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Mato Grosso do Sul

Em solenidade de 35 anos, Hemosul celebra mais um ano de entregas à população

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O Hemosul MS realizou nesta sexta-feira (8) solenidade em comemoração aos 35 anos da rede. E para celebrar a data e realizar mais entregas à população foi assinado Termo de Cooperação Técnica entre a Rede Hemosul MS e a UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) e o lançamento do Projeto de Acessibilidade para Deficientes Visuais.

Desde o mês de outubro deste ano, a Rede Hemosul MS tem realizado entregas para toda a população sul-mato-grossense para a comemoração dos 35 anos. Foram entregues o cartão do doador, declaração e estoque de sangue, todos digitais e, recentemente, foi inaugurada a brinquedoteca e biblioteca, com contação de histórias, destinadas a crianças com hemofilia.

Para a coordenadora geral da Rede Hemosul MS, Marli Vavas, o aniversário de 35 anos da Rede Hemosul MS representa uma comemoração conjunta pela causa do sangue.

“Nós estamos muito felizes. São 35 anos, uma vida, e fazemos a análise da evolução que a rede teve. Hoje temos a certificação da qualidade, então passamos por uma evolução tanto da gestão quanto da parte técnica, não devemos nada a qualquer hemocentro do país, nós temos o que há de melhor aqui dentro e o pessoal do corpo técnico gabaritado, habilitado”.

A vice-reitora da UFMS, Camila Celeste Brandão Ferreira Ítavo, participou da assinatura do Termo de Cooperação Técnica entre a Rede Hemosul MS e a UFMS, onde serão desenvolvidos projetos de pesquisa conjunta, estágio e desenvolvimento técnico-científico.

“É um orgulho participar dessa grande festa dos 35 anos do Hemosul. Aqui temos dois projetos de ensino – PET (Programa de Educação Tutorial) Sangue Bom, parceiro em campanhas de doação de sangue, e Lahon (Liga Acadêmica de Hematologia e Oncologia) –, então queremos agradecer a parceria, agora atuando com pesquisas. Evoluímos com o nosso estudante e isso retorna para nós em qualidade, em formação técnica, cidadã e integral e também conseguimos trabalhar em parceria. Para nós é uma honra sermos parceiros do Hemosul”.

Para o presidente da Lahon da UFMS, Denir Marcelino de Paula Junior, o termo de cooperação vai beneficiar os acadêmicos.

“Sem dúvida é uma excelente oportunidade para nós, para estarmos contribuindo com diversas campanhas e atividades do Hemosul. É uma via de mão dupla, é uma parceria que estabelecemos também com a liga e tem a contribuição também com pesquisa, é algo que pode impactar de uma forma positiva a comunidade. É uma maneira de aprofundarmos conhecimento e ao mesmo tempo poder ajudar a comunidade externa, aprimorando a ciência atual”, afirmou.

O pró-reitor de Assuntos Estudantis da UFMS, Albert Schiaveto, parabenizou toda a equipe da rede pelo trabalho excepcional. “Maturidade não significa só idade, além de tempo, qualidade, quantidade de unidades em nosso estado, relevância no trabalho. Essa é a importância do Hemosul dentro do Mato Grosso do Sul. Parabéns pelos 35 anos”.

Os presentes também puderam acompanhar o lançamento do Projeto de Acessibilidade para Deficientes Visuais com a apresentação dos materiais contendo ‘Critérios para a Doação de Sangue’ e ‘Critérios para a Doação de Medula Óssea’, ambos traduzidos em braile e fornecidos através de uma parceria entre a Rede Hemosul MS e o ISMAC (Instituto Sul-Mato-Grossense para Cegos Florivaldo Vargas). No ato representando o presidente do ISMAC, Márcio Ximenes Ramos, participou a assistente social da unidade Hemosul Santa Casa, Eliane Margarido de Souza.

Os materiais já estão disponíveis nas unidades do Hemosul em Campo Grande – Coordenador, HRMS (Hospital Regional de Mato Grosso do Sul e Sana Casa – e serão enviadas para as unidades do interior na próxima segunda-feira (11).

Além dos lançamentos, a solenidade também contou com apresentações culturais do estudante, Miguel Menezes, que compôs uma música incentivando a doação de sangue e a segurança no trânsito e o cantor, Gideão Dias.

O estudante de 13 anos ficou muito contente com o convite para participar do evento. “Eu estou adorando participar, é muito importante falar para as pessoas sobre a doação de sangue, para ajudar quem está precisando. Quando eu completar 18 anos já vou doar sangue”, contou Miguel.

Doadores

Atualmente, a Rede Hemosul MS conta com 333.314 mil doadores de sangue cadastrados em todo o Estado.

