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Agronegócios

CerradinhoBio recebe “Selo Empresa Limpa” do Instituto Ethos por práticas contra a corrupção

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A CerradinhoBio, empresa do setor sucroenergético que produz etanol e seus coprodutos a partir de matéria-prima renovável, como a cana e o milho, renova seu compromisso com o combate à corrupção. Neste mês de junho a Companhia recebeu o selo “Empresa Limpa pela Integridade e Contra a Corrupção”, do Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social.

Certificação concedida às empresas comprometidas com práticas de integridade e contra a corrupção, o selo atesta a adesão efetiva e voluntária da Cerradinho ao Pacto Empresarial pela Integridade e Contra a Corrupção do Instituto Ethos. O certificado também está associado a compromissos de disseminação interna da legislação anticorrupção, à vedação de qualquer forma de suborno e à promoção da legalidade e da transparência, além da colaboração com investigações.

Segundo o diretor-presidente da companhia, Paulo Motta, a decisão de participar voluntariamente da iniciativa está em total consonância com os valores da Companhia. “A adesão ao Pacto Empresarial fortalece nossa estratégia e aprimora nossa agenda ESG, que foca na transparência e nos processos de gestão e compliance”, afirma sobre a ação que visa promover um mercado mais ético e íntegro.

Programa de Compliance e Integridade
Desde 2022, a CerradinhoBio desenvolve seu Programa de Compliance e Integridade. A iniciativa é baseada em três pilares: prevenção, detecção e resposta, incluindo mecanismos para garantir a efetividade de aplicação das diretrizes éticas.

No período, diversas ações foram realizadas como treinamentos sobre o Código de Conduta, com o objetivo de ampliar e facilitar o entendimento de todos sobre a conduta ética esperada pela companhia. Além disso, houve a consolidação do canal de ética, gerido por empresa independente e especializada. Nele são recebidas e tratadas denúncias relacionadas à conduta ética, garantindo total discrição, possibilidade de anonimato e formas de acompanhamento que preservam integralmente o denunciante.

Agora, em um reforço de sua estratégia em compliance, a CerradinhoBio se une às grandes empresas do país no combate à corrupção, tornando-se signatária do Pacto Empresarial pela Integridade e Contra a Corrupção do Instituto Ethos. No Brasil, mais de novecentas empresas já aderiram à iniciativa. A CerradinhoBio integra a lista de vinte e seis empresas do centro-oeste.

O Código de Conduta completo e o canal de denúncia estão disponíveis em nosso site (www.cerradinhobio.com.br).

Sobre o Grupo Cerradinho

O Grupo Cerradinho é composto por empresas nos seguimentos sucroenergético, propriedades agrícolas, logística, postos de combustíveis e empreendimentos imobiliários. A CerradinhoBio, CerradinhoTerra, CerradinhoLog e a W7 Energia atuam na produção e distribuição de biocombustíveis e energia. O Grupo inclui ainda, a Viiv e a Geração Futura, de empreendimentos imobiliários, e a rede de postos de combustíveis 4-Centão. O controle acionário é da Cerradinho Participações S.A., holding de investimentos da família Sanches Fernandes, uma empresa de capital fechado que adota sistema de governança corporativa moderno para gerir os negócios em consonância com as melhores práticas existentes no mercado.

Sobre a CerradinhoBio

Empresa do Grupo Cerradinho, de capital aberto, cem por cento nacional, atua no setor de biocombustíveis e bioeletricidade. Possui o maior complexo industrial de bioenergia da América Latina, com a capacidade de moagem de 6,1 milhões de toneladas de cana por ano. Gera 3.800 empregos entre diretos e indiretos. A Companhia detém uma logística eficiente, o que possibilita custos compatíveis para o escoamento de sua produção de etanol para a região de Paulínia. A Cerradinho conta com experiência de mais de quatro décadas no setor sucroenergético.

Sobre a Neomille

Subsidiária da Cerradinhobio, a Neomille produz bioenergia e coprodutos a partir do milho. Sua primeira planta industrial foi inaugurada em novembro de 2019, junto ao complexo industrial de Chapadão do Céu (GO), com capacidade de moagem de 860 mil toneladas de milho por ano. Uma nova unidade está sendo construída em Maracaju, Mato Grosso do Sul, com expectativa de startup até o fim de 2023. Com a conclusão da primeira fase, deve adicionar mais 3,1 milhões de cana equivalente a capacidade total de produção da CerradinhoBio.

