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Luis Miranda será o malandro Antônio do Amor em ‘O Auto da Compadecida 2’
Luis Miranda chega ao elenco de ‘O Auto da Compadecida 2’ para interpretar Antônio do Amor, um típico malandro que recorre à criatividade para conseguir alguns bicos e serviços informais. O personagem teve cartaz oficial, foto e vídeo inédito divulgados pela H2O Films e pela Conspiração. Quando João Grilo (Matheus Nachtergaele) e Chicó (Selton Mello) precisam de ajuda, Antônio do Amor vai para Taperoá, no interior da Paraíba. Ele usa seu talento de improviso para ajudar os amigos a se livrarem de confusões e, claro, conseguir um trocado por fora. No entanto, o sucesso com as mulheres da cidade pode colocar tudo a perder.
Com a direção de Flávia Lacerda e Guel Arraes, o longa trouxe novos personagens para a trama, sem deixar de lado a essência cômica e crítica do primeiro filme. Mais atual do que nunca, a história é um retrato do Brasil que lida com desafios de hoje em uma Taperoá fantasiosa. Neste contexto, Antônio do Amor movimenta a história com suas gambiarras e ‘jeitinho brasileiro’, ao mesmo tempo em que denuncia as inseguranças do trabalho informal, característica do Brasil que atravessa as décadas.

Antônio do Amor ganha a vida com trabalhos informais. (Fotos: Laura Campanella)
O filme chega aos cinemas no dia 25 de dezembro, com distribuição da H2O Films. No elenco, também estão Taís Araujo (Compadecida), Virginia Cavendish (Rosinha), Humberto Martins (Coronel Ernani), Enrique Diaz (Joaquim Brejeiro), Fabiula Nascimento (Clarabela), entre outros nomes. “O Auto da Compadecida 2” tem produção da Conspiração e da H2O Produções. A coprodução é da Claro, com patrocínios master do Instituto Cultural Vale e da Brahma, e patrocínios da Santa Helena, do Itaú Unibanco, TikTok, Nubank, Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, Secretaria Municipal de Cultura e Emiliano, por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura – Lei do ISS.
SINOPSE
Depois de 20 anos desaparecido, João Grilo retorna à pequena Taperoá para se juntar ao seu velho companheiro Chicó. Acontece que agora ele é recebido como uma celebridade na cidade. Afinal, reza a lenda que havia sido morto por bala de espingarda e ressuscitado após um julgamento que tinha o Diabo como acusador, Nossa Senhora como defensora e o próprio Jesus Cristo como juiz. Disputado como principal cabo eleitoral pelos dois políticos mais poderosos da cidade, ele faz de tudo para finalmente aplicar o golpe que vai lhe render muito dinheiro e, quem sabe, vida mansa – como se fosse possível que ele se aquietasse. Só que nada sai como planejado e ele terá de recorrer à Compadecida novamente.
ELENCO PRINCIPAL
Matheus Nachtergaele (João Grilo)
Selton Mello (Chicó)
Taís Araujo (Compadecida)
Humberto Martins (Coronel Ernani)
Luis Miranda (Antônio do Amor)
Eduardo Sterblitch (Arlindo)
Fabiula Nascimento (Clarabela)
PARTICIPAÇÃO ESPECIAL
Virginia Cavendish (Rosinha)
Enrique Diaz (Joaquim Brejeiro)
FICHA TÉCNICA
Dirigido por Flávia Lacerda e Guel Arraes
Roteiro de Guel Arraes e João Falcão
Colaboração de Roteiro Adriana Falcão e Jorge Furtado
Produzido por Guel Arraes, Edson Pimentel, Pedro Buarque de Hollanda e Sandro Rodrigues
Coproduzido por Renata Brandão e Juliana Capelini
Produtores Executivos Tania Pacheco, Claudio Peralta e Carolina Jabor
Produtores Associados Matheus Nachtergaele e Selton Mello
Coprodutores Executivos: Marcos Penido, Adriana Basbaum
Gerentes Executivas: Fabiana Guzman, Jenifer Marques, Monica Zennaro e Maria Paula Carvalho
