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Exigência de avaliação psicossocial amplia debate sobre saúde emocional nas empresas 

A prática da terapia de florais pode contribuir para a redução do risco psicossocial em ambientes de trabalho 

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A partir de 26 de maio de 2025, todas as empresas brasileiras deverão estar mais atentas às questões psicossociais no processo de gestão de Segurança e Saúde no Trabalho (SST). A medida faz parte da atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), promovida pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Com essa obrigatoriedade, cresce a discussão sobre a importância da saúde emocional no ambiente corporativo e a adoção de estratégias para mitigar os impactos do estresse ocupacional.

Uma das abordagens que vêm ganhando espaço nesse cenário são as Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PICS), entre elas a terapia de florais, que proporciona um cuidado especial para aqueles que desejam encontrar equilíbrio emocional e paz interior, mantendo a saúde e o bem-estar em harmonia.

Mato Grosso do Sul tem se destacado como referência nessa prática integrativa, especialmente com sua implementação no Sistema Único de Saúde (SUS) desde 2018, em vários municípios atendidos pela terapeuta.

Além do SUS, instituições públicas e privadas também buscam melhorar o bem-estar de seus colaboradores. A terapeuta floral Joseanne Roque, especialista na área há mais de 22 anos, destaca que a nova norma do MTE fará com que as empresas tenham um olhar mais humanizado dentro das organizações. “A saúde emocional no ambiente de trabalho é tão importante quanto a segurança física. Cada vez mais, as empresas estão percebendo que colaboradores equilibrados emocionalmente são mais produtivos, criativos e satisfeitos”, pontua.

Roda de diálogo sobre saúde emocional

Nas últimas semanas, Joseanne tem levado o conhecimento sobre terapia de florais a diversos ambientes profissionais. Recentemente, a convite do Sicredi Centro Sul MS-BA, agência de Ivinhema-MS, ela realizou uma palestra sobre saúde emocional e o uso de florais para as mulheres colaboradoras da Fazenda São Luís e da Granja Muraoka, duas grandes empresas do agronegócio. “É fundamental estarmos presentes no campo, pois, embora o agro mova nosso estado, isso não significa que as pessoas que trabalham nesse setor não enfrentem desafios emocionais. Todos precisam de acolhimento e apoio”, destaca Joseanne.

Promovida pelo Centro de Atendimento Biopsicossocial (CAB) do Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso do Sul (CBMMS), Joseanne Roque também palestrou recentemente sobre saúde e bem-estar para as bombeiras militares. Essa sessão permitiu que as participantes refletissem sobre suas experiências e desafios, promovendo um espaço seguro para compartilhar emoções e histórias.

“Com a nova regulamentação, muitas empresas precisarão buscar alternativas para cuidar da saúde mental de seus colaboradores. O uso da terapia de florais é uma opção acessível e eficaz para ajudar nesse processo. Precisamos apaziguar as emoções”, explica Joseanne.

Iniciativas que promovem o bem-estar e o equilíbrio emocional dos trabalhadores tendem a se tornar cada vez mais comuns, refletindo diretamente na produtividade e na qualidade de vida dentro das organizações. O método utiliza essências florais com o objetivo de equilibrar sentimentos como medo, ansiedade, trauma, luto, cansaço e outros fatores que causam desequilíbrio e, muitas vezes, estão na raiz de diversas enfermidades. As essências florais são vistas como ferramentas para melhorar o bem-estar físico, mental e emocional por meio de uma abordagem sustentável e não invasiva. Além disso, oferecer palestras sobre temas de saúde mental, como a síndrome de burnout – conhecida como síndrome do esgotamento profissional –, é essencial para estimular a reflexão e a conscientização sobre o comportamento no ambiente de trabalho.

Joseanne Roque é terapeuta floral há mais de 22 anos, professora practitioner do Sistema Florais de Saint Germain, embaixadora da paz pelo Cercle Universel Des Ambassadeurs de La Paix Suisse/France e diretora do NIEPPICS-MS (Núcleo de Implementação Estratégica para Práticas Integrativas e Complementares em Saúde e Educação de Mato Grosso do Sul).

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Reinaldo é homenageado em Cassilândia e cita a cidade como exemplo de desenvolvimento

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O ex-governador e pré-candidato ao Senado, Reinaldo Azambuja, participou  junto com o governador Eduardo Riedel, da 54ª Festa do Peão de Boiadeiro de Cassilândia, evento que integra as comemorações dos 72 anos do município. Homenageado pela organização e pela Prefeitura, Reinaldo recebeu uma fivela dourada das mãos do prefeito Rodrigo Freitas e de outras autoridades locais, em reconhecimento à sua trajetória política e à relevância de seu trabalho para o desenvolvimento da cidade e de todo o Estado.