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Agronegócios

Produção de suínos cresce 50% e abre espaço para novos investimentos

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A suinocultura de Mato Grosso do Sul cresceu aproximadamente 50% nos últimos três anos e já alcança cerca de 3,6 milhões de animais abatidos por ano. A expansão, que coloca o Estado entre os principais polos emergentes da atividade no País, estará no centro das discussões do VIII Fórum de Desenvolvimento da Suinocultura de Mato Grosso do Sul, marcado para 17 de setembro, em Dourados (a cerca de 240km da capital, Campo Grande).

O avanço ocorre em uma região que até poucos anos atrás tinha participação bem menor na produção nacional de carne suína. Mato Grosso do Sul passou a ocupar a quinta posição no ranking brasileiro de abates, atrás de Estados com tradição muito mais antiga na atividade, como Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Sul e Minas Gerais.

Parte dessa expansão está associada à disponibilidade de milho e soja, principais componentes da alimentação dos animais e responsáveis pela maior parcela do custo de produção. A proximidade entre as granjas e as regiões produtoras de grãos reduz distâncias no abastecimento de ração e cria condições para a instalação de novas unidades produtivas e industriais.

Outro fator é o crescimento do número de matrizes. Em 2026, mais de 111,5 mil matrizes já estavam cadastradas no Programa Leitão Vida, política estadual de incentivo à produção. Até o início de junho, 272 estabelecimentos participavam do programa.

No mesmo período, 1,63 milhão de suínos haviam sido abatidos dentro do programa e os incentivos concedidos aos produtores superavam R$ 45 milhões. A atividade também acumulou aproximadamente R$ 1,7 bilhão em cartas-consulta aprovadas pelo Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO) nos últimos sete anos.

A política de incentivo passou ainda por mudanças. O novo protocolo do Leitão Vida ampliou as exigências relacionadas à biossegurança, bem-estar animal, rastreabilidade, sustentabilidade e utilização de tecnologias nas propriedades.

Dos 272 estabelecimentos participantes neste ano, 239 já haviam migrado para o novo sistema de conformidade. A intenção é atrelar parte dos incentivos não apenas ao volume produzido, mas também ao cumprimento de padrões técnicos, sanitários e ambientais.

Para o produtor, essa mudança ganha importância porque a expansão da atividade depende cada vez mais do acesso a mercados exigentes. Sanidade, rastreabilidade e biossegurança deixaram de ser apenas questões internas das granjas e passaram a influenciar diretamente a capacidade de frigoríficos e produtores alcançarem novos compradores.

Mato Grosso do Sul também ampliou sua estrutura industrial. Unidades instaladas no Estado vêm aumentando a capacidade de abate, movimento necessário para acompanhar o crescimento das granjas e evitar um desequilíbrio entre a oferta de animais e a capacidade de processamento.

A expansão da suinocultura cria ainda uma demanda adicional para a agricultura estadual. Cada aumento no alojamento de animais significa maior consumo de milho e farelo de soja, estabelecendo uma relação direta entre o crescimento das granjas e o mercado regional de grãos.

Esse movimento pode ser especialmente importante para regiões com grande produção de milho segunda safra. A instalação de unidades de produção animal permite transformar parte do grão dentro do próprio Estado em proteína de maior valor agregado, reduzindo a necessidade de transportar toda a produção agrícola por longas distâncias até outros centros consumidores.

O crescimento, entretanto, exige investimentos elevados. Construção e modernização de granjas, climatização, tratamento de dejetos, biossegurança, armazenagem de ração e adequações ambientais aumentam a necessidade de capital e tornam a expansão dependente de planejamento financeiro e acesso ao crédito.

Consolidado como um dos principais encontros da suinocultura no Centro-Oeste, o Fórum ocorre justamente quando Mato Grosso do Sul tenta transformar o forte crescimento dos últimos anos em uma cadeia maior, mais tecnificada e com maior participação nos mercados nacional e internacional.

