Cultura
Feriado do Dia das Crianças tem “Um Tio Quase Perfeito 3”, “A Galinha Pintadinha” e “Tadeo” na UCI
O feriado prolongado do Dia das Crianças chegou na UCI com filmes para os pequenos e para toda a família. Entre as estreias para a criançada, o destaque fica com “Um Tio Quase Perfeito 3”, novo capítulo da franquia de Pedro Antonio, que vem conquistando famílias há quase uma década. No novo filme, Tio Tony (Marcus Majella) se vê diante de um problema inédito: os sobrinhos estão cada vez mais independentes e ele sente dificuldade em lidar com a distância. É quando uma bebê aparece, sem aviso, na porta de sua casa. Sem saber quem são os pais da criança, Tony convoca os sobrinhos para ajudá-lo a descobrir quem a deixou ali e, entre noites sem dormir, trocas de fraldas e até uma passagem pela cadeia, percebe que a chegada da menina pode transformar sua vida de maneiras que jamais imaginou.
Outra novidade para os pequenos é “As Aventuras de Tadeo e a Lâmpada Mágica”, que traz o explorador ao lado da namorada, Sara, e dos inseparáveis Múmia, Jeff e Belzoni. Na animação, Tadeo desencadeia acidentalmente um antigo feitiço e coloca o grupo diante de uma ameaça capaz de mudar seus destinos. Para desfazer a maldição, os amigos percorrem diferentes cenários enfrentando desafios e mistérios, em uma jornada que exige coragem, inteligência e amizade. O longa também tem sessões nas salas 4DX, com poltronas em movimento e mais de 20 efeitos sensoriais que colocam a criançada dentro da aventura.
O clássico infantil “Carros” volta para as telonas da UCI nesta semana de Dia das Crianças em comemoração aos seus 20 anos de lançamento. Primeiro filme de uma trilogia que a Pixar levou às telonas entre 2006 e 2017, o longa acompanha Relâmpago McQueen, o carro de corrida que fica preso em Radiator Springs a caminho da disputa mais importante de sua carreira.
A programação para os pequenos também tem “A Galinha Pintadinha: O Filme”, que segue em cartaz na rede. A animação conta como o ovinho do primeiro filho da Galinha, o Pintinho Amarelinho, é trocado por uma cegonha atrapalhada e para na montanha do temível Gavião. No ninho, uma surpresa que ninguém esperava: um ovo de gavião. A personagem infantil mais conhecida do país precisará de muita coragem para resgatar o filho e desfazer a troca dos filhotes.
“Coyote vs. Acme” segue em cartaz com a promoção Passaporte Criança: na compra de dois ingressos ou mais para o mesmo dia e a mesma sessão, todos pagam meia-entrada. A condição vale apenas para esse filme, não é cumulativa com outras promoções e segue enquanto ele estiver em cartaz. O longa mistura animação e imagem real para contar o processo do Coiote contra a Acme, a empresa cujos produtos nunca funcionam como prometido.
A semana não é só das crianças. A programação traz ainda duas estreias de terror, as sessões antecipadas da adaptação de Street Fighter e um documentário musical.
Baseado no livro “Incidents Around the House”, de Josh Malerman, “Outra Mamãe” acompanha Bela, uma garota de 8 anos que vive em uma família cheia de discussões e começa a ver uma entidade idêntica à sua mãe aparecer em seu quarto. O que parecia fruto da imaginação vira pesadelo quando a criatura, decidida a ocupar o lugar da mãe dentro da casa, passa a atacar a menina. A semelhança entre as duas torna cada vez mais difícil distinguir o real do sobrenatural. O filme também tem sessões em 4DX.
Já “Hope: O Primeiro Impacto” transforma uma cidade inteira em cenário de ameaça. No pacato vilarejo sul-coreano de Hope Harbor, aterrorizado por uma criatura misteriosa, o chefe de polícia Bum-seok (Hwang Jung-min) e a policial Sung-ae (Hoyeon) são chamados para investigar a origem do problema, mas os moradores começam a reagir de forma cada vez mais estranha e violenta, e o caso se transforma em uma tragédia de proporções inimagináveis.
“Street Fighter” chega antes da estreia oficial. A adaptação do clássico da Capcom tem sessões antecipadas no dia 14 de outubro, nas versões dublada e legendada, com opções em IMAX e 4DX. No Rio de Janeiro, o filme ganha ainda uma sessão Game Night em IMAX no dia 13, às 19h30.
