Mato Grosso do Sul
Programas Bolsa Atleta e Bolsa Técnico estão com inscrições abertas em junho
Criado para incentivar o surgimento de novos esportistas e valorizar Mato Grosso do Sul no cenário nacional, os programas Bolsa Atleta e Bolsa Técnico 2023-2024 estão com inscrições abertas em junho. A iniciativa é realizada pela Fundesporte (Fundação de Desporto e Lazer de Mato Grosso do Sul) e Setescc (Secretaria de Estado de Turismo, Esporte, Cultura e Cidadania).
Os editais (Portarias Normativas nº 002 e 003/2023), com todas as instruções do processo seletivo, foram publicadas no Diário Oficial do Estado. Os candidatos podem se inscrever até 23 deste mês.
Para esta edição, os interessados em pleitear o benefício deverão realizar a inscrição no novo sistema on-line da Fundesporte, por meio do endereço: www.bolsa.fundesporte.ms.gov.br.
A nova plataforma elaborada pela SGI (Superintendência de Gestão da Informação) permite, de forma desburocratizada, que todos os participantes acompanhem todas as etapas do processo seletivo. Tudo isso proporcionando transparência e agilidade.
O processo de seleção dos bolsistas é coordenado anualmente pelo Cogeb (Comitê Gestor da Bolsa Atleta e Bolsa Técnico) da Fundesporte, que analisa os documentos, classifica os atletas e técnicos, realiza entrevistas e divulga os resultados. Nesta edição da Bolsa, o desempenho e classificação dos requerentes em competições do esporte de rendimento serão avaliados no período de 1º de abril 2022 a 30 de abril de 2023.
Ao todo, o programa contemplará 346 atletas e 38 técnicos nesta edição, com recursos mensais de R$ 331 mil e R$ 3,97 milhões somando-se todos os pagamentos (12 meses). Os valores das bolsas por mês variam de R$ 500,00 a R$ 1.500,00. Os recursos são provenientes do FIE (Fundo de Investimentos Esportivos).
As oito categorias do Bolsa Atleta estão divididas da seguinte forma: Estudantil (121 bolsas de R$ 500), Universitário (15 de R$ 950), Nacional (134 de R$ 950), Nacional Paralímpico (28 de R$ 950), Máster (11 de R$ 950), Pódio Complementar (11 de R$ 1.200), Pódio Complementar Paralímpico (13 de R$ 1.200) e Internacional (13 de R$ 1.200). O Bolsa Técnico tem duas categorias: Técnico I (19 bolsas de R$ 1.000) e Técnico II (19 de R$ 1.500).
Para mais informações e esclarecimento de dúvidas, entre em contato pelo telefone (67) 3323-7225 ou adicione este número e mande uma mensagem pelo WhatsApp.
Lucas Castro, Comunicação Fundesporte
Foto: Saul Schramm/Arquiv
Fonte: Governo MS
Mato Grosso do Sul
Ladrão furta carro e móveis de residência, sofre acidente durante fuga e abandona veículo em MS
Um homem ainda não identificado furtou móveis e um veículo de uma residência e acabou sofrendo um acidente durante a fuga, na noite desta terça-feira (8), na rodovia MS-427, em Rio Verde de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul.
Segundo o boletim de ocorrência, o suspeito teria arrombado a porta dos fundos do imóvel, localizado na Rua Duque de Caxias, no bairro Vila Carmem, utilizando um machado.
Em seguida, ele teria furtado diversos objetos e o veículo que estava estacionado na garagem.O homem utilizou o carro para fugir, mas, durante o trajeto, perdeu o controle da direção e saiu da pista.
O veículo parou aproximadamente dois quilômetros após o fim do trecho pavimentado da MS-427, já em uma estrada de terra.Conforme apurado pelo portal Rio Verde News, equipes policiais conseguiram localizar o veículo com auxílio de imagens de câmeras de segurança.
O carro apresentava danos na lataria provocados pelo acidente.O suspeito, porém, havia fugido do local antes da chegada dos policiais e ainda não foi localizado.O caso segue em investigação para identificar e localizar o responsável pelo furto.
Tatiane Linhares Vicente, com informações de Top Mídia News
Mato Grosso do Sul
Operação identifica desmatamento ilegal equivalente a quase 350 campos de futebol em MS
Operação Mata Atlântica em Pé identificou 348,67 hectares de desmatamento ilegal em Mato Grosso do Sul em 2026. Para ter uma ideia do tamanho da área, o total equivale, em uma comparação aproximada de 1 hectare por campo de futebol, a quase 350 campos.
As irregularidades foram encontradas a partir da análise de 18 alertas de desmatamento distribuídos por 15 municípios do estado. Segundo o Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS), houve uma redução expressiva na extensão das áreas desmatadas em relação à edição do ano passado.
Os alertas foram analisados pelo Núcleo de Geotecnologias (Nugeo) do MPMS, que utilizou imagens de satélite e outras ferramentas para verificar se as áreas indicadas realmente tinham sofrido desmatamento ilegal.
Após a confirmação das ocorrências, os dados foram encaminhados ao Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul), responsável pela fiscalização e aplicação das medidas administrativas.
A partir das informações recebidas, o órgão realizou as autuações de forma remota. Ao todo, foram aplicados R$ 1.521.044 em multas aos responsáveis pelas áreas identificadas.
Fiscalização com imagens de satélite
De acordo com o MPMS, a operação utiliza alertas de satélite cruzados com informações de mapas e registros das propriedades para identificar possíveis áreas de vegetação nativa derrubadas sem autorização.
O coordenador do Nugeo/MPMS, promotor de Justiça Luciano Loubet, destacou que o uso da tecnologia permite identificar e confirmar as áreas com mais rapidez.
“O uso de geotecnologias avançadas transformou a fiscalização ambiental em Mato Grosso do Sul. A validação rápida e precisa dos alertas pelo Nugeo permite que o Imasul atue de forma remota e imediata, garantindo que a infração não passe despercebida”, afirmou.
Segundo ele, a integração entre os órgãos de fiscalização e o uso de dados e imagens de satélite têm ajudado a combater o desmatamento ilegal no estado.
Operação nacional
A mobilização ocorreu entre os dias 17 e 27 de agosto, simultaneamente em 17 estados que possuem áreas do bioma Mata Atlântica.
A força-tarefa reúne Ministérios Públicos, órgãos de fiscalização ambiental e forças policiais. Entre as ferramentas utilizadas estão imagens de satélite e plataformas de monitoramento, como o MapBiomas Alerta.
Participaram da operação Alagoas, Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Sergipe, Espírito Santo, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Goiás e Mato Grosso do Sul.
A Operação Mata Atlântica em Pé é coordenada nacionalmente pela Associação Brasileira dos Membros do Ministério Público de Meio Ambiente (Abrampa) e pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), com apoio da Fundação SOS Mata Atlântica.
O que acontece após a identificação do desmatamento
Quando a fiscalização confirma uma área desmatada de forma irregular, os responsáveis podem sofrer diferentes tipos de medidas.
Entre elas estão:
- Multas e autos de infração: os responsáveis podem ser multados e a área pode ser embargada, impedindo novas atividades no local.
- Recuperação da área: são adotadas medidas para que a vegetação degradada seja recuperada.
- Responsabilização na Justiça: o caso também pode gerar procedimentos nas áreas cível e criminal.
- Restrições no cadastro ambiental: propriedades podem sofrer bloqueios no Cadastro Ambiental Rural (CAR).
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Restrição de crédito: os responsáveis podem ter o acesso a crédito rural e outros recursos financeiros suspenso.
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