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Mato Grosso do Sul

InterUEMS deve reunir quase 600 acadêmicos para competições esportivas

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Começa na quinta-feira (8), no complexo poliesportivo Parque Olímpico Ayrton Senna, em Campo Grande, a 6º edição do InterUEMS, um dos maiores eventos esportivos envolvendo 12 atléticas esportivas de dez unidades acadêmicas da UEMS (Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul).

Organizado pelos acadêmicos, com apoio da Proec (Pró-reitoria de Extensão, Cultura e Assuntos Comunitários) e Reitoria da UEMS (Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul), o evento terá quatro dias de duração, das 8h às 18h, com jogos nas modalidades esportivas como futsal, vôlei, handebol, basquetebol, futebol society, tênis de mesa, natação, sinuca e truco.

A abertura está marcada para às 8h, com a presença do reitor Laércio de Carvalho, além de representantes do Governo do Estado e da prefeitura. Laércio reforça a importância do evento, já que estimula não só a integração, mas o lazer e a prática da atividade esportiva. “Esta é a sexta edição do nosso InterUEMS, que promete ser mais um sucesso. Temos um maior número de atletas acadêmicos envolvidos e a possibilidade das equipes vencedoras representarem o Estado em Jogos Universitários Brasileiros”.

Para o presidente da Liga das Atléticas da UEMS e responsável pela organização dos jogos, João Felipe Terribile, o principal objetivo é a interação entre os alunos por meio do esporte, além, é claro, de possibilitar a experiência em competir com lealdade e fraternidade.

João acrescentou que além das atividades esportivas, estão previstas ainda as confraternizações, momento em que é oportunizado aos alunos dos diversos municípios, a integração, o convívio e a troca de experiências. “Para esse InterUEMS a galera pode se preparar pois trabalhamos muito para que ele seja o maior, melhor e o mais inesquecível dos últimos anos. É hora de tornamos nossos jogos únicos e prometemos deixar saudades nos corações”.

Além da apoiar toda a organização do evento a universidade também está viabilizando o transporte de alunos das 10 unidades da UEMS pelo interior do Estado. Erika Kaneta Ferri, Pró-reitora Proec, explicou que todos os atletas ficarão alojados no campus universitário da Capital.

Parceiros

O Governo do Estado de Mato Grosso do Sul, através da Setescc (Secretaria de Estado de Turismo, Esporte, Cultura e Cidadania) e da Fundesporte, está auxiliando na organização dos jogos e apoiarão em toda parte técnica do evento com sorteio dos jogos e congresso técnico que vai garantir ao evento toda transparência e fidedignidade necessária.

A participação da Fundesporte na organização das tabelas e chaves é um grande avanço para o InterUEMS já que a ideia é que os acadêmicos possam participarem dos Jogos Universitários Estaduais e Brasileiros. “O InterUEMS servirá de seletiva para que os atletas garantam suas vagas e representem a instituição no futuro”, afirmou o chefe do setor de esporte DCEL/PROEC/UEMS, Alexandre Franco.

Já a prefeitura foi a responsável pela cedência do Parque Olímpico Ayrton Senna e destinará guardas municipais para garantir a segurança dos atletas, acadêmicos e participantes.

Para os não participantes, a entrada para assistir aos jogos será 1 kg de alimento não perecível. Todo a arrecadação será destinada à Central Única das Favelas, organização reconhecida nacionalmente, sem fins lucrativos e que atende famílias em situação de vulnerabilidade social.

É possível obter mais informações sobre o InterUEMS no Instagram do evento @interuems.

Katiuscia Fernandes, UEMSCG

fotos: ACS/UEMS

Fonte: Governo MS

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Ladrão furta carro e móveis de residência, sofre acidente durante fuga e abandona veículo em MS

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Um homem ainda não identificado furtou móveis e um veículo de uma residência e acabou sofrendo um acidente durante a fuga, na noite desta terça-feira (8), na rodovia MS-427, em Rio Verde de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul.

Segundo o boletim de ocorrência, o suspeito teria arrombado a porta dos fundos do imóvel, localizado na Rua Duque de Caxias, no bairro Vila Carmem, utilizando um machado.

