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Mato Grosso do Sul

Governo de MS integra debates da rede de parcerias da migração

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O ‘II Encontro Estadual da Rede de Parceiras Migração’, realizado até amanhã (21), na Capital, com o tema migrações, refúgios, apátridas e políticas públicas: reflexões e debates por uma política estadual migratória, conta com a participação do Governo do Estado, via Sead (Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humanos).

Patrícia Cozzolino, titular da Sead, reforçou durante a abertura do evento, nesta terça-feira, a importância de todos os integrantes da rede para o atendimento aos migrantes. “Por meio do nosso CADH (Centro de Atendimento em Direitos Humanos) estamos cada vez mais aperfeiçoando as ações para que esses atendimentos sejam realizados com agilidade e resolutividade. Com outros parceiros, como a UEMS, também mantemos contato para que as parcerias sejam fortalecidas e oportunidades, como o ensino da língua portuguesa, estejam presente”.

O CADH utiliza sistema de informação on-line CADMI (Cadastro do Migrante Internacional), que possibilita o registro e armazenamento de dados dos migrantes atendidos, podendo mapear e quantificar serviços, nacionalidade, gêneros, outras informações necessárias ao setor e no auxílio na construção de políticas públicas. No local, na Rua Visconde de Taunay, 345, bairro Amambai, na Capital, migrantes, apátridas ou refugiados podem contar com orientações e encaminhamentos.

O II Encontro conta com a realização da Pastoral do Migrante e diversos apoiadores, como a UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul), UCDB (Universidade Catolica Dom Bosco) e a DPU (Defensoria Pública da União), num total de 18 parceiros.

Na ocasião, a irmã Rosane Rosa, da Pastoral do Migrante, da Arquidiocese de Campo Grande, recebeu homenagem pelos seus oitos anos de serviços prestados em Mato Grosso do Sul, na ocasião de sua ida para o estado de São Paulo.

“Segurando a emoção. O coração está cheio de gratidão. Tenho certeza que a nova equipe conduzirá os trabalhos, ao modo deles, e conversando com os parceiros”, disse Rosane apresentado a nova equipe da Pastoral.

Até amanhã serão realizadas palestras, debates com a formação de mesa de discussões. O evento é realizado na rua Barão do Rio Branco, 1811, no Centro, com transmissão ao vivo no link https://www.youtube.com/watch?v=y1a0PPhgkD8.

Também compuseram a mesa de abertura do evento o secretário-executivo de Direitos Humanos da Sead, Ben-Hur Ferreira; Cesar Silva, professor da UFMS e Luciane Pinho, professora da UCDB.

Leomar Alves Rosa, Sead

Fotos: Monique Alves

Fonte: Governo MS

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Ladrão furta carro e móveis de residência, sofre acidente durante fuga e abandona veículo em MS

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Um homem ainda não identificado furtou móveis e um veículo de uma residência e acabou sofrendo um acidente durante a fuga, na noite desta terça-feira (8), na rodovia MS-427, em Rio Verde de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul.

Segundo o boletim de ocorrência, o suspeito teria arrombado a porta dos fundos do imóvel, localizado na Rua Duque de Caxias, no bairro Vila Carmem, utilizando um machado.

Em seguida, ele teria furtado diversos objetos e o veículo que estava estacionado na garagem.O homem utilizou o carro para fugir, mas, durante o trajeto, perdeu o controle da direção e saiu da pista.

O veículo parou aproximadamente dois quilômetros após o fim do trecho pavimentado da MS-427, já em uma estrada de terra.Conforme apurado pelo portal Rio Verde News, equipes policiais conseguiram localizar o veículo com auxílio de imagens de câmeras de segurança.

O carro apresentava danos na lataria provocados pelo acidente.O suspeito, porém, havia fugido do local antes da chegada dos policiais e ainda não foi localizado.O caso segue em investigação para identificar e localizar o responsável pelo furto.

Tatiane Linhares Vicente, com informações de Top Mídia News

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Operação identifica desmatamento ilegal equivalente a quase 350 campos de futebol em MS

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MS tem área desmatada equivalente a quase 350 campos de futebol — Foto: MPMS

Operação Mata Atlântica em Pé identificou 348,67 hectares de desmatamento ilegal em Mato Grosso do Sul em 2026. Para ter uma ideia do tamanho da área, o total equivale, em uma comparação aproximada de 1 hectare por campo de futebol, a quase 350 campos.

As irregularidades foram encontradas a partir da análise de 18 alertas de desmatamento distribuídos por 15 municípios do estado. Segundo o Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS), houve uma redução expressiva na extensão das áreas desmatadas em relação à edição do ano passado.

Os alertas foram analisados pelo Núcleo de Geotecnologias (Nugeo) do MPMS, que utilizou imagens de satélite e outras ferramentas para verificar se as áreas indicadas realmente tinham sofrido desmatamento ilegal.

Após a confirmação das ocorrências, os dados foram encaminhados ao Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul), responsável pela fiscalização e aplicação das medidas administrativas.

A partir das informações recebidas, o órgão realizou as autuações de forma remota. Ao todo, foram aplicados R$ 1.521.044 em multas aos responsáveis pelas áreas identificadas.

Fiscalização com imagens de satélite

De acordo com o MPMS, a operação utiliza alertas de satélite cruzados com informações de mapas e registros das propriedades para identificar possíveis áreas de vegetação nativa derrubadas sem autorização.

O coordenador do Nugeo/MPMS, promotor de Justiça Luciano Loubet, destacou que o uso da tecnologia permite identificar e confirmar as áreas com mais rapidez.

“O uso de geotecnologias avançadas transformou a fiscalização ambiental em Mato Grosso do Sul. A validação rápida e precisa dos alertas pelo Nugeo permite que o Imasul atue de forma remota e imediata, garantindo que a infração não passe despercebida”, afirmou.

Segundo ele, a integração entre os órgãos de fiscalização e o uso de dados e imagens de satélite têm ajudado a combater o desmatamento ilegal no estado.

Operação nacional

A mobilização ocorreu entre os dias 17 e 27 de agosto, simultaneamente em 17 estados que possuem áreas do bioma Mata Atlântica.

A força-tarefa reúne Ministérios Públicos, órgãos de fiscalização ambiental e forças policiais. Entre as ferramentas utilizadas estão imagens de satélite e plataformas de monitoramento, como o MapBiomas Alerta.

Participaram da operação Alagoas, Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Sergipe, Espírito Santo, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Goiás e Mato Grosso do Sul.

A Operação Mata Atlântica em Pé é coordenada nacionalmente pela Associação Brasileira dos Membros do Ministério Público de Meio Ambiente (Abrampa) e pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), com apoio da Fundação SOS Mata Atlântica.

O que acontece após a identificação do desmatamento

Quando a fiscalização confirma uma área desmatada de forma irregular, os responsáveis podem sofrer diferentes tipos de medidas.

Entre elas estão:

  • Multas e autos de infração: os responsáveis podem ser multados e a área pode ser embargada, impedindo novas atividades no local.
  • Recuperação da área: são adotadas medidas para que a vegetação degradada seja recuperada.
  • Responsabilização na Justiça: o caso também pode gerar procedimentos nas áreas cível e criminal.
  • Restrições no cadastro ambiental: propriedades podem sofrer bloqueios no Cadastro Ambiental Rural (CAR).
  • Restrição de crédito: os responsáveis podem ter o acesso a crédito rural e outros recursos financeiros suspenso.

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