TRÊS LAGOAS
Pesquisar
Close this search box.

Curiosidades

Dez perfis do Instagram que valem a pena seguir

Publicado em

“Sapear” o Instagram se transformou num hábito quase que “inconsciente” nos últimos anos. Não é difícil encontrar pessoas “rolando as páginas” da rede social na fila do supermercado ou no intervalo de uma aula, simplesmente para passar o tempo.

Segundo estatísticas da própria Meta, o brasileiro gasta aproximadamente 16 horas mensais no aplicativo, perdendo apenas para whatsapp, com 28 horas por mês.

Esse cenário é terra fértil para criadores de conteúdo do mundo todo que encontram na plataforma os recursos necessários para garantir, cada vez mais, seguidores.

Contudo, não é essa estatística que garante a qualidade desses conteúdos. Nós selecionamos, por exemplo, dez perfis que – com certeza – vão aquecer seu coração sempre que o “dedinho” for rolar nas páginas do seu instagram.

1. Is This Real
Seguidores: 1,7 milhões

O perfil do fotógrafo paranaense Brian Baldrati é uma verdadeira “jóia” no universo das redes sociais. Ele retrata e conta histórias – na maioria das vezes – de pessoas simples. O convite é sempre o mesmo: posso tirar algumas fotos sua? Nesse “pano de fundo”, ele apresenta histórias como a da dona Raimunda, de 102 anos, que vive no Oiapoque, no extremo norte brasileiro.

Não é à toa que Brian tem sido convidado, com frequência, a integrar a equipe de Luciano Huck em reportagens pelo Brasil e mundo afora.

2. Ed People
Seguidores: 899 mil

O belga Ed People viaja o mundo e cria seu conteúdos a partir de uma única pergunta: Can you teach me your favorite dance move? Numa tradução livre: você pode me ensinar seu movimento de dança favorito?

O resultado é de se “deliciar” por horas. Hindus, paquistaneses, brasileiros, franceses e turcos, entre tantos outros, ensinam Ed e participam – com ele – da gravação da coreografia.

3. Razões Para Acreditar
Seguidores: 5,5 milhões

Criado pelo maranhense Vicente de Carvalho, o perfil Razões Para Acreditar é “espelho” do site com o mesmo nome que conta histórias inspiradoras ou, como ele mesmo diz, “histórias do bem”.

O Insta, além de compartilhar as reportagens produzidas pela equipe de jornalismo, também reproduz conteúdos inéditos.

4. John Leitão
Seguidores: 5,3 milhões

O humorista John Leitão tem 43 anos e é famoso por seus vídeos divertidos no YouTube, sempre com muita positividade. Leitão está sempre buscando uma forma de fazer a galera cair na risada… ou chorar de emoção.

5. Kelvin Anesi
Seguidores: 47,7 mil

Kelvin Anesi ficou conhecido por postar um vídeo sobre “coisas que tinha vontade mas que não conseguia ter por falta de condições financeiras”. O jeito simples e sincero de Kelvin encantou milhares de internautas e até marcas famosas que deram uma “forcinha” para o menino paranaense.

No seu perfil, ele compartilha o dia-a-dia com sua avó e do seu trabalho.

6. William da Bondade
Seguidores: 1,1 milhão

Willam Braz, o “cara da bondade” reúne um pouco mais de 1 milhão de seguidores no Instagram. A ideia é “fazer o bem” contando histórias de pessoas comuns. Segundo o próprio William, a missão do perfil é “inspirar” outras pessoas a fazerem o mesmo.

7. Maju Mendonça e Arthur Luis Cardoso
Seguidores: 3,8 milhões e 1 milhão

As páginas dos pais da Luísa Mendonça, a Lulu, são recheadas de verdadeiras lições de amor e educação familiar. Filha de dois comunicadores de Brasília (Arthur Luis Cardoso e Maju Mendonça), Lulu – com apenas 3 anos de idade – divide seu dia-a-dia repleto de ternura e opiniões sinceras como o vídeo em que ela responde: “O que é amor pra você?”

8. Patinhas Pequenas
Seguidores: 1 milhão

Perfis com vídeos de cachorros, gatos e até outros animais ou aves sempre “ganham” o coração de todos. Difícil escolher um só dentre dezenas que demonstram o amor dos “pets” com seus cuidadores ou, simplesmente, as peripécias do mundo animal.