Produtora Delegada: Rose Soares
Produtores de Elenco: Alonso Zerbinato
Direção de Fotografia: Gustavo Hadba, ABC
Direção de Arte: Yurika Yamasaki
Figurino: Emilia Duncan
Maquiagem: Rosemary Paiva
Montagem: Fabio Jordão
Diretor de Efeitos Visuais: Claudio Peralta
Som Direto: Gui Algarve
Desenho de Som e Mixagem: João Jabace
Colorista: Pedro Saboya
Trilha Sonora Original: João Falcão e Ricco Vianna
Distribuição: H2O Films
Produção: Conspiração e H2O Produções
Patrocínio Master: Instituto Cultural Vale e Brahma
Patrocínio: Santa Helena, Itaú, TikTok, Nubank, Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, Secretaria Municipal de Cultura, Emiliano
Coprodução: Claro
Apoio: RioFilme
FLÁVIA LACERDA | Diretora
Flávia Lacerda é pernambucana, nascida em Recife. Formada em Cinema e Etnologia pelas universidades de Paris 8 e Paris 7, na França. Mora no Rio desde 1998, quando fez assistência de direção no seu primeiro trabalho na Globo: “O Auto da Compadecida”. Em 20 anos de profissão,às vezes escreveu, às vezes dirigiu ou codirigiu séries, novelas e especiais, entre eles: “Sexo Frágil”, “O Programa Novo”, “Belíssima”, “Negócio da China”, “Natal do Pequeno Imperador”, “Dó-Ré-Mi- Fábrica”, “Tudo Novo de Novo”, “Clandestinos”, “Insensato Coração”, “Louco Por Elas”, “Amor Te Amo”, “Chapa Quente”, “Mister Brau”, “A Fórmula”. No cinema, recentemente codirigiu o “Grande Sertão Veredas” e deu consultoria de direção para “Medida Provisória”, “O Debate” e “Beleza da Noite”.
GUEL ARRAES | Diretor
Cineasta, diretor, produtor e roteirista pernambucano, Guel Arraes é um dos grandes nomes da dramaturgia brasileira. Ganhou destaque na TV Globo, criando e dirigindo sucessos como “Armação Ilimitada” (1985-1988) e “TV Pirata” (1988-1992). Em 1999, junto a João e Adriana Falcão, Guel Arraes adaptou e dirigiu “O Auto da Compadecida”, inspirada na peça de Ariano Suassuna. Filmada em película e exibida em quatro capítulos, a produção ganhou uma versão cinematográfica em 2000, consagrando-se como um dos maiores sucessos do cinema brasileiro. Guel também foi responsável pela segunda versão de “A Grande Família” (2001-2014), “Os Normais” (2001-2003), e “A Mulher Invisível”, que venceu o Emmy em 2011. Ao lado de Jorge Furtado, escreveu e dirigiu “A Invenção do Brasil” (2000), e escreveu “Ó Paí Ó” (2008), “Decamerão, a Comédia do Sexo” (2009); o quadro “A História de Amor”, exibido no Fantástico em 2011, e o filme “O Debate” (2023), que marcou a estreia de Caio Blat na direção de cinema. Neste ano, Guel Arraes esteve envolvido em dois grandes projetos. Como diretor, lançou o filme “Grande Sertão”, adaptação da obra homônima de João Guimarães Rosa. Prepara-se para a estreia de “O Auto da Compadecida 2”, obra que dirigiu ao lado de Flávia Lacerda e que dará continuidade à história dos personagens criados por Ariano Suassuna.
CONSPIRAÇÃO | Produtora
A Conspiração é a produtora independente da América Latina mais indicada ao Emmy Internacional. No cinema, participou dos mais importantes festivais do mundo como Cannes, Berlim, Veneza, Toronto e foi responsável pelos sucessos de bilheteria Vai Que Cola, Eu Tu Eles e 2 Filhos de Francisco – este último escolhido pelo Brasil como representante ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro em 2006. Entre os lançamentos mais recentes estão Fim (Globoplay), Dom (Prime Video), Se Eu Fosse Luisa Sonza (Netflix), Sob Pressão (Globoplay) e Acampamento de Magia Para Jovens Bruxos (Gloob). Atualmente a produtora trabalha em títulos como “Auto da Compadecida 2”, “Vitória” e “Ainda Estou Aqui”.
