Mato Grosso do Sul
Com investimentos de R$ 3,3 milhões, reforma da Escola Estadual Edson Bezerra é entregue em Itaporã
O vice-governador Barbosinha e o secretário estadual de Educação, Hélio Daher entregaram nesta sexta-feira (30) a reforma de mais uma unidade escolar da REE (Rede Estadual de Ensino), com investimentos de R$ 3,3 milhões. Trata-se da Escola Estadual Edson Bezerra, em Itaporã.
A unidade escolar trabalha com a oferta do ensino em tempo parcial e é responsável por atender cerca de 400 estudantes, em turmas que vão desde o 6º ano do ensino fundamental até o 3º ano do ensino médio.

“A escola é o lugar onde passamos boa parte da nossa vida. Nesse ambiente, adquirimos conhecimento técnico e também exercitamos o respeito, a empatia e a cidadania. É o espaço de fazer amizades que levaremos para a vida. O rendimento escolar é diretamente influenciado pela estrutura que a escola possui, já que os alunos receberão estímulos ao acessar espaços bem planejados, organizados, alegres, prazerosos, conservados, confortáveis e higiênicos. Uma escola agradável incentiva ideias e interesse em aprender, além de estimular o convívio social e de lazer entre os estudantes, estamos gratos pela reforma”, enfatiza diretora Elaine Marsura.
Barbosinha mencionou a importância da entrega da unidade de Itaporã, “quero parabenizar a dupla de secretários Hélio Daher e Edio Castro que vêm realizando uma gestão dinâmica na educação de Mato Grosso do Sul, hoje o que vemos aqui é fruto de um trabalho organizado, são R$3.3 milhões que serão revertidos em educação de qualidade”, enfatiza.

Prefeito Marcos Pacco relatou a parceria do município com Governo de MS. “Agradeço de coração ao governador Eduardo Riedel, deputados e senadores que contribuem com o desenvolvimento de nossa Itaporã, ninguém faz nada sozinho, além dos parceiros temos uma excelente equipe de governo, em especial agradecer ao secretário Hélio pelo apoio dado para nossas escolas da área urbana e distritos de Itaporã”.

Secretário de Educação, Hélio Daher relatou que toda vez que entrega uma escola arrumada aos estudantes ele fica orgulhoso. “Sabemos como é dificultoso, as vezes ficam um ano em um lugar adaptado até a conclusão da reforma, é complicado trabalhar, agradeço de coração a equipe (direção, professores, coordenadores, administrativos, cozinheiras, equipe da limpeza), que teve a paciência e a dedicação em trabalhar em um espaço adaptado para que pudesse receber uma escola nova”, finaliza.
Participaram da solenidade o secretário adjunto Edio Castro, deputado federal Geraldo Resende, deputado estadual Zé Teixei, vereadores de Itaporã, secretários, diretores e assessores municipais.
Reforma
O Governo do Estado investiu R$ 3,3 milhões na unidade escolar, sendo R$ 2,8 milhões com serviços de reforma geral e ampliação com acessibilidade, contemplando adequação da edificação às normas de proteção contra incêndio e pânico, proteção contra descargas atmosféricas e vigilância sanitária.