Um doador, em especial, não poderia deixar de participar desta comemoração, o corretor de imóveis, Pedro Mariusso Filho. Hoje, aos 74 anos, Mariusso conta com orgulho que foi doador de sangue por 51 anos. O corretor de imóveis doou sangue até completar 70 anos, mediante autorização da rede e assinatura de um termo de responsabilidade médica para poder doar sangue.

“Eu fiz um pacto comigo e com o Hemosul que, a partir daquele momento que eu tive que parar eu seria um soldado do Hemosul. Eu participo de todos os eventos, eu participo para estimular as pessoas a virem até o Hemosul e fazerem esse ato tão digno que é a doação de sangue”.

A Rede Hemosul MS atende todos os hospitais públicos e privados do estado com hemocomponentes do sangue, cadastro de doadores voluntários de medula óssea, atende e distribui fatores de coagulação aos pacientes com hemofilia e outras coagulopatias e tudo isso pelo SUS (Sistema Único de Saúde).

O cantor e também doador de sangue, Gideão Dias, reforçou a importância da doação de sangue.

“Aqui eu já me sinto em casa, aqui é minha casa. Eu estimulo muito essa questão, a doação de sangue é um combo, não é somente o sangue em si, é vida, é amor ao próximo, é solidariedade, é dar condições, possibilidades de uma pessoa poder contar com você para uma possível situação ruim. O Hemosul está aí, sempre de portas abertas, prestando um atendimento maravilhoso. São 35 anos de Hemosul e poder associar um ato que eu faço com amor à minha profissão, poder unir tudo isso, eu fiquei lisonjeado com a oportunidade”.

Rede Hemosul MS

O Centro de Hematologia e Hemoterapia de Mato Grosso do Sul – Hemosul MS – foi criado através da Lei Estadual n. 824 de 25 de maio de 1988 e em 8 de dezembro do mesmo ano, o Hemocentro Coordenador foi inaugurado oficialmente.

“Eu passava aqui na frente quando íamos visitar uns parentes no Tiradentes, eu olhava para as colunas, ainda em construção, via a placa ‘Centro de Hematologia, não sabia nem o que era, mas dizia que eu ainda iria trabalhar aqui, eu vou trabalhar nesse lugar. Isso eu devia ter uns 17 anos, estava na faculdade. Me formei em 1988 e, em 1989, prestei o concurso, passei e tomei posse no mesmo ano. Desde então, sou servidor aqui do Hemosul, foi o meu primeiro emprego”, conta o gerente de Produção, Biossegurança e Resíduos da Rede Hemosul MS, Júlio Cesar Sant’Anna da Silva, servidor da rede desde junho de 1989.

Ligado diretamente a SES (Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso do Sul), a Rede Hemosul MS tem o objetivo de promover a interiorização das ações relativas à coleta, produção e ao uso do sangue para fins terapêuticos.

Ao longo desses anos, a Rede Hemosul MS passou por uma contínua renovação do seu parque tecnológico a fim de melhor atender aos doadores de sangue, bem como aos pacientes que necessitam dos hemocomponentes produzidos.

Parte dessa história, Júlio Cesar pode acompanhar todo o progresso da Rede Hemosul.

“Acompanhei toda a evolução do Hemosul. Só em 2001 que foi colocado o software que gerencia o ciclo do sangue. Antes disso eram livros e mais livros, não tínhamos computador”.

No ano de 2001 foi implantado no Hemocentro Coordenador o sistema informatizado para o ciclo do sangue, que trouxe melhorias ao cadastro de doadores e permitiu uma melhor rastreabilidade nos documentos, além de aumentar a segurança nos resultados de exames e, consequentemente, na liberação dos hemocomponentes.

A partir do ano de 2010, a Rede Hemosul MS deu início a várias melhorias como a centralização dos laboratórios de imunohematologia, para uma melhor performance nos ensaios, melhoria da qualidade e redução de custos; a centralização dos laboratórios de sorologia e implantada a metodologia de quimioluminescência; implantação do laboratório de Biologia Molecular para realização de Teste de Ácidos Nucléicos (NAT), HIV, hepatite C e hepatite B, entre outras ações.

Para Júlio, o Hemosul é um campo riquíssimo para a pesquisa, ensino, aprendizagem e que sempre existe algo a ser feito.

“O Hemosul tem muito chão pela frente, tem muito a crescer. A rede Hemosul é muito importante para todo o estado, tem capilaridade no interior, a população nos atende muito bem. Quando fazemos campanha a população responde, o Hemosul tem um conceito muito bom com a população. Estamos aqui para salvar vidas, crianças, idosos, pacientes oncológicos, renal crônico, o paciente que precisa de plaquetas, um dia qualquer um de nós pode precisar”, finalizou.

