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Com amor e sabor: temperos tornam pratos mais saudáveis 

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Uma pitada de amor transforma pratos em deliciosas refeições. O uso de temperos tem sido cada vez mais utilizados na cozinha em todo o mundo. Não é à toa que o mercado global de temperos e especiarias deve crescer 4,7% até 2025, segundo estudo da Mondor Intelligence. Se dão mais sabor às receitas, outra vantagem é que as ervas proporcionam mais saúde e bem estar.

Nas prateleiras, os temperos prontos tomam conta em diferentes tipos. E no setor de hortifruti, os naturais também se destacam. “O nosso objetivo é trazer a maior variedade possível para que o consumidor possa encontrar tudo o que precisa para uma refeição completa e seguindo essa tendência de uso de temperos, investimos nos prontos e naturais, com diversidade e preço baixo”, aponta Viviane Casado, gerente do Fort Atacadista Cônsul Assaf Trad.

Na arte de cozinhar, os temperos são os responsáveis por dar sabor e aroma. Se antes apenas o sal reinava nos lares, hoje outros condimentos ganham espaço. A receita para o sucesso está no uso correto e combinação adequada para o preparo. Na dúvida do que utilizar, o ideal é ir testando para descobrir o que mais agrada para cada paladar, em uma jornada que pode ser bem divertida e inusitada. Explorar sabores e combinações tornam o dia a dia na cozinha mais criativo.

Entre os naturais, os principais são o alho, alho poró, cebolinha, manjericão, salsa, coentro, tomilho, alecrim, hortelã, sálvia e pimenta de cheiro. Cada um deles garante uma experiência gastronômica diferenciada em cada prato que é adicionado. O resultado é mais frescor aos pratos. Muitas dessas ervas e produtos também são comercializadas secas, já em embalagens, o que garante maior vida útil. Já entre as especiarias, as mais populares são a pimenta-do-reino, cúrcuma, canela, cominho, páprica, gengibre, orégano, cravo e noz-moscada. Todas elas adicionam às receitas mais complexidade de sabor e calor.

Para quem ainda não conhece o universo dos condimentos, alguns temperos tem uso comum em pratos, já testados e disseminados em todo o mundo. Dentre os mais usuais, itens como alho, cebola e salsa podem dar um gostinho especial a pratos como arroz e feijão. Na verdade, são itens essenciais para praticamente todos os pratos. No feijão, um toque extra com tomilho cai bem e, aliás, é costume adicionar folhas de louro ao feijão, com aroma irresistível. Louro também pode ser usado em sopas e caldos.

O orégano, comum no toque final de muitas pizzas, dá também um toque especial nas saladas de tomate, além de realçar o sabor dos molhos, de carnes preparadas como almôndegas. A hortelã fresca é a pitada que falta de frescor nas saladas de folhas e para incrementar os molhos para as saladas, adicionando as folhas ao iogurte natural. Também combinam bem com atum e sardinhas em patês. O coentro, por seu sabor forte, pode ser acrescentado à moquecas e caldos mais fortes e encorpados.

Na lista dos temperos prontos, quem vem conquistando os novos amantes da culinária é a páprica doce, que varia de cor, entre mais vermelha ou amarela, de acordo com a presença da capsaicina, um princípio picante que varia conforme o tipo de pimentão ou pimenta do qual ela é feita. Combina bem com frango, carne bovina, suína e legumes. Para não perder seu sabor, o ideal é acrescentar ao final do preparo, para que fique apenas alguns minutos ao fogo.

Outro bem conhecido é a cúrcuma, ou açafrão da terra, bem disseminado entre os indianos. Tem muita versatilidade e pode ser usado em carnes, molhos, legumes cozidos, feijão, omeletes, sopas e pães. Fresco ou desidratado, quem também tem destaque nas prateleiras, é o alecrim. O segredo de utilizá-lo está em adicioná-lo a pratos que têm preparações que vão mais tempo ao fogo, para extrair todo o seu sabor e aroma. Colocá-lo em peixes para assar, por exemplo, vão torná-los incrivelmente saborosos. A dica é apenas retirá-los ao fim do preparo.

