Política
Orçamento de MS é aprovado com emenda de Eduardo Rocha que pede pavimentação na MS-320 para região de Três Lagoas
O deputado estadual Eduardo Rocha, juntamente com os colegas de plenário, aprovaram nesta terça-feira (8), o Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) para 2021. Neste incluiu uma emenda de meta do parlamentar, primeiro vice-presidente da ALEMS (Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul), que solicita a pavimentação asfáltica da rodovia MS-320.
A melhoria em questão é para o trecho que vai da cidade de Três Lagoas até o entroncamento com a rodovia MS 377, região do Posto Vera Cruz. Esta solicitação se faz necessária pelos constantes pedidos dos inúmeros moradores e produtores da região, que utilizam diariamente da referida rodovia para locomoção até os centros urbanos, escoamento de suas safras, deslocamento de alunos até as escolas, dentre várias outras utilidades.
Além do PLOA, os deputados aprovaram a primeira revisão do Plano Plurianual (PPA) para o quadriênio 2020-2023, também em segunda votação.
O Projeto de Lei Orçamentária Anual 189/2020 estima orçamento de R$ 16,82 bilhões para o exercício financeiro de 2021, considerando os impactos da pandemia da Covid-19, mas também a expectativa de recuperação econômica.
Já a revisão do PPA 2020-2023, disposta no Projeto de Lei 188/2020, foi adequada, de acordo com o governo, ao cenário de pós-pandemia.
Segundo a comunicação da ALEMS, o orçamento público compreende a elaboração e execução de três leis – o PPA, a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e a LOA –, que, em conjunto, materializam o planejamento e a execução das políticas públicas
O PPA é a previsão estratégica do governo para um período de quatro anos. Já a LDO, é o planejamento de vigência anual, que também direciona a LOA. Conforme cronograma de tramitação, nesta quarta-feira (9) será votada a redação final das matérias.
Por Assessoria deputado Eduardo Rocha/Mariana Anjos
Política
Lula enfrenta 52,9% de desaprovação em nova pesquisa
Mesmo liderando a corrida eleitoral com 43,4% das intenções de voto no primeiro turno contra 33,7% de Flávio Bolsonaro (PL), a desaprovação do governo Lula (PT) atingiu 52,9% em agosto.
O cenário de contraste entre a força eleitoral do presidente e o desgaste de sua gestão administrativa foi apontado pela Pesquisa Atlas/Bloomberg, divulgada nesta segunda-feira (31).
De acordo com o levantamento, apenas 45,4% dos entrevistados aprovam o desempenho de Lula à frente do Executivo, enquanto 1,7% não souberam responder. Quando questionados sobre a avaliação geral da gestão federal, mais da metade dos eleitores (51,1%) classifica a administração como ruim ou péssima. Outros 37,0% avaliam como ótima ou boa e 11,9% a consideram regular.
Intenção de voto no 1º turno
Apesar dos índices negativos de avaliação da máquina pública, o presidente mantém a liderança na preferência do eleitorado, seguido pelo senador Flávio Bolsonaro:
- Lula (PT): 43,4%;
- Flávio Bolsonaro (PL): 33,7%;
- Escritor Augusto Cury (Avante): 7,8%;
- Renan Santos (Missão): 7,6%;
- Ronaldo Caiado (PSD): 3,3%;
- Pablo Marçal (PRTB): 1,9%;
- Romeu Zema (Novo): 1,0%;
- Samara (UP): 0,9%;
- Rui Costa Pimenta (PCO): 0,1%;
- Veterinário Wilson Grassi (Democrata): 0,1%;
- Brancos, nulos e indecisos: 0,3%.
Cenários de 2º turno e taxas de rejeição
Nas simulações de segundo turno, a vantagem de Lula sobre os nomes da oposição se estreita. Contra Flávio Bolsonaro, o petista registra 47,1% contra 42,6% do senador (10,3% de brancos, nulos ou indecisos).
Em um eventual embate contra o ex-presidente Jair Bolsonaro, o placar fica em 46,8% a 44,1%.
Lula também lidera contra Ronaldo Caiado (46,6% a 41,0%), Romeu Zema (47,0% a 40,7%) e Renan Santos (47,5% a 26,0%).
No quesito rejeição (“em quem não votaria de jeito nenhum”), o senador Flávio Bolsonaro e o presidente Lula aparecem tecnicamente empatados na liderança negativa, com 52,7% e 52,0%, respectivamente. Renan Santos soma 43,1%, Jair Bolsonaro tem 41,3% e Pablo Marçal registra 40,1%.
Desgaste com investigações sobre “Lulinha”
O levantamento aponta que a repercussão das investigações da Polícia Federal envolvendo Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente, pesa sobre a imagem do governo. Cerca de 67,2% dos brasileiros afirmam acompanhar o caso de perto.
