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Mato Grosso do Sul

“Não basta plantar, tem que cuidar”, ação da Agems vai monitorar e realizar novos plantios no Parque dos Poderes

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Em alusão ao Dia do Meio Ambiente, a Agems (Agência Estadual de Regulação dos Serviços Públicos) realiza neste sábado (3) a ação “Não basta plantar, tem que cuidar”, no Arco dos Ipês, em Campo Grande. O evento, tem como objetivo acompanhar o desenvolvimento das mais de 123 mudas que foram plantadas em 2022 no Parque dos Poderes. O Arco dos Ipês fica na Avenida Desembargador José Nunes da Cunha, que faz uma curva e, por isso, o trajeto das árvores formará um arco se visto de cima.

“Mais uma ação muito importante da Agems que preza pelo cuidado do meio ambiente. Nessa edição, vamos substituir as mudas que não cresceram e plantar mais dois ipês alusivos aos 46 anos de Mato Grosso do Sul e 124 da nossa Cidade Morena. Promover a educação ambiental é nosso compromisso e cuidado com o futuro”, afirma o diretor-presidente da Agência Reguladora, Carlos Alberto de Assis.

Educação ambiental

A ação faz parte do projeto de educação ambiental realizado pela Agems por meio da Diretoria de Saneamento Básico e Resíduos Sólidos e da Diretoria de Inovação e Relações Institucionais.

“O foco de implementar a educação ambiental na sociedade é promover mudanças de comportamento, incentivando a adoção de ações responsáveis e o desenvolvimento de uma consciência ambiental crítica, que contribua para a construção de um futuro mais sustentável”, explica a diretora de Saneamento e Resíduos Sólidos, Iara Marchioretto.

Cuidado e proteção ao meio ambiente

Desde o primeiro plantio das centenas de mudas, a Agems vem cuidando dos Ipês para que tenham um crescimento saudável e adequado. De acordo com a coordenadora do projeto, a analista em regulação Elisa Paes, algumas ferramentas serão adotadas para garantir esse cuidado mais detalhado dos Ipês.

“Foram plantadas centenas de mudas e cada uma recebeu um tutor que ficou responsável por cuidar de sua plantinha. Ao longo de um ano, algumas se desenvolveram muito bem e outras infelizmente não vingaram. Vamos deixar tudo pronto para que no sábado o tutor faça o replantio de sua muda se necessário e estaremos conscientizando-os sobre a importância de continuar cuidando de cada ipê”, explica a coordenadora.

Inovação e a sustentabilidade

Como tradição, a Agems inclui a sociedade em todos os eventos de conscientização e as crianças e adolescentes são protagonistas nessa edição do evento. Serão elas que farão o novo plantio das mudas e terão informações sobre educação ambiental através dos servidores da Agência e cartilhas informativas.

De acordo com a diretora de Inovação e Relações Institucionais, Rejane Monteiro, a inovação e a sustentabilidade caminham juntas na jornada em busca de um mundo mais sustentável.

“A inovação e a sustentabilidade são duas forças poderosas que impulsionam o progresso e o desenvolvimento socioeconômico, ao mesmo tempo em que promovem a conservação dos recursos naturais e a proteção do meio ambiente”, finaliza Rejane.

História

O Ipê é a árvore símbolo do Estado sul-mato-grossense por meio da Lei 5.228, de 16 de junho de 2018. É a árvore mais encontrada nas ruas e que na sua estação traz ainda mais beleza e encanta a população. O nome da espécie tem origem indígena tupi e significa casca dura, também conhecida como pau d’arco, já que antigamente os índios utilizavam a madeira dessas árvores para fazerem os seus arcos de caça e defesa.

Bruna Aquino, Agems

Fotos: Cleidiomar Barbosa

Fonte: Governo MS

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Ladrão furta carro e móveis de residência, sofre acidente durante fuga e abandona veículo em MS

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Um homem ainda não identificado furtou móveis e um veículo de uma residência e acabou sofrendo um acidente durante a fuga, na noite desta terça-feira (8), na rodovia MS-427, em Rio Verde de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul.

Segundo o boletim de ocorrência, o suspeito teria arrombado a porta dos fundos do imóvel, localizado na Rua Duque de Caxias, no bairro Vila Carmem, utilizando um machado.