Para economizar, além dos preços mais baixos no atacadista, Viviane destaca a vantagem da “terça e quarta-verde”, dias em que toda a sessão de hortifruti traz valores ainda mais em conta. Para os clientes, outro benefício é o parcelamento no Vuon Card, próprio da marca.

Em Mato Grosso do Sul são dez unidades do Fort Atacadista: Loja Cafezais, Cônsul Assaf Trad, Coronel Antonino, Getúlio Vargas, Guanandi, Parati, Norte Sul Plaza, Tiradentes, Três Barras e União. No site do Fort Atacadista estão todos os endereços, telefones e horários de funcionamento das lojas disponíveis em: www.fortatacadista.com.br/nossas-lojas/.

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Slow sex: desacelerar o sexo pode ser a resposta para o prazer em tempos de ansiedade

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Em uma sociedade marcada pela pressa, pelo excesso de estímulos e pela cobrança constante por desempenho, o sexo também entrou no modo automático. É nesse cenário que o slow sex surge como uma proposta de reconexão: menos foco em resultado, mais atenção à presença, ao corpo e à troca entre as pessoas.

Apesar de o conceito ainda ser pouco conhecido, dados extraídos de uma enquete feita com mais de 6 mil usuários do Sexlog mostram que a necessidade de desacelerar já é sentida na prática:  76,9% acreditam que desacelerar melhora o prazer sexual. Ao mesmo tempo, 82,4% nunca ouviram falar em slow sex. Esse contraste indica que, mesmo sem conhecer o termo, grande parte das pessoas reconhece que algo precisa mudar na forma como vive a intimidade.

Sexo no automático cresce com a idade e com a rotina

O levantamento mostra que a sensação de “transar no automático” se intensifica conforme a idade avança. Entre os usuários de 35 a 54 anos, faixa etária que concentra a maior parte da amostra, mais da metade afirma que vive o sexo no automático sempre, frequentemente ou pelo menos às vezes.

Para a neuropsicanalista clínica e especialista em relações contemporâneas Sanny Rodrigues, essa queixa é recorrente no consultório. “As pessoas querem sexo, mas estão emocionalmente desconectadas do próprio corpo e, muitas vezes, do corpo do parceiro ou da parceira. O sexo acontece, mas sem intensidade e sem envolvimento verdadeiro”, explica.

Segundo ela, rotina, cansaço e falta de investimento consciente transformam a sexualidade em algo funcional. “Assim como outras áreas da vida, o sexo também precisa de cuidado para não cair no automático.”

Relacionamentos longos sentem mais o peso da repetição

Quando o recorte é feito por tipo de relacionamento, os dados reforçam essa leitura. Usuários casados ou em relações longas tendem a relatar mais variações no ritmo do sexo e maior sensação de repetição, enquanto solteiros aparecem com percepções mais diversas sobre o ritmo da vida sexual.

Para Sanny, o problema não é a duração do vínculo, mas a perda de presença. “Em relacionamentos longos, o cotidiano ocupa o lugar da atenção. Sem diálogo e cuidado, o sexo vira repetição funcional. Não é falta de desejo, é falta de investimento consciente”, afirma.

Nesse contexto, o slow sex não propõe “fazer algo diferente”, mas estar diferente no encontro. “Menos pressa costuma gerar mais intimidade”, resume a especialista.

Ansiedade afeta o prazer e desperta curiosidade por novas formas de viver o sexo

A pesquisa também mostra que 56,4% dos usuários dizem que ansiedade ou cansaço atrapalham o prazer sexual muitas ou algumas vezes, e quase 60% já deixaram de transar por estarem estressados ou sem energia mental. Entre esse grupo, cresce o interesse por propostas que tirem o foco da performance e devolvam o sexo à experiência sensorial.

Isso ajuda a explicar por que, mesmo com pouco conhecimento sobre o tema, 35,5% dos usuários afirmam ter curiosidade sobre slow sex. Para Sanny, a relação entre ansiedade e prazer é direta: “Quando a pessoa está ansiosa, o corpo entra em estado de alerta. Um corpo em alerta não relaxa, ele se protege. O desejo até pode existir, mas o prazer não acompanha.”

