Suzano
Com apoio da Fibria, artesanato indígena Ofayé participa de exposição em Brasília (DF)
A Fibria, líder mundial na produção de celulose de eucalipto a partir de florestas plantadas, apoia a participação do artesanato indígena Ofayé no Salão de Artesanato de Brasília (DF), que ocorre de 4 a 8 de abril, na ExpoBrasília. A participação no evento faz parte das ações do Plano de Sustentabilidade Indígena Ofayé (PSIO), que busca promover a revitalização cultural da única etnia Ofayé, localizada em Brasilândia (MS), do mundo registrada pela Fundação Nacional do Índio (Funai).
A coleção que será levada para Brasília é composta de toalhas de mesa, guardanapos, jogos americanos, sacolas, entre outros itens. “É muito importante poder mostrar a cultura Ofayé, em outros estados. O projeto de artesanato promoveu um reencontro dos Ofayé com sua identidade e suas tradições e está cada vez mais consolidado na comunidade”, afirma Flávia Tayama, coordenadora de Sustentabilidade da Fibria.
A 10ª edição do Salão do Artesanato de Brasília vai reunir 1.500 profissionais de 18 estados e do Distrito Federal. Além da exposição e comercialização de produtos artesanais, haverá oficinas, festival gastronômico e shows de dança e música regionais.
Salão do Artesanato de Brasília
Data: 4 a 8 de abril
Horário: 16h às 22h (quarta a sexta); 11h às 22h (sábado e domingo)
Local: ExpoBrasília (Parque da Cidade, Brasília). Entrada gratuita.
Mais Informações: www.salaodoartesanato.combr
Atuação da Fibria junto aos Ofayé
Ao identificar a presença da aldeia no município de Brasilândia (MS), a Fibria iniciou o Plano de Sustentabilidade Ofaié (PSO), que tem por objetivo realizar um levantamento das potencialidades, ambiental, territorial e cultural dessa tribo. Um dos levantamentos apontou a necessidade de realizar ações que auxiliassem no resgate cultural da etnia.
Para promover a revitalização cultural dos Ofayé, em 2013 a Fibria reuniu, em uma cartilha termos do dialeto local, com o apoio dos indígenas. O material foi entregue à tribo para manter viva a sua língua, incentivando-a à familiarização e adoção dos termos usados nas conversas do dia a dia. A empresa também viabilizou a construção de um campo de futebol society, para desenvolver a integração social e a formação de um time batizado como “Xeheki Agaxäfwatae”, expressão que significa “Os Guerreiros” na linguagem Ofayé.
Em 2014, a Fibria incentivou o trabalho dos indígenas com o artesanato, não só para valorizar a história e os costumes dos Ofayé, mas também para expressar a memória cultural desse povo. Antes de confeccionar as peças, entretanto, foi necessário um levantamento cultural dos costumes Ofayé e, para isso, a Fibria contou com a consultoria do antropólogo Carlos Alberto Dutra, contratado para assessorar com acervos e registros étnico-culturais e iconográficos que foram utilizados como referência na elaboração do projeto de artesanato indígena, feito pelo designer têxtil Renato Imbroísi, profissional reconhecido internacionalmente pelo desenvolvimento de trabalhos com diversas nações indígenas do Brasil e povos do exterior. Atua também como consultor da Fibria em diferentes projetos em outros estados.
Já em 2017, com o intuito de promover a socialização e dar continuidade ao projeto de revitalização cultural, a Fibria, por meio do Plano de Sustentabilidade Indígena Ofayé (PSIO), participou da inauguração do Centro Cultural Indígena Xahta Xehita-há, localizado na Aldeia Anodi, em Brasilândia (MS).
A doação dos materiais para a construção do centro cultural foi disponibilizada pela empresa e os próprios índios da aldeia ergueram o espaço, cuja estrutura foi concebida a partir de eucalipto tratado com a cobertura em sapé. Em relação ao salão, a comunidade pediu para que fosse construído como uma réplica do antigo centro comunitário que aparece fotografado em um livro histórico sobre o povo Ofayé. Além de sediar reuniões e confraternizações, o Centro Cultural Indígena também funciona como ponto de encontro das mulheres da aldeia que trabalham com o artesanato Ofayé.
A Fibria também tem incentivado a produção agroecológica de mandioca e algumas frutas junto aos indígenas, com o objetivo de potencializar os cultivos que eles já produziam na aldeia.
