Mato Grosso do Sul
Convênio da Acert com Governo MS posiciona a pesca esportiva em Corumbá no mercado
Nos últimos meses, a execução de um plano de marketing e divulgação na mídia da pesca esportiva no Pantanal de Corumbá, desenvolvido pela Acert (Associação Corumbaense das Empresas Regionais de Turismo), ampliou os horizontes para a modalidade de turismo no âmbito nacional e estadual. O segmento ganhou maior visibilidade e presença em feiras e outros eventos promocionais e ainda se conectou ao mundo digital via redes sociais.
Por meio de convênio assinado com o Governo de Mato Grosso do Sul através da Fundação de Turismo de Mato Grosso do Sul (FundturMS), a Acert desenvolveu várias ações durante o ano, como a criação de sua logomarca e de uma assessoria de imprensa e produção de plataforma na internet com conteúdo de informações sobre a associação, as empresas filiadas e operadoras da pesca esportiva – barcos-hotéis, hotéis e lojas de equipamentos e embarcações de pesca – e o universo desse esporte em um lugar único, o Pantanal.
Segundo o diretor-presidente da FundturMS, Bruno Wendling, “apoiar entidades como a Acert, que vem realizando um ótimo trabalho em Corumbá, é muito gratificante. Foi fundamental o repasse de recursos para ações, apoio à comunicação, divulgação, melhoria da informação, pois o investimento retorna para MS e para a FundturMS por meio de dados, como taxa de ocupação de hotéis e barcos-hotéis. Então esta é uma parceria que está sendo bem efetivada e ficamos felizes em poder apoiar um destino importante como Corumbá, que é uma referência na pesca esportiva”.
“Essa parceria com o Governo do Estado, através da Fundtur, nos permitiu avançar significativamente, sistematizando nossa atuação no mercado com profissionalismo para potencializar ainda mais nosso destino”, afirmou o presidente da Acert, empresário Luiz Martins. “Criamos um núcleo de comunicação direta com nosso público, por meio das ferramentas digitais disponíveis, como o site, e reforçamos a prática do pesque e solte.”
Segurança e sustentabilidade
Os objetivos, segundo Martins, foram alcançados, quais sejam: aproximar o trade da clientela com rapidez e qualidade na prestação de serviços e atuar mais fortemente na promoção e divulgação do destino, enfatizando sempre que Corumbá é um dos maiores polos de pesca esportiva em água doce do Brasil, com uma rede de 20 barcos-hotéis associados à Acert. “Hoje somos bem posicionados ao oferecer uma pesca diferenciada, para a família, com alto padrão”, disse.
Além da estrutura de marketing, gerando divulgação sistemática da temporada de pesca, com destaque para os serviços oferecidos, o compromisso com a segurança das embarcações e dos tripulantes e as belezas naturais do Pantanal, enfatizando sempre a sustentabilidade e preservação dos estoques pesqueiros com a adoção do pesque e solte, o convênio com a FundturMS gerou ainda pesquisas do perfil do turista e levantamentos do fluxo turístico.
Como parte das estratégias de marketing, o ciclo cumprido com sucesso focou outros temas relevantes desenvolvidos pela Acert, como as ações de seus associados nas áreas ambientais, sociais e econômicas, onde atua em parcerias com órgãos governamentais e Ongs em apoio à sustentabilidade do Pantanal e às comunidades tradicionais. A pesca esportiva movimenta R$ 40 milhões anuais em Corumbá somente em salários, gerando mais de mil empregos diretos.
Silvio de Andrade, Rota Pantanal Bonito
*colaboração com FundturMS
Foto: Alexis Prappas
Fonte: Governo MS
Mato Grosso do Sul
Ladrão furta carro e móveis de residência, sofre acidente durante fuga e abandona veículo em MS
Um homem ainda não identificado furtou móveis e um veículo de uma residência e acabou sofrendo um acidente durante a fuga, na noite desta terça-feira (8), na rodovia MS-427, em Rio Verde de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul.
Segundo o boletim de ocorrência, o suspeito teria arrombado a porta dos fundos do imóvel, localizado na Rua Duque de Caxias, no bairro Vila Carmem, utilizando um machado.
