TRÊS LAGOAS
Pesquisar
Close this search box.

Curiosidades

Quentão ou vinho quente: você sabe a diferença?

Publicado em

Tradição nas festas juninas, as bebidas ganharam o gosto de quem quer fugir das noites mais frias

O senso popular aponta que o quentão possa ter nascido em Minas Gerais e foi ganhando todo o Brasil. O fato é que a bebida se tornou típica das festas juninas (ou, como eram conhecidas antes, joaninas, em referência a São João) e em todo o canto sua fama se estende para aqueles que apostam na bebida para espantar as noites mais frias. Da mistura de cachaça, gengibre e especiarias, foram surgindo outras receitas, entre elas o vinho quente, que também passou a incorporar a preferência dos brasileiros, principalmente no inverno.

Seja para festas ou para apreciar em casa com a família e os amigos, o consumo tanto da cachaça como do vinho tem aumentado nessa época do ano. “Notamos que é uma tradição do cliente. Quando chegam as noites com temperaturas mais baixas, muitos aproveitam para comprar as bebidas e os ingredientes para o preparo do quentão e do vinho quente”, diz Viviane Casado, gerente do Fort Cônsul Assaf Trad.

No quentão, o preparo tradicional leva apenas a cachaça, água, gengibre, cravo-da-índia e canela. No vinho quente, a criatividade permitiu que a bebida levasse frutas descascadas, como a maçã, e até marshmallows.

Até quem não aprecia ou não pode beber nada alcoólico, a receita ganhou pequenos ajustes para que todos, inclusive as crianças e jovens, pudessem aproveitar o calor do “quentão” e a celebração que a bebida traz, desde o ritual do preparo até servir para todos. A equipe do Fort Atacadista trouxe três receitas para fazer em casa. Confira:

QUENTÃO DE CACHAÇA

Ingredientes:

½ litro de cachaça

500ml a 1 litro de água

1 xícara de chá de açúcar

150g de gengibre sem casca e em pedaços

de 5 a 7 paus de canela

1 colher de chá de cravo

Modo de preparo: Derreta o açúcar em uma panela e depois acrescente o gengibre, os cravos e a canela. Em seguida, acrescente a cachaça e a água, deixando a mistura ferver por entre 20 a 30 minutos. A quantidade de água é o que vai tornar a receita mais ou menos forte. Se a ideia for deixá-la mais marcante, adicione apenas 500 ml de água ou se preferir mais leve, basta usar um livro.

VINHO QUENTE

Ingredientes:

750 ml de vinho tinto seco ou suave

1 a 2 litros de água

4 rodelas de gengibre

1 e ½ xícaras de açúcar

1 laranja ou limão em rodelas

1 colher de sopa de cravo ou anis estrelado

5 paus de canela

Modo de preparo: misture o vinho, o açúcar e a água em uma panela e leve em fogo baixo. Após 15 minutos, acrescente os ingredientes restantes. Deixe ferver por mais 10 minutos e a bebida estará pronta para servir.

QUENTÃO SEM ÁLCOOL

Ingredientes:  

2 xícaras (chá) de açúcar

1 litro de água

6 colheres (sopa) de gengibre picado

1 xícara (chá) de suco de laranja

6 cravos

3 paus de canela

3 cascas de laranja

Modo de preparo: deixe a casca de laranja de molho por 24 horas. Escorra e reserve.

Faça um caramelo claro com o açúcar, coloque a água, a casca da laranja, gengibre, cravo e  canela. Deixe ferver por até 30 minutos e desligue o fogo. Em seguida, acrescente o suco de laranja e está pronto para servir.

Em Mato Grosso do Sul são dez unidades do Fort Atacadista: Loja Cafezais, Cônsul Assaf, Coronel Antonino, Getúlio Vargas, Guanandi, Parati, Norte Sul Plaza, Tiradentes, Três Barras e União. No site do Fort Atacadista estão todos os endereços, telefones e horários de funcionamento das lojas disponíveis em: www.fortatacadista.com.br/nossas-lojas/.

