Mato Grosso do Sul
Seu Abraço Aquece: apoio de empresas e entidades fortalece o propósito de fazer o bem
Levar conforto e aquecer a população em situação de vulnerabilidade neste inverno. Este é o propósito da campanha “Seu Abraço Aquece”, iniciativa do Governo do Estado, realizada em parceria com a SAD (Secretaria de Administração) e que tem a primeira-dama, Mônica Riedel como madrinha.
Inicialmente pensada para ocorrer entre os servidores estaduais, a campanha comprova sua relevância social ao conquistar importantes parceiros, como a Anoreg (Associação dos Notórios e Registradores do Estado de Mato Grosso do Sul), que nesta quinta-feira (27) pactuou parceria para ampliar o número de doações e assim, beneficiar mais pessoas.
Além das arrecadações internas, entre os funcionários dos 16 cartórios de Campo Grande, caixas serão disponibilizadas para que a população possa contribuir. “A Anoreg, com sua atuação atenta à responsabilidade social, decidiu integrar a campanha, sabendo de sua relevância. Para nós é uma honra fazer parte desta ação tão positiva”, esclarece o presidente da entidade, Leandro Augusto Neves Corrêa.
Logo no primeiro dia, a caixa localizada no cartório Zamperlini (9° Ofício) recebeu várias doações dos servidores, que mostraram seu comprometimento com a causa.
Para a primeira-dama, Mônica Riedel, a adesão dos parceiros comprova o quanto o sul-mato-grossense é solidário. “Foi uma grata notícia saber que a Anoreg abraçou nossa causa e que Seu Abraço Aquece está ganhando cada dia mais parceiros que tornam o projeto mais forte”, destacou.
Destacando a importância da participação popular, a secretária Ana Carolina Nardes reforça que todos podem ajudar, mesmo que seja com uma única peça de roupa. “Esse apoio da Anoreg é muito importante para fortalecer o propósito. Ao ampliar os pontos de arrecadação, mais pessoas poderão doar e por isso eu peço que quem for a um cartório resolver suas questões pessoais, leve uma peça ao menos e ajude a aquecer a vida de uma pessoa no período de baixas temperaturas. Somos gratos a cada doação e aos parceiros por abraçar a causa”, enfatizou a titular da SAD.
Parcerias e pontos de arrecadação

Além da Anoreg, que disponibilizará os 16 cartórios da Capital como pontos de arrecadação, o Santuário Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, a Faculdade Insted e a Famasul (Federação da Agricultura e Pecuária de MS) também integram a campanha.
Serão aceitas peças de roupas, calçados e cobertores novos ou em bom estado de conservação e limpas, que serão doadas por meio de instituições que atuam na área da assistência social.
Instituições interessadas em receber doações devem enviar um e-mail até o dia 12 de maio para: [email protected].
Além das secretarias e autarquias estaduais, os pontos de arrecadação na Capital são:
- Santuário Nossa Senhora do Perpétuo Socorro – Avenida Afonso Pena, 377 – Bairro Amambaí
- Faculdade Insted – Rua 26 de Agosto, 63 – Centro
- Famasul (Federação da Agricultura e Pecuária de MS) – Rua Marcino dos Santos, 401 – Chácara Cachoeira
- Cartórios da Capital
E no interior do Estado, as doações podem ser direcionadas às unidades da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros de Mato Grosso do Sul.
Elci Holsback, SAD
Fonte: Governo MS
Mato Grosso do Sul
Operação identifica desmatamento ilegal equivalente a quase 350 campos de futebol em MS
Operação Mata Atlântica em Pé identificou 348,67 hectares de desmatamento ilegal em Mato Grosso do Sul em 2026. Para ter uma ideia do tamanho da área, o total equivale, em uma comparação aproximada de 1 hectare por campo de futebol, a quase 350 campos.
As irregularidades foram encontradas a partir da análise de 18 alertas de desmatamento distribuídos por 15 municípios do estado. Segundo o Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS), houve uma redução expressiva na extensão das áreas desmatadas em relação à edição do ano passado.
Os alertas foram analisados pelo Núcleo de Geotecnologias (Nugeo) do MPMS, que utilizou imagens de satélite e outras ferramentas para verificar se as áreas indicadas realmente tinham sofrido desmatamento ilegal.
