Celulose em Destaque
Caminhos da Celulose inicia recuperação de 870 km de rodovias em seis frentes de serviço
Intervenções são realizadas nas BR-262 e 267 e nas MS-040, MS-338 e MS-395, com serviços de recuperação do pavimento
A Caminhos da Celulose iniciou as obras de recuperação do pavimento em 870 quilômetros de rodovias sob sua responsabilidade em Mato Grosso do Sul. Ao todo, seis frentes de serviço atuam simultaneamente em trechos das BR-262, BR-267 e das rodovias MS-040, MS-338 e MS-395.
Os serviços incluem fresagem e recomposição do pavimento, aplicação de micropavimento e tapa-buracos. Para a execução dos trabalhos, os quilômetros da concessão foram divididos entre seis empresas contratadas, responsáveis pela recuperação dos respectivos trechos de atuação.
A execução é acompanhada por empresas especializadas em supervisão e gerenciamento, com ensaios tecnológicos e laboratórios especializados em pavimentação. As soluções adotadas serão definidas conforme as características de cada trecho, com acompanhamento técnico e controle de qualidade durante todas as etapas.
“A recuperação do pavimento é uma das etapas fundamentais para elevar a qualidade da infraestrutura rodoviária. Cada intervenção é planejada a partir das características do trecho e acompanhada tecnicamente para garantir que os serviços atendam aos padrões estabelecidos pela concessão”, afirma o presidente da concessionária Caminhos da Celulose, Luiz Fernando De Donno.
Obras avançam em cinco rodovias da concessão
As intervenções começaram no dia 31 de julho e são realizadas em pontos específicos das cinco rodovias que integram a concessão. A estratégia permite que diferentes frentes trabalhem simultaneamente, ampliando a capacidade de execução dos serviços e dando continuidade ao cronograma de recuperação da malha.
A recuperação do pavimento contribuirá para reduzir irregularidades na pista, melhorar a qualidade de rolamento e proporcionar mais conforto, segurança e previsibilidade aos usuários, além de contribuir para a durabilidade da estrutura rodoviária.
Atenção redobrada nos trechos em obras
Durante a execução dos serviços, os motoristas poderão encontrar operações de Siga e Pare, desvios ou interdições temporárias, conforme a necessidade de cada frente de trabalho. O gerenciamento do tráfego será realizado com sinalização e dispositivos operacionais adequados para garantir a segurança de usuários e trabalhadores.
A concessionária orienta os motoristas a respeitarem a sinalização, os limites de velocidade e as orientações das equipes que atuam nas rodovias. Também é recomendado manter distância segura do veículo à frente, evitar ultrapassagens em locais sinalizados e planejar a viagem com antecedência.
13 bases vão ampliar estrutura de atendimento aos usuários
Paralelamente às obras de recuperação do pavimento, a Caminhos da Celulose avança na implantação de 13 Serviços de Atendimento ao Usuário (SAU) ao longo da concessão. As unidades serão distribuídas pela BR-262, BR-267, MS-040 e MS-338 e funcionarão 24 horas por dia, sete dias por semana, como pontos de apoio aos motoristas e bases das equipes operacionais.
As unidades contarão com sanitários masculino e feminino, fraldário, área de descanso, água potável, estacionamento, totens de atendimento e dois pontos de recarga para veículos elétricos. As estruturas também abrigarão ambulâncias, guinchos leves e pesados, caminhões-pipa, caminhões boiadeiros, viaturas de inspeção de tráfego e demais equipamentos utilizados no atendimento às ocorrências.
Integradas ao Centro de Controle Operacional (CCO), as bases contribuirão para reduzir o tempo de resposta em acidentes, panes mecânicas, animais na pista, obstruções e outras ocorrências, ampliando a capacidade de atendimento ao longo dos 870 quilômetros concedidos.
“As estruturas de atendimento ao usuário fazem parte de uma transformação mais ampla da concessão. A recuperação das rodovias, aliada à implantação das bases operacionais, permitirá oferecer mais segurança, conforto e agilidade no atendimento aos usuários”, ressalta De Donno.
As obras avançam em diferentes frentes, incluindo serviços de terraplenagem, compactação de solo e preparação das áreas que receberão as estruturas. Entre os locais em execução estão as unidades da MS-040, em Santa Rita do Pardo, e da MS-338.
A previsão é concluir a construção das 13 unidades até o fim de 2027. Já a operação dos serviços aos usuários terá início em outubro deste ano, com a disponibilização de atendimento pré-hospitalar, inspeção de tráfego, remoção de veículos, atendimento mecânico e demais serviços previstos no contrato de concessão.
Sobre a Caminhos da Celulose
A Caminhos da Celulose é a concessionária responsável pela administração da Rota da Celulose, que abrange aproximadamente 870 quilômetros de rodovias nas regiões central e leste de Mato Grosso do Sul, incluindo trechos das MS-040, MS-338, MS-395 e das federais BR-262 e BR-267. A companhia atua com foco em segurança viária, eficiência operacional e modernização da infraestrutura, promovendo melhorias contínuas para usuários e para a logística regional.