Comentários Facebook

Curiosidades

Slow sex: desacelerar o sexo pode ser a resposta para o prazer em tempos de ansiedade

Published

on

Em uma sociedade marcada pela pressa, pelo excesso de estímulos e pela cobrança constante por desempenho, o sexo também entrou no modo automático. É nesse cenário que o slow sex surge como uma proposta de reconexão: menos foco em resultado, mais atenção à presença, ao corpo e à troca entre as pessoas.

Apesar de o conceito ainda ser pouco conhecido, dados extraídos de uma enquete feita com mais de 6 mil usuários do Sexlog mostram que a necessidade de desacelerar já é sentida na prática:  76,9% acreditam que desacelerar melhora o prazer sexual. Ao mesmo tempo, 82,4% nunca ouviram falar em slow sex. Esse contraste indica que, mesmo sem conhecer o termo, grande parte das pessoas reconhece que algo precisa mudar na forma como vive a intimidade.

Sexo no automático cresce com a idade e com a rotina

O levantamento mostra que a sensação de “transar no automático” se intensifica conforme a idade avança. Entre os usuários de 35 a 54 anos, faixa etária que concentra a maior parte da amostra, mais da metade afirma que vive o sexo no automático sempre, frequentemente ou pelo menos às vezes.

Para a neuropsicanalista clínica e especialista em relações contemporâneas Sanny Rodrigues, essa queixa é recorrente no consultório. “As pessoas querem sexo, mas estão emocionalmente desconectadas do próprio corpo e, muitas vezes, do corpo do parceiro ou da parceira. O sexo acontece, mas sem intensidade e sem envolvimento verdadeiro”, explica.

Segundo ela, rotina, cansaço e falta de investimento consciente transformam a sexualidade em algo funcional. “Assim como outras áreas da vida, o sexo também precisa de cuidado para não cair no automático.”

Relacionamentos longos sentem mais o peso da repetição

Quando o recorte é feito por tipo de relacionamento, os dados reforçam essa leitura. Usuários casados ou em relações longas tendem a relatar mais variações no ritmo do sexo e maior sensação de repetição, enquanto solteiros aparecem com percepções mais diversas sobre o ritmo da vida sexual.

Para Sanny, o problema não é a duração do vínculo, mas a perda de presença. “Em relacionamentos longos, o cotidiano ocupa o lugar da atenção. Sem diálogo e cuidado, o sexo vira repetição funcional. Não é falta de desejo, é falta de investimento consciente”, afirma.

Nesse contexto, o slow sex não propõe “fazer algo diferente”, mas estar diferente no encontro. “Menos pressa costuma gerar mais intimidade”, resume a especialista.

Ansiedade afeta o prazer e desperta curiosidade por novas formas de viver o sexo

A pesquisa também mostra que 56,4% dos usuários dizem que ansiedade ou cansaço atrapalham o prazer sexual muitas ou algumas vezes, e quase 60% já deixaram de transar por estarem estressados ou sem energia mental. Entre esse grupo, cresce o interesse por propostas que tirem o foco da performance e devolvam o sexo à experiência sensorial.

Isso ajuda a explicar por que, mesmo com pouco conhecimento sobre o tema, 35,5% dos usuários afirmam ter curiosidade sobre slow sex. Para Sanny, a relação entre ansiedade e prazer é direta: “Quando a pessoa está ansiosa, o corpo entra em estado de alerta. Um corpo em alerta não relaxa, ele se protege. O desejo até pode existir, mas o prazer não acompanha.”

Ela ressalta que não se trata de falta de vontade, mas de segurança corporal. “Não é um corpo que não deseja. É um corpo que não se sente seguro para sentir.”

Falta de conexão reforça a crença de que desacelerar pode ajudar

Entre os principais fatores que prejudicam o prazer sexual hoje, os usuários apontam cansaço físico, falta de conexão com o parceiro(a), falta de tempo e distrações como celular e trabalho. A combinação desses elementos ajuda a entender por que a maioria acredita que desacelerar pode melhorar a experiência sexual.

