Política
Deputado Eduardo Rocha é reeleito vice-presidente da ALEMS para o biênio 2021/2022
O deputado estadual Eduardo Rocha foi reeleito primeiro vice-presidente da ALEMS (Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul), em sessão ordinária desta quinta-feira (10), para o biênio 2021/2022. O parlamentar recebeu 23 votos, do total de 24.
Juntamente com a eleição de Eduardo Rocha, foi reeleita toda a Mesa Diretora Atual, sem nenhuma alteração. Dessa forma, permanece deputado Paulo Correa como presidente; Neno Razuk – 2º vice-presidente; Antonio Vaz – 3° vice-presidente; Zé Teixeira – 1° secretário; Herculano Borges – 2º secretário e Pedro Kemp – 3º secretário.
Eduardo Rocha destacou a confiança e responsabilidade com a reeleição. “Agradeço muito aos colegas por me confiarem mais uma vez em fazer parte da Mesa Diretora, assim como todo o grupo. Sem dúvida, iremos dar continuidade ao trabalho que vem sendo feito em prol de melhorias da Casa de Leis e principalmente com relação aos projetos em prol de nosso Mato Grosso do Sul e com certeza melhorar ainda mais”.
A Mesa Diretora tem a função de conduzir os trabalhos legislativos e os serviços administrativos da instituição e como ocorreu nesta data, os deputados em questão são escolhidos pelo corpo parlamentar, por meio de votação nominal e aberta. Os eleitos cumprem mandato de dois anos, permitida a reeleição, de acordo com o artigo 10 do regimento interno da ALEMS.
Assessoria deputado Eduardo Rocha – Foto: Mariana Anjos
Política
Lula enfrenta 52,9% de desaprovação em nova pesquisa
Mesmo liderando a corrida eleitoral com 43,4% das intenções de voto no primeiro turno contra 33,7% de Flávio Bolsonaro (PL), a desaprovação do governo Lula (PT) atingiu 52,9% em agosto.
O cenário de contraste entre a força eleitoral do presidente e o desgaste de sua gestão administrativa foi apontado pela Pesquisa Atlas/Bloomberg, divulgada nesta segunda-feira (31).
De acordo com o levantamento, apenas 45,4% dos entrevistados aprovam o desempenho de Lula à frente do Executivo, enquanto 1,7% não souberam responder. Quando questionados sobre a avaliação geral da gestão federal, mais da metade dos eleitores (51,1%) classifica a administração como ruim ou péssima. Outros 37,0% avaliam como ótima ou boa e 11,9% a consideram regular.
Intenção de voto no 1º turno
Apesar dos índices negativos de avaliação da máquina pública, o presidente mantém a liderança na preferência do eleitorado, seguido pelo senador Flávio Bolsonaro:
- Lula (PT): 43,4%;
- Flávio Bolsonaro (PL): 33,7%;
- Escritor Augusto Cury (Avante): 7,8%;
- Renan Santos (Missão): 7,6%;
- Ronaldo Caiado (PSD): 3,3%;
- Pablo Marçal (PRTB): 1,9%;
- Romeu Zema (Novo): 1,0%;
- Samara (UP): 0,9%;
- Rui Costa Pimenta (PCO): 0,1%;
- Veterinário Wilson Grassi (Democrata): 0,1%;
- Brancos, nulos e indecisos: 0,3%.
Cenários de 2º turno e taxas de rejeição
Nas simulações de segundo turno, a vantagem de Lula sobre os nomes da oposição se estreita. Contra Flávio Bolsonaro, o petista registra 47,1% contra 42,6% do senador (10,3% de brancos, nulos ou indecisos).
Em um eventual embate contra o ex-presidente Jair Bolsonaro, o placar fica em 46,8% a 44,1%.
Lula também lidera contra Ronaldo Caiado (46,6% a 41,0%), Romeu Zema (47,0% a 40,7%) e Renan Santos (47,5% a 26,0%).
No quesito rejeição (“em quem não votaria de jeito nenhum”), o senador Flávio Bolsonaro e o presidente Lula aparecem tecnicamente empatados na liderança negativa, com 52,7% e 52,0%, respectivamente. Renan Santos soma 43,1%, Jair Bolsonaro tem 41,3% e Pablo Marçal registra 40,1%.
Desgaste com investigações sobre “Lulinha”
O levantamento aponta que a repercussão das investigações da Polícia Federal envolvendo Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente, pesa sobre a imagem do governo. Cerca de 67,2% dos brasileiros afirmam acompanhar o caso de perto.