O perfil Patinhas Pequenas nasceu, na verdade, para compartilhar, dicas de receitas saudáveis para os animaizinhos do coração. No entanto, pouco a pouco, ganhou projeção com a publicação de vídeos de “birras” ou de amizade entre os próprios animais.

9. Menos Pausa Mais Vida
Seguidores: 147 mil

Leila Rodrigues posta conteúdos motivacionais, educativos e dicas de saúde para quem já está sentindo os efeitos da “menopausa”. De um jeito irreverente, didático e direto, Leila consegue abordar até temas polêmicos com uma certa “doçura” e destreza.

10. Dia de Retornar
Seguidores: 346 mil

A página pode até ser um “braço” de marketing do Instituto Retornar. Mas os vídeos em que voluntários do Instituto pagam a conta ou enchem o tanque de pessoas comuns e depois recebem uma carta com uma passagem bíblica literalmente viralizaram na internet.

A ideia é simples: o que a gente faz de bom, retorna.

Por Robson Trevisan/Rádio Caçula

Comentários Facebook

Curiosidades

Slow sex: desacelerar o sexo pode ser a resposta para o prazer em tempos de ansiedade

Published

on

Em uma sociedade marcada pela pressa, pelo excesso de estímulos e pela cobrança constante por desempenho, o sexo também entrou no modo automático. É nesse cenário que o slow sex surge como uma proposta de reconexão: menos foco em resultado, mais atenção à presença, ao corpo e à troca entre as pessoas.

Apesar de o conceito ainda ser pouco conhecido, dados extraídos de uma enquete feita com mais de 6 mil usuários do Sexlog mostram que a necessidade de desacelerar já é sentida na prática:  76,9% acreditam que desacelerar melhora o prazer sexual. Ao mesmo tempo, 82,4% nunca ouviram falar em slow sex. Esse contraste indica que, mesmo sem conhecer o termo, grande parte das pessoas reconhece que algo precisa mudar na forma como vive a intimidade.

Sexo no automático cresce com a idade e com a rotina

O levantamento mostra que a sensação de “transar no automático” se intensifica conforme a idade avança. Entre os usuários de 35 a 54 anos, faixa etária que concentra a maior parte da amostra, mais da metade afirma que vive o sexo no automático sempre, frequentemente ou pelo menos às vezes.

Para a neuropsicanalista clínica e especialista em relações contemporâneas Sanny Rodrigues, essa queixa é recorrente no consultório. “As pessoas querem sexo, mas estão emocionalmente desconectadas do próprio corpo e, muitas vezes, do corpo do parceiro ou da parceira. O sexo acontece, mas sem intensidade e sem envolvimento verdadeiro”, explica.

Segundo ela, rotina, cansaço e falta de investimento consciente transformam a sexualidade em algo funcional. “Assim como outras áreas da vida, o sexo também precisa de cuidado para não cair no automático.”

Relacionamentos longos sentem mais o peso da repetição

Quando o recorte é feito por tipo de relacionamento, os dados reforçam essa leitura. Usuários casados ou em relações longas tendem a relatar mais variações no ritmo do sexo e maior sensação de repetição, enquanto solteiros aparecem com percepções mais diversas sobre o ritmo da vida sexual.

Para Sanny, o problema não é a duração do vínculo, mas a perda de presença. “Em relacionamentos longos, o cotidiano ocupa o lugar da atenção. Sem diálogo e cuidado, o sexo vira repetição funcional. Não é falta de desejo, é falta de investimento consciente”, afirma.

Nesse contexto, o slow sex não propõe “fazer algo diferente”, mas estar diferente no encontro. “Menos pressa costuma gerar mais intimidade”, resume a especialista.

Ansiedade afeta o prazer e desperta curiosidade por novas formas de viver o sexo

A pesquisa também mostra que 56,4% dos usuários dizem que ansiedade ou cansaço atrapalham o prazer sexual muitas ou algumas vezes, e quase 60% já deixaram de transar por estarem estressados ou sem energia mental. Entre esse grupo, cresce o interesse por propostas que tirem o foco da performance e devolvam o sexo à experiência sensorial.

Isso ajuda a explicar por que, mesmo com pouco conhecimento sobre o tema, 35,5% dos usuários afirmam ter curiosidade sobre slow sex. Para Sanny, a relação entre ansiedade e prazer é direta: “Quando a pessoa está ansiosa, o corpo entra em estado de alerta. Um corpo em alerta não relaxa, ele se protege. O desejo até pode existir, mas o prazer não acompanha.”

