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Mato Grosso do Sul

Clube de Ciências do Bioparque Pantanal inicia atividades com estudantes de escolas de MS

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O Bioparque Pantanal deu início às atividades da 4ª edição do Clube de Ciências, reunindo estudantes e professores de diferentes instituições de ensino em uma jornada de pesquisa, inovação e produção científica.

Ao longo deste semestre, os grupos irão elaborar um produto científico alinhados a temas como sustentabilidade ambiental, questões sociais, práticas educacionais inovadoras, desenvolvimento e inovação.

Os 16 projetos selecionados já começaram a ser desenvolvidos e seguem um calendário de encontros semanais com orientação de profissionais do maior aquário de água doce do mundo.

Nesta edição, o Clube de Ciências trouxe três novas modalidades de ingresso: “Continuidade de projetos ou novas propostas de escolas parceiras”, “Participação em projetos institucionais” e “Ingresso Regular”.

A ampliação das modalidades busca fortalecer a integração entre escolas, pesquisadores e o Bioparque Pantanal, além de incentivar a permanência e o aprofundamento de pesquisas já iniciadas.

Para a diretora-geral do Bioparque Pantanal, Maria Fernanda Balestieri, o Clube de Ciências reforça o papel da instituição como um espaço de produção de conhecimento. “O projeto mostra que o empreendimento vai muito além de um espaço de visitação, somos um grande centro de pesquisa e conhecimento. O início das atividades representa uma oportunidade única de promover a participação ativa dos jovens no universo científico, despertando a vocação pela ciência”.

Durante as atividades do Clube, os estudantes terão a oportunidade de vivenciar a prática científica, transformando ideias em conhecimento e aproximando-se do universo da ciência.

Estudantes e professores foram recepcionados pelos coordenadores do Clube de Ciências e conheceram o empreendimento.

A estudante Sabrina Dias Ferreira, da Escola Estadual José Serafim Ribeiro, no município de Jaraguari, está entusiasmada com a continuidade da sua pesquisa. “No ano passado, nós produzimos sabonetes e cremes corporais utilizando a farinha e a casca do jatobá. Neste ano o foco está sendo pesquisar a importância do fruto e seu contexto histórico na cidade”.

Para um dos coordenadores do Clube de Ciências, Bruno Lima, o foco é transformar a forma como esses estudantes enxergam o mundo e o próprio futuro. “O trabalho vem para fazer a revolução intelectual nesses estudantes, fazer eles terem pensamento crítico e questionamentos, e também, trabalhar a popularização da ciência de uma forma divertida”.

Os projetos selecionados estão disponíveis no link a seguir: https://bioparquepantanal.ms.gov.br/wp-content/uploads/2026/05/Resultado-Clube-de-Ciencias-2026.pdf

Caio Henrique Romero, Comunicação Bioparque
Fotos: Rosana Moura/Bioparque Pantanal

Fonte: Governo MS

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Mato Grosso do Sul

MS avança na modernização das rodovias estaduais para qualificar infraestrutura e favorecer o cidadão

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Para interligar regiões, facilitar acessos e impulsionar a infraestrutura e logística de Mato Grosso do Sul, o Governo do Estado promove grandes investimentos para melhorar e qualificar as rodovias estaduais. A previsão é que até o final do ano 5.988 km da malha (rodoviária) esteja pavimentada. Benefícios diretos à população e para economia regional.

De 2023 até o final de 2026 serão pavimentados 857 km de novas rodovias (estaduais), executados nesta atual gestão. O início deste ano este patamar já estava em 5.662 km. A expectativa e planejamento do Governo do Estado é pavimentar mais de 1.500 km no período de 2023 a 2030.

“Nosso objetivo é preparar o Estado com uma infraestrutura e logística moderna, que estará pronta para acompanhar o desenvolvimento e o crescimento econômico. Ao mesmo tempo levar segurança para quem trafega pelas rodovias estaduais, interligando regiões, reduzindo distâncias e melhorando a vida do cidadão. Estamos no caminho certo”, afirmou o governador Eduardo Riedel.

Estes investimentos públicos (rodovias) em todas as regiões do Estado fazem parte da estratégia de tornar Mato Grosso do Sul competitivo e preparado para receber grandes empresas privadas, que possam gerar empregos, aumento de renda e novas oportunidades.

Obra da MS-280 na região de Capão Seco (Foto: Álvaro Rezende/Secom-MS)

Ambiente positivo de prosperidade. Esta evolução ainda tem muito caminho para percorrer para um próximo ciclo de crescimento do Estado. Nos próximos quatro anos (2030) o Estado pode conquistar um feito inédito, que é inverter o cenário, tendo malha pavimentada estadual (6.660 km) superior a não pavimentada (5.940 km).

