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No mundo, quedas de altura são as principais causas de acidentes de trabalhadores

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MSA Safety do Brasil promove evento gratuito em Ribeirão Preto e Porto Alegre para reverter esse cenário e explicar às empresas o que fazer para reduzir os perigos de acidentes

As quedas de altura têm sido uma das principais causas de acidentes de trabalho graves e fatais do mundo. Ocorrem cerca de 121 incidentes abrangendo quedas de altura todos os dias, sendo que 60% estão associados às quedas de andaimes, plataformas, escadas, bordas de telhados e tetos quebradiços (Health and Safety Executive, 2018). No Brasil, o problema se dá, em sua maior parte, na indústria e na construção civil, por causa da ausência de equipamentos de proteção individual ou coletiva, falta de capacitação dos trabalhadores e iniciativas que visem eliminar o trabalho em altura.

Sabendo disso, e tentando reverter o número de acidentes que envolvem pessoas que realizam atividades em altura, a MSA do Brasil, líder do mercado global de produtos para segurança do trabalho, promoverá a 3ª edição do “Congresso Anual de Proteção Contra Queda”. Neste ano, o evento, que se dará de forma presencial, ocorrerá em duas cidades distintas, mas com a mesma programação: uma delas é em Ribeirão Preto (SP), no dia 31 de agosto; e a outra, em Porto Alegre (RS), em 2 de setembro.

A Norma Regulamentadora 35 (NR 35) fixa as condições e as medidas de proteção para o trabalho em altura, que contempla toda atividade executada acima de 2 metros do nível do solo, envolvendo o planejamento, a organização e a execução, de forma a garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores comprometidos direta ou indiretamente com este tipo de tarefa.

Ao ser questionado sobre os principais cuidados que as empresas devem ter para reverter o alto índice de acidentes e óbitos de trabalho provenientes das tarefas em altura em nível nacional, o especialista de proteção contra quedas da MSA do Brasil, Emanuel Araujo, fala que, a princípio, o melhor remédio é tentar evitar esse tipo de atividade. “Mas, se isso não for possível, o melhor a ser feito é eliminar o perigo de queda usando barreiras de proteção. Por fim, caso não haja nenhuma dessas duas possibilidades anteriores, é essencial que a empresa disponibilize um sistema de proteção individual contra queda, capaz de minimizar, ao máximo, os efeitos causados pelo impacto da queda livre no corpo do ser humano”.

Na opinião de Araujo, a capacitação dos profissionais da área de saúde e segurança é outro ponto de destaque, por isso, será um tema a ser muito explorado durante o Congresso, visto que, em suas palavras, “somente com conhecimento é possível mudar a atual conjuntura”.

Entre os convidados do Congresso, destaque para o engenheiro civil e de segurança do trabalho Gianfranco Pampalon, que falará sobre as normas regulamentadoras e sua aplicação no trabalho em altura; o técnico Daniel Oliveira, que explicará como garantir a segurança em telhados; Emanuel Araujo, que apresentará as inovações tecnológicas a respeito do assunto; e Rogério Souza, gerente de produto de proteção contra quedas e coordenador da Comissão de Estudos de Normas da ABNT (CB-32) de Equipamentos para Trabalho em Altura, que traçará um panorama sobre as tendências para o futuro no que diz respeito à proteção contra quedas.

Em Ribeirão Preto, o evento ocorre no SEST SENAT, localizado na rodovia Anhanguera, Km 319, no bairro Avelino Alves Palma. Já em Porto Alegre, o Congresso ocorre na PUC-RS (Prédio 09, Auditório Térreo), situada à avenida Ipiranga, 6681, bairro Partenon. Em ambas as localidades, a abertura acontece às 9 horas e o encerramento às 16h30.

