TRÊS LAGOAS
Pesquisar
Close this search box.

Mato Grosso do Sul

Com 10 coordenadorias municipais, Subsecretaria da Juventude quer expandir trabalho em todo o Estado

Publicado em

A Subsecretaria de Estado de Políticas Públicas para a Juventude vem trabalhando para incentivar e fortalecer os núcleos voltados a esta população em todos os municípios de Mato Grosso do Sul.

Graças ao fomento da Subsecretaria, o Estado já conta com nove coordenadorias estabelecidas em Corumbá, Dourados, Ribas do Rio Pardo, São Gabriel do Oeste, Sidrolândia, Terenos, Aquidauana, Maracaju, e a recém implantada, na cidade de Bataguassu.

Segundo o subsecretário de Políticas Públicas para a Juventude, Fernando Henrique Carvalho Miranda, o trabalho junto às prefeituras na criação das coordenadorias é fundamental.

“Estes pontos focais dentro dos municípios vai ensinar este jovem que está na ponta como coordenador a trabalhar com as secretarias municipais de Cultura, Turismo, Esporte. A subsecretaria está indo atrás, conversando com as prefeituras para incentivar a criação dos cargos e expandir o desenvolvimento das políticas públicas para a juventude”, pontua Fernando.

Subsecretário de Políticas Públicas para a Juventude, Fernando Henrique Miranda; secretário municipal de Esporte, Lazer e Juventude, João Carlos Kotai; coordenador municipal da Juventude, Lucas Basílio.

Em visita ao subsecretário, o mais novo coordenador municipal da juventude, Lucas Conceição Basílio ressaltou a conquista que é para Bataguassu a criação do cargo.

“A coordenadoria é uma reivindicação que os jovens fizeram ano passado, quando realizamos a primeira semana da juventude, evento no qual apresentamos algumas propostas para a prefeitura, entre elas a criação de um órgão que gerisse dentro do poder público as ações voltadas para o jovem”, explica Lucas.

O pedido foi atendido pela Prefeitura de Bataguassu, que através de projeto de lei, criou a coordenadoria dentro da pasta da Secretaria de Esporte e Lazer, e convidou o advogado, Lucas Conceição Basílio, para estar à frente. O jovem tem 26 anos e é militante da juventude desde a adolescência.

Secretário municipal de Esporte, Lazer e agora, Juventude de Bataguassu, João Carlos Kotai ressalta que a vinda para Campo Grande e o encontro com o subsecretário Fernando Henrique é para alinhar objetivos e já programar ações e oficinas para os jovens do município.

“Uma das coisas que a gente se interessa muito é levar cursos e também buscar recursos para dar melhores condições ao espaço que já é destinado à juventude. Ao agregarmos a coordenadoria nós vamos, de fato, desenvolver políticas públicas realmente voltadas para os jovens”, descreve Kotai.

A reunião contou com a participação do vereador jovem de Mundo Novo, Raul Amaducci, de 27 anos, que vem fazendo a interlocução com o Governo do Estado para implementar a coordenadoria da juventude no município.

“A nossa intenção é de se criar a coordenadoria, porque o jovem tem que ser escutado, tem que ter suas solicitações atendidas”, comenta.

Engenheiro agrônomo, Raul propõe levar oficinas de empreendedorismo aos jovens nos assentamentos. “A gente precisa fazer o jovem sonhar com um futuro melhor sem sair dali. As oficinas podem alavancar o potencial dele, mostrá-lo como se faz uma gestão sustentável dentro da sua agricultura familiar. Nós não vamos conseguir implantar sustentabilidade se não levarmos assistência técnica”, frisa.

Paula Maciulevicius, Setescc

Fonte: Governo MS

Comentários Facebook

Mato Grosso do Sul

Operação identifica desmatamento ilegal equivalente a quase 350 campos de futebol em MS

Published

on

MS tem área desmatada equivalente a quase 350 campos de futebol — Foto: MPMS

Operação Mata Atlântica em Pé identificou 348,67 hectares de desmatamento ilegal em Mato Grosso do Sul em 2026. Para ter uma ideia do tamanho da área, o total equivale, em uma comparação aproximada de 1 hectare por campo de futebol, a quase 350 campos.

As irregularidades foram encontradas a partir da análise de 18 alertas de desmatamento distribuídos por 15 municípios do estado. Segundo o Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS), houve uma redução expressiva na extensão das áreas desmatadas em relação à edição do ano passado.

Os alertas foram analisados pelo Núcleo de Geotecnologias (Nugeo) do MPMS, que utilizou imagens de satélite e outras ferramentas para verificar se as áreas indicadas realmente tinham sofrido desmatamento ilegal.