Os grandes investimentos públicos nas rodovias contribuíram para a diversificação na produção estadual, com a chegada da nova fronteira da celulose, a expansão da citricultura e a consolidação do parque industrial em diferentes frentes do Estado. Estradas em boas condições são peças essenciais para o bom escoamento da produção.

Rodovia MS-384, importante eixo de ligação entre Bela Vista, Caracol e Porto Murtinho (Foto: Bruno Rezende/Secom-MS)

Este planejamento estratégico do Estado foi reconhecido por institutos e entidades que representam o setor. Mato Grosso do Sul ficou na terceira colocação em “qualidade de rodovias” no levantamento feito pela CNT (Confederação Nacional do Transporte) em 2024.

Também fica na sexta posição entre os estados que mais promovem investimentos públicos (per capita) no país. Este cenário contribuiu par vinda de mais de R$ 81 bilhões de capital privado aqui nos últimos anos, principalmente na área da celulose, com a chegada de gigantes do setor, como Suzano, Arauco e Bracell, além da Eldorado que já estava instalada em Três Lagoas.

Mudança de realidade

Quando as obras de pavimentação chegam nas rodovias, não é apenas a economia que ganha fôlego, mas a própria população que mora no entorno e se beneficia desta estrutura. Mudança direta de vida, fora da poeira e da lama nos dias de chuva. Viagem mais curta e rápida.

Obra de pavimentação da MS-352 (Foto: Saul Schramm)

Foi o caso de Luzia Torres. Ela mora nos arredores da MS-352 e presenciou a entrega da pavimentação da rodovia no ano passado. Lá foi asfaltado um trecho de 40 km, do entroncamento com a BR-262 até a Ponte do Grego, em Terenos. Investimento estadual de R$ 86,5 milhões.

A chegada do asfalto foi um sonho realizado. “Nunca pensei que o asfalto chegaria aqui, só temos que agradecer ao governador por fazer está obra e realizar o sonho de muita gente. Estamos todos felizes”, descreveu ela.

Josiel Custódio comemorou obra na MS-270 (Foto: Bruno Rezende)

Josiel Custódio, morador do Assentamento Boa Vista, também comemorou quando foi entregue em 2024 a obra de pavimentação da MS-270, que ligou os trechos do Copo Sujo à Cabeceira do Apa, em Ponta Porã. O trecho de 35,56 faz uma integração entre as cidades de como Dourados, Maracaju, Guia Lopes, Jardim, Bela Vista e Antônio João.

A obra facilitou a vida dos moradores e ainda valorizou as propriedades e casas da região. “Agora ficou 100% melhor, aqui ficou valorizado. Sou nascido aqui na região e posso dizer que a rodovia era muito ruim e complicada. A viagem era demorada para gente seguir a Ponta Porã ou Antônio João”.

Estrada do 21 reduz distância entre Campo Grande e Bonito (Foto: Bruno Rezende/Secom-MS)

Referência do ecoturismo do Brasil, o município de Bonito também recebeu grandes investimentos nas rodovias estaduais e vicinais. Entre elas a “Estrada do 21”, que liga Bonito a Anastácio e reduz em até 40 km a distância de Campo Grande. A estrada ganhou pavimentação de 100 km, sendo uma nova alternativa e ligação da região.

Outra obra inaugurada na cidade foi a Rodovia do Turismo, com investimentos de R$ 46,8 milhões. Facilidade para chegar às atrações do Rio Formoso como o Balneário do Sol e o Ecopark Porto da Ilha, que agora estão com os acessos asfaltados. Incentivo e apoio ao turismo.

Leôncio de Souza Brito Neto, presidente do Sindicato Rural de Bonito (Foto: João Carlos Castro/Famasul)

Leôncio de Souza Brito Neto, presidente do Sindicato Rural de Bonito, destacou que as melhorias e os investimentos nas rodovias da região fazem muita diferença para economia e setor produtivo.

“Sem estradas em boas condições nossos negócios ficam inviabilizados. Quando temos estes investimentos em pavimentação e manutenção das rodovias é essencial para escoamento da produção, principalmente quando coincide na época de safra, onde temos muita carga pesada na estrada”.

Brito ponderou que os investimentos constantes em infraestrutura são fundamentais na cidade. “Agora será feito por exemplo o anel viário que vai tirar o tráfego de caminhão do centro da cidade, vai ser um alívio para manter as ruas de Bonito conservadas. Uma obra muito esperada”, concluiu.

Rodovia do Turismo quando a obra estava em andamento (Foto: Agesul)

Obras em andamento

As obras na malha rodoviária continuam em andamento. Com recursos próprios o Governo do Estado tem obras na MS-040 (Santa Rita do Pardo a Brasilândia), acesso a BR-262 em Corumbá, além de novo acesso na MS-377 e a implantação do anel viário em Bonito.

