Esportes
Cuiabá trava na Série B após derrota para o Avaí e vê G-4 distanciar
Em um confronto crucial pela 21ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro, o Cuiabá sofreu um revés neste domingo ao ser superado por 2 a 0 pelo Avaí, na Ressacada. A derrota mantém o Dourado em uma posição delicada na tabela, vendo as equipes que brigam pelo acesso abrirem vantagem. Os gols da partida foram marcados por João Vitor e Marcos Vinícius, ambos do time da casa.
Com o resultado, o Cuiabá permaneceu com 31 pontos, estacionado na sétima colocação, o que representa um tropeço em sua busca por uma vaga no G-4. A equipe mato-grossense viu o Avaí, seu algoz da noite, chegar aos 32 pontos e encostar na zona de classificação, diminuindo para apenas dois pontos a diferença para a Chapecoense, atual quarta colocada. Este cenário intensifica a pressão sobre o Dourado, que precisa reagir para não perder o bonde do acesso.
O Jogo
O placar foi inaugurado ainda no primeiro tempo, aos 21 minutos, por João Vitor. O jogador do Avaí recebeu um passe de Alef Manga na entrada da área, ajeitou e emendou uma finalização precisa no canto esquerdo do goleiro Guilherme, abrindo o placar para os anfitriões.
No segundo tempo, apesar das tentativas do Cuiabá de buscar o empate, foi o Avaí quem ampliou a vantagem. Aos 34 minutos da etapa complementar, em uma jogada de contra-ataque bem articulada, Marquinhos Gabriel avançou pela esquerda, invadiu a área e cruzou para Marcos Vinícius, que arrematou alto para selar a vitória catarinense e o prejuízo cuiabano.
Próximo desafio
A situação exige uma resposta rápida do Cuiabá. O próximo compromisso da equipe mato-grossense será um teste de fogo fora de casa: no sábado, às 20h30 (de Brasília), o Dourado visita o Athletico-PR na Ligga Arena, pela 22ª rodada da Série B. Um resultado positivo será fundamental para manter vivas as esperanças de acesso e evitar que a distância para o G-4 se torne intransponível.
Fonte: Esportes
Esportes
Emoção até o fim! Etíope Muse Gizachew arranca a vitória na 100ª São Silvestre masculina; Brasileiro Fábio Jesus brilha no pódio
A centenária edição da Corrida Internacional de São Silvestre encerrou o ano esportivo de 2025 em grande estilo nesta quarta-feira, entregando um espetáculo de superação e uma reviravolta eletrizante na elite masculina. Quando a vitória parecia certa para o queniano Jonathan Kamosong, o etíope Muse Gizachew protagonizou uma arrancada final heroica na Avenida Paulista, cruzando a linha de chegada em primeiro lugar com o tempo de 44 minutos e 28 segundos.
A dramática final deixou Kamosong em segundo lugar (45min06s), seguido de perto pelo brasileiro Fábio Jesus Correia, que conquistou um honroso terceiro lugar com o mesmo tempo (45min06s). A performance de Fábio Jesus superou a do compatriota Johnatas Cruz, que havia sido o melhor brasileiro em 2024, terminando na quarta posição. William Kibor e Reuben Poguisho, ambos do Quênia, completaram o top 5.
A Dinâmica da Prova Masculina
A corrida masculina começou com uma estratégia ousada do queniano Wilson Maina, que, repetindo a tática de 2024, imprimiu um ritmo intenso e se distanciou dos demais competidores nos primeiros quilômetros. No entanto, por volta do quilômetro 5, Maina não conseguiu manter a vantagem e foi alcançado por um grupo forte de africanos, que incluía Kamosong, Poguisho, Joseph Panga (Tanzânia), Gizachew e o brasileiro Fábio Jesus.