Para 52,6% dos entrevistados, Lulinha atuou para influenciar órgãos públicos em favor de empresários, enquanto 26,3% não acreditam em favorecimento e 21,1% não souberam opinar.
A pesquisa revela ainda que 55,1% entendem que o episódio atinge diretamente o governo e 59,4% acreditam que o caso tem potencial para prejudicar a candidatura de Lula à reeleição (34,8% “muito” e 24,6% “um pouco”).
Metodologia da pesquisa
- Amostra: 5.014 entrevistados em todo o Brasil;
- Metodologia: Recrutamento Digital Aleatório (Atlas RDR);
- Período de coleta: 25 a 30 de agosto de 2026;
- Margem de erro: 1 ponto percentual para mais ou para menos;
- Nível de confiança: 95%;
- Registro no TSE: BR-07972/2026.
Por RCN 67
Política
Eleição em MS pode ser decidida no 1º turno, indica pesquisa
O governador Eduardo Riedel (PP) aparece em posição de vencer a eleição para o governo de Mato Grosso do Sul ainda no primeiro turno, conforme a quarta pesquisa de intenções de voto contratada pelo Correio do Estado e realizada pelo Instituto de Pesquisa Resultado (IPR).
No cenário estimulado, Riedel tem 44,77% das intenções de voto, enquanto todos os seus adversários somados alcançam 32,02%.
Desconsiderando os votos brancos, nulos e os eleitores ainda indecisos, como ocorre no cálculo dos votos válidos na eleição, ele alcança aproximadamente 58,3% dos votos já definidos, contra 41,7% dos demais candidatos.
O resultado coloca Riedel, no atual retrato da pesquisa, acima dos 50% dos votos válidos necessários para encerrar a disputa no primeiro turno.
O cenário, porém, ainda pode sofrer alterações, principalmente porque 13,78% dos entrevistados permanecem indecisos.
Na pesquisa estimulada, quando os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados, o ex-deputado federal Fábio Trad (PT) ocupa a segunda colocação, com 13,78%, uma diferença de 30,99 pontos porcentuais em relação ao governador.
Já o ex-senador Delcídio do Amaral (PRD) aparece em terceiro, com 7,02%, seguido pelo deputado estadual João Henrique Catan (PL), com 4,85%. O economista Renato Gomes (DC) registra 2,68%, Lucien Rezende (Psol), 1,91%, enquanto Jeferson Bezerra (Agir) e Daniel Lemes (PCO) aparecem com 0,89% cada; os votos brancos e nulos representam 9,44% e 13,78% ainda não sabem em quem votar.
ESPONTÂNEA
Riedel também lidera com ampla vantagem na pesquisa espontânea, quando nenhum nome é apresentado ao eleitor.
O governador foi citado por 16,20% dos entrevistados, enquanto Fábio Trad aparece com 2,68% e João Henrique Catan e Delcídio têm 0,38% cada.
O ex-prefeito de Aquidauana, Odilon Ribeiro (PL), o senador Nelsinho Trad (PSD), o deputado estadual Paulo Duarte (PSDB), o vereador campo-grandense Marquinhos Trad (PV), o deputado estadual Pedro Pedrossian (Republicanos) e o ex-prefeito de Três Lagoas, Ângelo Guerreiro (PSDB), foram lembrados por 0,13% dos entrevistados cada.
O destaque nesse cenário é o elevado porcentual de eleitores que ainda não têm um candidato definido. Os indecisos chegam a 75,64%, enquanto votos brancos e nulos somam 3,95%.

REJEIÇÃO
Apesar de ocupar a segunda colocação na intenção de voto estimulada, Fábio Trad também apresenta o maior índice de rejeição entre os candidatos, com 17,98% dos entrevistados.
Delcídio do Amaral aparece em seguida, com rejeição de 12,37%, e Eduardo Riedel tem índice de 6,25%. Lucien Rezende registra 2,93%, enquanto Daniel Lemes e João Henrique Catan têm 2,17% cada.
Jeferson Bezerra aparece com 1,28% e Economista Renato Gomes, com 0,77%. Entre os entrevistados, 32,78% disseram não rejeitar nenhum candidato, enquanto 8,55% afirmaram rejeitar todos, outros 9,06% estão indecisos e 3,70% responderam branco ou nulo.
DADOS
A pesquisa IPR/Correio do Estado foi realizada entre 19 e 23 de agosto, com 784 eleitores de 17 municípios que, juntos, concentram 68% da população de Mato Grosso do Sul.
O levantamento tem margem de erro de 3,5 pontos porcentuais, para mais ou para menos, e intervalo de confiança de 95%; a pesquisa está registrada sob os números BR-05012/2026 e MS-07621/2026.
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