H2O FILMS | Produtora e Distribuidora
Fundada em 2012, a H2O Films é uma distribuidora de Cinema com capital 100% nacional. Sua missão é potencializar ao máximo o desempenho dos filmes que lança. Em um mercado altamente competitivo, a H2O Films busca tratar e pensar cada projeto de forma exclusiva. Para isso, tem como grande diferencial a expertise em marketing e o know-how em programação de sua equipe. A empresa é responsável pela distribuição de mais de 70 filmes de gêneros diversos – de documentário musical a talkshow, passando por grandes sucessos de comédia e filmes para família.
Alguns deles são: “Cássia Eller”, de Paulo Henrique Fontenelle, que se tornou um dos documentários mais bem-sucedidos de mercado e de crítica; , “Vai Que Cola – O Filme”, com a maior bilheteria de abertura nacional do ano, que contou com um público de mais de 3,2 milhões de espectadores; a continuação da comédia de Andrucha Waddington , “Os Penetras 2 – Quem dá mais?” e “Um Tio Quase Perfeito”, com Marcus Majella, “O Grande Circo Místico”, de Cacá Diegues, indicado pelo Brasil a concorrer a uma vaga ao Oscar; a sequência da comédia “Vai Que Cola 2- O Começo”; o show “Roberto Carlos em Jerusalém 3D” que fez mais de 70 mil de público; “Um Tio Quase Perfeito 2”, continuação da história protagonizada por Marcus Majella; “Um Casal Inseparável”, de Sérgio Goldenberg, com Nathallia Dill e Marcos Veras; “Não Vamos Pagar Nada”, com Samantha Schmütz e Edmilson Filho; “De Perto Ela Não é Normal”, com Suzi Pires e grande elenco; “Galeria Futuro”, de Afonso Poyart e Fernando Sanchez, com Marcelo Serrado, Otavio Muller, Aílton Graça e Luciana Paes; “O Jardim Secreto de Mariana”, de Sérgio Rezende estrelado por Andréia Horta e Gustavo Vaz; “Tarsilinha”, animação infantil de Celia Catunda e Kiko Mistrorigo, inspirada na arte de Tarsila do Amaral e licenciada para Amazon Prime; “Medida Provisória”, de Lázaro Ramos, com Tais Araujo, Alfred Enoch, Seu Jorge e Adriana Esteves, vencedor dos prêmios de melhor filme, roteiro e ator coadjuvante no Inffinito Film Festival; e “A Última Festa”, filme de Matheus Souza protagonizado pelos jovens influenciadores Marina Moschen, Christian Malheiros, Giulia Gayoso e Thalita Meneghim. Entre os lançamentos mais recentes estão “Pérola”, com Drica Moraes e dirigido por Murilo Benício; Ó Paí, Ó 2″, com Lázaro Ramos; “Príncipe Lu e a Lenda do Dragão”, protagonizado pelo fenômeno Luccas Neto; “Dois é Demais em Orlando”, com Eduardo Sterblitch e “Aumenta que é Rock’n’roll”, com Johnny Massaro. Em dezembro de 2024, chega aos cinemas “O Auto da Compadecida 2”, uma coprodução H2O Films e Conspiração.
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Camila Morgado será homenageada hoje no 33º Festival de Cinema de Vitória
A atriz Camila Morgado será homenageada nesta segunda-feira (20/07) na 33ª edição do Festival de Cinema de Vitória, que acontece até o dia 25 de julho no Espírito Santo. Camila receberá o Troféu Vitória, entregue pela atriz Vera Holtz, e o Caderno da Homenageada, publicação biográfica assinada pelos jornalistas Leonardo Vais e Paulo Gois Bastos. Com três décadas de uma trajetória que transita entre o teatro, o cinema e o streaming, a atriz define sua relação com o ofício: “Quando percebi que podia usar a manipulação, o artifício, o trabalho virou um grande playground. Eu vi que podia brincar, me colocar em vários lugares e adaptar essa manipulação para qualquer linguagem, seja no experimental, na tragédia, na comédia, no teatro ou em uma série. É aí que a magia acontece”.
