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iNovaland® estabelece raízes no Brasil para melhor atender comunidades e às partes interessadas na restauração de florestas

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“O Brasil têm um imenso potencial para restauração florestal, principalmente no seu bioma mais impactado pela ocupação territorial, a Mata Atlântica”, diz Márcio Braga, Diretor do iNovaland Brasil. E é com este foco imediatista, que a empresa, pertencente a holding iNovaland Group, visa liderar a implementação de  um corredor ecológico conectando mais de 150.000 hectares de remanescentes florestais da Mata Atlântica na região da Hileia Baiana, abrangendo o norte do Espírito Santo e o sul da Bahia. Este é apenas um dos projetos em destaque no país, que acontece por meio de parcerias com empresas, agências governamentais e instituições regionais.

iNovaland Group Holding, é constituída pela iNovaland Investment Ltd, pela NGPTA Lda, e pela iNovaland Brasil Ltda. O grupo possui sede em Portugal, Reino Unido e Brasil, e conta atualmente com uma equipe de 20 profissionais, atuando na gestão de investimentos na restauração florestal e uso sustentável do solo, incluindo a silvicultura, agrofloresta, agricultura climaticamente inteligente e projetos de fixação do carbono. Desde 2021 o grupo desenvolve projetos na América do Sul e África Ocidental.

Ao Mais Floresta (www.maisfloresta.com.br), Márcio Braga, falou com exclusividade sobre projetos já executados no país, dados, metas e parcerias relevantes no segmento. Confira.

Mais Floresta – O que significa para a equipe, o lançamento da iNovaland Brasil Ltda?

Márcio Braga – É um marco histórico para a equipe, que vê a empresa acreditar no seu trabalho e apostar na abertura de nova unidade de negócio no Brasil. Com este passo, queremos levar o nosso modelo de sucesso a todo o país, criando uma visão de sustentabilidade da empresa em território brasileiro.

Mais Floresta – A iNovaland® é um grupo de origem no Reino Unido e agora abre uma unidade no Brasil. Qual é a visão da empresa para negócios no Brasil?

Márcio Braga – A nossa missão é restaurar e regenerar florestas e paisagens degradadas em benefício das pessoas, da natureza e do clima. No Brasil desenvolvemos um modelo inovador com o programa FASB, que funciona e gera resultados de impacto para famílias rurais e tradicionais. A visão de negócio da iNovaland Brasil, é criar oportunidades por meio da expansão desse modelo de sucesso para novos territórios.

Mais Floresta – Com a atuação no Brasil desde 2021, quais aprendizados e diferenciais para alavancar projetos socioambientais com o engajamento do público certo? Como foi essa trajetória até o lançamento da iNovaland Brasil Ltda?

Márcio Braga – O principal aprendizado tem a haver com a importância do respeito pela diversidade regional e desenvolvimento de projetos derivados de uma necessidade e vontade das instituições regionais, escutando os anseios e necessidades das comunidades tradicionais. Nós trabalhamos em colaboração com as comunidades locais, empresas e partes interessadas para revitalizar florestas e paisagens degradadas, criando um impacto positivo duradouro nas pessoas, na natureza e no clima. E para tal, criamos uma equipe técnica fortemente ancorada localmente, que fornece um apoio técnico de qualidade, com monitoramento de indicadores que apresentam a evolução das práticas de campo, garantindo transparência as partes interessadas e segurança nos investimentos aportados e, com isso, construindo parcerias sólidas e garantindo a confiança das instituições regionais.

Mais Floresta – De que forma a empresa atua em suas parcerias? O que já há firmado no Brasil?  

Márcio Braga – A nossa abordagem baseia-se em estratégias simples, mas poderosas que capacitam as comunidades a tornarem-se administradores das suas próprias terras, florestas, paisagens e culturas. Investimos, incubamos e aceleramos projetos, incluindo a restauração de florestas naturais, sistemas agroflorestais, agricultura inteligente em termos climáticos e iniciativas de carbono e biodiversidade. Através do nosso trabalho, estamos a restaurar ecossistemas, a melhorar a biodiversidade, a sequestrar carbono, a construir resiliência às alterações climáticas e a melhorar os meios de subsistência e a vida das gerações presentes e futuras.

Neste momento, estamos iniciando o segundo ciclo do programa FASB, que será expandido do sul da Bahia até ao norte do Espírito Santo, com duas novas parcerias no Brasil, uma com o BNDES, por meio do Programa Floresta Viva, e outra com a Suzano Papel e Celulose, que terão as atividades desenvolvidas até 2030.

Mais Floresta – O que uma empresa, instituição, comunidade e meio ambiente podem ter de avanço em seus negócios e impactos positivos por meio das operações iNovaland®?