Após a confirmação das ocorrências, os dados foram encaminhados ao Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul), responsável pela fiscalização e aplicação das medidas administrativas.
A partir das informações recebidas, o órgão realizou as autuações de forma remota. Ao todo, foram aplicados R$ 1.521.044 em multas aos responsáveis pelas áreas identificadas.
Fiscalização com imagens de satélite
De acordo com o MPMS, a operação utiliza alertas de satélite cruzados com informações de mapas e registros das propriedades para identificar possíveis áreas de vegetação nativa derrubadas sem autorização.
O coordenador do Nugeo/MPMS, promotor de Justiça Luciano Loubet, destacou que o uso da tecnologia permite identificar e confirmar as áreas com mais rapidez.
“O uso de geotecnologias avançadas transformou a fiscalização ambiental em Mato Grosso do Sul. A validação rápida e precisa dos alertas pelo Nugeo permite que o Imasul atue de forma remota e imediata, garantindo que a infração não passe despercebida”, afirmou.
Segundo ele, a integração entre os órgãos de fiscalização e o uso de dados e imagens de satélite têm ajudado a combater o desmatamento ilegal no estado.
Operação nacional
A mobilização ocorreu entre os dias 17 e 27 de agosto, simultaneamente em 17 estados que possuem áreas do bioma Mata Atlântica.
A força-tarefa reúne Ministérios Públicos, órgãos de fiscalização ambiental e forças policiais. Entre as ferramentas utilizadas estão imagens de satélite e plataformas de monitoramento, como o MapBiomas Alerta.
Participaram da operação Alagoas, Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Sergipe, Espírito Santo, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Goiás e Mato Grosso do Sul.
A Operação Mata Atlântica em Pé é coordenada nacionalmente pela Associação Brasileira dos Membros do Ministério Público de Meio Ambiente (Abrampa) e pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), com apoio da Fundação SOS Mata Atlântica.
O que acontece após a identificação do desmatamento
Quando a fiscalização confirma uma área desmatada de forma irregular, os responsáveis podem sofrer diferentes tipos de medidas.
Entre elas estão:
- Multas e autos de infração: os responsáveis podem ser multados e a área pode ser embargada, impedindo novas atividades no local.
- Recuperação da área: são adotadas medidas para que a vegetação degradada seja recuperada.
- Responsabilização na Justiça: o caso também pode gerar procedimentos nas áreas cível e criminal.
- Restrições no cadastro ambiental: propriedades podem sofrer bloqueios no Cadastro Ambiental Rural (CAR).
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Restrição de crédito: os responsáveis podem ter o acesso a crédito rural e outros recursos financeiros suspenso.
Mato Grosso do Sul
Homem é preso em MS por armazenar porn0grafia infantil
Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso em flagrante nesta sexta-feira (28) durante uma operação que investigava o armazenamento de material de abuso sexual envolvendo crianças e adolescentes em Campo Grande.
A ação, realizada pela UICC (Unidade de Investigação de Crimes Cibernéticos) do MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul), em conjunto com a 69ª Promotoria de Justiça de Campo Grande, faz parte da Operação Infância Segura.
Durante o cumprimento de um mandado de busca e apreensão, o investigado foi preso em flagrante, com apoio da Depca (Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente).
Operação criança segura
A investigação apura o crime de armazenamento de material de abuso sexual infantil. De acordo com o artigo 241-B do Estatuto da Criança e do Adolescente, é crime possuir ou manter registros com cenas de sexo explícito ou conteúdo pornográfico envolvendo crianças ou adolescentes.
Segundo o MPMS, como o crime é considerado permanente enquanto o material permanece armazenado, a constatação do conteúdo durante o cumprimento do mandado permitiu a prisão em flagrante.
A investigação começou a partir da ronda virtual realizada pela UICC, que identificou a existência do material na internet.
Agora, as evidências digitais apreendidas serão analisadas para identificar a extensão das condutas investigadas e verificar a possível participação ou envolvimento de outras pessoas no caso.
Como denunciar?
O MPMS orienta que imagens e vídeos de abuso sexual infantil não sejam compartilhados, mesmo com a intenção de denunciar o crime, inclusive em grupos de aplicativos de mensagens ou redes sociais.
As denúncias podem ser feitas à Ouvidoria do MPMS, aos Conselhos Tutelares e a outros órgãos de proteção à criança e ao adolescente.
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