SE EU FOSSE VOCÊ 3 É O FILME DA SEMANA
Duas décadas depois da última troca de corpos, Tony Ramos e Gloria Pires voltam como Cláudio e Helena em “Se Eu Fosse Você 3”, que estreia já como Filme da Semana na UCI: entre os dias 8 e 14 de outubro, os ingressos custam a partir de R$ 11,50 (meia-entrada) de segunda a quarta-feira e R$ 13 (meia-entrada) de quinta a domingo. O casal agora vive uma nova fase da vida ao lado da filha Bia, adulta e casada. Tudo parece em equilíbrio até que uma situação inesperada abala a dinâmica da família e coloca as relações à prova. Quando o raio parece cair mais uma vez no mesmo lugar, todos são levados a encarar um novo desafio: aprender a se colocar no lugar do outro, talvez de um jeito bem literal. O elenco conta ainda com Cleo Pires e Rafael Infante.
LISA NA UCI
O k-pop volta às telonas da UCI nos dias 12 e 14 de outubro com “ALWAYS LALISA”, que chega também às salas IMAX. Dirigido por Sue Kim, o documentário acompanha o ano em que LISA se afastou do BLACKPINK e fez sua estreia como artista solo. A câmera segue a cantora enquanto escreve, grava e lança o álbum “Alter Ego”, estreia como atriz na terceira temporada de “The White Lotus” e prepara a primeira grande apresentação solo, no Coachella de 2025.
SEGUEM EM CARTAZ
“Verity”, com Anne Hathaway e Dakota Johnson, continua em exibição, assim como “Minha Melhor Amiga”, com Mônica Martelli e Ingrid Guimarães, que já levou mais de 5 milhões de pessoas aos cinemas brasileiros. Permanecem na programação “Coração Selvagem”, com Brad Pitt, “Resident Evil”, “A Queda 2: No Limite” e “A Odisseia”, de Christopher Nolan.
UCI FESTA
A criançada pode aproveitar “Galinha Pintadinha: O Filme”, “As Aventuras de Tadeo e a Lâmpada Mágica”, “Coyote Vs Acme” e “VIngadores: Doutro Destino” para celebrar o aniversário com o UCI Festa. As comemorações têm duração de quatro horas, sendo duas de filme e duas no salão, onde fica a mesa da festa, que pode ser decorada pelo contratante. O aniversariante pode escolher um dos longas em cartaz junto com um combo da rede, que consiste no ingresso do filme, uma pipoca mini, um pacote de Skittles, um pacote de M&M e um refrigerante ou água de 500ml por pessoa. Para saber mais detalhes sobre os pacotes, basta acessar o site.
UNIQUE
Para mais informações sobre a compra, valores e programação, acesse o site oficial da rede. Os clientes do UCI Unique, o programa de relacionamento da rede, têm o benefício de pagar meia-entrada em qualquer dia e sessão. Para fazer parte do grupo, basta ter mais de 18 anos, e adquirir o cartão na bilheteria, ou pelo site, de qualquer cinema UCI. Os novos associados ganham um ingresso cortesia que pode ser utilizado de segunda a quinta-feira, inclusive feriados.
Cultura
Livro “A Voz das Marcas”, da Mega Brasil, será lançado em 8/10, na ESPM Tech, em São Paulo
Obra mostra, em 11 capítulos e 340 páginas, a origem e a evolução da comunicação empresarial no Brasil, desde os tempos do império até os dias atuais
Será lançado nesta quinta-feira, 8 de outubro, no campus da ESPM Tech, em São Paulo, o livro A Voz das Marcas – Comunicação Empresarial no Brasil do Século XIX ao XXI, de autoria do jornalista e escritor Dario Palhares, com curadoria dos jornalistas Eduardo Ribeiro e Marco Antonio Rossi.
Editada pela Mega Brasil, a obra faz um acompanhamento de todo o ciclo de desenvolvimento da comunicação empresarial no Brasil, desde o início, no século XIX, com o surgimento dos primeiros almanaques dos laboratórios americanos, seguidos pelos brasileiros, até o surgimento da internet, das redes sociais e da inteligência artificial nos dias atuais, fenômenos que estão revolucionando de forma permanente a atividade.
Com farta documentação histórica, o livro debruça-se sobre as primeiras iniciativas em solo brasileiro de marcas nacionais e internacionais no campo da comunicação. E faz uma ampla viagem por toda a evolução até chegar aos dias atuais.
A Voz das Marcas mostra inúmeras curiosidades das primeiras publicações empresariais editadas no Brasil e como se sofisticaram entre os séculos XIX e XX. Destaca também a febre dos almanaques (genéricos e corporativos), os bastidores dos primeiros movimentos de relacionamento com a imprensa, os movimentos iniciais do lobby no País, a expansão das grandes revistas corporativas, as múltiplas tentativas de organização setorial, o “nascimento” da moderna comunicação empresarial, e chega aos dias atuais dando conta do quanto a atividade cresceu e se transformou.
