Mato Grosso do Sul
Gás natural é alternativa para ampliar fontes renováveis e reduzir uso de combustíveis fósseis
Gás Natural é a base do tripé custo, logística e segurança para o crescimento da economia e ponte da sustentabilidade ambiental.
O aumento do consumo de gás natural, seja como combustível para movimentar motores e engrenagens da indústria, ou queima para produzir chama e gerar calor nas residências e estabelecimentos comerciais, está associado às vantagens em relação a custo, logística e segurança e atrelado à consciência ambiental.
“Há uma consciência unânime de que o gás natural, além de se tornar um insumo fundamental para o crescimento das atividades econômicas, é o divisor da sustentabilidade ambiental, da transformação do modo como fazemos uso dos bens e recursos naturais disponíveis para suprir as nossas necessidades, sem comprometer esses mesmos bens para as gerações que ainda estão por vir”, observa o diretor-presidente da MSGÁS, Rui Pires dos Santos. “A sustentabilidade já é o principal eixo da economia”, reforça.
De acordo com a Companhia, a principal meta no planejamento estratégico da empresa é ampliar o acesso ao gás natural e possibilitar que um número maior de municípios e clientes desfrutem dos benefícios econômicos, sociais e ambientais do gás canalizado. “Não há nenhuma dúvida sobre a importância do Gás Natural para a transição. A ampliação de energia de fontes renováveis e a redução do uso de combustíveis fósseis, além do foco em eficiência energética e dos investimentos em tecnologia, são as bases para a transição energética de baixo carbono”.
“Como fonte de energia limpa e segura, é uma matriz estratégica para o crescimento econômico e também reforça nosso compromisso com os ODS (Objetivos do Desenvolvimento Sustentável) e meta estabelecida pelo Governo do Estado de tornar MS Carbono Neutro. Em Mato Grosso do Sul existem inúmeros projetos de aproveitamento de resíduos oriundos de atividades como a suinocultura e setor sucroenergético, mas este é só o começo”.
Para a MSGÁS, a expansão da produção de biometano depende, em parte, de políticas públicas e aprimoramentos regulatórios, como o Programa Metano Zero, além de remoção de barreiras tributárias e não tributárias, na medida em que as características dessas plantas e dos seus modelos de negócios se diferenciam de padrões estabelecidos para os combustíveis já consolidados. “A outra parte que impulsiona tais investimentos vem pela demanda do mercado, em especial de empresas com metas de redução de emissões e com a visão de que é preciso fazer mudanças importantes nos processos para garantir uma produção sustentável”.
Para avançar nesses desafios, é preciso, segundo a empresa, investir na solidez da companhia, que já é reconhecida regional e nacionalmente. Hoje a MSGÁS tem capacidade instalada para suprir demandas de seis segmentos: termelétrico, industrial, veicular, comercial, Residencial e Cogeração de Energia. “Nos últimos anos a MSGÁS registrou um salto de crescimento e importância tanto regional quanto nacional, se consolidando como uma das principais e mais conceituadas distribuidoras de gás natural do País”.
Em Mato Grosso do Sul o combustível está se incorporando gradativamente ao cotidiano das pessoas e girando o motor da economia. Energia limpa, eficiente e moderna, o Gás Natural já abastece hospitais, o Mercadão Municipal, fábricas, comércios e residências em Mato Grosso do Sul. Entre os clientes precursores estão a ADM, Semalo, Coca-Cola, shoppings Campo Grande e Norte Sul Plaza, na Capital; e Suzano e Eldorado, no ramo da celulose, ArcelorMittal (siderúrgica), Metalfrio, Cargill, Sitrel, Feral Metalúrgica, NIT Fiação e Comércio e a Usina Termelétrica, em Três Lagoas.
Do ponto de vista estrutural no processo de distribuição, a MSGÁS também coloca a segurança como ação prioritária. “Com tubulações de aço carbono ou polietileno de alta densidade e o serviço de distribuição dá ao consumidor uma logística prática, segura e eficiente”.
A MÚLTIPLA UTILIZAÇÃO DO GÁS NATURAL NO DIA A DIA
Comercial – Estabelecimentos comerciais nos diversos ramos de atividade podem utilizar o Gás Natural canalizado em aplicações como fritadeiras, máquinas de absorção, caldeiras, fornos, fogões, aquecedores de água, geradores de energia elétrica, ar-condicionado e refrigeradores com motores a gás.
Residencial – Nos condomínios, o Gás Natural pode ser utilizado tanto nos apartamentos como em área de lazer. Nas unidades residenciais, seu uso vai desde a cozinha, com a cocção de alimentos, até o banheiro e área de serviço, com o aquecimento da água. Já na área de lazer, pode ser o combustível de churrasqueiras e ainda aquecer piscina e sauna.
Veículos – Com o GNV, obtém-se mais economia no consumo de combustíveis, seja para o veículo particular, uma frota, táxis ou carros de aplicativos. Com o GNV pode-se rodar mais pela cidade e também contribuir com o meio ambiente.
Indústria – O Gás Natural pode substituir os combustíveis nas indústrias dos mais diversos segmentos. Pelo seu grau de pureza, controle de pressão e regulagem da chama, é um diferencial competitivo e determina a qualidade final dos produtos.