Ela ressalta que não se trata de falta de vontade, mas de segurança corporal. “Não é um corpo que não deseja. É um corpo que não se sente seguro para sentir.”

Falta de conexão reforça a crença de que desacelerar pode ajudar

Entre os principais fatores que prejudicam o prazer sexual hoje, os usuários apontam cansaço físico, falta de conexão com o parceiro(a), falta de tempo e distrações como celular e trabalho. A combinação desses elementos ajuda a entender por que a maioria acredita que desacelerar pode melhorar a experiência sexual.

Para a especialista, essa percepção funciona como uma validação emocional da proposta do slow sex. “Quando o orgasmo vira objetivo, o sexo deixa de ser encontro e vira teste. Quanto mais cobrança, menos o corpo responde”, explica. “Desacelerar tira o foco do resultado e devolve o prazer ao processo.”

Slow sex não é sobre tempo, mas sobre presença

Segundo Sanny, o slow sex não é uma técnica nem uma regra sobre duração. “Não tem a ver com transar por mais tempo, mas com qualidade de presença. Envolve conversa, cuidado, pausas, atenção, olho no olho. O sexo deixa de ser só um ato físico e passa a ser uma experiência de troca.”

A abordagem pode, inclusive, ser vivida em encontros casuais. “Slow sex não depende do tipo de vínculo, mas do nível de consciência envolvido. Onde há presença e diálogo, a experiência pode ser mais respeitosa e satisfatória.”

Para quem deseja começar, a especialista sugere olhar além da cama. “O sexo acompanha o ritmo que a pessoa sustenta na vida. Reduzir distrações, respirar melhor, prestar atenção no toque e até usar a música como aliada já muda muita coisa. Presença é simples e transformadora.”

Em um cenário de excesso, Sanny não vê o slow sex como moda. “É uma resposta a um cansaço coletivo. Não é tendência passageira, é reconexão com o corpo.”

Sobre o Sexlog

Com mais de 23 milhões de usuários, o Sexlog é a maior rede social de sexo e swing do Brasil. A plataforma oferece um espaço seguro para a troca de mensagens, encontros e divulgação de eventos, conectando casais e solteiros que desejam explorar sua sexualidade de maneira livre e consensual.

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A menina que não sente dor, fome e sono

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Olivia Farnsworth é uma adolescente britânica de Huddersfield que possui uma condição genética extremamente rara conhecida como deleção do cromossomo 6p. Essa anomalia faz com que ela não sinta dor, fome ou cansaço — um conjunto de sintomas tão incomum que Olivia é considerada a única pessoa no mundo a apresentar todos os três simultaneamente.

O que é a deleção do cromossomo 6p?

A deleção do cromossomo 6p é uma condição genética em que uma parte do braço curto (p) do cromossomo 6 está ausente. Essa região contém genes importantes relacionados ao sistema imunológico e ao desenvolvimento neurológico. A ausência desses genes pode levar a uma variedade de sintomas, incluindo insensibilidade à dor, falta de apetite e distúrbios do sono

Impactos no cotidiano

A condição de Olivia apresenta desafios significativos para sua saúde e segurança:ndtv.com

  • Insensibilidade à dor: Ela pode sofrer ferimentos graves sem perceber, o que requer vigilância constante para evitar complicações.

  • Ausência de fome: Sem a sensação de fome, Olivia precisa seguir uma dieta rigorosa para garantir a ingestão adequada de nutrientes e evitar a desnutrição.

  • Distúrbios do sono: Ela consegue funcionar com apenas duas horas de sono por noite, o que pode afetar seu desenvolvimento e bem-estar geral.

Um caso único

Embora existam cerca de 100 casos documentados de deleção do cromossomo 6p, Olivia é o único caso conhecido que apresenta simultaneamente a ausência de dor, fome e necessidade de sono. Sua condição continua a ser objeto de estudo por médicos e cientistas interessados em entender melhor os mecanismos genéticos envolvidos.

Para uma visão mais detalhada sobre a história de Olivia Farnsworth, você pode assistir ao seguinte vídeo:

She Can’t Feel Pain, Hunger, or Danger

Por .geneticeducation.co.in

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