“Há décadas sonhávamos em editar um livro que mostrasse com propriedade e consistência todo o ciclo histórico da comunicação empresarial no Brasil”, dizem os curadores Eduardo Ribeiro e Marco Antonio Rossi. “Somos de certo modo protagonistas contemporâneos dessa história, com as múltiplas atividades realizadas ao longo de quase 35 anos de vida de nossa empresa, mas faltava um livro para gravar em pedra tudo o que se passou por aqui. Agora não falta mais”.
O jornalista e escritor Dario Palhares, autor da obra, deparou-se, em suas pesquisas, com material riquíssimo, pouco ou nada conhecido pelas escolas e profissionais da área. Ele lembra, a propósito, que a longa trajetória da comunicação empresarial no Brasil é frequentemente relacionada a três marcos das relações públicas: a criação do Departamento de RP da Light de São Paulo, em 1914; o famoso curso da Fundação Getulio Vargas, de 1953, que contou com professores estrangeiros; e a fundação da Associação Brasileira de Relações Públicas (ABRP), em 1954.
“Sem menosprezar esse trio”, diz, “saí à caça de outras iniciativas na área e, logo de início, deparei-me com o riquíssimo caso da Antarctica, que, para vencer as reservas dos brasileiros em relação à cerveja, investiu em cultura e lazer, inaugurando em 1892 o Teatro Polythema – marco inaugural de uma série de casas de espetáculos da marca em São Paulo. Depois, a empresa tirou da cartola o Parque Antarctica e a sua ‘filial’, o Bosque da Saúde, e a revista Antarctica Illustrada, lançada em 1904. Foi a primeira de muitas descobertas saborosas”.
Entre elas ele lembra da descoberta do “avô” dos jingles publicitários (a partitura da polca Salsa, Caroba e Manacá, publicada em 1881 pelo Almanak, da Flora Brasileira, que menciona um dos produtos do laboratório. E duas iniciativas da Light no apagar das luzes do século XIX: a apresentação ao público e à imprensa, em maio de 1900, de um ouvidor e porta-voz da casa em São Paulo; e a clipagem e análise editorial do noticiário sobre a empresa em jornais e revistas, iniciada em julho do mesmo ano.
O lançamento de A Voz das Marcas está marcado para as 18h de 8 de outubro, no campus da ESPM Tech (rua Joaquim Távora, 1.240), em São Paulo. O preço promocional do exemplar impresso é de R$ 120,00. Depois, será vendido exclusivamente na Mega Brasil a R$ 150,00, mais custo de postagem.
Outras informações com Eduardo Ribeiro ([email protected]) ou Marco Antonio Rossi ([email protected]). Aquisição de exemplares com Clara Francisco ([email protected]).
Cultura
Amor não deveria doer, mas para muitas mulheres ele machuca em silêncio
Lançado em Campo Grande, o e-book “Quando você se escolhe” traz reflexões e orientações psicológicas para ajudar mulheres a romperem ciclos de sofrimento e dependência emocional
Mulheres inteligentes, bem-sucedidas, com boa formação e clareza sobre o que querem para a vida. Ainda assim, muitas permanecem presas a relações que ferem, drenam e silenciam. Relações que machucam, mas que, por razões profundas, parecem difíceis demais de abandonar. Foi observando esse padrão repetitivo em atendimentos clínicos que a psicóloga Maria Elisa Lacerda Faria decidiu transformar anos de escuta e análise em um material acessível e profundo: o e-book “Quando você se escolhe – Um guia psicológico para sair de relações que te machucam”, lançado recentemente em Campo Grande.
Com atuação fundamentada na psicanálise de orientação lacaniana e mais de 10 anos de experiência, Maria Elisa afirma que o material nasceu da necessidade de mostrar que permanecer em uma relação adoecedora não é sinônimo de fraqueza, mas resultado de processos psíquicos complexos.
“O que eu vejo com muita frequência eram mulheres extremamente conscientes, inteligentes, bem-sucedidas, mas emocionalmente presas a relações que machucavam. E o mais surpreendente era que, mesmo machucadas, elas enfrentavam uma dificuldade enorme de sair. E isso não era falta de força. Eram processos psíquicos profundos, muitas vezes inconscientes”, explica.
Segundo ela, o e-book foi construído justamente para traduzir aquilo que aparece repetidamente no consultório e ajudar mulheres a reconhecerem seus próprios padrões emocionais.
“Esse e-book traduz tudo o que foi visto no consultório de forma simples. A ideia é ajudar. É fazer com que aquilo que parece confuso se torne nomeável, compreensível e transformável”, destaca.
