Emprego
JBS abre 3500 vagas para trabalhadores sem experiência, 333 vagas no MS
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JBS abriu 3.500 vagas em 13 Estados e no Distrito Federal. As oportunidades são para atuar nas unidades da Seara como operador de produção e em outras funções da operação. Os candidatos precisam ter o Ensino Médio completo. Não é obrigatório ter experiência prévia na função.
As vagas são para os Estados de Santa Catarina (884), São Paulo (791), Rio Grande do Sul (690), Paraná (441), Mato Grosso do Sul (333), Minas Gerais (131), Rio de Janeiro (89), Bahia (78), Pernambuco (62), Distrito Federal (54), Mato Grosso (30), Ceará (9), Rio Grande do Norte (3), Amazonas (1).
Em 2020, a JBS foi uma das empresas que mais gerou postos de trabalho, somando 12 mil novas vagas, o que tornou a empresa a maior empregadora do país com mais de 145 mil colaboradores. “As oportunidades de crescimento na JBS são imensas, com o aumento da demanda, estamos em busca de colaboradores que queiram crescer conosco”, afirma Fernando Meller, diretor de Gente & Gestão da Seara. Em 2021, a JBS já gerou 1.500 empregos.
As inscrições podem ser feitas pelo site https://jbs.com.br/carreiras/.
Emprego
Vagas de Papai Noel em MS: Salário pode chegar a R$ 22 mil por mês
A preparação para o Natal já começou em Mato Grosso do Sul com oportunidades de trabalho fora do comum. A Fundação do Trabalho do Estado (Funtrab) anunciou a abertura de duas vagas para o cargo de Papai Noel, com remunerações atraentes de R$ 18 mil e R$ 22 mil mensais.
Não é exigida experiência prévia na função, pois as empresas contratantes oferecerão capacitação e suporte completo aos selecionados. Os requisitos principais focam nos atributos físicos e comportamentais do personagem: barba e barriga naturais, carisma, empatia no atendimento a crianças, simpatia e flexibilidade de horário para trabalhar inclusive aos domingos. O nível de escolaridade mínimo exigido é o Ensino Fundamental incompleto.
O contrato de trabalho terá duração de 45 dias, cobrindo todo o período das ações natalinas. As jornadas variam conforme a contratante:
- Vaga 1 (Itinerante): Atuação de segunda a segunda-feira, das 10h às 22h.
- Vaga 2: Atuação de terça-feira a sábado, das 14h às 22h, e aos domingos, das 14h às 20h.
Os profissionais contratados serão responsáveis por recepcionar o público, interagir com famílias e crianças, tirar fotos com visitantes e integrar as atrações da campanha de fim de ano.
Como se candidatar
Os interessados devem se dirigir à sede da Funtrab, localizada na Rua 13 de Maio, nº 2.773, em Campo Grande, portando RG, CPF e Carteira de Trabalho. O atendimento para encaminhamento é realizado de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 16h.
João Maria Vicente, com Primeira Página
Foto – Freepik
Emprego
Sindicato é o único meio do trabalhador negociar em igualdade com o patrão, afirma Carlos Santos
Num cenário em que o trabalhador, sozinho, muitas vezes não tem forças para reivindicar melhores condições de trabalho e de salário — e corre o risco até mesmo de ser demitido ao fazê-lo —, o sindicato se consolida como o instrumento legítimo e eficaz para a negociação coletiva. Essa é a mensagem que o Sindicato dos Empregados no Comércio de Campo Grande (SECCG), sob a liderança do presidente Carlos Santos, reforça neste momento.
“Não existe negociação equilibrada entre um trabalhador isolado e o poder econômico do patrão. O sindicato é quem tem a estrutura, a representatividade e a força jurídica para sentar à mesa e avançar nas conquistas da categoria”, afirma Carlos Santos.
O SECCG representa milhares de comerciários na capital sul-mato-grossense — e um detalhe fundamental: defende tanto os associados quanto os trabalhadores não sindicalizados. Isso significa que benefícios como reajuste salarial anual, vale-alimentação e outras garantias coletivas alcançam a categoria como um todo, independentemente de filiação.
“Muita gente critica o sindicato, mas poucos param para perguntar: quem garante o reajuste do meu salário todo ano? Quem negocia quando os direitos são desrespeitados? Quem enfrenta o patrão quando o salário atrasa, a jornada é abusiva ou o trabalhador sofre perseguição? A resposta é uma só: o sindicato dos trabalhadores”, completa o presidente.
Segundo Carlos Santos, a campanha de enfraquecimento dos sindicatos interessa justamente ao empresariado, que prefere lidar com o trabalhador desprotegido, individualmente, sem o respaldo de uma entidade de classe. “Dizer que sindicato não serve para nada é repetir o discurso patronal. Sindicato bom é o do trabalhador — forte, atuante e presente.”
O SECCG segue à disposição da imprensa para entrevistas e esclarecimentos sobre a atuação sindical e as pautas da categoria.
Assessoria de Imprensa — SECCG
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