Os serviços de intervenção incluíram substituição de cobertura, impermeabilização, instalações elétricas, instalações hidrossanitárias e águas pluviais, revestimentos de pisos, paredes e forros, esquadrias, pintura geral interna e externa, reforma dos banheiros e cozinha, adequação de calçadas internas e externas, reforma da quadra e demais adequações necessárias ao atendimento da comunidade discente.
Também foram investidos R$ 405 mil em equipamentos, sendo freezer, refrigerador, bebedouro, aparelhos de ar-condicionado, armários, mesas, gaveteiro, mesas de refeitório, conjuntos escolares, conjunto de professores, microcomputadores, tablets, Chomebooks, dentre outros.
Histórico
A Escola Estadual Edson Bezerra foi criada em 06 de janeiro de 1989, pelo Decreto nº 4939. Integra as seis escolas da Rede Estadual do Município de Itaporã, faz parte da Zona Urbana e se encontra na parte Sul de Itaporã. A Escola tem como característica principal, a distância do centro da cidade (1700 metros) atendendo a 06 conjuntos habitacionais.
O nome da Escola é uma homenagem a um dos fundadores do Município, Edson Bezerra, cerealista que chegou em Itaporã em 1953 e muito contribuiu para o desenvolvimento da cidade.
Adersino Junior, SED
Fotos: Thaís Davis
Fonte: Governo MS
Mato Grosso do Sul
Operação identifica desmatamento ilegal equivalente a quase 350 campos de futebol em MS
Operação Mata Atlântica em Pé identificou 348,67 hectares de desmatamento ilegal em Mato Grosso do Sul em 2026. Para ter uma ideia do tamanho da área, o total equivale, em uma comparação aproximada de 1 hectare por campo de futebol, a quase 350 campos.
As irregularidades foram encontradas a partir da análise de 18 alertas de desmatamento distribuídos por 15 municípios do estado. Segundo o Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS), houve uma redução expressiva na extensão das áreas desmatadas em relação à edição do ano passado.
Os alertas foram analisados pelo Núcleo de Geotecnologias (Nugeo) do MPMS, que utilizou imagens de satélite e outras ferramentas para verificar se as áreas indicadas realmente tinham sofrido desmatamento ilegal.
Após a confirmação das ocorrências, os dados foram encaminhados ao Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul), responsável pela fiscalização e aplicação das medidas administrativas.
A partir das informações recebidas, o órgão realizou as autuações de forma remota. Ao todo, foram aplicados R$ 1.521.044 em multas aos responsáveis pelas áreas identificadas.
Fiscalização com imagens de satélite
De acordo com o MPMS, a operação utiliza alertas de satélite cruzados com informações de mapas e registros das propriedades para identificar possíveis áreas de vegetação nativa derrubadas sem autorização.
O coordenador do Nugeo/MPMS, promotor de Justiça Luciano Loubet, destacou que o uso da tecnologia permite identificar e confirmar as áreas com mais rapidez.
“O uso de geotecnologias avançadas transformou a fiscalização ambiental em Mato Grosso do Sul. A validação rápida e precisa dos alertas pelo Nugeo permite que o Imasul atue de forma remota e imediata, garantindo que a infração não passe despercebida”, afirmou.
Segundo ele, a integração entre os órgãos de fiscalização e o uso de dados e imagens de satélite têm ajudado a combater o desmatamento ilegal no estado.
Operação nacional
A mobilização ocorreu entre os dias 17 e 27 de agosto, simultaneamente em 17 estados que possuem áreas do bioma Mata Atlântica.
A força-tarefa reúne Ministérios Públicos, órgãos de fiscalização ambiental e forças policiais. Entre as ferramentas utilizadas estão imagens de satélite e plataformas de monitoramento, como o MapBiomas Alerta.
Participaram da operação Alagoas, Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Sergipe, Espírito Santo, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Goiás e Mato Grosso do Sul.
A Operação Mata Atlântica em Pé é coordenada nacionalmente pela Associação Brasileira dos Membros do Ministério Público de Meio Ambiente (Abrampa) e pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), com apoio da Fundação SOS Mata Atlântica.
O que acontece após a identificação do desmatamento
Quando a fiscalização confirma uma área desmatada de forma irregular, os responsáveis podem sofrer diferentes tipos de medidas.
Entre elas estão:
- Multas e autos de infração: os responsáveis podem ser multados e a área pode ser embargada, impedindo novas atividades no local.
- Recuperação da área: são adotadas medidas para que a vegetação degradada seja recuperada.
- Responsabilização na Justiça: o caso também pode gerar procedimentos nas áreas cível e criminal.
- Restrições no cadastro ambiental: propriedades podem sofrer bloqueios no Cadastro Ambiental Rural (CAR).
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Restrição de crédito: os responsáveis podem ter o acesso a crédito rural e outros recursos financeiros suspenso.
Mato Grosso do Sul
Homem é preso em MS por armazenar porn0grafia infantil
Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso em flagrante nesta sexta-feira (28) durante uma operação que investigava o armazenamento de material de abuso sexual envolvendo crianças e adolescentes em Campo Grande.
A ação, realizada pela UICC (Unidade de Investigação de Crimes Cibernéticos) do MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul), em conjunto com a 69ª Promotoria de Justiça de Campo Grande, faz parte da Operação Infância Segura.
Durante o cumprimento de um mandado de busca e apreensão, o investigado foi preso em flagrante, com apoio da Depca (Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente).
Operação criança segura
A investigação apura o crime de armazenamento de material de abuso sexual infantil. De acordo com o artigo 241-B do Estatuto da Criança e do Adolescente, é crime possuir ou manter registros com cenas de sexo explícito ou conteúdo pornográfico envolvendo crianças ou adolescentes.
Segundo o MPMS, como o crime é considerado permanente enquanto o material permanece armazenado, a constatação do conteúdo durante o cumprimento do mandado permitiu a prisão em flagrante.
A investigação começou a partir da ronda virtual realizada pela UICC, que identificou a existência do material na internet.
Agora, as evidências digitais apreendidas serão analisadas para identificar a extensão das condutas investigadas e verificar a possível participação ou envolvimento de outras pessoas no caso.
Como denunciar?
O MPMS orienta que imagens e vídeos de abuso sexual infantil não sejam compartilhados, mesmo com a intenção de denunciar o crime, inclusive em grupos de aplicativos de mensagens ou redes sociais.
As denúncias podem ser feitas à Ouvidoria do MPMS, aos Conselhos Tutelares e a outros órgãos de proteção à criança e ao adolescente.
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