Em seguida, ele teria furtado diversos objetos e o veículo que estava estacionado na garagem.O homem utilizou o carro para fugir, mas, durante o trajeto, perdeu o controle da direção e saiu da pista.

O veículo parou aproximadamente dois quilômetros após o fim do trecho pavimentado da MS-427, já em uma estrada de terra.Conforme apurado pelo portal Rio Verde News, equipes policiais conseguiram localizar o veículo com auxílio de imagens de câmeras de segurança.

O carro apresentava danos na lataria provocados pelo acidente.O suspeito, porém, havia fugido do local antes da chegada dos policiais e ainda não foi localizado.O caso segue em investigação para identificar e localizar o responsável pelo furto.

Tatiane Linhares Vicente, com informações de Top Mídia News

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Operação identifica desmatamento ilegal equivalente a quase 350 campos de futebol em MS

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MS tem área desmatada equivalente a quase 350 campos de futebol — Foto: MPMS

Operação Mata Atlântica em Pé identificou 348,67 hectares de desmatamento ilegal em Mato Grosso do Sul em 2026. Para ter uma ideia do tamanho da área, o total equivale, em uma comparação aproximada de 1 hectare por campo de futebol, a quase 350 campos.

As irregularidades foram encontradas a partir da análise de 18 alertas de desmatamento distribuídos por 15 municípios do estado. Segundo o Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS), houve uma redução expressiva na extensão das áreas desmatadas em relação à edição do ano passado.

Os alertas foram analisados pelo Núcleo de Geotecnologias (Nugeo) do MPMS, que utilizou imagens de satélite e outras ferramentas para verificar se as áreas indicadas realmente tinham sofrido desmatamento ilegal.

Após a confirmação das ocorrências, os dados foram encaminhados ao Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul), responsável pela fiscalização e aplicação das medidas administrativas.

A partir das informações recebidas, o órgão realizou as autuações de forma remota. Ao todo, foram aplicados R$ 1.521.044 em multas aos responsáveis pelas áreas identificadas.

Fiscalização com imagens de satélite

De acordo com o MPMS, a operação utiliza alertas de satélite cruzados com informações de mapas e registros das propriedades para identificar possíveis áreas de vegetação nativa derrubadas sem autorização.

O coordenador do Nugeo/MPMS, promotor de Justiça Luciano Loubet, destacou que o uso da tecnologia permite identificar e confirmar as áreas com mais rapidez.

“O uso de geotecnologias avançadas transformou a fiscalização ambiental em Mato Grosso do Sul. A validação rápida e precisa dos alertas pelo Nugeo permite que o Imasul atue de forma remota e imediata, garantindo que a infração não passe despercebida”, afirmou.

Segundo ele, a integração entre os órgãos de fiscalização e o uso de dados e imagens de satélite têm ajudado a combater o desmatamento ilegal no estado.

Operação nacional

A mobilização ocorreu entre os dias 17 e 27 de agosto, simultaneamente em 17 estados que possuem áreas do bioma Mata Atlântica.

A força-tarefa reúne Ministérios Públicos, órgãos de fiscalização ambiental e forças policiais. Entre as ferramentas utilizadas estão imagens de satélite e plataformas de monitoramento, como o MapBiomas Alerta.

Participaram da operação Alagoas, Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Sergipe, Espírito Santo, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Goiás e Mato Grosso do Sul.

A Operação Mata Atlântica em Pé é coordenada nacionalmente pela Associação Brasileira dos Membros do Ministério Público de Meio Ambiente (Abrampa) e pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), com apoio da Fundação SOS Mata Atlântica.

O que acontece após a identificação do desmatamento

Quando a fiscalização confirma uma área desmatada de forma irregular, os responsáveis podem sofrer diferentes tipos de medidas.

Entre elas estão:

  • Multas e autos de infração: os responsáveis podem ser multados e a área pode ser embargada, impedindo novas atividades no local.
  • Recuperação da área: são adotadas medidas para que a vegetação degradada seja recuperada.
  • Responsabilização na Justiça: o caso também pode gerar procedimentos nas áreas cível e criminal.
  • Restrições no cadastro ambiental: propriedades podem sofrer bloqueios no Cadastro Ambiental Rural (CAR).
  • Restrição de crédito: os responsáveis podem ter o acesso a crédito rural e outros recursos financeiros suspenso.

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