Mato Grosso do Sul
Integração de sistemas com o TRT24 e o TRF3 otimiza fluxo de trabalho da PGE
Com foco na modernização institucional, a PGE-MS (Procuradoria-Geral do Estado de Mato Grosso do Sul) finalizou o processo de integração de sistemas com o TRT24 (Tribunal Regional do Trabalho – 24ª Região) e o TRF3 (Tribunal Regional Federal – 3ª Região). O objetivo da parceria é expandir as atividades da instituição, permitindo maior interação no fluxo de trabalho e continuidade nas atividades desenvolvidas.
A integração do SAJ (Sistema de Automação da Justiça) Procuradorias da PGE-MS, com os sistemas PJe-JT de 1° e 2° Graus do TRT24, PJe de 1° e 2° Graus do TRF3 permite o recebimento de atos eletrônicos de forma integrada, gestão e controle dos prazos de carência, protocolo eletrônico em lote e ajuizamento de processos sem a necessidade de acessar os portais de peticionamento do Judiciário.
Essa junção possibilitará comunicação direta, redução de esforços e otimização de recursos, e irá promover uma expressiva melhoria no desenvolvimento das atividades realizadas pelos procuradores do Estado e servidores da PGE.
Para a execução do projeto foram realizadas diversas etapas, entre elas planejamento, configuração e homologação dos serviços, capacitação dos setores da PGE para utilização das ferramentas disponibilizadas e acompanhamento assistido.
A procuradora do Estado e coordenadora da Coordenadoria de Inteligência e Gestão Estratégica (CIGE), Cristiane Müller Dantas, atuou como gestora do projeto e explica que a integração é uma conexão entre os sistemas da Administração Pública e possibilita agilidade e modernização.
“Com a integração, o procurador do Estado não precisa acessar uma plataforma externa para consultar o andamento de um processo ou protocolar a petição elaborada, diminuindo a quantidade de procedimentos necessários para a realização do peticionamento. O trabalho realizado traz otimização de tempo e moderniza as atividades realizadas pela PGE”, comentou Cristiane.
Dados disponibilizados pela empresa Softplan, responsável pelas melhorias, mostram que entre os dias 1° de abril e 25 de maio de 2023 foram realizados 253 peticionamentos por meio da integração com o TRT24. Já a integração com o TRF3 resultou em 207 peticionamentos protocolados no período de 06 a 26 de maio.
A Procuradoria de Cumprimento de Sentença e Precatórios (PCSP) e a Procuradoria de Pessoal (PP) foram responsáveis pela maioria das petições no TRT24. A procuradora-chefe da PP, Nathália dos Santos Paes de Barros, garante que a integração permite uma melhora nos serviços prestados pela PGE.
“A integração otimizou os serviços da PGE em grande monta, pois o procurador e assessor tem muito mais agilidade nos procedimentos de protocolo de prazos e visualização de autos judicias, que passam a ficar à mão. Gera-se assim mais eficiência no serviço público prestado”, afirmou.
A integração de sistemas tem sido cada vez mais utilizada em diferentes tipos de organizações. Essa solução tecnológica gera diversos impactos positivos como: aumento da produtividade, mais qualidade nas atividades desempenhadas, automatização e controle de processos.
Hanelise Brito, PGE
Fonte: Governo MS
Mato Grosso do Sul
Ladrão furta carro e móveis de residência, sofre acidente durante fuga e abandona veículo em MS
Um homem ainda não identificado furtou móveis e um veículo de uma residência e acabou sofrendo um acidente durante a fuga, na noite desta terça-feira (8), na rodovia MS-427, em Rio Verde de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul.
Segundo o boletim de ocorrência, o suspeito teria arrombado a porta dos fundos do imóvel, localizado na Rua Duque de Caxias, no bairro Vila Carmem, utilizando um machado.
Em seguida, ele teria furtado diversos objetos e o veículo que estava estacionado na garagem.O homem utilizou o carro para fugir, mas, durante o trajeto, perdeu o controle da direção e saiu da pista.