Sobre a MSGÁS
Criada em 21 de maio de 1998, a MSGÁS é uma empresa de economia mista, composta pelo Governo do Estado, que detém 51% das ações e pela Commit Gás S.A., com 49%. A companhia é responsável pela distribuição de Gás Natural canalizado de Mato Grosso do Sul, com rede de 436 quilômetros, atendendo 14,5 mil unidades consumidoras nos segmentos termelétrico, industrial, veicular, comercial, residencial e cogeração.
MSGÁS
Fonte: Governo MS
Mato Grosso do Sul
Ladrão furta carro e móveis de residência, sofre acidente durante fuga e abandona veículo em MS
Um homem ainda não identificado furtou móveis e um veículo de uma residência e acabou sofrendo um acidente durante a fuga, na noite desta terça-feira (8), na rodovia MS-427, em Rio Verde de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul.
Segundo o boletim de ocorrência, o suspeito teria arrombado a porta dos fundos do imóvel, localizado na Rua Duque de Caxias, no bairro Vila Carmem, utilizando um machado.
Em seguida, ele teria furtado diversos objetos e o veículo que estava estacionado na garagem.O homem utilizou o carro para fugir, mas, durante o trajeto, perdeu o controle da direção e saiu da pista.
O veículo parou aproximadamente dois quilômetros após o fim do trecho pavimentado da MS-427, já em uma estrada de terra.Conforme apurado pelo portal Rio Verde News, equipes policiais conseguiram localizar o veículo com auxílio de imagens de câmeras de segurança.
O carro apresentava danos na lataria provocados pelo acidente.O suspeito, porém, havia fugido do local antes da chegada dos policiais e ainda não foi localizado.O caso segue em investigação para identificar e localizar o responsável pelo furto.
Tatiane Linhares Vicente, com informações de Top Mídia News
Mato Grosso do Sul
Operação identifica desmatamento ilegal equivalente a quase 350 campos de futebol em MS
Operação Mata Atlântica em Pé identificou 348,67 hectares de desmatamento ilegal em Mato Grosso do Sul em 2026. Para ter uma ideia do tamanho da área, o total equivale, em uma comparação aproximada de 1 hectare por campo de futebol, a quase 350 campos.
As irregularidades foram encontradas a partir da análise de 18 alertas de desmatamento distribuídos por 15 municípios do estado. Segundo o Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS), houve uma redução expressiva na extensão das áreas desmatadas em relação à edição do ano passado.
Os alertas foram analisados pelo Núcleo de Geotecnologias (Nugeo) do MPMS, que utilizou imagens de satélite e outras ferramentas para verificar se as áreas indicadas realmente tinham sofrido desmatamento ilegal.
Após a confirmação das ocorrências, os dados foram encaminhados ao Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul), responsável pela fiscalização e aplicação das medidas administrativas.
A partir das informações recebidas, o órgão realizou as autuações de forma remota. Ao todo, foram aplicados R$ 1.521.044 em multas aos responsáveis pelas áreas identificadas.
Fiscalização com imagens de satélite
De acordo com o MPMS, a operação utiliza alertas de satélite cruzados com informações de mapas e registros das propriedades para identificar possíveis áreas de vegetação nativa derrubadas sem autorização.
O coordenador do Nugeo/MPMS, promotor de Justiça Luciano Loubet, destacou que o uso da tecnologia permite identificar e confirmar as áreas com mais rapidez.
“O uso de geotecnologias avançadas transformou a fiscalização ambiental em Mato Grosso do Sul. A validação rápida e precisa dos alertas pelo Nugeo permite que o Imasul atue de forma remota e imediata, garantindo que a infração não passe despercebida”, afirmou.
Segundo ele, a integração entre os órgãos de fiscalização e o uso de dados e imagens de satélite têm ajudado a combater o desmatamento ilegal no estado.
Operação nacional
A mobilização ocorreu entre os dias 17 e 27 de agosto, simultaneamente em 17 estados que possuem áreas do bioma Mata Atlântica.
A força-tarefa reúne Ministérios Públicos, órgãos de fiscalização ambiental e forças policiais. Entre as ferramentas utilizadas estão imagens de satélite e plataformas de monitoramento, como o MapBiomas Alerta.
Participaram da operação Alagoas, Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Sergipe, Espírito Santo, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Goiás e Mato Grosso do Sul.
A Operação Mata Atlântica em Pé é coordenada nacionalmente pela Associação Brasileira dos Membros do Ministério Público de Meio Ambiente (Abrampa) e pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), com apoio da Fundação SOS Mata Atlântica.
O que acontece após a identificação do desmatamento
Quando a fiscalização confirma uma área desmatada de forma irregular, os responsáveis podem sofrer diferentes tipos de medidas.
Entre elas estão:
- Multas e autos de infração: os responsáveis podem ser multados e a área pode ser embargada, impedindo novas atividades no local.
- Recuperação da área: são adotadas medidas para que a vegetação degradada seja recuperada.
- Responsabilização na Justiça: o caso também pode gerar procedimentos nas áreas cível e criminal.
- Restrições no cadastro ambiental: propriedades podem sofrer bloqueios no Cadastro Ambiental Rural (CAR).
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Restrição de crédito: os responsáveis podem ter o acesso a crédito rural e outros recursos financeiros suspenso.
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