Após a confirmação das ocorrências, os dados foram encaminhados ao Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul), responsável pela fiscalização e aplicação das medidas administrativas.

A partir das informações recebidas, o órgão realizou as autuações de forma remota. Ao todo, foram aplicados R$ 1.521.044 em multas aos responsáveis pelas áreas identificadas.

Fiscalização com imagens de satélite

De acordo com o MPMS, a operação utiliza alertas de satélite cruzados com informações de mapas e registros das propriedades para identificar possíveis áreas de vegetação nativa derrubadas sem autorização.

O coordenador do Nugeo/MPMS, promotor de Justiça Luciano Loubet, destacou que o uso da tecnologia permite identificar e confirmar as áreas com mais rapidez.

“O uso de geotecnologias avançadas transformou a fiscalização ambiental em Mato Grosso do Sul. A validação rápida e precisa dos alertas pelo Nugeo permite que o Imasul atue de forma remota e imediata, garantindo que a infração não passe despercebida”, afirmou.

Segundo ele, a integração entre os órgãos de fiscalização e o uso de dados e imagens de satélite têm ajudado a combater o desmatamento ilegal no estado.

Operação nacional

A mobilização ocorreu entre os dias 17 e 27 de agosto, simultaneamente em 17 estados que possuem áreas do bioma Mata Atlântica.

A força-tarefa reúne Ministérios Públicos, órgãos de fiscalização ambiental e forças policiais. Entre as ferramentas utilizadas estão imagens de satélite e plataformas de monitoramento, como o MapBiomas Alerta.

Participaram da operação Alagoas, Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Sergipe, Espírito Santo, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Goiás e Mato Grosso do Sul.

A Operação Mata Atlântica em Pé é coordenada nacionalmente pela Associação Brasileira dos Membros do Ministério Público de Meio Ambiente (Abrampa) e pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), com apoio da Fundação SOS Mata Atlântica.

O que acontece após a identificação do desmatamento

Quando a fiscalização confirma uma área desmatada de forma irregular, os responsáveis podem sofrer diferentes tipos de medidas.

Entre elas estão:

  • Multas e autos de infração: os responsáveis podem ser multados e a área pode ser embargada, impedindo novas atividades no local.
  • Recuperação da área: são adotadas medidas para que a vegetação degradada seja recuperada.
  • Responsabilização na Justiça: o caso também pode gerar procedimentos nas áreas cível e criminal.
  • Restrições no cadastro ambiental: propriedades podem sofrer bloqueios no Cadastro Ambiental Rural (CAR).
  • Restrição de crédito: os responsáveis podem ter o acesso a crédito rural e outros recursos financeiros suspenso.

Comentários Facebook
Continue Reading

Mato Grosso do Sul

Homem é preso em MS por armazenar porn0grafia infantil

Published

on

Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso em flagrante nesta sexta-feira (28) durante uma operação que investigava o armazenamento de material de abuso sexual envolvendo crianças e adolescentes em Campo Grande.

A ação, realizada pela UICC (Unidade de Investigação de Crimes Cibernéticos) do MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul), em conjunto com a 69ª Promotoria de Justiça de Campo Grande, faz parte da Operação Infância Segura.

Durante o cumprimento de um mandado de busca e apreensão, o investigado foi preso em flagrante, com apoio da Depca (Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente).

Operação criança segura

A investigação apura o crime de armazenamento de material de abuso sexual infantil. De acordo com o artigo 241-B do Estatuto da Criança e do Adolescente, é crime possuir ou manter registros com cenas de sexo explícito ou conteúdo pornográfico envolvendo crianças ou adolescentes.

Segundo o MPMS, como o crime é considerado permanente enquanto o material permanece armazenado, a constatação do conteúdo durante o cumprimento do mandado permitiu a prisão em flagrante.

A investigação começou a partir da ronda virtual realizada pela UICC, que identificou a existência do material na internet.

Agora, as evidências digitais apreendidas serão analisadas para identificar a extensão das condutas investigadas e verificar a possível participação ou envolvimento de outras pessoas no caso.

Como denunciar?

O MPMS orienta que imagens e vídeos de abuso sexual infantil não sejam compartilhados, mesmo com a intenção de denunciar o crime, inclusive em grupos de aplicativos de mensagens ou redes sociais.

As denúncias podem ser feitas à Ouvidoria do MPMS, aos Conselhos Tutelares e a outros órgãos de proteção à criança e ao adolescente.

Comentários Facebook
Continue Reading

TRÊS LAGOAS

ÁGUA CLARA

CÂMARA DE TRÊS LAGOAS

SUZANO

ELDORADO

Assembléia Legislativa MS

Mato Grosso do Sul

POLICIAL

Mais Lidas da Semana