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Jayme Simão explica como começar a investir em criptomoedas e quais são as mais valorizadas

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Sócio-fundador do Hub do Investidor, Jayme Simão, comenta as criptomoedas alternativas ao bitcoin, as chamadas ‘altcoins’, se mostram um investimento bem mais arriscado de se fazer no momento

Curitiba, agosto de 2022 – Começar a investir em criptomoedas pode parecer, em um primeiro momento, extremamente complicado em razão da quantidade de ativos existentes e da volatilidade a que estão sujeitos, o que assusta quem não está acostumado. Por isso, Jayme Simão, sócio-fundador do Hub do Investidor, explica que o primeiro passo sempre deve ser buscar conhecimento e informações confiáveis antes de sequer pensar em alocar seu capital. “Comece estudando o Bitcoin. Quando compramos algo sem ter consciência dos motivos e dos fundamentos por trás dessa decisão, estamos sujeitos a vende-lo pelo mesmo motivo. Portanto, conhecimento e auxílio de uma equipe especializada na hora de avaliar esses ativos é um passo bastante importante para consolidar essa base, claro, dependendo da sua disponibilidade a isso. Saber separar as informações factíveis e os ruídos do mercado é crucial na hora de fazer a avaliação dos protocolos”, diz.

O especialista diz que é extremamente importante alertar que o mercado está apresentando uma forte baixa, principalmente, em razão do cenário macroeconômico adverso de alta inflação. “Além disso, as notícias de insolvência no mercado cripto também tem crescido exponencialmente. Nesse sentido, as criptomoedas alternativas ao bitcoin, as chamadas ‘altcoins’, se mostram um investimento bem mais arriscado de se fazer no momento”, avalia.

Para se ter uma ideia do sentimento do mercado, o receio dos investidores é tamanho que entre as 6 maiores criptomoedas em capitalização de mercado, hoje, metade são stablecoins atreladas ao dólar. “Isso significa que grande parte desses investidores está dolarizado, e não exposto aos criptoativos em si, talvez esperando boas oportunidades de compra”, comenta.

Segundo Simão, entre as criptomoedas mais valorizadas temos principalmente o bitcoin (BTC), carro-chefe dos criptoativos, e o ether (ETH), token nativo da rede Ethereum, que inovou o mercado trazendo uma gama de possibilidades por meio do uso de contratos inteligentes. Ainda entre as 10 maiores, temos a BNB, criptomoeda da corretora Binance, XRP, ADA, SOL e Dogecoin. “É importantíssimo saber avaliar e separar os ativos entre criptomoedas com fundamento, com o bitcoin e o ether, e criptomoedas “meme” sem utilidade alguma, como a ‘Dogecoin’, que figura entre as maiores principalmente pelo “hype” e pela manipulação feitos em torno dela. Esse é um serviço que nós, do Hub do Investidor, prestamos com muita eficiência no auxílio de nossos clientes na hora de avaliar um ativo. É crucial ter esse discernimento”, completa.

Para conhecer mais sobre o Hub do Investidor acesse https://hubdoinvestidor.com.br/; no linkedin: https://www.linkedin.com/company/hub-do-investidor; no Twitter: @hubdoinvestidor; no Instagram: @hubdoinvestidor; e no canal do Youtube: https://www.youtube.com/channel/HubdoInvestidor.

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Instagram e Facebook apresentam instabilidade e usuários relatam dificuldade de acesso

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Usuários de diferentes regiões relataram instabilidade no Instagram e no Facebook na manhã desta sexta-feira (12). As reclamações começaram por volta das 10h40 e foram registradas em grande número na plataforma Downdetector, que monitora falhas em serviços online.

Entre os principais problemas relatados estão dificuldades para acessar perfis, fazer login e utilizar normalmente os aplicativos. Alguns usuários afirmaram que suas contas foram desconectadas automaticamente e não conseguiram entrar novamente.

As reclamações rapidamente migraram para outras redes sociais, onde internautas passaram a questionar se a falha era geral. “Instagram caiu? Minha conta deslogou e não consigo logar de novo”, publicou um usuário. Outro perguntou: “O Insta e o Facebook de mais alguém caíram também?”.

Até o momento, os aplicativos seguem apresentando instabilidade para parte dos usuários. A Meta, empresa responsável pelas plataformas, ainda não se pronunciou oficialmente sobre a causa do problema.

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Tecnologia

Mercado solar brasileiro avança com tecnologia que reduz dependência das concessionárias

Com capacidade instalada de 17.7MWp, Solarprime é uma das empresas que aposta em tecnologias de armazenamento e gestão energética

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O Brasil segue entre os mercados mais promissores para energia solar e armazenamento em 2026. Segundo dados da Associação Brasileira de Energia Solar, é um dos países mais ensolarados, com a oportunidade de se tornar uma nação líder no setor. De acordo com a ANEEL, as fontes renováveis já representam 84,63% da matriz elétrica nacional, um dos maiores percentuais do mundo, (considerando as fontes eólica, solar e hídrica), e crescem os investimentos em tecnologias capazes de ampliar a eficiência energética, como sistemas de armazenamento e soluções inteligentes de gestão de energia. Diante desse cenário, empresas como a Solarprime, uma das maiores redes de franquias de energia solar do país, têm avançado no desenvolvimento de soluções voltadas ao armazenamento. Em parceria com fabricantes chineses, a empresa vem implementando sistemas baseados em baterias que reduzem a dependência das concessionárias de energia. Com capacidade instalada de 17.7MWp  e atuação consolidada em diferentes regiões do país, a rede posiciona o armazenamento energético como um dos pilares estratégicos da sua oferta para os próximos anos.

Entre as tecnologias adotadas está o Battery Energy Storage System (BESS), voltado principalmente para clientes comerciais e industriais de alto consumo (C&I). Segundo Raphael Brito, Diretor Executivo da empresa, a tecnologia surge como uma alternativa estratégica para reduzir custos com energia, especialmente em regiões onde a variação tarifária pode ser significativa. “Esse sistema permite armazenar energia em horários de tarifa mais barata, fora do horário de pico, para utilização nos momentos em que o custo da eletricidade é mais elevado, podendo chegar a ser mais de seis vezes maior em alguns estados”, explica.

Nos últimos anos, essa opção energética deixou de ser apenas uma alternativa sustentável para se tornar uma estratégia de eficiência operacional e redução de custos. Se antes o foco estava principalmente na instalação de painéis fotovoltaicos para geração própria, o mercado agora evolui para soluções mais completas. São sistemas de monitoramento inteligente que fazem a integração entre diferentes fontes de energia, com tecnologias de armazenamento que permitem a utilização da eletricidade de forma estratégica, equilibrando consumo e tarifas.

O executivo afirma que esse mercado ainda se encontra em fase inicial no Brasil, mas que é apontado como o próximo grande ciclo de crescimento do setor. “Tivemos no mercado o primeiro momento marcado pela popularização da energia distribuída. Agora entramos em uma etapa impulsionada por tecnologias mais eficientes. Esse movimento amplia o uso da energia solar e de armazenamento não apenas como alternativa sustentável, mas como ferramenta estratégica de eficiência e competitividade para empresas que adotam essa alternativa”, afirma Brito.

Sobre a Solarprime

Fundada em 2014, é uma das maiores redes de franquias de energia solar do Brasil. Além da geração solar tradicional, oferece sistemas híbridos e soluções de armazenamento por baterias, voltadas aos segmentos comercial e industrial, que permitem acumular energia fora do horário de pico e ampliar a eficiência energética. Com uma estratégia focada em expansão sustentável, a rede estima R$100 milhões em faturamento em 2026.

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