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ARAPUÁ: Tamanduá é flagrado por moradora em quintal de residência

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Na quarta-feira de 25 de Maio de 2016, Nadir Santos da Silva, flagrou a visita de um tamanduá na frente do cartório de paz de Arapuá, o animal estava todo tranquilo passeando na frente da residência, quando Nadir mesmo assustada com o bicho conseguiu registrar o momento.

Em Agosto de 2015,  nossas câmeras conseguiu registrar o passeio de um tamanduá de tamanho maior que este, no pasto de um sitio do Distrito, na ocasião, autoridades haviam sido comunicadas, mas, nenhuma providência foi tomada.

Foto registrada por ArapuaMS em 13 de Agosto 2015

Foto registrada por ArapuaMS em 13 de Agosto 2015

Pomares de sítios, fazendas e residências de moradores do Distrito vem sendo visitados quase todos os dias por raposas, araras, periquitos e até mesmo cobras. Cuidados devem ser tomados, principalmente com tamanduá.

Moradores tem medo de que crianças e animais sejam atacadas pelo tamanduá bandeira,  solitário, com má visão e audição, sem dentes e sem agilidade. Um animal desses não possui quase nada de ameaçador, não é mesmo? A não ser suas garras e sua vontade de se defender, que podem ser mortais.

Os tamanduás-bandeira andam fazendo manchetes ultimamente, e não por boas razões. Quando não são notícia por serem uma espécie considerada em risco de extinção, são protagonistas de histórias de ataques que acabam em morte.

Vários casos já foram relatados na internet, entre eles:

O caso relatado pelos pesquisadores, liderados por Vidal Haddad Jr, professor da Faculdade de Medicina de Botucatu da Universidade Estadual Paulista (Unesp), foi o de um homem de 47 anos, Orlando Dutra Gomes, que estava caçando com seus dois filhos e seus cães na cidade de Cruzeiro do Sul, no Acre, em 1 de agosto de 2012.

Eles encontraram um tamanduá-bandeira que interagiu com os cachorros e assumiu uma posição de defesa: ficou de pé nas patas traseiras.

O animal assume essa posição, por vezes referido como “abraço de tamanduá”, quando se sente ameaçado.

O caçador não quis atirar no animal com medo de acertar seus cães, mas se aproximou dele exibindo uma faca. O tamanduá agarrou o homem com as patas dianteiras, causando ferimentos profundos em suas coxas e braços.

Os filhos do homem conseguiram libertá-lo das garras do tamanduá, mas Orlando sangrou até a morte no local do ataque. Um dos filhos, que também sofreu alguns ferimentos leves, acabou atirando no animal.

O animal

Tamanduás são encontrados nos campos e no Cerrado por todo o território brasileiro, bem como em outros países da América do Sul e da América Central.

Os tamanduás-bandeira são a maior das quatro espécies de tamanduá que vivem, sendo que o peso do animal adulto pode ir de 22 a 39 kg e o tamanho entre 1 metro a 1,30, excluindo a cauda que pode ter até 1 metro.
Os pelos da cauda são bastante longos, e uma faixa negra se estende da garganta e ao longo do ombro até a porção central do dorso do animal.

Eles têm quatro garras afiadas em ambos os membros anteriores que podem usar para cavoucar formigueiros e cupinzeiros – e, aparentemente, para infligir ferimentos fatais em seres humanos.

O tamanduá tem fortes longas garras dianteiras com as quais escava os formigueiros e cupinzeiros onde, em seguida, introduz sua língua, pegajosa e longa (aproximadamente 60 centímetros!), para explorar o local e levar os insetos à boca.

O tamanduá-bandeira é capaz de ingerir até 30.000 insetos por dia.
Suas garras também são utilizadas para se defender dos predadores: ele abraça seu inimigo para cravar-lhe as longas garras. Daí que surgiu a expressão popular “abraço de tamanduá”.

O tamanduá-bandeira está ameaçado de extinção devido à destruição de seu habitat. Os fatores que têm contribuído para isso são caça indiscriminada, queimadas (seu pelo é extremamente inflamável) e o avanço da agropecuária no cerrado (ecossistema que, por ser bem aberto, não possui lugares onde o tamanduá-bandeira possa se esconder).

O tamanduá-bandeira é classificado como “vulnerável” pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês). A maior ameaça para a sobrevivência da espécie na natureza é a perda de habitat. Os animais, que têm problemas de audição e visão, são propensos a serem mortos por carros em circulação nas estradas que cortam o seu território. Quando canaviais são queimados antes da colheita, às vezes tamanduás também são mortos ou gravemente queimados. Os animais ainda são caçados para alimentação e para o comércio ilegal de espécies exóticas.

O outro caso ocorreu em 2010 com um homem de 75 anos em Jangada, no Mato Grosso. Ele morreu quando um tamanduá usou suas garras dianteiras para perfurar sua artéria femural, situada entre a virilha e a coxa.

“Estes ferimentos são muito sérios e não tenho forma de saber se foi um comportamento de defesa adquirido pelos animais”, disse Haddad.