A estreia de Camila Morgado em longas-metragens ocorreu em “Olga” (2004), drama biográfico dirigido por Jayme Monjardim e baseado no livro de Fernando Morais. O papel foi um dos principais marcos na carreira da atriz, que reflete sobre o impacto da obra: “Já se passaram mais de 20 anos e as pessoas ainda me param na rua para falar desse trabalho. Acredito que essa história continua muito viva porque dialoga com o que passamos hoje, com esses fantasmas de democracias ruindo. ‘Olga’ fala justamente sobre o espaço democrático, sobre a construção da sociedade, sobre nossos direitos e deveres, e sobre o peso de uma ditadura e de sua repressão”. O sucesso também trouxe desafios. “Logo depois que eu fiz ‘Olga’, só me chamavam para viver revolucionárias ou papéis dramáticos”, recorda.
Camila Morgado no filme “Olga” (2004), na minissérie “A Casa das Sete Mulheres” (2003), na peça “Palácio do Fim” (2012) e na série “Bom dia, Verônica” (2020)
Camila também se destacou na comédia, com diferentes papéis no cinema e na TV. Uma de suas personagens mais marcantes foi Noêmia em “Avenida Brasil” (2012). “O meu núcleo era divertidíssimo, repleto de atores maravilhosos e fez um sucesso estrondoso. Foi ali que senti que o público começou a me enxergar de outro jeito. As pessoas se surpreendiam e comentavam se era a mesma atriz que tinha feito a Olga. Foi uma virada de chave importante na minha carreira para quebrar estereótipos e mostrar que eu podia fazer coisas completamente diferentes”, lembra.
A trajetória da atriz nos cinemas soma mais de 10 produções, incluindo os blockbusters “Até que a Sorte nos Separe” 2 e 3, de Roberto Santucci, o documentário “Vinicius” (2005), de Miguel Faria Jr., o thriller “O Animal Cordial” (2018), de Gabriela Amaral Almeida, o drama experimental “Vergel” (2017), rodado na Argentina por Kris Niklison, além das comédias “Bem Casados” (2015), de Aluizio Abranches, “Divórcio” (2017), de Pedro Amorim, e o premiado “Domingo” (2018), de Clara Linhart e Fellipe Barbosa.
Para este ano, Camila se prepara para filmar em Caiena, na Guiana Francesa, o longa-metragem “O Passeio de Dendiara”, escrito e dirigido pela mineira Elza Cataldo, adaptação do livro homônimo de Ana Beltrame. Na história, baseada em fatos reais, Camila interpreta Isabel Valoni, cônsul-geral do Brasil na Guiana Francesa. Na história, que retrata o submundo do garimpo e da exploração sexual infantil, a diplomata se depara com o caso de uma menina de 11 anos, que está grávida e foi encontrada no Oiapoque, na fronteira entre Brasil e Guiana Francesa.
Camila também aguarda o lançamento de dois outros longas este ano: o thriller “Nova Éden”, de Aly Muritiba, que se passa na década de 1920 numa vila de imigrantes no sul do país, e “Sedução”, dirigido por Zelito Vianna e Marcos Palmeira, em que interpreta a atriz Sara Teixeira, companheira de Paulo, personagem de Marcos Palmeira.
Nas plataformas de streaming, a atriz teve destaque como Janete na primeira temporada de “Bom Dia, Verônica” (2020), original Netflix que lhe rendeu o Prêmio APCA de Melhor Atriz. “Tentei trabalhar na Janete a implosão de tudo que não se pode dizer. Tentei não fazê-la vítima, apesar de nós sabermos que ela era, porque senão já iríamos ter pena. Eu queria fazê-la uma mulher íntegra, com toda sua complexidade. Foquei na solidão, na carência e no silêncio”, explica. Outro papel marcante em séries foi a advogada criminalista Heloísa em “Sentença” (Prime Video).