Para a especialista, essa percepção funciona como uma validação emocional da proposta do slow sex. “Quando o orgasmo vira objetivo, o sexo deixa de ser encontro e vira teste. Quanto mais cobrança, menos o corpo responde”, explica. “Desacelerar tira o foco do resultado e devolve o prazer ao processo.”

Slow sex não é sobre tempo, mas sobre presença

Segundo Sanny, o slow sex não é uma técnica nem uma regra sobre duração. “Não tem a ver com transar por mais tempo, mas com qualidade de presença. Envolve conversa, cuidado, pausas, atenção, olho no olho. O sexo deixa de ser só um ato físico e passa a ser uma experiência de troca.”

A abordagem pode, inclusive, ser vivida em encontros casuais. “Slow sex não depende do tipo de vínculo, mas do nível de consciência envolvido. Onde há presença e diálogo, a experiência pode ser mais respeitosa e satisfatória.”

Para quem deseja começar, a especialista sugere olhar além da cama. “O sexo acompanha o ritmo que a pessoa sustenta na vida. Reduzir distrações, respirar melhor, prestar atenção no toque e até usar a música como aliada já muda muita coisa. Presença é simples e transformadora.”

Em um cenário de excesso, Sanny não vê o slow sex como moda. “É uma resposta a um cansaço coletivo. Não é tendência passageira, é reconexão com o corpo.”

Sobre o Sexlog

Com mais de 23 milhões de usuários, o Sexlog é a maior rede social de sexo e swing do Brasil. A plataforma oferece um espaço seguro para a troca de mensagens, encontros e divulgação de eventos, conectando casais e solteiros que desejam explorar sua sexualidade de maneira livre e consensual.

Comentários Facebook
Continue Reading

Curiosidades

A menina que não sente dor, fome e sono

Published

on

Olivia Farnsworth é uma adolescente britânica de Huddersfield que possui uma condição genética extremamente rara conhecida como deleção do cromossomo 6p. Essa anomalia faz com que ela não sinta dor, fome ou cansaço — um conjunto de sintomas tão incomum que Olivia é considerada a única pessoa no mundo a apresentar todos os três simultaneamente.

O que é a deleção do cromossomo 6p?

A deleção do cromossomo 6p é uma condição genética em que uma parte do braço curto (p) do cromossomo 6 está ausente. Essa região contém genes importantes relacionados ao sistema imunológico e ao desenvolvimento neurológico. A ausência desses genes pode levar a uma variedade de sintomas, incluindo insensibilidade à dor, falta de apetite e distúrbios do sono

Impactos no cotidiano

A condição de Olivia apresenta desafios significativos para sua saúde e segurança:ndtv.com

  • Insensibilidade à dor: Ela pode sofrer ferimentos graves sem perceber, o que requer vigilância constante para evitar complicações.

  • Ausência de fome: Sem a sensação de fome, Olivia precisa seguir uma dieta rigorosa para garantir a ingestão adequada de nutrientes e evitar a desnutrição.

  • Distúrbios do sono: Ela consegue funcionar com apenas duas horas de sono por noite, o que pode afetar seu desenvolvimento e bem-estar geral.

Um caso único

Embora existam cerca de 100 casos documentados de deleção do cromossomo 6p, Olivia é o único caso conhecido que apresenta simultaneamente a ausência de dor, fome e necessidade de sono. Sua condição continua a ser objeto de estudo por médicos e cientistas interessados em entender melhor os mecanismos genéticos envolvidos.

Para uma visão mais detalhada sobre a história de Olivia Farnsworth, você pode assistir ao seguinte vídeo:

She Can’t Feel Pain, Hunger, or Danger

Por .geneticeducation.co.in

Comentários Facebook
Continue Reading

TRÊS LAGOAS

ÁGUA CLARA

CÂMARA DE TRÊS LAGOAS

SUZANO

ELDORADO

Assembléia Legislativa MS

Mato Grosso do Sul

POLICIAL

Mais Lidas da Semana