Márcio Braga – A iNovaland® segue uma administração orientada para a comunidade, capacitando as comunidades locais para se tornarem administradores das suas próprias terras, florestas e culturas. Fornecemos soluções Inovadoras de investimento e incubação de projetos multiescala que promovam a restauração de florestas naturais, sistemas agroflorestais, agricultura climaticamente inteligente e iniciativas de carbono e biodiversidade. Com esta abordagem geramos um impacto holístico de restauração de paisagens e ecossistemas, aumento da biodiversidade, sequestro de carbono, resiliência às alterações climáticas e melhoramento dos meios de subsistência.

Mais Floresta – Quais são as contribuições e resultados já alcançados no país?

Márcio Braga – Com início de suas atividades em abril de 2021, o FASB investiu 3 milhões de euros em 45 projetos socioambientais do sul da Bahia com 34 instituições diferentes. Destes projetos temos 1.300ha contratados, dos quais 578ha já executados. As comunidades estão no centro do nosso trabalho. Como resultado, mais de 2.500 pessoas de famílias e trabalhadores foram envolvidas nas ações de treinamento, capacitação e participação do programa. Com as ações de cada projeto, o Programa FASB contribui para a preservação de mais de 6.000ha.

Mais Floresta – Qual é a expectativa para o desenvolvimento da empresa e de parcerias no território brasileiro? Qual a visão de futuro que a empresa possui para restauração e regeneração de florestas e paisagens degradadas?

Márcio Braga – Com a criação da iNovaland Brasil, pretendemos criar impactos positivos e duradouros nas pessoas, na natureza e no clima. Levando o nosso modelo de sucesso a todo o país, promovemos a integração de comunidades tradicionais com empresas do agronegócio, para que, juntos possamos contribuir para a conservação das florestas nativas, o uso sustentável do solo, a geração de renda para as partes interessadas, redução dos conflitos fundiários e consequente impacto positivo na paisagem e na vida das pessoas.

Saiba mais em:

iNovaland®: https://inovaland.earth/

FASB: https://fasb.inovaland.earth/ | @fasb.oficial

Escrito por: redação Mais Floresta.

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Celulose em Destaque

Megafábrica da Arauco avança e coloca região de Três Lagoas em novo patamar industrial

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Mato Grosso do Sul está prestes a ganhar mais um empreendimento de proporções gigantescas. O Projeto Sucuriú, da Arauco, avança em Inocência-MS e chama atenção não apenas pelo investimento bilionário e pelo tamanho da futura fábrica, mas também pela estrutura logística planejada para sustentar a operação.

Com investimento estimado em aproximadamente R$ 25 bilhões, o empreendimento é considerado o maior investimento da história da companhia e reforça a transformação econômica do leste de Mato Grosso do Sul, região que já tem Três Lagoas como um dos principais polos mundiais da indústria de celulose.

A futura unidade terá capacidade projetada para produzir cerca de 3,5 milhões de toneladas de celulose por ano.

Potência industrial terá estrutura ferroviária própria

Um dos pontos que demonstram a dimensão do empreendimento é a logística. O projeto prevê infraestrutura ferroviária própria para conectar a fábrica à Malha Norte, criando uma ligação estratégica para o escoamento da gigantesca produção.

A partir dessa conexão, a celulose poderá seguir pela malha ferroviária em direção ao Porto de Santos (SP), uma das principais portas brasileiras para o mercado internacional.

Em um empreendimento capaz de produzir milhões de toneladas anualmente, depender exclusivamente de caminhões representaria uma operação rodoviária gigantesca. A ferrovia amplia a capacidade logística, melhora a eficiência do transporte em grandes volumes e fortalece a competitividade da unidade.

Uma fábrica do tamanho da nova realidade de MS

Os números ajudam a dimensionar a potência do Projeto Sucuriú: são aproximadamente R$ 25 bilhões em investimentos e capacidade anual de 3,5 milhões de toneladas de celulose, além de toda uma cadeia envolvendo florestas plantadas, fornecedores, transporte, serviços, tecnologia e mão de obra.

A previsão é de que a operação industrial seja iniciada no fim de 2027

O empreendimento também evidencia como o eixo formado por Três Lagoas, Inocência e municípios vizinhos vem ganhando importância no mapa industrial brasileiro, principalmente no setor de árvores cultivadas, celulose e logística.

Com a chegada de investimentos dessa magnitude, os impactos ultrapassam os limites de Inocência. Três Lagoas, por sua localização e estrutura regional, também tende a sentir reflexos na prestação de serviços, comércio, qualificação profissional, transporte e cadeia de fornecedores.

O Projeto Sucuriú não representa apenas a construção de mais uma fábrica. Uma indústria de R$ 25 bilhões, capaz de produzir milhões de toneladas e contar com conexão ferroviária dedicada ao escoamento de sua produção, mostra a escala da transformação econômica em curso nesta região de Mato Grosso do Sul.

