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Mato Grosso do Sul

Operação apreende produtos falsificados em duas lojas de Campo Grande

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Uma operação conjunta da Decon (Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes Contra as Relações de Consumo) e do Procon de Mato Grosso do Sul apreendeu, na terça-feira (9), mais de 160 volumes, entre caixas e sacos, de produtos com indícios de falsificação em duas lojas de Campo Grande. Duas pessoas foram detidas, e os itens serão encaminhados à Receita Federal.

As equipes foram até os locais após o registro de denúncias por parte de representantes de marcas comerciais e de consumidores. Dentre os itens apreendidos estão carregadores e capas de celular, fones de ouvido, caixas de som, controles de videogame, pen drives, ferramentas elétricas, copos térmicos, mochilas e brinquedos de marcas registradas.

Também foram recolhidas 47 cartelas de adesivos que eram aplicados nos produtos, além de embalagens utilizadas para simular as características de itens originais. Em uma das lojas, houve a apreensão de 15 unidades de cigarros eletrônicos, que têm a venda proibida no Brasil.

Titular da Decon, o delegado Wilton Vilas Boas de Paula ressaltou que a ação conjunta visa combater os crimes contra as relações de consumo e a sonegação fiscal. “A maioria desses produtos não tem qualidade nenhuma e é um risco para a população”.

Peritos criminais documentaram a exposição das mercadorias à venda. Fiscais do Procon emitiram autos de infração por produtos expostos sem a devida precificação, ausência de exemplar do CDC (Código de Defesa do Consumidor) e comércio de produtos com indícios de contrafação, quando se utiliza marca comercial ou logotipo idêntico ou de difícil distinção em relação aos originais. O prazo para a apresentação de defesa, no processo administrativo, é de 20 dias.

Já na esfera criminal, duas pessoas foram detidas, e o caso segue em investigação.

Fonte: Governo MS

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Mato Grosso do Sul

Mato Grosso do Sul recebe 8,3 mil doses da vacina Pneumo 20 e amplia proteção contra doenças graves

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Novo imunizante incorporado ao SUS protege contra 20 sorotipos da bactéria pneumococo e reforça prevenção de pneumonia, meningite e outras infecções graves

Mato Grosso do Sul recebeu nesta quarta-feira (10) o primeiro lote com 8.300 doses da vacina pneumocócica conjugada 20-valente (VPC20), novo imunizante incorporado ao SUS (Sistema Único de Saúde) para ampliar a proteção contra doenças graves causadas pela bactéria Streptococcus pneumoniae. As doses chegaram à Rede de Frio Estadual e serão distribuídas aos municípios conforme critérios estabelecidos pelo PNI (Programa Nacional de Imunizações).

A nova vacina representa um avanço importante na estratégia de imunização do país, ampliando a cobertura contra 20 sorotipos da bactéria pneumococo, principal causadora de doenças como pneumonia, meningite, otite média e infecções generalizadas que podem resultar em internações, sequelas e óbitos, especialmente entre crianças pequenas.

De acordo com a coordenadora de Imunização da SES (Secretaria de Estado de Saúde), Ana Paula Goldfinger, a chegada da vacina marca um novo momento para a prevenção de doenças pneumocócicas no SUS.

“A Pneumo 20 é uma importante inovação incorporada ao calendário vacinal do SUS. Ela amplia significativamente a proteção oferecida às crianças e demais grupos contemplados, fortalecendo a prevenção contra doenças graves e contribuindo para reduzir internações e óbitos causados pelo pneumococo”, destaca.

MS recebeu 8.300 doses da vacina pneumocócica conjugada 20-valente (VPC20).

A distribuição aos municípios será realizada de forma proporcional ao quantitativo recebido e à população-alvo definida pelo Ministério da Saúde. Paralelamente, a SES promoverá orientações técnicas e capacitações para os profissionais de saúde sobre o uso da nova vacina e as estratégias de vacinação adotadas durante o período de transição.

“Em Mato Grosso do Sul, a chegada dessas primeiras 8,3 mil doses representa um passo importante para fortalecer a proteção da nossa população contra doenças pneumocócicas. Estamos trabalhando para garantir uma distribuição ágil aos municípios e apoiar as equipes de saúde nesse processo de implantação, assegurando que essa nova tecnologia chegue de forma segura e eficiente a quem mais precisa”, acrescenta Ana Paula Goldfinger.

Neste primeiro momento, a oferta da vacina pneumocócica no Estado ocorrerá de forma mista. Como o Estado ainda possui estoque da vacina pneumocócica conjugada 10-valente (VPC10), as doses remanescentes continuarão sendo utilizadas até o esgotamento do estoque, conforme orientação do Ministério da Saúde.

O novo esquema vacinal prevê a aplicação de uma dose da Pneumo 20 aos dois meses de idade, uma dose da Pneumo 10 aos quatro meses e uma dose de reforço da Pneumo 20 aos 12 meses. Após o término dos estoques da Pneumo 10, o esquema passará a utilizar exclusivamente a nova vacina.

A vacinação com a Pneumo 20 contempla públicos prioritários definidos pelo Ministério da Saúde. Além das crianças menores de cinco anos, a vacina também será ofertada para povos indígenas maiores de cinco anos sem histórico de vacinação com pneumo conjugada, idosos acamados ou institucionalizados com 60 anos ou mais e pessoas com condições clínicas especiais atendidas nos CRIEs (Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais).

A expectativa é de que a nova vacina contribua para reduzir ainda mais a incidência de casos graves, internações e mortes relacionadas à doença.

