Mato Grosso do Sul
Publicação de Plano Estadual fortalece cidadania e direitos da população LGBTQIA+
Com metas voltadas à inclusão, à proteção e à garantia de direitos, o Governo de Mato Grosso do Sul publicou nesta segunda-feira (29) o Plano Estadual de Metas do Programa Estadual de Cidadania LGBTQIA+. O documento orienta a implementação e o monitoramento das políticas públicas destinadas à população LGBTQIA+ no Estado, fortalecendo ações de promoção da cidadania, enfrentamento à violência e ampliação do acesso aos serviços públicos.
Instituído por resolução da SEC (Secretaria de Estado da Cidadania), o plano organiza as ações do Programa Estadual de Cidadania LGBTQIA+ em quatro pilares estratégicos: prevenção, educação e qualificação dos serviços públicos; autonomia e garantia de direitos; enfrentamento à LGBTfobia e fortalecimento da rede de proteção; e governança, monitoramento e participação social. A proposta estabelece objetivos, estratégias, produtos e impactos esperados para cada eixo, consolidando uma atuação integrada entre Estado, municípios e sociedade civil.
A publicação ocorre durante o Mês do Orgulho LGBTQIA+, reforçando o compromisso do Governo do Estado em transformar o reconhecimento da diversidade em políticas públicas permanentes.
Para a subsecretária de Políticas Públicas para População LGBTQIA+, Mikaella Lima Lopes, a oficialização do plano representa um marco para a consolidação dos direitos da população no Estado.
“Publicar o Plano Estadual de Metas LGBTQIA+ durante o Mês do Orgulho transforma o simbolismo desta data em compromisso governamental concreto. Mais do que reafirmar o respeito à diversidade, o Estado estabelece metas, diretrizes e instrumentos de acompanhamento que fortalecem a cidadania, ampliam a proteção e garantem que as políticas públicas sejam construídas para responder às necessidades reais da população LGBTQIA+. É um documento que nasce do diálogo com a sociedade e reafirma que direitos humanos se efetivam por meio de planejamento, continuidade e ação”, enfatiza.
Entre as ações previstas estão a formação continuada de profissionais da rede pública para qualificar o atendimento e prevenir discriminações; iniciativas para ampliar a empregabilidade e a inclusão produtiva da população LGBTQIA+; fortalecimento do empreendedorismo; promoção de práticas esportivas inclusivas; implementação de protocolos de atendimento humanizado; fortalecimento da rede de proteção; apoio à criação e qualificação de conselhos municipais; além da estruturação de mecanismos de monitoramento das políticas públicas.
O plano também prevê apoio técnico aos municípios para ampliar a capacidade de atendimento à população LGBTQIA+, por meio da disponibilização de referências metodológicas, capacitação e fortalecimento da governança local. A iniciativa busca garantir que o acesso aos serviços públicos ocorra de forma cada vez mais inclusiva, qualificada e respeitosa em todas as regiões do Estado.
Paula Maciulevicius, da Comunicação da Cidadania
Foto de capa: Paula Maciulevicius/SEC
Fonte: Governo MS
Mato Grosso do Sul
Detran-MS prorroga até 17 de julho o prazo do licenciamento para veículos com placas finais 1, 2 e 3
Medida garante a manutenção do desconto de pontualidade e do valor calculado com a UFERMS de junho para os proprietários afetados pelas instabilidades nos sistemas
O Detran-MS (Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso do Sul) prorrogou para o dia 17 de julho o prazo para o pagamento do licenciamento anual dos veículos com placas de final 1, 2 e 3. A medida foi adotada em razão das instabilidades registradas nos sistemas ao longo desta segunda-feira (30), último dia previsto no calendário para regularização desses veículos.
Com a decisão, os proprietários desses veículos não serão prejudicados pelas falhas registradas durante o dia e poderão realizar o pagamento até 17 de julho mantendo o desconto de pontualidade e o valor de R$ 249,10, calculado com base na UFERMS de junho, fixada em R$ 54,99.
O Detran-MS orienta que o cidadão confira o valor da guia antes de efetuar o pagamento. Para os veículos com placas finais 1, 2 e 3, a guia deverá apresentar, até o dia 17 de julho, o valor de R$ 249,10, correspondente ao licenciamento dentro do prazo. Após essa data, o licenciamento será considerado em atraso e a cobrança passará a obedecer ao valor previsto para essa situação, correspondente a UFERMS do mês vigente.
