Emprego
Transição de carreira: sete dicas para quem planeja aprender uma nova profissão, mas não sabe por onde começar
Mudar o rumo da jornada profissional, aprender uma nova profissão, é o desejo de muitos brasileiros, mas também pode ser uma decisão desafiadora e de muitas oportunidades. Só no ano passado, um levantamento realizado pelo LinkedIn mostrou que 60% dos trabalhadores cogitaram mudar de emprego e 20% já iniciaram as buscas por um novo trabalho. A pesquisa contou com a participação de 23 mil trabalhadores, dos quais 1300 são profissionais do Brasil. Eleandro da Costa, CEO e sócio da Jumper! Profissões e Idiomas, uma rede de ensino que conta com mais de 40 cursos profissionalizantes, separou sete dicas para quem deseja fazer essa transição da forma mais eficaz.
Escolha a área que você deseja migrar
Refletir sobre seus interesses, valores e habilidades é essencial para fazer com que esse processo seja menos difícil. É importante entender o que não gosta na carreira atual e alinhar suas expectativas para investir em uma nova área. “Descubra o que te motiva profissionalmente, quais são suas paixões, habilidades e pontos fortes. A partir desse ponto, busque informações sobre as áreas que combinem com sua personalidade, identifique suas limitações e como você poderia atuar e crescer nessa profissão”, disse o CEO da Jumper! Profissões e Idiomas.
Mercado de Trabalho
Faça uma pesquisa sobre o mercado de trabalho e pesquise quais as profissões que estão em alta. Busque saber quais habilidades e certificações são exigidas, se há previsões de crescimento no setor escolhido. Avalie se a nova profissão tem boas perspectivas, se oferece estabilidade e se tem muitas vagas de trabalho.
Invista em educação
A qualificação profissional é o grande aliado nesse momento de transição. Os cursos profissionalizantes são mais acessíveis, com um tempo menor de duração e uma boa maneira de descobrir se você tem afinidade com a área escolhida.
“Busque instituições que tenham certificações que validem seu conhecimento e que estejam atentos a todas as tendências e mudanças no mercado de trabalho”, explica Eleandro.
Networking
Independente da idade ou do momento de vida, se conectar com pessoas da área que você pretende ingressar pode abrir muitas portas. Participe de eventos, seminários e grupos online. Isso pode ajudar a entender melhor o dia a dia da profissão e pode até gerar boas oportunidades.
Planejamento financeiro
Aprender uma nova profissão e começar do zero em uma nova área pode impactar sua renda no curto prazo. Faça um planejamento financeiro, estude formas de economizar e, se possível, mantenha uma reserva de emergência para cobrir períodos de instabilidade.
Busque mentores e pessoas que te incentivem
Ter o apoio de um mentor pode acelerar seu processo de transição, assim como se aproximar de pessoas que estão no mesmo momento que você e te apoiem, isso pode te manter motivado.
“Busque profissionais experientes na área desejada para orientações e conselhos. Pode ser um professor ou um profissional da área que você admire. Mande mensagem nas redes sociais, e-mail, tente fazer um contato e peça dicas para quem está começando. Pessoas bem sucedidas, experientes, normalmente gostam de compartilhar boas dicas”, conta o CEO da Jumper! Profissões e Idiomas.
Tenha paciência
Mudar a jornada profissional leva tempo, requer dedicação e paciência. Essa transição, embora desafiadora, pode ser a chave para um futuro profissional mais satisfatório e alinhado com suas aspirações. “Não se frustre com os desafios iniciais, com o não e com a dificuldades para conseguir um emprego ou empreender. Todo começo é difícil, mas esteja sempre em movimento, buscando conhecimento e se dedicando. Com o tempo você vai ver o resultado do seu empenho”, aconselha Eleandro.