O veículo parou aproximadamente dois quilômetros após o fim do trecho pavimentado da MS-427, já em uma estrada de terra.Conforme apurado pelo portal Rio Verde News, equipes policiais conseguiram localizar o veículo com auxílio de imagens de câmeras de segurança.
O carro apresentava danos na lataria provocados pelo acidente.O suspeito, porém, havia fugido do local antes da chegada dos policiais e ainda não foi localizado.O caso segue em investigação para identificar e localizar o responsável pelo furto.
Tatiane Linhares Vicente, com informações de Top Mídia News
Mato Grosso do Sul
Operação identifica desmatamento ilegal equivalente a quase 350 campos de futebol em MS
Operação Mata Atlântica em Pé identificou 348,67 hectares de desmatamento ilegal em Mato Grosso do Sul em 2026. Para ter uma ideia do tamanho da área, o total equivale, em uma comparação aproximada de 1 hectare por campo de futebol, a quase 350 campos.
As irregularidades foram encontradas a partir da análise de 18 alertas de desmatamento distribuídos por 15 municípios do estado. Segundo o Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS), houve uma redução expressiva na extensão das áreas desmatadas em relação à edição do ano passado.
Os alertas foram analisados pelo Núcleo de Geotecnologias (Nugeo) do MPMS, que utilizou imagens de satélite e outras ferramentas para verificar se as áreas indicadas realmente tinham sofrido desmatamento ilegal.
Após a confirmação das ocorrências, os dados foram encaminhados ao Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul), responsável pela fiscalização e aplicação das medidas administrativas.
A partir das informações recebidas, o órgão realizou as autuações de forma remota. Ao todo, foram aplicados R$ 1.521.044 em multas aos responsáveis pelas áreas identificadas.
Fiscalização com imagens de satélite
De acordo com o MPMS, a operação utiliza alertas de satélite cruzados com informações de mapas e registros das propriedades para identificar possíveis áreas de vegetação nativa derrubadas sem autorização.
O coordenador do Nugeo/MPMS, promotor de Justiça Luciano Loubet, destacou que o uso da tecnologia permite identificar e confirmar as áreas com mais rapidez.
“O uso de geotecnologias avançadas transformou a fiscalização ambiental em Mato Grosso do Sul. A validação rápida e precisa dos alertas pelo Nugeo permite que o Imasul atue de forma remota e imediata, garantindo que a infração não passe despercebida”, afirmou.
Segundo ele, a integração entre os órgãos de fiscalização e o uso de dados e imagens de satélite têm ajudado a combater o desmatamento ilegal no estado.
Operação nacional
A mobilização ocorreu entre os dias 17 e 27 de agosto, simultaneamente em 17 estados que possuem áreas do bioma Mata Atlântica.
A força-tarefa reúne Ministérios Públicos, órgãos de fiscalização ambiental e forças policiais. Entre as ferramentas utilizadas estão imagens de satélite e plataformas de monitoramento, como o MapBiomas Alerta.
Participaram da operação Alagoas, Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Sergipe, Espírito Santo, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Goiás e Mato Grosso do Sul.
A Operação Mata Atlântica em Pé é coordenada nacionalmente pela Associação Brasileira dos Membros do Ministério Público de Meio Ambiente (Abrampa) e pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), com apoio da Fundação SOS Mata Atlântica.
O que acontece após a identificação do desmatamento
Quando a fiscalização confirma uma área desmatada de forma irregular, os responsáveis podem sofrer diferentes tipos de medidas.
Entre elas estão:
- Multas e autos de infração: os responsáveis podem ser multados e a área pode ser embargada, impedindo novas atividades no local.
- Recuperação da área: são adotadas medidas para que a vegetação degradada seja recuperada.
- Responsabilização na Justiça: o caso também pode gerar procedimentos nas áreas cível e criminal.
- Restrições no cadastro ambiental: propriedades podem sofrer bloqueios no Cadastro Ambiental Rural (CAR).
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Restrição de crédito: os responsáveis podem ter o acesso a crédito rural e outros recursos financeiros suspenso.
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