e as pautas da categoria.

Assessoria de Imprensa — SECCG

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