Na TV, sua estreia foi como a heroína Manuela na minissérie “A Casa das Sete Mulheres” (2003). Seus trabalhos mais marcantes em novelas incluem “América” (2004), “A Lei do Amor” (2016) e dois remakes recentes de Benedito Ruy Barbosa adaptados por Bruno Luperi: “Pantanal” (2022), como Irma, e “Renascer” (2024), como Iolanda (Dona Patroa). Sobre a experiência na região centro-oeste em “Pantanal”, Camila relembra a experiência: “Essa viagem me lembrou o quanto a minha profissão é generosa. Ela nos presenteia com experiências que não teríamos tão facilmente na vida real. De repente, eu me vi numa fazenda, ouvindo o Almir Sater tocar viola como se fosse um show para poucos. Sentir a força daquela região; eu não tinha noção de como era exuberante”. A novela seguinte, “Renascer”, teve um significado ainda mais profundo em sua vida pessoal, coincidindo com a perda de sua mãe. “Fui salva por esse trabalho, por esta personagem tão delicada e lúdica. Iolanda me trouxe alegria de viver num momento em que eu não tinha nenhuma. Às vezes, é o personagem que te acolhe e salva a vida da gente”.
A atriz também construiu uma base sólida no teatro. Camila estreou nos palcos no final da década de 1990 com o espetáculo “Graal” (1997), dirigido por Gerald Thomas, que marcou sua formatura na Casa das Artes de Laranjeiras (CAL), e integrou a Cia de Ópera Seca. Anos depois, foi dirigida por Marília Pêra na comédia “Doce Deleite” (2008) e atuou ao lado de Vera Holtz em “Palácio do Fim” (2012), sob a direção de José Wilker. Após um hiato de mais de 10 anos, retornou aos palcos em “A Falecida” (2023), texto de Nelson Rodrigues dirigido por Sérgio Modena, realizando um sonho antigo. Ao olhar para as últimas três décadas e para o caminho percorrido até aqui, ela reflete: “Tenho tido a sorte de construir uma carreira bem diversa. Já fiz de tudo: todos os gêneros, passei pelo público infantil e pelo adulto, fiz produções super populares e outras mais experimentais. Olho para onde cheguei hoje… sinto muita gratidão, porque vejo que estou conseguindo desenhar uma trajetória muito linda, da qual me orgulho demais”, finaliza.
Pelo segundo ano consecutivo, Camila assina a curadoria de longas-metragens de ficção e documentários do 54º Festival de Cinema de Gramado, junto com a atriz Ana Flavia Cavalcanti e o jornalista Marcos Santuario e também a curadoria da 30ª edição do Inffinito Brazilian Film Festival, que acontece em setembro em Miami.
O 33° Festival de Cinema de Vitória conta com patrocínio da Vale, através da Lei Rouanet, Ministério da Cultura, Governo Federal. Conta com o apoio da TV Gazeta, da Carla Buaiz Joias, do Canal Brasil, do Fórum dos Festivais, da TVE Espírito Santo e do Canal Like. Conta também com o apoio cultural da Vol Service e a parceria do Sesc Espírito Santo. A realização é da Galpão Produções e do Instituto Brasil de Cultura e Arte – IBCA.
ASSESSORIA DE IMPRENSA NACIONAL:
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Simone Zuccolotto e Gabriel Leone comandam a transmissão ao vivo do Prêmio Grande Otelo no Canal Brasil
Nesta quarta-feira (30/07), a partir das 20h50, o Canal Brasil transmite ao vivo para todo o país a 24ª edição do Prêmio Grande Otelo. Neste ano, Simone Zuccolotto comanda a apresentação da cerimônia ao lado de Gabriel Leone, que levará ao público análises e destaques da premiação. Essa é a primeira vez que o ator se junta ao time do Canal Brasil para comentar o evento. A transmissão começa com os repórteres Maria Clara Senra e Kiko Mollica contando tudo o que acontece antes da cerimônia, direto do tapete vermelho.