A guia pode ser emitida pelo Portal de Serviços Meu Detran, onde também é possível parcelar os débitos do veículo, pelo aplicativo Meu Detran MS, ou pela assistente virtual Glória, disponível pelo WhatsApp (67) 3368-0500, com atendimento 24 horas por dia.
Caso seja verificada alguma inconsistência no valor das guias que se enquadram na prorrogação de prazo, o cidadão deverá informar ao Detran-MS por meio da Ouvidoria pelo e-mail [email protected] .
Atualmente, a taxa de licenciamento corresponde a 4,53 UFERMS para veículos dentro do prazo e 5,88 UFERMS para veículos licenciados fora do prazo. Conforme resolução da Secretaria de Fazenda (Sefaz-MS) o valor de junho de 2026 é de R$ 54,99 e a de julho foi estabelecida R$ 55,47.
A medida adotada pelo Detran-MS busca assegurar que nenhum cidadão seja prejudicado pelas instabilidades registradas no último dia do calendário de vencimento, garantindo tempo hábil para a regularização dos veículos contemplados pela prorrogação.
Calendário de julho segue normalmente
Conforme o calendário anual, a partir desta quarta-feira, 1° de julho, começa o prazo de licenciamento dos veículos com placas finais 4, 5 e 6. Para esses proprietários, o valor da taxa será calculado com base na UFERMS de julho, conforme prevê a Resolução/SEFAZ nº 3.513.
O prazo para licenciar esses veículos segue até dia 31 de julho, uma sexta-feira. Porém o Detran-MS orienta que a emissão da guia ocorra antes, para evitar imprevistos. Outra recomendação, é sempre conferir os dados e o valor da guia antes de efetuar o pagamento, certificando-se de que o pagamento tem o Detran-MS como destinatário.
Mireli Obando, Comunicação Detran-MS
Foto: Rachid Waqued/Detran
Fonte: Governo MS
Mato Grosso do Sul
Governo de MS moderniza defesa agropecuária e anuncia medidas para ampliar competitividade e inovação
O Governo de Mato Grosso do Sul dá mais um passo na modernização da defesa agropecuária estadual, com um conjunto de medidas voltadas ao fortalecimento da defesa sanitária animal e vegetal, com foco em inovação, segurança, desburocratização e competitividade para o setor produtivo.
A iniciativa, conduzida pela IAGRO (Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal), reforça a estratégia do Estado de alinhar rigor técnico, ciência e eficiência administrativa para atender às novas demandas do agronegócio, um dos principais motores da economia sul-mato-grossense.
Entre as medidas apresentadas no final desta manhã (30) está a atualização das regras do vazio sanitário da soja, considerada uma importante evolução na gestão fitossanitária da cultura no Estado. A proposta altera a Resolução Semagro nº 648/2017 e substitui o conceito de proibição do plantio antes de 15 de setembro pela proibição da manutenção, emergência, germinação, desenvolvimento ou permanência de plantas vivas de soja, cultivadas ou voluntárias, durante o período do vazio sanitário, compreendido entre 15 de junho e 15 de setembro.
Segundo o secretário da Semadesc (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação), Artur Falcette, a proposta é resultado de uma construção coletiva com representantes do setor produtivo, da pesquisa e da defesa agropecuária, buscando oferecer respostas imediatas às demandas do campo sem comprometer a segurança fitossanitária do Estado.
“Estamos assinando uma resolução que atende a uma demanda apresentada pelo setor produtivo da soja em Mato Grosso do Sul. Após reunir todos os envolvidos nesse processo de discussão técnica, propomos uma alteração na legislação estadual que permite uma ação imediata em benefício do produtor rural e, ao mesmo tempo, encaminhamos ao Ministério da Agricultura e Pecuária um pedido de revisão do Zoneamento Agrícola de Risco Climático”, explica.
O secretário destaca que a alteração representa um primeiro passo para ampliar a flexibilidade operacional dos produtores, acompanhando a evolução tecnológica e as transformações climáticas observadas nos últimos anos.

“A resolução deixa de tratar exclusivamente da data de plantio e passa a considerar a manutenção ou germinação das plantas. Na prática, o produtor poderá antecipar o plantio, desde que garanta que não haverá germinação até 15 de setembro. Essa é a medida que o Estado pode adotar neste momento, enquanto solicitamos ao Ministério da Agricultura a revisão do zoneamento para que possamos discutir a antecipação da janela de plantio para 1º de setembro a partir da safra 2027/2028”, afirma.
De acordo com Falcette, a medida busca adequar a legislação à nova realidade tecnológica da agricultura sul-mato-grossense.
