Notícias da Região
Homem morre após ficar preso entre as portas do trem em SP
Filho de pedreiro, estudante de educação física sonhador, repositor de supermercado e bom pai. Assim era Lourivaldo Ferreira Silva Nepomuceno, o passageiro que teve a vida interrompida na terça (6) a caminho do trabalho. Ele morreu após ficar preso entre as portas do trem e da plataforma na estação Campo Limpo da Linha 5-Lilás, na Zona Sul de São Paulo.
Lourivaldo tinha 35 anos e faria aniversário no próximo domingo, 11 de maio, Dia das Mães. Morador de Taboão da Serra, na Grande São Paulo, ele era casado e tinha três filhos: uma menina de 17 anos do primeiro casamento e um casal, de 5 e 4 anos, do segundo casamento.
A vítima trabalhava como repositor de supermercado e dava aulas particulares de natação, além de cursar Educação Física. Ele usava o metrô todos os dias para se locomover na cidade.
Lourivaldo tinha o mesmo nome do pai. Eles moravam a poucos quilômetros um do outro e se falaram pela última vez no domingo. O plano deles era comemorar o aniversário no próximo final de semana com um churrasco.
“Ele era um cara forte, o dobro de mim, estruturado fisicamente, esperto também para morrer prensado em uma porta. Isso não entra na minha mente, até agora não quer entrar na minha mente e não vai entrar tão fácil. Preciso saber o porquê”, desabafou o pai da vítima.
Nas redes sociais, familiares e amigos também lamentaram a morte de Lourivaldo.
Hoje nos despedimos de uma pessoa incrível. Meu primo foi um exemplo de pai, filho e irmão – sempre presente, amoroso, sonhador e cheio de esperança. Tinha um coração imenso e tratava todos com uma educação e gentileza que marcavam. Sua ausência deixa um vazio, mas a sua memória viverá para sempre em nossos corações.
O velório está previsto para esta quinta-feira (08), no Cemitério da Saudade, em Taboão da Serra.
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Notícias da Região
Dia da Terra: Como traduzir em hábitos reais o consumo consciente e a preocupação em salvar o planeta
No cenário atual onde o apelo para “salvar o planeta” é debatido em campanhas e redes sociais, especialmente em datas como o Dia da Terra, uma questão central aparece nesse contexto: quanto dessa fala se converte realmente em mudanças práticas e duradouras no dia a dia? A mudança de uma consciência simbólica para uma ação efetiva revela um consumidor confuso, que deseja fazer a diferença, mas que ainda esbarra em barreiras como custo, conveniência e a força de uma cultura de consumo acelerado. De acordo com o levantamento ‘Sustainability Sector Index’, realizado pelo instituto de pesquisas Kantar, 87% dos consumidores brasileiros desejam adotar um estilo de vida mais sustentável, mas somente 35% estão realmente alterando seus hábitos. O preço é o principal obstáculo para 35% dos entrevistados, seguido pela falta de informação.
Apesar da crescente preocupação ambiental, esses dados revelam que a mudança de comportamento ainda é um desafio. “As campanhas nesse sentido, mesmo que muitas vezes simbólicas, são cruciais para a formação de uma consciência coletiva. Os impactos ambientais se tornaram mais visíveis e concretos para a população e muitas pessoas que antes não refletiam sobre as consequências de seus hábitos passaram a sentir um incômodo maior, e esse mal-estar é o primeiro passo para a mudança”, avalia Heloise Quesada, professora do curso de Engenharia Ambiental da EAD UniCesumar.
A transição para hábitos sustentáveis não exige uma perfeição imediata e sim, o compromisso com o progresso contínuo. Ao fazer escolhas com mais análise, reduzir o desperdício e cobrar por alternativas mais acessíveis, o consumidor deixa de ser apenas uma peça do ecossistema do consumo acelerado e se torna um agente fundamental na construção de um futuro onde o bem-estar do planeta e o nosso andam em paralelo.