Em Três Lagoas (MS), o artesanato indígena pode ser conferido e adquirido na mostra permanente da Casa do Artesão, localizada na circular da Lagoa Maior. A visitação é aberta ao público, de segunda a sexta-feira, nos períodos das 7h às 11h e das 13h às 17h, e aos sábados, das 7h às 12h.
Sobre a Fibria
Líder mundial na produção de celulose de eucalipto, a Fibria é uma empresa que procura atender, de forma sustentável, à crescente demanda global por produtos a partir da floresta plantada. Com capacidade produtiva de 7,25 milhões de toneladas de celulose por ano, a companhia conta com unidades industriais localizadas em Aracruz (ES), Jacareí (SP) e Três Lagoas (MS), além de Eunápolis (BA), onde mantém a Veracel em joint-operation com a Stora Enso. A companhia possui 1,056 milhão de hectares de florestas, sendo 633 mil hectares de florestas plantadas, 364 mil hectares de áreas de preservação e de conservação ambiental e 59 mil hectares destinados a outros usos. A celulose produzida pela Fibria é exportada para mais de 35 países e matéria-prima para produtos de educação, saúde, higiene e limpeza.
Suzano
Suzano abre 7 processos seletivos para Água Clara, Bataguassu, Ribas do Rio Pardo e Três Lagoas
A Suzano, maior produtora mundial de celulose e referência global na fabricação de bioprodutos a partir do eucalipto, está com sete processos seletivos abertos para atender as áreas administrativa, florestal e de logística nas Unidades de Ribas do Rio Pardo e Três Lagoas (MS). Entre as oportunidades ofertadas, está a de colheita florestal, com vagas para Água Clara, Bataguassu e Três Lagoas. As inscrições estão abertas a todas as pessoas interessadas, sem distinção de gênero, idade, origem, deficiência ou orientação sexual, por meio da Plataforma de Oportunidades da Suzano (https://suzano.gupy.io/)
Confira abaixo a lista completa das vagas disponíveis e os respectivos prazos de inscrição. Nas páginas, é possível consultar os pré-requisitos e atribuições para cada função e os benefícios oferecidos pela empresa.
Ribas do Rio Pardo
Ajudante Geral – inscrições até 12/04/2026: Página da vaga | Ajudante Geral
Assistente Administrativo I – PCM (Planejamento e Controle de Manutenção) – inscrições até 12/04/2026: Página da vaga | Assistente Administrativo
Mecânico(a) II – (Colheita) – inscrições até 12/04/2026: Página da vaga | Mecânico(a) II – (Colheita)
Três Lagoas
Operador(a) de Abastecimento de Madeira I (Exclusiva PcD) – Banco De Talentos – inscrições até 16/04/2026: Página da vaga| Operador(a) Abastecimento De Madeira I (Exclusiva PCD)
Operador(a) de Máquinas Florestais – Colheita (Água Clara, Bataguassu e Três Lagoas) – Inscrições até 17/04/2026: Página da Vaga | Operador(a) Máquinas Florestais | Colheita (Água Clara, Bataguassu e Três Lagoas MS)
Supervisor(a) de Operações Florestais – Logística – inscrições até 20/04/2026: Página da vaga | Supervisor(a) Operações Florestais – Logística
Técnico(a) de Transporte (Master Driver) – Inscrições até 20/04/2026: Página da vaga | Técnico(a) Transporte (Master Driver)
Mais detalhes sobre os processos seletivos, assim como os benefícios oferecidos pela empresa, estão disponíveis na Plataforma de Oportunidades da Suzano (https://suzano.gupy.io/). A Suzano reforça que todos os processos seletivos são gratuitos, sem a cobrança de qualquer valor para garantir a participação, e que as vagas oficiais estão abertas a todas as pessoas interessadas. Na página, candidatos e candidatas também poderão acessar todas as vagas abertas no estado e em outras unidades da Suzano no país, além de se cadastrar no Banco de Talentos da empresa.
Suzano
Em Três Lagoas| Parada Geral da Suzano mobiliza mais de 2,3 mil profissionais e contribui com o aquecimento da economia
Com duas fábricas em operação, manutenção programada da unidade será realizada em duas etapas: de 5 a 14 de abril, na fábrica 1; e de 15 de abril a 4 de maio, na fábrica 2, envolvendo mais de 120 empresas.
