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Mato Grosso do Sul

Em Três Lagoas, população dá início à construção do planejamento de 4 anos de gestão

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O Anfiteatro da UFMS de Três Lagoas foi palco, nesta terça-feira (20), do primeiro encontro regional para a elaboração do PPA (Plano Plurianual) 2024-2027.

Na escuta social, a região engloba, além de Três Lagoas, os municípios de Água Clara, Aparecida do Taboado, Bataguassu, Brasilândia, Cassilândia, Chapadão do Sul, Inocência, Paraíso das Águas, Paranaíba, Ribas do Rio Pardo, Santa Rita do Pardo e Selvíria.

Nesta etapa, o governo recebe a contribuição da população sul-mato-grossense que indica quais políticas públicas e ações devem ser priorizadas nos municípios e no Estado.

Com base nesse diálogo com a sociedade, será construído o PPA, um instrumento de planejamento previsto na Constituição Federal de 1988, elaborado a cada quatro anos pelos estados.

Nesse primeiro encontro, o secretário de Estado da Casa Civil, Eduardo Rocha, foi ao encontro da população para ouvir as demandas. “O PPA participativo dá voz à população dentro do planejamento orçamentário de Mato Grosso do Sul para os próximos quatro anos. Além desta contribuição popular, o Governo do Estado tem suas diretrizes e metas para investimentos que, nas áreas da Educação, da Saúde e na área Social, a gestão tem projetos de investimentos pesados”, disse.

Secretário Eduardo Rocha representou o governador Eduardo Riedel no 1º encontro regional do PPA 2024-2027

“Outro ponto importante no planejamento é a meta, estabelecida pelo governador Eduardo Riedel, de fazer Mato Grosso do Sul o Estado 100% asfaltado”, acrescentou o chefe da Casa Civil.

A participação da sociedade também pode ser feita por meio do endereço eletrônico http://voceparticipa.ms.gov.br/. Já os encontros regionais serão realizados ainda em Dourados (23/6), Bonito (27/6), Coxim (30/6), Corumbá (3/7), Naviraí (5/7) e Campo Grande (7/7).

Participaram ainda da primeira plenária do PPA Participativo estadual, o secretário executivo de Gestão Estratégica e Municipalismo, Thaner Castro Nogueira; o superintendente de Orçamento, Ricardo Velloso (Sefaz); e os prefeitos Angelo Guerreiro (Três Lagoas), Akira Otsubo (Bataguassu), Antônio de Pádua (Brasilândia), Lúcio Roberto Calixto Costa (Santa Rita do Rio Pardo), Anísio de Andrade (Paraíso das Águas), Antônio Angelo dos Santos (Inocência) e Valdecy Pereira da Costa (Cassilândia).

Paulo Fernandes, Comunicação do Governo de MS

(colaborou Beatricce Bruno, da Casa Civil)

Fotos: Luiz Alberto

Fonte: Governo MS

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Ladrão furta carro e móveis de residência, sofre acidente durante fuga e abandona veículo em MS

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Um homem ainda não identificado furtou móveis e um veículo de uma residência e acabou sofrendo um acidente durante a fuga, na noite desta terça-feira (8), na rodovia MS-427, em Rio Verde de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul.

Segundo o boletim de ocorrência, o suspeito teria arrombado a porta dos fundos do imóvel, localizado na Rua Duque de Caxias, no bairro Vila Carmem, utilizando um machado.

Em seguida, ele teria furtado diversos objetos e o veículo que estava estacionado na garagem.O homem utilizou o carro para fugir, mas, durante o trajeto, perdeu o controle da direção e saiu da pista.

O veículo parou aproximadamente dois quilômetros após o fim do trecho pavimentado da MS-427, já em uma estrada de terra.Conforme apurado pelo portal Rio Verde News, equipes policiais conseguiram localizar o veículo com auxílio de imagens de câmeras de segurança.