Fonte: Marco Campos / TL Notícias

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Celulose em Destaque

Caminhos da Celulose inicia recuperação de 870 km de rodovias em seis frentes de serviço

Intervenções são realizadas nas BR-262 e 267 e nas MS-040, MS-338 e MS-395, com serviços de recuperação do pavimento

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A Caminhos da Celulose iniciou as obras de recuperação do pavimento em 870 quilômetros de rodovias sob sua responsabilidade em Mato Grosso do Sul. Ao todo, seis frentes de serviço atuam simultaneamente em trechos das BR-262, BR-267 e das rodovias MS-040, MS-338 e MS-395.

Os serviços incluem fresagem e recomposição do pavimento, aplicação de micropavimento e tapa-buracos. Para a execução dos trabalhos, os quilômetros da concessão foram divididos entre seis empresas contratadas, responsáveis pela recuperação dos respectivos trechos de atuação.

A execução é acompanhada por empresas especializadas em supervisão e gerenciamento, com ensaios tecnológicos e laboratórios especializados em pavimentação. As soluções adotadas serão definidas conforme as características de cada trecho, com acompanhamento técnico e controle de qualidade durante todas as etapas.

“A recuperação do pavimento é uma das etapas fundamentais para elevar a qualidade da infraestrutura rodoviária. Cada intervenção é planejada a partir das características do trecho e acompanhada tecnicamente para garantir que os serviços atendam aos padrões estabelecidos pela concessão”, afirma o presidente da concessionária Caminhos da Celulose, Luiz Fernando De Donno.

Obras avançam em cinco rodovias da concessão

As intervenções começaram no dia 31 de julho e são realizadas em pontos específicos das cinco rodovias que integram a concessão. A estratégia permite que diferentes frentes trabalhem simultaneamente, ampliando a capacidade de execução dos serviços e dando continuidade ao cronograma de recuperação da malha.

A recuperação do pavimento contribuirá para reduzir irregularidades na pista, melhorar a qualidade de rolamento e proporcionar mais conforto, segurança e previsibilidade aos usuários, além de contribuir para a durabilidade da estrutura rodoviária.

Atenção redobrada nos trechos em obras

Durante a execução dos serviços, os motoristas poderão encontrar operações de Siga e Pare, desvios ou interdições temporárias, conforme a necessidade de cada frente de trabalho. O gerenciamento do tráfego será realizado com sinalização e dispositivos operacionais adequados para garantir a segurança de usuários e trabalhadores.

A concessionária orienta os motoristas a respeitarem a sinalização, os limites de velocidade e as orientações das equipes que atuam nas rodovias. Também é recomendado manter distância segura do veículo à frente, evitar ultrapassagens em locais sinalizados e planejar a viagem com antecedência.

13 bases vão ampliar estrutura de atendimento aos usuários

Paralelamente às obras de recuperação do pavimento, a Caminhos da Celulose avança na implantação de 13 Serviços de Atendimento ao Usuário (SAU) ao longo da concessão. As unidades serão distribuídas pela BR-262, BR-267, MS-040 e MS-338 e funcionarão 24 horas por dia, sete dias por semana, como pontos de apoio aos motoristas e bases das equipes operacionais.

As unidades contarão com sanitários masculino e feminino, fraldário, área de descanso, água potável, estacionamento, totens de atendimento e dois pontos de recarga para veículos elétricos. As estruturas também abrigarão ambulâncias, guinchos leves e pesados, caminhões-pipa, caminhões boiadeiros, viaturas de inspeção de tráfego e demais equipamentos utilizados no atendimento às ocorrências.

Integradas ao Centro de Controle Operacional (CCO), as bases contribuirão para reduzir o tempo de resposta em acidentes, panes mecânicas, animais na pista, obstruções e outras ocorrências, ampliando a capacidade de atendimento ao longo dos 870 quilômetros concedidos.

“As estruturas de atendimento ao usuário fazem parte de uma transformação mais ampla da concessão. A recuperação das rodovias, aliada à implantação das bases operacionais, permitirá oferecer mais segurança, conforto e agilidade no atendimento aos usuários”, ressalta De Donno.

As obras avançam em diferentes frentes, incluindo serviços de terraplenagem, compactação de solo e preparação das áreas que receberão as estruturas. Entre os locais em execução estão as unidades da MS-040, em Santa Rita do Pardo, e da MS-338.

A previsão é concluir a construção das 13 unidades até o fim de 2027. Já a operação dos serviços aos usuários terá início em outubro deste ano, com a disponibilização de atendimento pré-hospitalar, inspeção de tráfego, remoção de veículos, atendimento mecânico e demais serviços previstos no contrato de concessão.

Sobre a Caminhos da Celulose

A Caminhos da Celulose é a concessionária responsável pela administração da Rota da Celulose, que abrange aproximadamente 870 quilômetros de rodovias nas regiões central e leste de Mato Grosso do Sul, incluindo trechos das MS-040, MS-338, MS-395 e das federais BR-262 e BR-267. A companhia atua com foco em segurança viária, eficiência operacional e modernização da infraestrutura, promovendo melhorias contínuas para usuários e para a logística regional. 

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