Quando os médicos e investigadores forenses examinaram a vítima de 2012, eles descobriram que o homem tinha hematomas e lesões no lado esquerdo do pescoço, duas perfurações de quatro centímetros em seu braço esquerdo, oito perfurações na coxa esquerda e escoriações em sua coxa direita. Uma autópsia revelou graves danos à sua artéria femoral esquerda, uma grande artéria na coxa – o mesmo dano causado no incidente que ocorreu em 2010, o que sugere que os tamanduás de fato sabem como matar um ser humano, embora isso possa ter sido uma coincidência.

“Embora o caso trágico [de 2012] tenha sido em primeiro lugar e acima de tudo um acidente, esses eventos deveriam servir como um aviso para respeitar os limites entre a vida selvagem e os seres humanos, especialmente quando eles coabitam uma determinada área”, escreveram os pesquisadores em seu artigo.

 

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Em Arapuá | Ponte da Japonesa é substituída por linhas de tubos para garantir mais segurança à população

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A Prefeitura de Três Lagoas, por meio do Departamento de Obras da Secretaria Municipal de Infraestrutura, Transporte e Trânsito (SEINTRA), em conjunto com o Departamento de Manutenção do Distrito de Arapuá e da zona rural, realizou a substituição da antiga ponte de madeira sobre o córrego Arapuá, conhecida como Ponte da Japonesa.

A estrutura é fundamental para o acesso ao Distrito de Arapuá/MS e também às comunidades Piaba, Limoeiro e região da Ponte do Rio Verde.

Os trabalhos foram executados sob a coordenação do encarregado Marco Antonio Dantas, atendendo a uma demanda considerada urgente pelos moradores da região. Segundo informações repassadas pelas equipes responsáveis, a antiga ponte de madeira apresentava constantes problemas e necessitava de frequentes manutenções, comprometendo a segurança de motoristas e produtores rurais que utilizam o trecho diariamente.

Durante as obras, a passagem permaneceu interditada por 13 dias para a retirada completa da antiga estrutura e implantação do novo sistema de drenagem e travessia.

No local, foram instaladas duas linhas de tubos de 1.000 milímetros, proporcionando mais segurança, durabilidade e melhores condições de tráfego, principalmente em períodos de chuva.

Após a conclusão dos serviços, a Ponte da Japonesa já foi liberada para o trânsito de veículos e, conforme a equipe responsável, o trecho se encontra em perfeitas condições de uso, com o fluxo normalizado para moradores, produtores rurais e demais usuários da estrada.

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LUTO NO ESPORTE | Morre Valdemir Machado Leonel, o “Lona”, ex-jogador do Arapuá, aos 53 anos

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Três Lagoas (MS) — Faleceu em Três Lagoas, aos 53 anos, Valdemir Machado Leonel, conhecido carinhosamente como “Lona”, ex-jogador do Arapuá. A notícia causou forte comoção entre familiares, amigos e a comunidade esportiva da região.

Valdemir foi encontrado sem vida no último sábado, 2 de maio, em sua residência localizada no Condomínio Novo Oeste. De acordo com informações, a causa da morte foi cirrose hepática.

A despedida foi marcada por grande comoção. O sepultamento ocorreu no Cemitério Santo Antônio, em Três Lagoas. Ele deixa seis filhos.

TRAJETÓRIA NO ESPORTE E NA COMUNIDADE 

Muito conhecido no Distrito de Arapuá, Valdemir construiu uma história marcada pelo trabalho e pela paixão pelo futebol. Atuou em fazendas da região, como Água Limpa, Rodeio e Lobo, e nos finais de semana se dedicava ao esporte, defendendo equipes locais.

Foi no time do Arapuá que “Lona” deixou seu maior legado. Vestindo a camisa da SERA (Sociedade Esportiva Recreativa Arapuá), atuava como volante — posição em que ficou conhecido como o “xerife” do time. Com a camisa número 20, seu número preferido, destacou-se como um dos jogadores mais firmes e respeitados que passaram pela equipe.

Valdemir integrou o time por vários anos e também participou da equipe de veteranos. Sua última aparição em campo foi em julho de 2023, durante o jogo de inauguração da iluminação de LED do Campo Municipal José Rodrigues, no Distrito de Arapuá, em uma partida entre veteranos.

HOMENAGENS E DESPEDIDA

Nas redes sociais, amigos, familiares e ex-companheiros de equipe prestam homenagens, relembrando momentos vividos e destacando o legado deixado por “Lona” dentro e fora de campo.

Moradores do Distrito de Arapuá também manifestaram gratidão pela dedicação de Valdemir ao futebol local:

“Só temos a agradecer por todos esses anos de dedicação ao nosso time. Vá com Deus, nosso irmão Valdemir.”

Neste momento de dor, amigos e familiares se unem em solidariedade, desejando força e conforto a todos que conviviam com Valdemir Machado Leonel.

MENSAGEM

É difícil encontrar palavras diante de uma perda tão sentida. Valdemir Machado Leonel, o querido “Lona”, parte deixando não apenas saudades, mas um legado de amizade, companheirismo e amor pelo futebol que jamais será esquecido.

Que Deus o receba de braços abertos e conceda descanso eterno. Que conforte o coração de todos os familiares, amigos e daqueles que tiveram o privilégio de conviver com ele, transformando a dor da despedida em lembranças eternas de momentos vividos com alegria.

“Lona” seguirá vivo na memória de cada jogo, de cada história compartilhada e em cada coração que teve sua vida marcada por sua presença.

Nossos mais sinceros sentimentos.

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