O carro apresentava danos na lataria provocados pelo acidente.O suspeito, porém, havia fugido do local antes da chegada dos policiais e ainda não foi localizado.O caso segue em investigação para identificar e localizar o responsável pelo furto.

Tatiane Linhares Vicente, com informações de Top Mídia News

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Operação identifica desmatamento ilegal equivalente a quase 350 campos de futebol em MS

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MS tem área desmatada equivalente a quase 350 campos de futebol — Foto: MPMS

Operação Mata Atlântica em Pé identificou 348,67 hectares de desmatamento ilegal em Mato Grosso do Sul em 2026. Para ter uma ideia do tamanho da área, o total equivale, em uma comparação aproximada de 1 hectare por campo de futebol, a quase 350 campos.

As irregularidades foram encontradas a partir da análise de 18 alertas de desmatamento distribuídos por 15 municípios do estado. Segundo o Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS), houve uma redução expressiva na extensão das áreas desmatadas em relação à edição do ano passado.

Os alertas foram analisados pelo Núcleo de Geotecnologias (Nugeo) do MPMS, que utilizou imagens de satélite e outras ferramentas para verificar se as áreas indicadas realmente tinham sofrido desmatamento ilegal.

Após a confirmação das ocorrências, os dados foram encaminhados ao Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul), responsável pela fiscalização e aplicação das medidas administrativas.

A partir das informações recebidas, o órgão realizou as autuações de forma remota. Ao todo, foram aplicados R$ 1.521.044 em multas aos responsáveis pelas áreas identificadas.

Fiscalização com imagens de satélite

De acordo com o MPMS, a operação utiliza alertas de satélite cruzados com informações de mapas e registros das propriedades para identificar possíveis áreas de vegetação nativa derrubadas sem autorização.

O coordenador do Nugeo/MPMS, promotor de Justiça Luciano Loubet, destacou que o uso da tecnologia permite identificar e confirmar as áreas com mais rapidez.

“O uso de geotecnologias avançadas transformou a fiscalização ambiental em Mato Grosso do Sul. A validação rápida e precisa dos alertas pelo Nugeo permite que o Imasul atue de forma remota e imediata, garantindo que a infração não passe despercebida”, afirmou.

Segundo ele, a integração entre os órgãos de fiscalização e o uso de dados e imagens de satélite têm ajudado a combater o desmatamento ilegal no estado.

Operação nacional

A mobilização ocorreu entre os dias 17 e 27 de agosto, simultaneamente em 17 estados que possuem áreas do bioma Mata Atlântica.

A força-tarefa reúne Ministérios Públicos, órgãos de fiscalização ambiental e forças policiais. Entre as ferramentas utilizadas estão imagens de satélite e plataformas de monitoramento, como o MapBiomas Alerta.

Participaram da operação Alagoas, Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Sergipe, Espírito Santo, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Goiás e Mato Grosso do Sul.

A Operação Mata Atlântica em Pé é coordenada nacionalmente pela Associação Brasileira dos Membros do Ministério Público de Meio Ambiente (Abrampa) e pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), com apoio da Fundação SOS Mata Atlântica.

O que acontece após a identificação do desmatamento

Quando a fiscalização confirma uma área desmatada de forma irregular, os responsáveis podem sofrer diferentes tipos de medidas.

Entre elas estão:

  • Multas e autos de infração: os responsáveis podem ser multados e a área pode ser embargada, impedindo novas atividades no local.
  • Recuperação da área: são adotadas medidas para que a vegetação degradada seja recuperada.
  • Responsabilização na Justiça: o caso também pode gerar procedimentos nas áreas cível e criminal.
  • Restrições no cadastro ambiental: propriedades podem sofrer bloqueios no Cadastro Ambiental Rural (CAR).
  • Restrição de crédito: os responsáveis podem ter o acesso a crédito rural e outros recursos financeiros suspenso.

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