Para 52,6% dos entrevistados, Lulinha atuou para influenciar órgãos públicos em favor de empresários, enquanto 26,3% não acreditam em favorecimento e 21,1% não souberam opinar.
A pesquisa revela ainda que 55,1% entendem que o episódio atinge diretamente o governo e 59,4% acreditam que o caso tem potencial para prejudicar a candidatura de Lula à reeleição (34,8% “muito” e 24,6% “um pouco”).
Metodologia da pesquisa
- Amostra: 5.014 entrevistados em todo o Brasil;
- Metodologia: Recrutamento Digital Aleatório (Atlas RDR);
- Período de coleta: 25 a 30 de agosto de 2026;
- Margem de erro: 1 ponto percentual para mais ou para menos;
- Nível de confiança: 95%;
- Registro no TSE: BR-07972/2026.
Por RCN 67
Política
Eleição em MS pode ser decidida no 1º turno, indica pesquisa
O governador Eduardo Riedel (PP) aparece em posição de vencer a eleição para o governo de Mato Grosso do Sul ainda no primeiro turno, conforme a quarta pesquisa de intenções de voto contratada pelo Correio do Estado e realizada pelo Instituto de Pesquisa Resultado (IPR).
No cenário estimulado, Riedel tem 44,77% das intenções de voto, enquanto todos os seus adversários somados alcançam 32,02%.
Desconsiderando os votos brancos, nulos e os eleitores ainda indecisos, como ocorre no cálculo dos votos válidos na eleição, ele alcança aproximadamente 58,3% dos votos já definidos, contra 41,7% dos demais candidatos.
O resultado coloca Riedel, no atual retrato da pesquisa, acima dos 50% dos votos válidos necessários para encerrar a disputa no primeiro turno.
O cenário, porém, ainda pode sofrer alterações, principalmente porque 13,78% dos entrevistados permanecem indecisos.
Na pesquisa estimulada, quando os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados, o ex-deputado federal Fábio Trad (PT) ocupa a segunda colocação, com 13,78%, uma diferença de 30,99 pontos porcentuais em relação ao governador.
Já o ex-senador Delcídio do Amaral (PRD) aparece em terceiro, com 7,02%, seguido pelo deputado estadual João Henrique Catan (PL), com 4,85%. O economista Renato Gomes (DC) registra 2,68%, Lucien Rezende (Psol), 1,91%, enquanto Jeferson Bezerra (Agir) e Daniel Lemes (PCO) aparecem com 0,89% cada; os votos brancos e nulos representam 9,44% e 13,78% ainda não sabem em quem votar.
ESPONTÂNEA
Riedel também lidera com ampla vantagem na pesquisa espontânea, quando nenhum nome é apresentado ao eleitor.
O governador foi citado por 16,20% dos entrevistados, enquanto Fábio Trad aparece com 2,68% e João Henrique Catan e Delcídio têm 0,38% cada.
O ex-prefeito de Aquidauana, Odilon Ribeiro (PL), o senador Nelsinho Trad (PSD), o deputado estadual Paulo Duarte (PSDB), o vereador campo-grandense Marquinhos Trad (PV), o deputado estadual Pedro Pedrossian (Republicanos) e o ex-prefeito de Três Lagoas, Ângelo Guerreiro (PSDB), foram lembrados por 0,13% dos entrevistados cada.
O destaque nesse cenário é o elevado porcentual de eleitores que ainda não têm um candidato definido. Os indecisos chegam a 75,64%, enquanto votos brancos e nulos somam 3,95%.

REJEIÇÃO
Apesar de ocupar a segunda colocação na intenção de voto estimulada, Fábio Trad também apresenta o maior índice de rejeição entre os candidatos, com 17,98% dos entrevistados.
Delcídio do Amaral aparece em seguida, com rejeição de 12,37%, e Eduardo Riedel tem índice de 6,25%. Lucien Rezende registra 2,93%, enquanto Daniel Lemes e João Henrique Catan têm 2,17% cada.
Jeferson Bezerra aparece com 1,28% e Economista Renato Gomes, com 0,77%. Entre os entrevistados, 32,78% disseram não rejeitar nenhum candidato, enquanto 8,55% afirmaram rejeitar todos, outros 9,06% estão indecisos e 3,70% responderam branco ou nulo.
DADOS
A pesquisa IPR/Correio do Estado foi realizada entre 19 e 23 de agosto, com 784 eleitores de 17 municípios que, juntos, concentram 68% da população de Mato Grosso do Sul.
O levantamento tem margem de erro de 3,5 pontos porcentuais, para mais ou para menos, e intervalo de confiança de 95%; a pesquisa está registrada sob os números BR-05012/2026 e MS-07621/2026.
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