O Canal Brasil marca presença expressiva na 24ª edição do Prêmio Grande Otelo com um total de 63 indicações distribuídas entre dez coproduções, 11 licenciamentos e uma série, selecionados como finalistas. Entre os destaques, o longa-metragem “Malu”, de Pedro Freire, recebeu 12 indicações, incluindo Melhor Longa-Metragem Ficção, Melhor Atriz (Yara de Novaes) e duas indicações na categoria de Melhor Atriz Coadjuvante (Carol Duarte e Juliana Carneiro da Cunha). “Oeste Outra Vez”, de Érico Rassi, tem nove indicações, entre elas Melhor Direção, Melhor Ator (Ângelo Antônio) e Melhor Roteiro Original, além de duas indicações para Melhor Ator Coadjuvante (Antonio Pitanga e Babu Santana).
A cerimônia de premiação acontece na Cidade das Artes Bibi Ferreira, no Rio de Janeiro.
Confira a lista completa abaixo:
COPRODUÇÕES FINALISTAS:
MALU (PEDRO FREIRE) – 12 INDICAÇÕES
Melhor longa-metragem Ficção – TATIANA LEITE por Bubbles Project; SABRINA GARCIA, LEO RIBEIRO e ROBERTO BERLINER por TvZero
Melhor primeira direção de longa-metragem – PEDRO FREIRE
Melhor atriz de longa-metragem – YARA DE NOVAES como Malu
Melhor atriz coadjuvante de longa-metragem – CAROL DUARTE como Joana
Melhor atriz coadjuvante de longa-metragem – JULIANA CARNEIRO DA CUNHA como Dona Lili
Melhor ator coadjuvante de longa-metragem – ÁTILA BEE como Tibira
Melhor direção de fotografia – MAURO PINHEIRO JR., ABC
Melhor roteiro original – PEDRO FREIRE
Melhor direção de arte – ELSA ROMERO
Melhor maquiagem – MARCOS FREIRE
Melhor montagem – MARILIA MORAES, EDT
Melhor som – MARCEL COSTA e DANIEL TURINI
OESTE OUTRA VEZ (ÉRICO RASSI) – 9 indicações
Melhor direção – ÉRICO RASSI
Melhor ator de longa-metragem – ÂNGELO ANTÔNIO como Totó
Melhor ator coadjuvante de longa-metragem – ANTONIO PITANGA como Ermitão
Melhor ator coadjuvante de longa-metragem – BABU SANTANA como Durval
Melhor direção de fotografia – ANDRÉ CARVALHEIRA, ABC
Melhor roteiro original – ÉRICO RASSI
Melhor direção de arte – CAROL TANAJURA
Melhor maquiagem – ANA PIERONI
Melhor trilha sonora – GUILHERME GARBATO
BABY (MARCELO CAETANO) – 8 indicações
Melhor longa-metragem Ficção – IVAN MELO por Cup Filmes; MARCELO CAETANO por Desbun Filmes e BETO TIBIRIÇÁ por Plateau Produções
Melhor direção – MARCELO CAETANO
Melhor ator de longa-metragem – JOÃO PEDRO MARIANO como Wellington/Baby
Melhor ator coadjuvante de longa-metragem – RICARDO TEODORO como Ronaldo
Melhor direção de fotografia – JOANA LUZ e PEDRO SOTERO
Melhor roteiro original – MARCELO CAETANO e GABRIEL DOMINGUES
Melhor figurino – GABRIELA CAMPOS
Melhor montagem – FABIAN REMY
MOTEL DESTINO (KARIM AÏNOUZ) – 8 indicações
Melhor longa-metragem Ficção – JANAÍNA BERNARDES e KARIM AÏNOUZ por Cinema Inflamável; ANDRÉ NOVIS, CAIO GULLANE e FABIANO GULLANE por Gullane
Melhor direção – KARIM AÏNOUZ
Melhor ator de longa-metragem – FABIO ASSUNÇÃO como Elias
Melhor direção de fotografia – HÉLÈNE LOUVART, AFC
Melhor direção de arte – MARCOS PEDROSO