A violência psicológica é comum e ainda invisível
De acordo com a Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher, do Instituto DataSenado, divulgada em novembro de 2025, 3,7 milhões de mulheres foram vítimas de violência doméstica e familiar em 2025. O levantamento aponta que 17% das vítimas conviviam com o agressor no momento da entrevista. As agressões também costumam começar cedo: 38% das entrevistadas relataram ter sido agredidas pela primeira vez até os 19 anos.
Outro dado significativo é que 33% das mulheres disseram ter vivenciado ao menos uma das violências apresentadas na pesquisa, mas parte delas não se reconhece como vítima quando questionada diretamente.
Em Mato Grosso do Sul, os números também preocupam. Foram registrados 39 feminicídios em 2025 e 9 casos até o momento em 2026.
Para Maria Elisa, uma das maiores dificuldades está no fato de que muitas mulheres vivem relações que não chegam a ser formalmente classificadas como violência, mas que ainda assim causam sofrimento profundo.
“No Brasil, a violência psicológica é uma das formas mais comuns e menos reconhecidas. Muitas mulheres permanecem anos em relações prejudiciais antes de buscar ajuda e muitas vezes isso chega a situações extremas. O mais importante de destacar é que nem toda relação que machuca é necessariamente classificada como violência formal. Muitas estão numa zona de negligência emocional, ambivalência e dependência afetiva. E isso também gera sofrimento psíquico”, explica.
Ciclos emocionais que aprisionam
Na prática clínica, Maria Elisa relata que há uma predominância significativa de mulheres buscando ajuda por sofrimento emocional nas relações. Segundo ela, fatores culturais contribuem para isso, pois muitas mulheres são ensinadas a sustentar vínculos, mesmo quando isso custa a própria saúde mental.
“As mulheres são incentivadas a sustentar vínculos, a tolerar, a compreender e a dar conta emocionalmente de relações que muitas vezes fazem mal para elas”, analisa.
Entre os padrões mais comuns, ela destaca relações instáveis, marcadas por ciclos repetitivos de término e retorno, negligência afetiva e manipulação emocional. As principais relações que observo são ciclos de término e retorno, negligência afetiva, onde o sentimento da mulher não é levado em conta, manipulação emocional e relações baseadas em promessas de mudança. Muitas ficam presas no potencial do outro, no que ele poderia ser, mas ele não atinge.
Maria Elisa reforça que sair de uma relação que machuca não é apenas um ato de coragem pontual, mas uma reconstrução interna.
“Muitas vezes a mulher permite que o outro invada seus limites. E principalmente, ela precisa resgatar a própria identidade: o que eu gosto? o que eu necessito? o que é importante para mim?”, destaca.
Reconhecer os sinais e buscar ajuda
O estudo também apresenta sinais comuns vividos por quem está presa em relações adoecedoras. Segundo Maria Elisa, raramente existe um único momento de clareza, mas sim um acúmulo de sofrimento.
“Normalmente não há um único momento em que a pessoa nota que precisa de ajuda. Isso acontece num acúmulo de processos e, o maior de todos é quando o medo de ficar sozinha é muito maior do que o sofrimento na relação. Quando a pessoa percebe isso, ela entende que precisa de ajuda”, afirma.
Desconstruindo a romantização do sofrimento
Maria Elisa também alerta para a romantização cultural das relações difíceis, uma narrativa que faz muitas mulheres confundirem amor com dor.
“Existe uma narrativa cultural muito forte de que amar é insistir, suportar, ter paciência e acreditar que o outro vai mudar. E isso é muito perigoso. Relação saudável não é aquela que exige que você se perca para manter o outro”, conclui.
Sobre a autora – Maria Elisa Lacerda Faria é psicóloga clínica, com mestrado e doutorado em Psicologia da Saúde. Possui especializações em Saúde Mental, Psicologia do Trânsito e Psicologia Infantil, além de aperfeiçoamento em Psicologia da Saúde Ocupacional. Atuou em diferentes contextos profissionais, como clínica, hospitalar, organizacional e acadêmico. Atualmente trabalha com abordagem psicanalítica lacaniana, com foco em relações afetivas, padrões emocionais e processos de autoabandono. Também atua como docente e pesquisadora, com produção científica voltada à saúde mental e fatores psicossociais associados ao adoecimento.
Serviço

E-book: Quando você se escolhe – Um guia psicológico para sair de relações que te machucam
Autora: psicóloga Dra. Maria Elisa Lacerda Faria
Formato: E-book (digital) – 50 páginas
Valor: R$ 27,90
Acesso: https://hotmart.com/pt-br/marketplace/produtos/quando-voce-se-escolhe-um-guia-psicologico-para-sair-de-relacoes-que-te-machucam/A105253025Q
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