Em seguida, ele teria furtado diversos objetos e o veículo que estava estacionado na garagem.O homem utilizou o carro para fugir, mas, durante o trajeto, perdeu o controle da direção e saiu da pista.
O veículo parou aproximadamente dois quilômetros após o fim do trecho pavimentado da MS-427, já em uma estrada de terra.Conforme apurado pelo portal Rio Verde News, equipes policiais conseguiram localizar o veículo com auxílio de imagens de câmeras de segurança.
O carro apresentava danos na lataria provocados pelo acidente.O suspeito, porém, havia fugido do local antes da chegada dos policiais e ainda não foi localizado.O caso segue em investigação para identificar e localizar o responsável pelo furto.
Tatiane Linhares Vicente, com informações de Top Mídia News
Mato Grosso do Sul
Operação identifica desmatamento ilegal equivalente a quase 350 campos de futebol em MS
Operação Mata Atlântica em Pé identificou 348,67 hectares de desmatamento ilegal em Mato Grosso do Sul em 2026. Para ter uma ideia do tamanho da área, o total equivale, em uma comparação aproximada de 1 hectare por campo de futebol, a quase 350 campos.
As irregularidades foram encontradas a partir da análise de 18 alertas de desmatamento distribuídos por 15 municípios do estado. Segundo o Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS), houve uma redução expressiva na extensão das áreas desmatadas em relação à edição do ano passado.
Os alertas foram analisados pelo Núcleo de Geotecnologias (Nugeo) do MPMS, que utilizou imagens de satélite e outras ferramentas para verificar se as áreas indicadas realmente tinham sofrido desmatamento ilegal.
Após a confirmação das ocorrências, os dados foram encaminhados ao Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul), responsável pela fiscalização e aplicação das medidas administrativas.
A partir das informações recebidas, o órgão realizou as autuações de forma remota. Ao todo, foram aplicados R$ 1.521.044 em multas aos responsáveis pelas áreas identificadas.
Fiscalização com imagens de satélite
De acordo com o MPMS, a operação utiliza alertas de satélite cruzados com informações de mapas e registros das propriedades para identificar possíveis áreas de vegetação nativa derrubadas sem autorização.
O coordenador do Nugeo/MPMS, promotor de Justiça Luciano Loubet, destacou que o uso da tecnologia permite identificar e confirmar as áreas com mais rapidez.
“O uso de geotecnologias avançadas transformou a fiscalização ambiental em Mato Grosso do Sul. A validação rápida e precisa dos alertas pelo Nugeo permite que o Imasul atue de forma remota e imediata, garantindo que a infração não passe despercebida”, afirmou.
Segundo ele, a integração entre os órgãos de fiscalização e o uso de dados e imagens de satélite têm ajudado a combater o desmatamento ilegal no estado.
Operação nacional
A mobilização ocorreu entre os dias 17 e 27 de agosto, simultaneamente em 17 estados que possuem áreas do bioma Mata Atlântica.
A força-tarefa reúne Ministérios Públicos, órgãos de fiscalização ambiental e forças policiais. Entre as ferramentas utilizadas estão imagens de satélite e plataformas de monitoramento, como o MapBiomas Alerta.
Participaram da operação Alagoas, Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Sergipe, Espírito Santo, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Goiás e Mato Grosso do Sul.
A Operação Mata Atlântica em Pé é coordenada nacionalmente pela Associação Brasileira dos Membros do Ministério Público de Meio Ambiente (Abrampa) e pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), com apoio da Fundação SOS Mata Atlântica.
O que acontece após a identificação do desmatamento
Quando a fiscalização confirma uma área desmatada de forma irregular, os responsáveis podem sofrer diferentes tipos de medidas.
Entre elas estão:
- Multas e autos de infração: os responsáveis podem ser multados e a área pode ser embargada, impedindo novas atividades no local.
- Recuperação da área: são adotadas medidas para que a vegetação degradada seja recuperada.
- Responsabilização na Justiça: o caso também pode gerar procedimentos nas áreas cível e criminal.
- Restrições no cadastro ambiental: propriedades podem sofrer bloqueios no Cadastro Ambiental Rural (CAR).
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Restrição de crédito: os responsáveis podem ter o acesso a crédito rural e outros recursos financeiros suspenso.
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