Em conversa com a imprensa, Reinaldo destacou Cassilândia como um exemplo concreto do que acontece quando os recursos chegam onde realmente importam. “Hoje, Cassilândia mostra seu potencial na diversificação econômica, explorando a pecuária, a produção de laranja, cana-de-açúcar e madeira, entre outros produtos. Isso é fruto de investimentos em infraestrutura, moradias, saúde e educação que fizemos durante nossos oito anos de governo”, afirmou.

O pré-candidato ressaltou que o município se transformou após receber aportes estruturados em todas as áreas, mas alertou que o potencial de crescimento poderia ser ainda maior se o Governo Federal fizesse melhor a sua parte. “Se a União destinasse mais recursos para onde as pessoas vivem, trabalham e prosperam, Cassilândia e todos os demais municípios de Mato Grosso do Sul e do Brasil estariam muito melhores, respondendo à altura com geração de emprego e renda para todos”, disse.

Em conversa com produtores rurais durante a festa, Reinaldo voltou a defender a urgência de um novo pacto federativo, a ser construído a partir de 2027, após a escolha dos novos dirigentes pelo eleitorado. Para ele, o atual governo federal tem penalizado os municípios ao longo de seus mandatos, concentrando recursos em Brasília e deixando as prefeituras sem condições de atender plenamente a população.

“Precisamos de um parlamento forte, especialmente no Senado, que cuida dos Estados brasileiros, para que os recursos sejam melhor distribuídos e cheguem em obras e serviços em benefício do povo, em todos os mais de 5 mil municípios brasileiros”, afirmou Reinaldo.

O ex-governador defendeu que o municipalismo — princípio que prioriza a destinação de recursos para onde a vida realmente acontece, e não para a burocracia federal — deve ser a pauta central da próxima legislatura no Senado. “Não podemos aceitar que a União continue concentrando a maior parte dos arrecadados enquanto as cidades, que estão na linha de frente do atendimento à população, enfrentam dificuldades para fechar as contas e investir”, completou.

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ONS determina redução da vazão da UHE Porto Primavera para preservar reservatórios

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A CESP (Companhia Energética de São Paulo) iniciou, nesta segunda-feira (20), uma nova redução gradual da vazão da Usina Hidrelétrica Engenheiro Sérgio Motta (Porto Primavera), localizada na divisa entre os estados de Mato Grosso do Sul e São Paulo. A medida atende à determinação do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) e a vazão mínima defluente será reduzida, de forma gradual e controlada, dos 4.600 m³/s atuais para 3.900 m³/s, visando assegurar a manutenção dos níveis de armazenamento dos reservatórios da região.

A iniciativa faz parte da estratégia do ONS para preservação dos reservatórios de todo o país diante do cenário de instabilidade climática, com previsão de chuvas abaixo da média em algumas regiões do país. “A CESP atua em total alinhamento com as determinações do ONS, adotando todas as medidas operacionais necessárias para contribuir com a gestão integrada dos reservatórios. Esse planejamento é essencial para assegurar a disponibilidade dos recursos hídricos e a segurança do sistema elétrico nacional nos próximos meses, quando a estiagem pode se intensificar em algumas regiões do país”, explica Paulo Rodrigues Souza, gerente do Centro de Operações da companhia.

Monitoramento ambiental

A operação de redução de vazão contará com ações de monitoramento ambiental e proteção da fauna aquática, previstas no Plano de Trabalho para Conservação da Biodiversidade da companhia e aprovadas pelo IBAMA (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis). As atividades incluem o acompanhamento da qualidade da água, da fauna aquática e do comportamento dos peixes por equipes especializadas, além do uso de drones para inspeções em áreas de difícil acesso e equipamentos destinados à coleta de informações em campo e, se necessário, ao resgate de fauna.

“O monitoramento ambiental é uma etapa essencial durante as alterações operacionais de uma usina hidrelétrica. As equipes da CESP permanecem em campo acompanhando a qualidade da água e o comportamento dos peixes para identificar possíveis mudanças nas condições do rio e orientar medidas preventivas para a proteção da biodiversidade”, destaca Odemberg Veronez, gerente de Sustentabilidade da companhia.

Canal de atendimento

A comunidade pode esclarecer dúvidas ou registrar ocorrências por meio do canal Diálogo Aberto, pelo WhatsApp (11) 93032-6699, disponível de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h

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