Serviço

VIII Fórum de Desenvolvimento da Suinocultura de Mato Grosso do Sul
Data: 17 de setembro de 2026
Horário: 7h às 18h
Local: Unigran – Dourados (MS)

Fonte: Pensar Agro

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Agronegócios

Nova safra de soja pode superar 22,6 milhões de toneladas, estima Deral

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A primeira estimativa para a safra 2026/27, divulgada nesta quinta-feira (27.09), aponta uma nova expansão da produção de soja, com 22,64 milhões de toneladas previstas, crescimento de 4% em relação ao ciclo atual. O avanço deve ocorrer praticamente sem aumento da área plantada, sustentado principalmente pela expectativa de maior produtividade nas lavouras.

A projeção foi divulgada pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab), e coloca a produtividade como principal fator para o crescimento esperado na próxima temporada.

A área destinada à soja está estimada em 5,76 milhões de hectares, apenas 0,5% acima dos 5,73 milhões de hectares cultivados em 2025/26. Já o rendimento médio deve passar de 3.802 para 3.930 quilos por hectare, avanço de aproximadamente 3,4%.

Se a previsão se confirmar, serão quase 840 mil toneladas adicionais de soja sem uma expansão proporcional das lavouras. O resultado reforçaria um movimento importante para o produtor em um momento de margens mais apertadas, no qual elevar a produção por hectare tende a ser mais relevante do que simplesmente aumentar a área cultivada.

A estimativa parte de uma base já elevada. Para 2025/26, o Deral calcula produção de 21,80 milhões de toneladas, 3% superior às 21,14 milhões de toneladas colhidas em 2024/25. A projeção praticamente não mudou em relação ao levantamento anterior.

O desempenho da próxima temporada, entretanto, ainda dependerá principalmente do clima. A projeção inicial trabalha com condições consideradas normais de desenvolvimento, enquanto o plantio e as fases mais importantes para definição da produtividade ocorrerão ao longo dos próximos meses.

Milho verão mantém produção acima de 4 milhões de toneladas

Para o milho da primeira safra, a expectativa é de estabilidade. A produção está projetada em 4,10 milhões de toneladas em 2026/27, apenas 1% abaixo dos 4,14 milhões de toneladas obtidos no ciclo atual.

A área, por outro lado, deve crescer 2%, passando de 365,7 mil para 373 mil hectares. A produtividade esperada é de 10.984 quilos por hectare.

O número chama atenção pelo elevado rendimento do milho verão, que permanece concentrado em uma área muito menor do que a ocupada pela segunda safra. A maior parte do milho paranaense é produzida depois da colheita da soja.

Na temporada 2025/26, o milho verão apresentou forte recuperação. As 4,14 milhões de toneladas representam crescimento de 36% em relação às 3,05 milhões de toneladas colhidas no ciclo anterior.

A segunda safra de milho, atualmente em fase final, também recebeu uma revisão positiva. O Deral elevou sua estimativa de 17,05 milhões para 17,32 milhões de toneladas, acréscimo de aproximadamente 270 mil toneladas em relação à previsão de julho.

Mesmo com a revisão, o volume permanece 3% abaixo das 17,90 milhões de toneladas obtidas em 2024/25. A área cresceu 3%, para 2,917 milhões de hectares, mas a produtividade caiu de 6.317 para 5.940 quilos por hectare.

Trigo perde área e produção

O quadro é menos favorável para o trigo. A estimativa para a safra 2025/26 caiu para 2,37 milhões de toneladas, redução de 18% frente às 2,88 milhões de toneladas do ciclo anterior.

A retração combina menor área e menor produtividade. O plantio recuou 11%, para 726,9 mil hectares, enquanto o rendimento médio está estimado em 3.259 quilos por hectare, ante 3.526 quilos na temporada passada.

A primeira fotografia da safra 2026/27, portanto, indica que a soja continuará ocupando praticamente a mesma área, mas poderá entregar uma produção maior. Para o produtor, o desafio será transformar o ganho esperado de produtividade em resultado financeiro num cenário em que custos de produção e preços recebidos continuam determinantes para a margem da atividade.

Fonte: Pensar Agro

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