Em seguida, ele teria furtado diversos objetos e o veículo que estava estacionado na garagem.O homem utilizou o carro para fugir, mas, durante o trajeto, perdeu o controle da direção e saiu da pista.

O veículo parou aproximadamente dois quilômetros após o fim do trecho pavimentado da MS-427, já em uma estrada de terra.Conforme apurado pelo portal Rio Verde News, equipes policiais conseguiram localizar o veículo com auxílio de imagens de câmeras de segurança.

O carro apresentava danos na lataria provocados pelo acidente.O suspeito, porém, havia fugido do local antes da chegada dos policiais e ainda não foi localizado.O caso segue em investigação para identificar e localizar o responsável pelo furto.

Tatiane Linhares Vicente, com informações de Top Mídia News

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Operação identifica desmatamento ilegal equivalente a quase 350 campos de futebol em MS

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MS tem área desmatada equivalente a quase 350 campos de futebol — Foto: MPMS

Operação Mata Atlântica em Pé identificou 348,67 hectares de desmatamento ilegal em Mato Grosso do Sul em 2026. Para ter uma ideia do tamanho da área, o total equivale, em uma comparação aproximada de 1 hectare por campo de futebol, a quase 350 campos.

As irregularidades foram encontradas a partir da análise de 18 alertas de desmatamento distribuídos por 15 municípios do estado. Segundo o Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS), houve uma redução expressiva na extensão das áreas desmatadas em relação à edição do ano passado.

Os alertas foram analisados pelo Núcleo de Geotecnologias (Nugeo) do MPMS, que utilizou imagens de satélite e outras ferramentas para verificar se as áreas indicadas realmente tinham sofrido desmatamento ilegal.

Após a confirmação das ocorrências, os dados foram encaminhados ao Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul), responsável pela fiscalização e aplicação das medidas administrativas.

A partir das informações recebidas, o órgão realizou as autuações de forma remota. Ao todo, foram aplicados R$ 1.521.044 em multas aos responsáveis pelas áreas identificadas.

Fiscalização com imagens de satélite

De acordo com o MPMS, a operação utiliza alertas de satélite cruzados com informações de mapas e registros das propriedades para identificar possíveis áreas de vegetação nativa derrubadas sem autorização.

O coordenador do Nugeo/MPMS, promotor de Justiça Luciano Loubet, destacou que o uso da tecnologia permite identificar e confirmar as áreas com mais rapidez.

“O uso de geotecnologias avançadas transformou a fiscalização ambiental em Mato Grosso do Sul. A validação rápida e precisa dos alertas pelo Nugeo permite que o Imasul atue de forma remota e imediata, garantindo que a infração não passe despercebida”, afirmou.

Segundo ele, a integração entre os órgãos de fiscalização e o uso de dados e imagens de satélite têm ajudado a combater o desmatamento ilegal no estado.

Operação nacional

A mobilização ocorreu entre os dias 17 e 27 de agosto, simultaneamente em 17 estados que possuem áreas do bioma Mata Atlântica.

A força-tarefa reúne Ministérios Públicos, órgãos de fiscalização ambiental e forças policiais. Entre as ferramentas utilizadas estão imagens de satélite e plataformas de monitoramento, como o MapBiomas Alerta.

Participaram da operação Alagoas, Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Sergipe, Espírito Santo, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Goiás e Mato Grosso do Sul.

A Operação Mata Atlântica em Pé é coordenada nacionalmente pela Associação Brasileira dos Membros do Ministério Público de Meio Ambiente (Abrampa) e pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), com apoio da Fundação SOS Mata Atlântica.

O que acontece após a identificação do desmatamento

Quando a fiscalização confirma uma área desmatada de forma irregular, os responsáveis podem sofrer diferentes tipos de medidas.

Entre elas estão:

  • Multas e autos de infração: os responsáveis podem ser multados e a área pode ser embargada, impedindo novas atividades no local.
  • Recuperação da área: são adotadas medidas para que a vegetação degradada seja recuperada.
  • Responsabilização na Justiça: o caso também pode gerar procedimentos nas áreas cível e criminal.
  • Restrições no cadastro ambiental: propriedades podem sofrer bloqueios no Cadastro Ambiental Rural (CAR).
  • Restrição de crédito: os responsáveis podem ter o acesso a crédito rural e outros recursos financeiros suspenso.

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