“Nos últimos anos, tivemos avanços significativos nos pacotes tecnológicos, expansão da irrigação e mudanças climáticas que impactam diretamente a produção. O objetivo é permitir que uma parcela maior da área cultivada esteja dentro da janela ideal de plantio, especialmente para produtores que já trabalham com irrigação, contribuindo para melhores resultados produtivos”, destaca.
O secretário ressalta ainda que o vazio sanitário permanece como instrumento fundamental de defesa fitossanitária, mas que os avanços tecnológicos exigem atualização constante das normas.
“O vazio sanitário é essencial para o controle da ferrugem asiática da soja e continuará existindo. O que estamos fazendo é adequar a legislação à realidade observada no campo, considerando que as janelas ideais de plantio vêm se antecipando ao longo dos anos”, afirma.
Na prática, a medida permitirá ao produtor rural maior flexibilidade no planejamento e na logística da semeadura já a partir da safra 2026/2027, desde que seja assegurada a inexistência de plantas vivas de soja durante o período estabelecido. O objetivo central da política permanece inalterado: interromper o ciclo da ferrugem asiática e reduzir riscos fitossanitários para a principal cultura agrícola do Estado.
A proposta foi construída a partir de amplo diálogo técnico com representantes do setor produtivo e da comunidade científica, reunindo contribuições da Famasul, Aprosoja/MS, Fundação MS, Fundação Chapadão e Embrapa.
Como desdobramento da medida, a Semadesc também encaminhará solicitação ao Ministério da Agricultura e Pecuária, por meio da Superintendência Federal de Agricultura em Mato Grosso do Sul, para avaliação técnica sobre a possibilidade de revisão do Zoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARC), visando analisar a abertura da janela de plantio a partir de 1º de setembro na safra 2027/2028.
Outro tema estratégico apresentado pelo Governo do Estado refere-se à ampliação do prazo de validade dos exames de Anemia Infecciosa Equina (AIE). Atendendo a demandas do setor produtivo e de representantes da Assembleia Legislativa, será formalizado pedido de análise técnica à Superintendência Federal de Agricultura em Mato Grosso do Sul para avaliar a viabilidade de ampliação do prazo de validade dos exames de 60 para 120 dias na região do planalto sul-mato-grossense.
Sobre essa pauta, Artur Falcette explica que a proposta busca conciliar simplificação de procedimentos e manutenção dos elevados padrões de defesa sanitária do Estado.

“O estudo realizado pela IAGRO demonstra que, para o Planalto Sul-Mato-Grossense, a ampliação da validade do exame de Anemia Infecciosa Equina de 60 para 120 dias não representa aumento significativo de risco sanitário. Estamos encaminhando esse estudo ao Ministério da Agricultura para que seja analisada a possibilidade de revisão da norma”, afirma.
Segundo o secretário, a medida poderá beneficiar produtores rurais, atletas e profissionais ligados ao segmento equestre.
“A validade atual dos exames representa uma limitação não apenas para produtores rurais, mas também para atletas do laço, competidores e participantes de eventos equestres. Muitas vezes, esses profissionais permanecem longos períodos em deslocamento e acabam enfrentando dificuldades devido ao vencimento dos exames. Nosso objetivo é construir uma solução técnica, segura e baseada em evidências científicas”, destaca.
O Governo do Estado destaca que nenhuma alteração normativa foi realizada até o momento. A iniciativa marca o início de um processo de discussão técnica, transparente e fundamentado em evidências científicas, com o objetivo de verificar a possibilidade de modernização dos procedimentos sem comprometer a segurança sanitária do rebanho estadual.
A proposta prevê, ainda, que eventual ampliação do prazo seja acompanhada pelo fortalecimento dos mecanismos de rastreabilidade animal, utilizando ferramentas tecnológicas como a Resenha Virtual, o Passaporte Equestre Digital e o Aplicativo do Transportador. As tecnologias permitirão ampliar o controle do trânsito animal e aprimorar a capacidade de rastreamento em situações de emergência sanitária.
As medidas reforçam o compromisso do Governo de Mato Grosso do Sul com uma defesa agropecuária moderna, baseada em ciência, inovação e diálogo permanente com o setor produtivo, consolidando o Estado como referência nacional em sanidade animal e vegetal e ampliando a competitividade do agronegócio sul-mato-grossense.
Alexandre Gonzaga, Comunicação do Governo de MS
Fotos: Bruno Rezende/Secom-MS
Fonte: Governo MS
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