Ela ressalta que não se trata de falta de vontade, mas de segurança corporal. “Não é um corpo que não deseja. É um corpo que não se sente seguro para sentir.”

Falta de conexão reforça a crença de que desacelerar pode ajudar

Entre os principais fatores que prejudicam o prazer sexual hoje, os usuários apontam cansaço físico, falta de conexão com o parceiro(a), falta de tempo e distrações como celular e trabalho. A combinação desses elementos ajuda a entender por que a maioria acredita que desacelerar pode melhorar a experiência sexual.

Para a especialista, essa percepção funciona como uma validação emocional da proposta do slow sex. “Quando o orgasmo vira objetivo, o sexo deixa de ser encontro e vira teste. Quanto mais cobrança, menos o corpo responde”, explica. “Desacelerar tira o foco do resultado e devolve o prazer ao processo.”

Slow sex não é sobre tempo, mas sobre presença

Segundo Sanny, o slow sex não é uma técnica nem uma regra sobre duração. “Não tem a ver com transar por mais tempo, mas com qualidade de presença. Envolve conversa, cuidado, pausas, atenção, olho no olho. O sexo deixa de ser só um ato físico e passa a ser uma experiência de troca.”

A abordagem pode, inclusive, ser vivida em encontros casuais. “Slow sex não depende do tipo de vínculo, mas do nível de consciência envolvido. Onde há presença e diálogo, a experiência pode ser mais respeitosa e satisfatória.”

Para quem deseja começar, a especialista sugere olhar além da cama. “O sexo acompanha o ritmo que a pessoa sustenta na vida. Reduzir distrações, respirar melhor, prestar atenção no toque e até usar a música como aliada já muda muita coisa. Presença é simples e transformadora.”

Em um cenário de excesso, Sanny não vê o slow sex como moda. “É uma resposta a um cansaço coletivo. Não é tendência passageira, é reconexão com o corpo.”

Sobre o Sexlog

Com mais de 23 milhões de usuários, o Sexlog é a maior rede social de sexo e swing do Brasil. A plataforma oferece um espaço seguro para a troca de mensagens, encontros e divulgação de eventos, conectando casais e solteiros que desejam explorar sua sexualidade de maneira livre e consensual.

Comentários Facebook
Continue Reading

Curiosidades

A menina que não sente dor, fome e sono

Published

on

Olivia Farnsworth é uma adolescente britânica de Huddersfield que possui uma condição genética extremamente rara conhecida como deleção do cromossomo 6p. Essa anomalia faz com que ela não sinta dor, fome ou cansaço — um conjunto de sintomas tão incomum que Olivia é considerada a única pessoa no mundo a apresentar todos os três simultaneamente.

O que é a deleção do cromossomo 6p?

A deleção do cromossomo 6p é uma condição genética em que uma parte do braço curto (p) do cromossomo 6 está ausente. Essa região contém genes importantes relacionados ao sistema imunológico e ao desenvolvimento neurológico. A ausência desses genes pode levar a uma variedade de sintomas, incluindo insensibilidade à dor, falta de apetite e distúrbios do sono

Impactos no cotidiano

A condição de Olivia apresenta desafios significativos para sua saúde e segurança:ndtv.com

  • Insensibilidade à dor: Ela pode sofrer ferimentos graves sem perceber, o que requer vigilância constante para evitar complicações.

  • Ausência de fome: Sem a sensação de fome, Olivia precisa seguir uma dieta rigorosa para garantir a ingestão adequada de nutrientes e evitar a desnutrição.

  • Distúrbios do sono: Ela consegue funcionar com apenas duas horas de sono por noite, o que pode afetar seu desenvolvimento e bem-estar geral.

Um caso único

Embora existam cerca de 100 casos documentados de deleção do cromossomo 6p, Olivia é o único caso conhecido que apresenta simultaneamente a ausência de dor, fome e necessidade de sono. Sua condição continua a ser objeto de estudo por médicos e cientistas interessados em entender melhor os mecanismos genéticos envolvidos.

Para uma visão mais detalhada sobre a história de Olivia Farnsworth, você pode assistir ao seguinte vídeo:

She Can’t Feel Pain, Hunger, or Danger

Por .geneticeducation.co.in

Comentários Facebook
Continue Reading

TRÊS LAGOAS

ÁGUA CLARA

CÂMARA DE TRÊS LAGOAS

SUZANO

ELDORADO

Assembléia Legislativa MS

Mato Grosso do Sul

POLICIAL

Mais Lidas da Semana