Notícias da Região

Em SP, mortes por coronavírus triplicam em 15 dias

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Dados da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, divulgados hoje (21), mostram que chegou a 1.093 o número de mortes causadas por coronavírus, registradas até esta terça-feira, desde quando foi diagnosticado o primeiro caso no estado, em fevereiro. Em 7 de abril, há 15 dias, o acumulado era 371 óbitos, ou seja, três vezes menos.

De acordo com o governo estadual, os mortos são 642 homens e 451 mulheres. Os óbitos continuam concentrados em pacientes com 60 anos ou mais (77,8% dos casos). Os dados mostram ainda que a mortalidade é maior entre 70 e 79 anos (284 casos), seguida por 60-69 anos (243) e 80-99 (234). Também morreram 90 pessoas com mais de 90 anos. Há também alta mortalidade entre pessoas de 50 a 59 anos (130 do total), seguida pelas faixas de 40 a 49 anos (65), 30 a 39 (36), 20 a 29 (8) e 10 a 19 anos (3).

No estado, os principais fatores associados à mortalidade são cardiopatia (61,5% dos óbitos), diabetes (42,9%), pneumopatia (14,2%), doença neurológica (11,7%) e doença renal (10,8%).

Segundo a Secretaria de Estado da Saúde, em 97 cidades de São Paulo foi registrado, pelo menos, uma morte causada por covid 19. Esse número era de 41 municípios há 15 dias.

Até hoje, foram registrados 15.385 casos confirmados da doença no estado, em 239 cidades paulistas. No dia 7 de abril, eram 5.682 casos, em 121 municípios.

A relação de casos e óbitos confirmados por cidade pode ser consultada neste site.

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Doria anuncia flexibilização gradual da quarentena em São Paulo

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O governador João Doria anunciou hoje (27) o plano de retomada da economia para o estado de São Paulo, que será feito de forma regionalizada, ou seja, vai depender da situação de cada região do estado. A “retomada consciente”, como foi chamada pelo governador, será feita de forma gradual, dividida em cinco fases.

A quarentena no estado, que seria encerrada no dia 31 de maio (domingo), foi prorrogada por mais 15 dias, ou seja, vai perdurar do dia 1º de junho até o dia 15 de junho. Neste período, só funcionam serviços considerados essenciais de áreas de saúde, logística, segurança e alimentação. Mas algumas regiões do estado, a partir do dia 1º de junho, já poderão liberar mais algumas atividades consideradas não essenciais. As cidades da Grande São Paulo, com exceção da capital paulista, da Baixada Santista e da região de Registro ainda estão na fase 1, vermelha, de alerta, e vão manter a quarentena sem liberação das atividades.

Mas a capital paulista, por exemplo, a partir do dia 1 de junho, se enquadra na fase 2, laranja, de controle, e poderá liberar alguns tipos de atividades que estavam fechadas por não serem consideradas essenciais. Entre essas atividades que poderão ser abertas estão as imobiliárias, concessionárias, shoppings centers e comércio, que terão horário diminuído e flexibilizado.

Na fase 3, amarela, de flexibilização, estão as regiões de Araraquara, Bauru e Presidente Prudente. Nelas, já poderão ser abertas bares, restaurantes e salões de beleza, mas sempre seguindo as recomendações, que preveem distanciamento e aspectos relacionados à higiene.

Fases quarentena SP

“Estamos anunciando a retomada consciente a partir do dia primeiro de junho. A partir desse período, por 15 dias, manteremos a quarentena, porém, com uma retomada consciente de algumas atividades econômicas no estado de São Paulo”, disse Doria, durante coletiva de imprensa realizada no início da tarde de hoje (27) no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista.

Cada região do estado se enquadra em uma fase. Essas fases foram estabelecidas levando em consideração a ocupação dos leitos de unidades de terapia intensiva (UTI) e pela redução dos casos de coronavírus. “Ela será possível nas cidades que tiverem redução consistente do número de casos, disponibilidade de leitos em seus hospitais públicos e privados e estiverem obedecendo o distanciamento social nos ambientes públicos, além da disseminação e do uso obrigatório de máscaras”, afirmou Doria.

O estado todo foi dividido em cinco fases. Mas até este momento, nenhuma região atingiu as fases 4 e 5. De acordo com os critérios estabelecidos pelo governo paulista no Plano SP, cada município pode ser enquadrado entre: zona de risco (ocupação de leitos de UTI acima de 80%), zona de controle, de flexibilização, de abertura parcial ou normal controlado. Cada prefeito poderá decidir como serão feitas as aberturas graduais das atividades econômicas. Os critérios para a abertura poderão ser consultados neste site.

As regiões serão avaliadas periodicamente de acordo com os indicadores de saúde, verificando se cumprem os critérios para avançarem a uma fase de maior relaxamento a cada 14 dias ou voltar para uma fase mais restrita a cada 7 dias.

Por  Agência Brasil

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Arquidiocese do Rio de Janeiro mantém igrejas fechadas

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A Arquidiocese do Rio de Janeiro decidiu manter as celebrações realizadas a distância, mesmo após o prefeito Marcelo Crivella ter liberado o funcionamento de templos religiosos de qualquer natureza.A decisão  foi tomada em reunião do governo arquidiocesano, composto por sete bispos auxiliares e os vigários episcopais, responsáveis pelas regiões da diocese na cidade.

Após encontro realizado ontem (26), em mensagem aos fiéis, o arcebispo do Rio de Janeiro, dom Orani Tempesta, disse que a reabertura vai ocorrer em momento oportuno. “Temos preocupação com a vida  humana e espiritual. Queremos bem às pessoas e, por isso, queremos ajudar para que se convertamcada vez mais à vida cristã, mas que tenham saúde.”

A mensagem foi divulgada na página da arquidiocese na internet, na rádio Catedral, em mídias sociais e paróquias. “A arquidiocese tem essa preocupação com a vida e a salvação de todos. Por enquanto, vamos adiante na caminhada, como temos feito até agora.”

O cardeal informou ainda que na reunião também foram discutidos os protocolos que vem sendo trabalhados pela arquidiocese, para o retorno às celebrações presenciais.

O texto com as orientações será encaminhado às paróquias para que se prepararem para a adoção das medidas necessárias. “As paróquias devem treinar pessoas e adquirir os meios necessários para a higienização das igrejas. Quando chegar o momento em que a pandemia tomar outro rumo, poderemos voltar às celebrações presenciais”, disse dom Orani.

Cultos e celebrações

Edição extra do Diário Oficial na segunda-feira (25) traz o decreto do prefeito do Rio, Marcelo Crivella, que liberou o funcionamento de igrejas e templos religiosos para realização de cultos e celebrações.

O decreto inclui as recomendações que devem ser seguidas, como uso máscara facial para ingresso e permanência nos templos e igrejas. Além disso, devem ter à disposição álcool em gel 70% para frequentadores, que devem respeitar o distanciamento mínimo de dois metros para atender a demanda causada pela pandemia do novo coronavírus (covid-19).

Por Cristina Indio do Brasil – Agência Brasil

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