Os interessados em se inscrever em Ribeirão Preto devem acessar o site: III Congresso de Proteção Contra Queda – Ribeirão Preto em Ribeirão Preto – 2022 – Sympla; e, em Porto Alegre, o link para obter o ingresso é: III Congresso de Proteção Contra Queda – Porto Alegre em Porto Alegre – 2022 – Sympla. As vagas são limitadas

Veja abaixo a programação completa do Congresso:

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Emprego

Vagas de Papai Noel em MS: Salário pode chegar a R$ 22 mil por mês

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​A preparação para o Natal já começou em Mato Grosso do Sul com oportunidades de trabalho fora do comum. A Fundação do Trabalho do Estado (Funtrab) anunciou a abertura de duas vagas para o cargo de Papai Noel, com remunerações atraentes de R$ 18 mil e R$ 22 mil mensais.

​Não é exigida experiência prévia na função, pois as empresas contratantes oferecerão capacitação e suporte completo aos selecionados. Os requisitos principais focam nos atributos físicos e comportamentais do personagem: barba e barriga naturais, carisma, empatia no atendimento a crianças, simpatia e flexibilidade de horário para trabalhar inclusive aos domingos. O nível de escolaridade mínimo exigido é o Ensino Fundamental incompleto.

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​O contrato de trabalho terá duração de 45 dias, cobrindo todo o período das ações natalinas. As jornadas variam conforme a contratante:

  • Vaga 1 (Itinerante): Atuação de segunda a segunda-feira, das 10h às 22h.
  • Vaga 2: Atuação de terça-feira a sábado, das 14h às 22h, e aos domingos, das 14h às 20h.

​Os profissionais contratados serão responsáveis por recepcionar o público, interagir com famílias e crianças, tirar fotos com visitantes e integrar as atrações da campanha de fim de ano.

Como se candidatar

Os interessados devem se dirigir à sede da Funtrab, localizada na Rua 13 de Maio, nº 2.773, em Campo Grande, portando RG, CPF e Carteira de Trabalho. O atendimento para encaminhamento é realizado de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 16h.

João Maria Vicente, com Primeira Página

Foto – Freepik

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Sindicato é o único meio do trabalhador negociar em igualdade com o patrão, afirma Carlos Santos

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Num cenário em que o trabalhador, sozinho, muitas vezes não tem forças para reivindicar melhores condições de trabalho e de salário — e corre o risco até mesmo de ser demitido ao fazê-lo —, o sindicato se consolida como o instrumento legítimo e eficaz para a negociação coletiva. Essa é a mensagem que o Sindicato dos Empregados no Comércio de Campo Grande (SECCG), sob a liderança do presidente Carlos Santos, reforça neste momento.

“Não existe negociação equilibrada entre um trabalhador isolado e o poder econômico do patrão. O sindicato é quem tem a estrutura, a representatividade e a força jurídica para sentar à mesa e avançar nas conquistas da categoria”, afirma Carlos Santos.

O SECCG representa milhares de comerciários na capital sul-mato-grossense — e um detalhe fundamental: defende tanto os associados quanto os trabalhadores não sindicalizados. Isso significa que benefícios como reajuste salarial anual, vale-alimentação e outras garantias coletivas alcançam a categoria como um todo, independentemente de filiação.

“Muita gente critica o sindicato, mas poucos param para perguntar: quem garante o reajuste do meu salário todo ano? Quem negocia quando os direitos são desrespeitados? Quem enfrenta o patrão quando o salário atrasa, a jornada é abusiva ou o trabalhador sofre perseguição? A resposta é uma só: o sindicato dos trabalhadores”, completa o presidente.

Segundo Carlos Santos, a campanha de enfraquecimento dos sindicatos interessa justamente ao empresariado, que prefere lidar com o trabalhador desprotegido, individualmente, sem o respaldo de uma entidade de classe. “Dizer que sindicato não serve para nada é repetir o discurso patronal. Sindicato bom é o do trabalhador — forte, atuante e presente.”

O SECCG segue à disposição da imprensa para entrevistas e esclarecimentos sobre a atuação sindical e as pautas da categoria.

Assessoria de Imprensa — SECCG

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