Atualmente, a Rede Hemosul MS conta com 12 centros de coletas, sendo três em Campo Grande – Hemosul Coordenador, Hemosul Hospital Regional de Mato Grosso do Sul e Hemosul Santa Casa –, nos municípios de Dourados, Ponta Porã, Três Lagoas e Paranaíba – com atendimento diário, além de Coxim, Corumbá, Nova Andradina, Naviraí e Aquidauana.

ISO 9001

Neste ano, o Hemosul Coordenador de Campo Grande e o Hemosul Dourados receberam a certificação ISO 9001, que comprova que todo o ciclo do sangue das unidades tem rigoroso controle de qualidade e serviço.

O certificado é emitido pela Organização Internacional para a Padronização (International Organization for Standardization – ISO), que tem a ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) como responsável pela adoção e apuração desses padrões no Brasil. Ele foi criado para melhorar o desempenho das organizações, para o alcance de um alto nível de qualidade no serviço ofertado. A Rede Hemosul MS também agradeceu às instituições parceiras do Selo Conexão 2022 e 2023.

Kamilla Ratier, Comunicação SES
Fotos: Max Arantes

Fonte: Governo MS

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Mato Grosso do Sul

Como proteger idosos durante temporais e outras emergências climáticas

Especialista orienta a preparar a casa e a família para protegê-los em situações de emergência

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Os temporais que atingiram Mato Grosso do Sul nos últimos dias deixaram ruas bloqueadas, árvores e postes derrubados, imóveis danificados e bairros inteiros sem energia elétrica. Em alguns pontos de Campo Grande, por exemplo, o fornecimento demorou mais de 36 horas para ser restabelecido, afetando diversas residências, muitas delas com moradores idosos.

Mato Grosso do Sul tem cerca de 391 mil pessoas com 60 anos ou mais, o equivalente a 14,18% da população do Estado, segundo dados do Censo 2022 do IBGE. O número ajuda a dimensionar a importância de um cuidado muitas vezes deixado de lado: preparar a casa e a família para situações de emergência provocadas por chuvas intensas, ventos fortes e interrupções prolongadas de serviços essenciais.

Para pessoas idosas, episódios desse tipo podem trazer dificuldades adicionais. Mobilidade reduzida, uso contínuo de medicamentos, dependência de equipamentos elétricos e limitações visuais ou auditivas podem tornar mais difícil reagir rapidamente a uma situação de risco.

Para Denis Corrêa, sócio e diretor comercial e estratégico da CoreHelp, instituição especializada na capacitação para atendimento de emergências, esse planejamento precisa começar antes que a tempestade chegue.

“Em uma emergência, não é o momento de descobrir quem vai ajudar o idoso, onde estão os medicamentos ou como ele poderá deixar a casa se isso for necessário. A família precisa pensar previamente nesses cenários e definir um plano simples, que todos conheçam e consigam executar”, orienta.

A atenção a esse público também está prevista no Plano Nacional de Proteção e Defesa Civil 2025/2035, que estabelece que as estratégias de prevenção e resposta a desastres devem considerar prioritariamente pessoas idosas, pessoas com deficiência e aquelas com mobilidade reduzida.

O plano de resposta rápida doméstico

Denis chama esse conjunto de cuidados de plano de resposta rápida doméstico. A ideia é simples: deixar organizado, antes de qualquer problema, aquilo que a família vai precisar saber e fazer quando uma emergência acontecer. Não exige equipamentos caros nem conhecimento técnico, apenas conversa, organização e informação em lugar fácil de encontrar.

O primeiro passo é deixar os números de emergência visíveis para todos os moradores da casa, como na porta da geladeira, perto do telefone fixo ou na entrada do imóvel. Devem estar anotados o SAMU (192), a Polícia Militar (190), o Corpo de Bombeiros (193) e a Defesa Civil (199), além do telefone da companhia de energia. Também vale salvar esses contatos no celular do idoso e dos familiares mais próximos.

“Na hora do susto, muita gente esquece até o número mais conhecido. Quando a informação está escrita e à vista, qualquer pessoa da casa consegue pedir ajuda, inclusive uma criança ou uma visita”, explica Denis.

O plano também deve indicar quais hospitais da região estão preparados para atender casos de infarto e de AVC. Nessas situações, cada minuto faz diferença, e saber com antecedência para onde ir evita perda de tempo e deslocamentos desnecessários. O ideal é que a família confirme essas informações com o médico que acompanha o idoso ou com a rede de saúde do município.

Outro ponto importante é combinar qual familiar deve ser avisado primeiro em caso de emergência. Definir essa pessoa, e também uma segunda opção caso ela não atenda, evita ligações desencontradas e garante que alguém de confiança acompanhe a situação desde o início.

Por fim, a família precisa pensar em como sair rapidamente do imóvel, se for necessário. Isso inclui saber por qual porta sair, manter as chaves sempre no mesmo lugar, deixar corredores e passagens livres, ter uma lanterna de fácil acesso e combinar um ponto de encontro seguro fora da casa.

