Mato Grosso do Sul
Com foco nas relações internacionais, MS apresenta potencial econômico para embaixador da Índia no Brasil
As potencialidades econômicas e tecnológicas de Mato Grosso do Sul foram apresentadas pelo governador Eduardo Riedel ao embaixador da Índia no Brasil, Suresh Reddy.
“É minha primeira vez em Mato Grosso do Sul e estou muito impressionado com o que estou observando. O encontro com o governador foi excelente, ele é um líder dinâmico. Tivemos uma ótima conversa para estreitar as relações do Estado com a Índia. Discutimos sobre como atrair companhias indianas para o Mato Grosso do Sul. Falamos também sobre tecnologia e conservação e como startups podem se instalar aqui”, disse o embaixador indiano.
Os secretários Jaime Verruck (Semadesc) e Luiz Renato Adler (Escritório de Relações Internacionais de MS), o senador Nelson Trad Fiho e João Parkinson, do Ministério das Relações Exteriores, além do mestre indian Atam Nambi Guruji, participaram do encontro.
“Foi muito positivo e conseguimos mostrar nossas potencialidades para a Índia, que tem interesse em investir no Estado. É sempre muito positivo mostrar o crescimento e as possibilidades de investimento em MS”, afirmou Adler.
Outras reuniões
O encontro com o embaixador da Índia encerrou o ciclo de reuniões realizadas ao longo da semana – três delas somente hoje – com representantes de países estrangeiros no Brasil.
Na quarta-feira (16), Riedel recebeu o cônsul-geral dos Estados Unidos em São Paulo, David Hodge, quando falaram sobre a preservação do Pantanal.
Esta manhã o governador recebeu também o cônsul da França em São Paulo, Yves Tessier d’Orfeuil. A reunião contou ainda com a participação de Aline Saddi Chaves, Cônsul Honorária da França em Campo Grande e dos secretários – além de Verruck e Adler –, Hélio Peluffo (Seilog) e Eliane Detoni (Escritório de Parcerias Estratégicas).
Riedel também se reuniu com o cônsul-geral do Japão em São Paulo, Ryosuke Kuwana, para estreitar os laços culturais e promover integração. E na visita de cortesia foi colocada em pauta possíveis relações bilaterais, assim como o reconhecimento da importância da colônia japonesa na história do Estado.
Natalia Yahn, Comunicação do Governo de MS
Fotos: Saul Schramm
Fonte: Governo MS
Mato Grosso do Sul
Ladrão furta carro e móveis de residência, sofre acidente durante fuga e abandona veículo em MS
Um homem ainda não identificado furtou móveis e um veículo de uma residência e acabou sofrendo um acidente durante a fuga, na noite desta terça-feira (8), na rodovia MS-427, em Rio Verde de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul.
Segundo o boletim de ocorrência, o suspeito teria arrombado a porta dos fundos do imóvel, localizado na Rua Duque de Caxias, no bairro Vila Carmem, utilizando um machado.
Em seguida, ele teria furtado diversos objetos e o veículo que estava estacionado na garagem.O homem utilizou o carro para fugir, mas, durante o trajeto, perdeu o controle da direção e saiu da pista.
O veículo parou aproximadamente dois quilômetros após o fim do trecho pavimentado da MS-427, já em uma estrada de terra.Conforme apurado pelo portal Rio Verde News, equipes policiais conseguiram localizar o veículo com auxílio de imagens de câmeras de segurança.
O carro apresentava danos na lataria provocados pelo acidente.O suspeito, porém, havia fugido do local antes da chegada dos policiais e ainda não foi localizado.O caso segue em investigação para identificar e localizar o responsável pelo furto.
Tatiane Linhares Vicente, com informações de Top Mídia News
Mato Grosso do Sul
Operação identifica desmatamento ilegal equivalente a quase 350 campos de futebol em MS
Operação Mata Atlântica em Pé identificou 348,67 hectares de desmatamento ilegal em Mato Grosso do Sul em 2026. Para ter uma ideia do tamanho da área, o total equivale, em uma comparação aproximada de 1 hectare por campo de futebol, a quase 350 campos.
As irregularidades foram encontradas a partir da análise de 18 alertas de desmatamento distribuídos por 15 municípios do estado. Segundo o Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS), houve uma redução expressiva na extensão das áreas desmatadas em relação à edição do ano passado.
Os alertas foram analisados pelo Núcleo de Geotecnologias (Nugeo) do MPMS, que utilizou imagens de satélite e outras ferramentas para verificar se as áreas indicadas realmente tinham sofrido desmatamento ilegal.
Após a confirmação das ocorrências, os dados foram encaminhados ao Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul), responsável pela fiscalização e aplicação das medidas administrativas.
A partir das informações recebidas, o órgão realizou as autuações de forma remota. Ao todo, foram aplicados R$ 1.521.044 em multas aos responsáveis pelas áreas identificadas.
Fiscalização com imagens de satélite
De acordo com o MPMS, a operação utiliza alertas de satélite cruzados com informações de mapas e registros das propriedades para identificar possíveis áreas de vegetação nativa derrubadas sem autorização.
O coordenador do Nugeo/MPMS, promotor de Justiça Luciano Loubet, destacou que o uso da tecnologia permite identificar e confirmar as áreas com mais rapidez.
“O uso de geotecnologias avançadas transformou a fiscalização ambiental em Mato Grosso do Sul. A validação rápida e precisa dos alertas pelo Nugeo permite que o Imasul atue de forma remota e imediata, garantindo que a infração não passe despercebida”, afirmou.
Segundo ele, a integração entre os órgãos de fiscalização e o uso de dados e imagens de satélite têm ajudado a combater o desmatamento ilegal no estado.
Operação nacional
A mobilização ocorreu entre os dias 17 e 27 de agosto, simultaneamente em 17 estados que possuem áreas do bioma Mata Atlântica.
A força-tarefa reúne Ministérios Públicos, órgãos de fiscalização ambiental e forças policiais. Entre as ferramentas utilizadas estão imagens de satélite e plataformas de monitoramento, como o MapBiomas Alerta.
Participaram da operação Alagoas, Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Sergipe, Espírito Santo, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Goiás e Mato Grosso do Sul.
A Operação Mata Atlântica em Pé é coordenada nacionalmente pela Associação Brasileira dos Membros do Ministério Público de Meio Ambiente (Abrampa) e pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), com apoio da Fundação SOS Mata Atlântica.
O que acontece após a identificação do desmatamento
Quando a fiscalização confirma uma área desmatada de forma irregular, os responsáveis podem sofrer diferentes tipos de medidas.
Entre elas estão:
- Multas e autos de infração: os responsáveis podem ser multados e a área pode ser embargada, impedindo novas atividades no local.
- Recuperação da área: são adotadas medidas para que a vegetação degradada seja recuperada.
- Responsabilização na Justiça: o caso também pode gerar procedimentos nas áreas cível e criminal.
- Restrições no cadastro ambiental: propriedades podem sofrer bloqueios no Cadastro Ambiental Rural (CAR).
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Restrição de crédito: os responsáveis podem ter o acesso a crédito rural e outros recursos financeiros suspenso.
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