Da intenção à ação: os obstáculos no carrinho de compras
A jornada de quem deseja ser mais sustentável é marcada por algumas contradições, como uma espécie de “greenwashing do consumidor”, em que o discurso ecológico não se alinha com a prática. “Defender uma ideia é mais fácil do que incorporá-la na prática cotidiana. Mudar hábitos geralmente significa abrir mão de comodidades, e ainda vivemos em uma lógica estimulada pelo desejo de ter o mais novo e o mais atual”, explica Quesada.
Essa dificuldade é agravada por fatores práticos, pois além do custo mais elevado, a falta de alternativas viáveis e a conveniência de produtos convencionais pesam na decisão final. “Não basta ter consciência, é preciso que a mudança seja viável dentro da realidade das pessoas. As empresas têm um papel central em reduzir essa distância, oferecendo mais opções, sendo transparentes e tornando a escolha sustentável mais competitiva economicamente”, complementa a docente.
Pequenas mudanças, novos mercados
Apesar dos desafios, mudanças reais de comportamento já são visíveis e começam a moldar novos fluxos econômicos. A redução do uso de plástico é um exemplo claro, indo além dos canudos e sacolas. “A diminuição de copos plásticos em ambientes de trabalho, onde as pessoas passaram a adotar garrafas e xícaras reutilizáveis é uma pequena e perceptível alteração no consumo. Vemos também uma maior procura por produtos a granel e o uso de refis, principalmente quando isso representa economia”, pontua Heloise Quesada.
Essa transformação, ainda que gradual, fomenta o surgimento de “circuitos” econômicos mais sustentáveis, como feiras de produtos orgânicos, rotas de ecoturismo e comércios focados em economia circular. “Essas iniciativas já representam um avanço importante, mas ainda precisam ganhar escala, acessibilidade e competitividade para se consolidarem de maneira mais forte e atingir uma parcela maior da população”, conclui a especialista da UniCesumar.
Sobre a UniCesumar
Com 35 anos no mercado educacional e desde 2022 como uma das marcas integradas ao grupo Vitru Educação, a UniCesumar conta com uma comunidade de mais de 500 mil alunos. Atualmente, possui uma robusta estrutura de Educação a Distância (EAD), com mais de 1,3 mil polos espalhados por todas as regiões do país, além de três unidades internacionais, localizadas em Dubai (Emirados Árabes) e Genebra (Suíça). No ensino presencial, destaca-se o curso de Medicina, oferecido nos campi de Maringá (PR) e Corumbá (MS), juntamente a outros três campi, localizados em Curitiba, Londrina e Ponta Grossa (PR). Como um dos dez maiores grupos educacionais privados do Brasil, a UniCesumar oferece portfólio diversificado, com mais de 350 cursos, abrangendo graduação, pós-graduação, técnicos, profissionalizantes, mestrado e doutorado. Sua missão é promover o acesso à educação de qualidade e contribuir para o desenvolvimento pessoal e profissional de seus alunos, preparando-os para os desafios do mercado de trabalho.
Notícias da Região
Serviço Geológico do Brasil realiza Projeto Kimberlitos no município de Jauru (MT)
Brasília (DF) – O Serviço Geológico do Brasil (SGB) retoma atividades de campo do Projeto Kimberlitos no município de Jauru, em Mato Grosso. Os trabalhos seguem até 8 de maio e envolvem a caracterização geofísica da região.
O objetivo é identificar corpos kimberlíticos, rochas formadas em grandes profundidades, superiores a 90 quilômetros. Os dados gerados apoiam a pesquisa científica e a atração de investimentos, com potencial para impulsionar o desenvolvimento econômico local.
Durante a ascensão à crosta terrestre, essas rochas podem transportar materiais do manto, incluindo diamantes. A identificação dessas rochas contribui para ampliar o conhecimento geológico da região e orientar estudos futuros.
A equipe é formada pelos pesquisadores Adolfo Barbosa da Silva, Ederson Ribeiro Silva e Felipe da Mota Alves, com apoio de Warley Sena de Oliveira.
Larissa Souza/Assessoria de Comunicação
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