A Suzano vai mobilizar mais de 2,3 mil profissionais e cerca de 120 empresas prestadoras de serviços para a Parada Geral (PG) da Unidade de Três Lagoas, programada para acontecer entre os dias 5 de abril e 4 de maio. Como muitos desses profissionais são de outras regiões, a expectativa é que a manutenção programada contribua diretamente para o aquecimento da economia local, principalmente em setores como de hotelaria, alimentação e comércio em geral.
“A Parada Geral é um período planejado de manutenção que permite revisar equipamentos, realizar melhorias nos processos e preparar a unidade para um novo ciclo de operação com segurança, eficiência e sustentabilidade. Ao mesmo tempo, também colabora para o aquecimento da economia de forma indireta, já que temos a vinda de trabalhadores de outras regiões e a mobilização de centenas de empresas. Nosso compromisso em cuidar do planeta e das pessoas também se reflete na forma como conduzimos manutenções dessa grandiosidade, sempre alinhada à responsabilidade social e ambiental”, destaca Eduardo Ferraz, diretor de Operações Industriais da Suzano em Três Lagoas.
Durante a Parada Geral, empresas prestadoras de serviços que participarão das atividades de manutenção e engenharia também contratam trabalhadores da própria cidade, mobilizando diversos setores locais que dão suporte à operação, como transporte, alimentação, comércio e outros segmentos. Além disso, a unidade contará com a participação de empresas locais e com a atuação de profissionais vindos de outras regiões, o que tende a ampliar temporariamente a demanda por hospedagem, alimentação e diferentes serviços no município, contribuindo para aquecer a economia local nesse período.
Manutenção programada
Na Unidade de Três Lagoas, como são duas fábricas em operação, a PG deve durar um mês, sendo dividida em duas etapas: de 5 a 14 de abril na fábrica 1, e de 15 de abril a 4 de maio, na fábrica 2.
“Durante a Parada Geral também incorporamos melhorias tecnológicas, revisamos processos, além de garantir que as nossas duas fábricas continuem operando com alto nível de eficiência e responsabilidade ambiental. Isso tudo resulta em uma operação com desempenho produtivo elevado, ao mesmo tempo em que fortalece práticas sustentáveis e gera oportunidades de desenvolvimento para profissionais e empresas da região. Aqui, em nossas operações de Três Lagoas, temos dois desafios adicionais: realizar a manutenção geral de uma fábrica enquanto a outra segue produzindo a nossa celulose, tão presente no dia a dia das pessoas”, completa Eduardo Ferraz.
A Parada Geral é uma manutenção periódica que permite a realização de inspeções detalhadas em equipamentos e sistemas da unidade industrial. Nela, são realizadas vistorias técnicas, manutenções preventivas e corretivas e, quando necessário, substituição de componentes essenciais para o funcionamento seguro da fábrica. O objetivo é preparar a unidade para um novo ciclo de operação, que pode durar entre 15 e 18 meses.
Devido à complexidade da operação, a preparação da Parada Geral começa com meses de antecedência e envolve planejamento detalhado e protocolos rigorosos de segurança. Em Ribas do Rio Pardo, a Parada Geral da fábrica da Suzano ocorreu entre 22 de março e 1º de abril.
Unidade de Três Lagoas
A primeira fábrica da Suzano em Três Lagoas entrou em operação no ano de 2009, com uma capacidade instalada de 1,3 milhão de toneladas de celulose ao ano. Em 2017, foi inaugurada a segunda linha, com capacidade para produzir 1,95 milhão de toneladas de celulose/ano, totalizando 3,25 milhões de celulose produzidas ao ano.
Sobre a Suzano
A Suzano é a maior produtora mundial de celulose, uma das maiores fabricantes de papéis da América Latina e líder no segmento de papel higiênico no Brasil. A companhia adota as melhores práticas de inovação e sustentabilidade para desenvolver produtos e soluções a partir de matéria-prima renovável. Os produtos da Suzano estão presentes na vida de mais de 2 bilhões de pessoas, cerca de 25% da população mundial, e incluem celulose; itens para higiene pessoal como papel higiênico e guardanapos; papéis para embalagens, copos e canudos; papéis para imprimir e escrever, entre outros produtos desenvolvidos para atender à crescente necessidade do planeta por itens mais sustentáveis. Entre suas marcas no Brasil estão Neve®, Pólen®, Suzano Report®, Mimmo®, entre outras. Com sede no Brasil e operações na América Latina, América do Norte, Europa e Ásia, a empresa tem mais de 100 anos de história e ações negociadas nas bolsas do Brasil (SUZB3) e dos Estados Unidos (SUZ). Saiba mais em: www.suzano.com.br
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