Desde a introdução da vacina pneumocócica no PNI, em 2010, o Brasil registrou reduções expressivas nos casos de doença pneumocócica invasiva e meningite pneumocócica em crianças pequenas. Com a chegada da Pneumo 20 ao SUS, a expectativa é ampliar ainda mais esses resultados, fortalecendo a proteção da população e o acesso gratuito a uma tecnologia de ponta em saúde pública.

Kamilla Ratier, Comunicação SES
Fotos: Divulgação SES

Fonte: Governo MS

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Mato Grosso do Sul

Prevenção mora em casa: eliminar criadouros é a medida mais eficaz contra o Aedes aegypti

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Estado mantém vigilância permanente, mas participação da população segue indispensável para reduzir riscos

A presença de um simples recipiente com água parada pode parecer inofensiva, mas é suficiente para dar origem a centenas de mosquitos capazes de transmitir doenças que representam um desafio permanente para a saúde pública. Em Mato Grosso do Sul, onde dengue e chikungunya circulam, a prevenção continua sendo a ferramenta mais eficaz para reduzir riscos e proteger a população.

Embora o trabalho de monitoramento e vigilância seja realizado de forma contínua pelos serviços de saúde, especialistas alertam que a maior parte dos criadouros do Aedes aegypti ainda está dentro das residências ou em seus arredores. Por isso, atitudes simples adotadas pela população seguem sendo decisivas para interromper o ciclo de reprodução do mosquito.

Dados do último boletim epidemiológico divulgado pela SES (Secretaria de Estado de Saúde) mostram que Mato Grosso do Sul registrou 5.134 casos prováveis de dengue em 2026, dos quais 1.184 foram confirmados. O Estado também contabiliza dois óbitos em investigação e, até o momento, nenhuma morte confirmada pela doença.

Os números reforçam a necessidade de manter a atenção durante todo o ano. Isso porque o Aedes aegypti encontra condições favoráveis para reprodução em diferentes períodos, especialmente em locais onde há acúmulo de água limpa e parada.

O secretário de Estado de Saúde, Maurício Simões Corrêa, destaca que a prevenção depende da atuação conjunta entre poder público e sociedade. “Temos equipes atuando permanentemente na vigilância epidemiológica, no monitoramento dos casos e no apoio aos municípios, mas a participação da população continua sendo fundamental. A eliminação dos criadouros é uma responsabilidade compartilhada. Quando cada pessoa faz sua parte dentro de casa, contribui diretamente para a proteção de toda a comunidade”, afirmou.

A recomendação é que os moradores reservem alguns minutos por semana para vistoriar quintais, jardins, áreas de serviço e outros espaços que possam acumular água. Entre os principais locais que exigem atenção estão caixas d’água destampadas, calhas obstruídas, pneus, garrafas, recipientes descartáveis, vasos de plantas, ralos pouco utilizados e reservatórios de água para animais.

Além de reduzir o risco de transmissão da dengue, essas medidas ajudam a prevenir outras arboviroses – como a chikungunya e a Zika -, transmitidas pelo mesmo vetor.

Vigilância permanente

Paralelamente às ações desenvolvidas pela população, a SES mantém uma rede permanente de vigilância epidemiológica e entomológica em todo o território sul-mato-grossense.

O acompanhamento inclui a análise dos casos notificados, monitoramento da circulação viral, investigação de óbitos suspeitos, capacitação das equipes municipais e ações de controle vetorial. O Estado também utiliza ferramentas específicas para acompanhar a infestação do mosquito, como armadilhas de oviposição (ovitrampas), que permitem identificar precocemente áreas com maior presença do vetor e direcionar as estratégias de prevenção.

A secretária-adjunta de Estado de Saúde, Crhistinne Maymone, ressalta que o trabalho é realizado de forma integrada com os municípios. “Mato Grosso do Sul mantém um monitoramento contínuo dos casos e dos indicadores relacionados às arboviroses, além de diversas ações de vigilância epidemiológica e controle vetorial desenvolvidas em parceria com os municípios. Esse acompanhamento permanente permite identificar áreas de maior risco e fortalecer as estratégias de prevenção em todas as regiões do Estado”, explicou.

A eliminação dos criadouros é a medida mais eficiente para reduzir a população do mosquito. A orientação é para que a população realize inspeções semanais nos imóveis, verificando qualquer objeto capaz de acumular água.

Entre os cuidados recomendados estão:

• Manter caixas d’água, cisternas e reservatórios sempre tampados;
• Limpar regularmente calhas e ralos;
• Descartar corretamente pneus, garrafas e recipientes sem uso;
• Colocar areia nos pratos de vasos de plantas;
• Tratar adequadamente piscinas;
• Evitar o acúmulo de materiais em quintais e terrenos;
• Permitir o acesso dos agentes de endemias durante visitas domiciliares.

A SES reforça ainda que pessoas que apresentarem sintomas como febre, dores no corpo, dor atrás dos olhos, manchas vermelhas na pele ou dores intensas nas articulações devem procurar uma unidade de saúde para avaliação e acompanhamento.

Mais do que uma ação pontual, a prevenção precisa fazer parte da rotina. Afinal, eliminar um criadouro hoje pode evitar novos casos amanhã e contribuir para a proteção da saúde de toda a população sul-mato-grossense.

Kamilla Ratier, Comunicação SES
Fotos: Álvaro Rezende/Secom/Arquivo

Fonte: Governo MS

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