O que mais precisa estar previsto

Cada idoso tem necessidades próprias. Uma pessoa independente e com boa mobilidade terá demandas diferentes de alguém que precisa de ajuda para caminhar, usa cadeira de rodas, faz tratamento contínuo ou tem alguma condição que dificulte a comunicação ou a orientação.

A família deve definir quem poderá ajudar em uma eventual saída do imóvel, para onde o idoso será levado e como será feito esse deslocamento. Também é importante manter à mão informações sobre medicamentos, receitas, contatos de familiares, médicos e serviços de emergência.

Para quem usa medicamentos todos os dias, a recomendação é manter as receitas organizadas e acompanhar o estoque, principalmente quando houver previsão de temporais, já que sair de casa pode ficar difícil. Idosos que usam aparelhos auditivos também devem ter pilhas extras ou o carregador sempre abastecido, para não perderem a capacidade de ouvir alertas e orientações durante a emergência.

A falta de energia também merece atenção. Além de deixar a casa no escuro e aumentar o risco de quedas, uma interrupção longa pode afetar equipamentos usados nos cuidados com o idoso, a conservação de alguns medicamentos e até a comunicação com a família.

“É importante que a família saiba antecipadamente se existe algum equipamento que não pode ficar sem energia, quais são as alternativas disponíveis e para quem deve ligar. Improvisar durante o temporal aumenta muito a chance de uma decisão errada”, afirma Denis.

Nem sempre sair de casa é a primeira opção

Outra preocupação é evitar decisões apressadas. Retirar um idoso de casa durante uma chuva forte, sem que exista risco imediato no imóvel, pode expô-lo a outros perigos, como ruas alagadas, fios elétricos, árvores instáveis e quedas no caminho.

A decisão deve levar em conta as condições da casa, os alertas dos órgãos de emergência e, principalmente, a segurança do trajeto.

“Existe uma tendência natural de querer resolver tudo rapidamente, mas, em uma situação de emergência, a primeira análise deve ser sempre de segurança. Se há fios caídos, água subindo, estruturas comprometidas ou risco de queda de árvores, é preciso avaliar antes de colocar uma pessoa com mobilidade reduzida naquele ambiente”, explica o especialista.

Se for preciso deixar o imóvel, documentos pessoais, medicamentos, receitas, água e outros itens indispensáveis ao cuidado devem estar reunidos em uma bolsa ou mochila que possa ser levada rapidamente.

Também é importante que o plano não dependa de uma única pessoa. Familiares, cuidadores e vizinhos de confiança podem conhecer as necessidades daquele morador e saber como ajudar caso o responsável não consiga chegar.

Depois da chuva, os riscos continuam

O fim do temporal não significa o fim da emergência. Casas sem energia, pisos molhados, objetos fora do lugar, telhados danificados, galhos e fios espalhados pelo terreno podem criar novos riscos dentro e fora da residência.

Para idosos com dificuldade de equilíbrio, locomoção ou visão, pequenas mudanças no ambiente já aumentam a chance de quedas e outros acidentes.

Antes que o idoso volte a circular normalmente pela casa, a recomendação é verificar se há água no chão, objetos bloqueando a passagem, danos na estrutura ou qualquer alteração que dificulte a locomoção. Áreas próximas a fios, árvores caídas, postes e estruturas danificadas devem ser isoladas até a avaliação de profissionais.

Com essas medidas combinadas antes, a família reduz os improvisos justamente quando precisa decidir rápido. Um plano simples, com números de emergência à vista, hospitais de referência, contatos definidos, medicamentos organizados, rotas de saída e as necessidades específicas do idoso, torna a resposta mais segura antes, durante e depois de um temporal.

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Mato Grosso do Sul

Inmet alerta para tempestades com ventos de até 90 km/h em MS; Energisa reforça orientações de segurança

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O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu dois alertas de tempestade para Mato Grosso do Sul, válidos a partir deste sábado (19), com instabilidade prevista até a segunda-feira (21). A previsão indica chuvas intensas, granizo, raios e ventos de até 90 km/h, afetando principalmente a região sul do estado.

​Diante do risco de queda de árvores e lançamento de objetos sobre a fiação de energia, a Energisa-MS orienta a população a reforçar a segurança durante as tempestades:

  • Distância de Segurança: Em caso de cabos rompidos, árvores ou objetos sobre a rede elétrica, mantenha distância e jamais tente mover o material, mesmo que a região pareça sem energia.
  • Canais de Atendimento: Caso identifique ocorrências na rede, acione a concessionária imediatamente pelos meios oficiais:
    • WhatsApp (Gisa): (67) 99980-0698
    • Aplicativo: Energisa On
    • Telefone: 0800 722 7272
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