Sobre a Jumper! Profissões e Idiomas
Criada em 2003, a Jumper! Profissões e Idiomas é uma rede de ensino que conta com mais de 40 cursos profissionalizantes e de língua estrangeira, para crianças e adultos. Com mais de 600 mil alunos formados pela instituição, a empresa tem 60 unidades espalhadas pelo país, faturou R$35 milhões em 2023 e planeja chegar a R$40 milhões em 2024. Além de transformar o futuro das pessoas através da educação, a Jumper! almeja chegar em 70 unidades até o final do ano e vai dobrar o número de franquias até 2025.
Emprego
Vagas de Papai Noel em MS: Salário pode chegar a R$ 22 mil por mês
A preparação para o Natal já começou em Mato Grosso do Sul com oportunidades de trabalho fora do comum. A Fundação do Trabalho do Estado (Funtrab) anunciou a abertura de duas vagas para o cargo de Papai Noel, com remunerações atraentes de R$ 18 mil e R$ 22 mil mensais.
Não é exigida experiência prévia na função, pois as empresas contratantes oferecerão capacitação e suporte completo aos selecionados. Os requisitos principais focam nos atributos físicos e comportamentais do personagem: barba e barriga naturais, carisma, empatia no atendimento a crianças, simpatia e flexibilidade de horário para trabalhar inclusive aos domingos. O nível de escolaridade mínimo exigido é o Ensino Fundamental incompleto.
O contrato de trabalho terá duração de 45 dias, cobrindo todo o período das ações natalinas. As jornadas variam conforme a contratante:
- Vaga 1 (Itinerante): Atuação de segunda a segunda-feira, das 10h às 22h.
- Vaga 2: Atuação de terça-feira a sábado, das 14h às 22h, e aos domingos, das 14h às 20h.
Os profissionais contratados serão responsáveis por recepcionar o público, interagir com famílias e crianças, tirar fotos com visitantes e integrar as atrações da campanha de fim de ano.
Como se candidatar
Os interessados devem se dirigir à sede da Funtrab, localizada na Rua 13 de Maio, nº 2.773, em Campo Grande, portando RG, CPF e Carteira de Trabalho. O atendimento para encaminhamento é realizado de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 16h.
João Maria Vicente, com Primeira Página
Foto – Freepik
Emprego
Sindicato é o único meio do trabalhador negociar em igualdade com o patrão, afirma Carlos Santos
Num cenário em que o trabalhador, sozinho, muitas vezes não tem forças para reivindicar melhores condições de trabalho e de salário — e corre o risco até mesmo de ser demitido ao fazê-lo —, o sindicato se consolida como o instrumento legítimo e eficaz para a negociação coletiva. Essa é a mensagem que o Sindicato dos Empregados no Comércio de Campo Grande (SECCG), sob a liderança do presidente Carlos Santos, reforça neste momento.
“Não existe negociação equilibrada entre um trabalhador isolado e o poder econômico do patrão. O sindicato é quem tem a estrutura, a representatividade e a força jurídica para sentar à mesa e avançar nas conquistas da categoria”, afirma Carlos Santos.
O SECCG representa milhares de comerciários na capital sul-mato-grossense — e um detalhe fundamental: defende tanto os associados quanto os trabalhadores não sindicalizados. Isso significa que benefícios como reajuste salarial anual, vale-alimentação e outras garantias coletivas alcançam a categoria como um todo, independentemente de filiação.
“Muita gente critica o sindicato, mas poucos param para perguntar: quem garante o reajuste do meu salário todo ano? Quem negocia quando os direitos são desrespeitados? Quem enfrenta o patrão quando o salário atrasa, a jornada é abusiva ou o trabalhador sofre perseguição? A resposta é uma só: o sindicato dos trabalhadores”, completa o presidente.
Segundo Carlos Santos, a campanha de enfraquecimento dos sindicatos interessa justamente ao empresariado, que prefere lidar com o trabalhador desprotegido, individualmente, sem o respaldo de uma entidade de classe. “Dizer que sindicato não serve para nada é repetir o discurso patronal. Sindicato bom é o do trabalhador — forte, atuante e presente.”
O SECCG segue à disposição da imprensa para entrevistas e esclarecimentos sobre a atuação sindical e as pautas da categoria.
Assessoria de Imprensa — SECCG
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