Celulose em Destaque
Voith e Palm implementam conjuntamente projeto de conversão em King’s Lynn
O Grupo Palm planeja converter a máquina de papel PM 7 em sua unidade de King’s Lynn, no Reino Unido, para produzir papel base para papelão ondulado a partir de fibra reciclada. Com esse investimento, a Palm está alinhando a unidade às mudanças nas demandas do mercado europeu de papel.
A reforma ocorre em um contexto de declínio estrutural no mercado de papel-jornal. No futuro, a máquina de papel produzirá miolo para papelão ondulado a partir de papel reciclado, fortalecendo assim o portfólio de produtos da empresa no setor de embalagens.
Palm e Voith mantêm uma parceria de longa data na indústria de papel. Juntas, as empresas já implementaram grandes projetos de investimento e modernização, incluindo o sistema de preparação de massa BlueLine OCC para a PM 5 na unidade Palm Aalen. O projeto em King’s Lynn se baseia nessa parceria de longa data e reforça o objetivo comum de preparar as unidades de produção de papel para o futuro.
As parceiras estão conduzindo o projeto em estreita coordenação, dando continuidade à colaboração baseada em confiança.
Para mais detalhes sobre o projeto, acesse https://www.palm.de/en/news/news-list/article/palm-converts-its-paper-mill-in-kings-lynn-uk-to-corrugated-case-material.html.
Sobre o Grupo Voith
O Grupo Voith é uma empresa de tecnologia com atuação global. Com seu amplo portfólio de sistemas, produtos, serviços e aplica-ções digitais, a Voith estabelece padrões nos mercados de energia, papel, matérias-primas e transporte. Fundada em 1867, a Voith atualmente tem cerca de 21.000 colaboradores, gera € 4,8 bilhões em vendas e opera filiais em mais de 60 países no mundo inteiro, o que a situa entre as maiores empresas familiares da Europa.
A Divisão do Grupo Voith Paper integra o Grupo Voith. Como fornecedor completo para a indústria papeleira, oferece a mais ampla gama de tecnologias, serviços e produtos ao mercado, fornecendo aos fabricantes de papel soluções holísticas a partir de uma única fonte. O fluxo contínuo de inovações da empresa possibilita uma produção que conserva recursos e ajuda os clientes a minimizar sua pegada de carbono. Com os produtos de automação e as soluções de digitalização líderes de mercado do portfólio Papermaking 4.0, a Voith oferece aos seus clientes tecnologias digitais de ponta para aumentar a disponibilidade e eficiência de fábricas em todas as etapas do processo produtivo.
Celulose em Destaque
Governo autoriza circulação de hexatrens de megafábrica de celulose em Três Lagoas e Ribas do Rio Pardo
O governo federal autorizou, em caráter experimental e temporário, a circulação dos chamados hexatrens, combinação especial de veículo de carga, composta por caminhão-trator e seis semirreboques, em vias rurais não pavimentadas de Ribas do Rio Pardo e Três Lagoas pela empresa Suzano.
Portaria, assinada pelo secretário nacional de Trânsito, Adrualdo de Lima Catão, foi publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira (27).
A megafábrica de celulose da Suzano em Ribas do Rio Pardo começou a operar em julho de 2024 e, conforme reportagem do Correio do Estado, grande parte da madeira que será industrializada na nova fábrica chegará por meio dos hexatrens, caminhões que não podem transitar pelas rodovias por causa do tamanho e lentidão.
Conforme a portaria publicada, o objetivo da autorização em caráter experimental é conferir subsídios técnicos e operacionais à análise de inovação veicular e a futuros estudos de regulamentação.
Os veículos somente poderão circular nas vias públicas nos seguintes trajetos:
Rodovia MS-357, no Município de Ribas do Rio Pardo
Rodovia MS-338, no Município de Ribas do Rio Pardo
Rodovia MS-456, no Município de Ribas do Rio Pardo
Rodovia MS-340, no Município de Ribas do Rio Pardo
Rodovia MS-459, no Município de Três Lagoas (Distrito de Arapuá)
A circulação poderá ocorrer em ambos os sentidos das vias públicas, tanto no deslocamento vazio em direção às áreas florestais quanto no retorno carregado em direção à unidade industrial da empresa Suzano, pelo período de um ano.
Os veículos somente poderão ser conduzidos e ocupados por técnicos e engenheiros da Suzano ou por pessoas por eles autorizados, dos quais poderá ser exigida a identificação pessoal e profissional.
A portaria proíbe a circulação dos caminhões em vias públicas pavimentadas e em comboio.
A Suzano deverá adotar todas as medidas necessárias para a mitigação de eventuais riscos e impactos à infraestrutura viária nos trechos autorizados.
Além disso, a empresa deverá apresentar à Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran), em um prazo de 30 dias, estudo técnico inicial sobre a capacidade estrutural e geométrica da infraestrutura viária ao longo das rotas autorizadas, incluindo as obras de arte correntes e especiais nelas existentes, com objetivo de verificar e assegurar a compatibilidade da infraestrutura com a circulação dos hexatrens.
Eventuais danos causados pela circulação dos megacaminhões nas rodovias serão de responsabilidade da Suzano.
Para fins de organização e segurança operacional, os hexatrens deverão manter distância mínima de 300 metros entre si, medida entre o último semirreboque de uma composição e o caminhão-trator da composição subsequente.
Fonte: Correio do Estado
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