O quarteto africano assumiu a ponta, com Jonathan Kamosong tomando a liderança isolada próximo ao Theatro Municipal. Ele manteve a dianteira durante a temida subida da Avenida Brigadeiro Luís Antônio, sem demonstrar sinais de cansaço ou ameaças à sua posição. Enquanto isso, o brasileiro Fábio Jesus Correia demonstrava grande preparo, sustentando-se firmemente na terceira colocação, assegurando sua presença no pódio.
A expectativa era de uma vitória tranquila para Kamosong, mas a São Silvestre, fiel à sua tradição, reservou uma surpresa para os metros finais. Muse Gizachew, o etíope que vinha em segundo, encontrou forças para um sprint final impressionante na Avenida Paulista. Em um esforço derradeiro, ele ultrapassou Kamosong nos últimos instantes, garantindo o título de campeão da 100ª edição.
Pódio da Elite Masculina:
- Muse Gizachew (Etiópia) – 44min28s
- Jonathan Kamosong (Quênia) – 45min06s
- Fábio Jesus Correia (Brasil) – 45min06s
- William Kibor (Quênia)
- Reuben Poguisho (Quênia)
A Celebração do Centenário
A 100ª edição da Corrida Internacional de São Silvestre reuniu cerca de 55 mil participantes, transformando a Avenida Paulista no palco de partida e chegada para milhares de atletas e corredores de todas as categorias, incluindo as elites A e B (masculina e feminina), PCDs e Cadeirantes, além do icônico Pelotão.
Em reconhecimento à sua história e importância, a tradicional prova de rua foi agraciada com a Salva de Prata pela Câmara Municipal de São Paulo. A honraria foi entregue à Fundação Cásper Líbero, organizadora do evento, em uma sessão solene realizada em 12 de dezembro, celebrando um século de esporte e tradição na capital paulista.
Fonte: Esportes
Esportes
Sisilia Panga da Tanzânia brilha e conquista a 100ª São Silvestre Feminina; Brasil mantém jejum no Ouro
A 100ª edição da tradicional Corrida Internacional de São Silvestre, que encerrou o calendário esportivo de 2025 na manhã desta quarta-feira, consagrou a tanzaniana Sisilia Panga como a grande campeã da categoria feminina de elite. Panga dominou boa parte da prova, cruzando a linha de chegada com o impressionante tempo de 51 minutos e 8 segundos.
A vitória da atleta africana reforça o longo jejum do Brasil na prova feminina, que segue sem uma campeã nacional. No entanto, o país teve motivo para celebrar com a consistente performance de Núbia de Oliveira. A jovem de 23 anos garantiu o terceiro lugar, com 52 minutos e 42 segundos, repetindo o feito do ano anterior e consolidando-se como a melhor brasileira da competição.
Dinâmica da Prova: Largada Equilibrada e Disparada de Panga
A largada da elite feminina foi marcada por um ritmo forte, mas sem uma líder definida nos primeiros quilômetros. Um grupo seleto, composto por Cynthia Chemweno, do Quênia, Sisilia Panga e a brasileira Núbia de Oliveira, rapidamente se destacou do pelotão principal, ditando o ritmo da corrida.
Após os primeiros oito minutos, na passagem pelo Pacaembu, a queniana Chemweno ensaiou uma fuga, assumindo a ponta de forma mais isolada, com Panga em sua cola. A tanzaniana, porém, demonstrou resiliência e estratégia. Pouco antes da metade do percurso, Sisilia Panga lançou um ataque decisivo, ultrapassando Chemweno e abrindo uma distância considerável.
A partir desse momento, Panga seguiu isolada na liderança, mantendo o ritmo forte até a reta final da Avenida Brigadeiro Luís Antônio. Ela chegou praticamente sem ser ameaçada à Avenida Paulista, onde cruzou a linha de chegada na altura do número 900, celebrando a tão cobiçada vitória na edição centenária da São Silvestre.
Pódio Feminino da 100ª São Silvestre:
- Sisilia Panga (Tanzânia) – 51min09s
- Cynthia Chemweno (Quênia) – 52min31s
- Núbia de Oliveira (Brasil) – 52min42s
Fonte: Esportes
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