Melhor figurino – KIKA LOPES e ANANDA FRAZÃO
Melhor som – MOABE FILHO, PEDRO MOREIRA, WALDIR XAVIER e ADRIAN BAUMEISTER
Melhor trilha sonora – AMINE BOUHAFA
KASA BRANCA (LUCIANO VIDIGAL) – 3 indicações
Melhor longa-metragem Ficção – BÁRBARA DEFANTI por Sobretudo Produção Audiovisual; GISELE CAMARA por Tacacá Filmes; ROBERTO BERLINER, SABRINA GARCIA e LEO RIBEIRO por TvZero; LUCIANO VIDIGAL por Dualto Produções e CAVI BORGES por Cavideo
Melhor longa-metragem Comédia – BÁRBARA DEFANTI por Sobretudo Produção Audiovisual; GISELE CAMARA por Tacacá Filmes; ROBERTO BERLINER, SABRINA GARCIA e LEO RIBEIRO por TvZero; LUCIANO VIDIGAL por Dualto Produções e CAVI BORGES por Cavideo
Melhor roteiro original – LUCIANO VIDIGAL
O DIA QUE TE CONHECI (ANDRÉ NOVAIS OLIVEIRA) – 3 indicações
Melhor longa-metragem Comédia – THIAGO MACÊDO CORREIA, ANDRÉ NOVAIS OLIVEIRA, MAURILIO MARTINS e GABRIEL MARTINS por Filmes de Plástico Produções Audiovisuais
Melhor atriz de longa-metragem – GRACE PASSÔ
Melhor roteiro original – ANDRÉ NOVAIS OLIVEIRA
OTHELO, O GRANDE (LUCAS H. ROSSI DOS SANTOS) – 2 indicações
Melhor longa-metragem Documentário – AILTON FRANCO JR. por Franco Filmes e LUCAS H. ROSSI DOS SANTOS por Baraúna Produções
Melhor primeira direção de longa-metragem – LUCAS H. ROSSI DOS SANTOS
RETRATO DE UM CERTO ORIENTE (MARCELO GOMES) – 2 indicações
Melhor roteiro adaptado – MARCELO GOMES, MARIA CAMARGO e GUSTAVO CAMPOS
Melhor efeito visual – AILTON PIUÍ e JOÃO PAULO GERALDO
O DIABO NA RUA NO MEIO DO REDEMUNHO (BIA LESSA)
Melhor roteiro adaptado – BIA LESSA
CIDADE; CAMPO (JULIANA ROJAS)
Melhor montagem – CRISTINA AMARAL
LICENCIAMENTOS FINALISTAS:
LONGAS-METRAGENS
PASÁRGADA (DIRA PAES) – 2 indicações
Melhor primeira direção de longa-metragem – DIRA PAES
Melhor atriz de longa-metragem – DIRA PAES
A BATALHA DA RUA MARIA ANTÔNIA (VERA EGITO) – 2 indicações
Melhor figurino – ALINE CANELLA
Melhor trilha sonora – ANTONIO PINTO
O CLUBE DAS MULHERES DE NEGÓCIOS (ANNA MUYLAERT)
Melhor trilha sonora – ANDRÉ ABUJAMRA e MATEUS ALVES
SÉRIE:
CHABADABADÁ (TUCA SIQUEIRA E JÚLIA MORAES)
Melhor ator série de ficção para TV aberta. TV paga ou streaming – MATHEUS NACHTERGAELE
CURTAS-METRAGENS:
EU SOU UM PASTOR ALEMÃO (ANGELO DEFANTI)
Melhor curta-metragem animação
HOJE EU SÓ VOLTO AMANHÃ (DIEGO LACERDA)
Melhor curta-metragem animação
KABUKI (TIAGO MINAMISAWA)
Melhor curta-metragem animação
HELENA DE GUARATIBA (KAREN BLACK)
Melhor curta-metragem ficção
ZAGÊRO (VICTOR DI MARCO E MÁRCIO PICOLI)
Melhor curta-metragem ficção
VOCÊ (ELISA BESSA)
Melhor curta-metragem documentário
EU FUI ASSISTENTE DO EDUARDO COUTINHO (ALLAN RIBEIRO)
Melhor curta-metragem documentário
VOLLÚPYA (Éri Sarmet e Jocimar Dias Jr. )
Melhor curta-metragem documentário
Transmissão ao vivo da cerimônia de premiação do Prêmio Grande Otelo:
Quarta-feira, 30 de julho, às 20h50. Na TV pelas operadoras e também no Globoplay Plano Premium.
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