Com recursos e financiamento do BNDES, também seguem os projetos na MS-134, MS-244, MS-245, MS-289, MS-316, MS-320, Ms-324, MS-347, MS-355, MS-380 e MS-444. São projetos de integração e qualificação de diferentes regiões do Estado, para que além de fomentar a economia regional, possam dar mais segurança viária à população.

Além da pavimentação, também existe a preocupação com a restauração das rodovias para que tenham boas condições de uso. Neste sentido o governo estadual promove melhorias na MS-436 (Figueirão a Alcinópolis), MS-180 (Iguatemi até Juti), MS-156 (Amambai até Tacuru), MS-295 (Tacuru até Eldorado), MS-276 (Deodápolis – Dourados) e MS-377.

Obra na rodovia MS-355 vai ligar Terenos a Dois Irmãos do Buriti (Foto: Chico Ribeiro/Seilog)

Concessão

Além dos investimentos próprios, o Governo do Estado também aposta no modelo de concessão para alavancar a infraestrutura e logística das rodovias estaduais. Depois dos bons resultados com a MS-306 e MS-112, foi assinado neste ano o projeto da Rota da Celulose.

O contrato prevê obras, restauração e melhorias nas rodovias estaduais MS-040, MS-338, MS-395 e as federais BR-262 e BR-267. Ao todo serão investidos R$ 10,1 bilhões em obras e manutenção, sendo R$ 6,9 bilhões em despesas de capital e R$3,2 bilhões em custos operacionais.

BR-262 em Ribas do Rio Pardo faz parte da Rota da Celulose (Foto: Álvaro Rezende/Secom-MS)

Já em vigor e com as atividades em andamento, o projeto terá 115 km de duplicações, 457 km de acostamentos, 245 km de terceiras faixas, 12 km de marginais, 38 km de contornos urbanos, 62 dispositivos em nível, 4 em desnível, 25 acessos, 22 passagens de fauna, 20 alargamentos de pontes e 3.780 m² de novas infraestruturas, como pontes, viadutos e passarelas. Ainda dispondo de 100% de acostamento em todo o sistema rodoviário.

Para o governador Eduardo Riedel esta nova modelagem nasce tecnológica, moderna, trazendo uma responsabilidade social e ambiental. “Um modelo com segurança jurídica, flexibilidade, em que o Estado por exemplo é sócio do projeto. Mudança de conceito. Vai dar principalmente ao usuário a garantia que ele vai pagar e vai receber aquilo que foi contratado. Além disto o contrato não é estagnado, permite avançar em investimentos em função do nível e aumento de tráfego”.

Rota da Celulose vai contribuir com escoamento da produção (Foto: Saul Schramm/Secom-MS)

Leonardo Rocha, Comunicação do Governo de MS
Foto da capa: Bruno Rezende/Secom-MS

Fonte: Governo MS

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Mato Grosso do Sul

Interiorização da saúde aproxima pacientes do tratamento ortopédico especializado em Ribas do Rio Pardo

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Com mais de 370 procedimentos realizados e pacientes de 40 municípios atendidos, programa fortalece a regionalização da saúde e transforma Ribas do Rio Pardo em referência no cuidado ortopédico

O dia em que Ivanilda chegou a Ribas do Rio Pardo deveria marcar apenas o início de uma nova fase. Aos 67 anos, recém-mudada para a cidade, ela ainda nem havia dormido na casa nova quando sofreu um acidente, em 19 de março, data em que o município celebrava aniversário. O que era para ser recomeço virou dor, cirurgia e uma longa rotina de recuperação.

As fraturas no pé, na tíbia e no joelho mudaram a mobilidade, a rotina e os planos da autônoma. Mas, no mesmo caminho em que encontrou a dor, Ivanilda também encontrou acolhimento. Atendida pelo programa de cirurgias ortopédicas de Ribas do Rio Pardo, ela passou por procedimentos, acompanhamento médico e reabilitação com uma equipe que, segundo ela, fez diferença não apenas pela estrutura, mas pela forma como conduziu cada etapa do tratamento.

“Foi uma experiência muito difícil e ainda não terminou, porque perdi a mobilidade que eu tinha antes. Mas, olhando para como eu estava meses atrás, hoje estou muito melhor, graças a Deus”, relata. Ela destaca o atendimento da ortopedista Maria Helena e do médico Simon, responsáveis pelo tratamento. “Eles têm empatia, se colocam no lugar da gente. São profissionais que amam o que fazem. Eu só tenho gratidão por todo o cuidado que tiveram comigo”.

A história de Ivanilda se soma à de pacientes de várias regiões de Mato Grosso do Sul que passaram a encontrar, em Ribas do Rio Pardo, uma alternativa de atendimento especializado fora dos grandes centros. O município, localizado a cerca de 100 quilômetros de Campo Grande, tornou-se referência em cirurgias do trauma ortopédico a partir da parceria entre a Prefeitura e a SES (Secretaria de Estado de Saúde), em uma estratégia que reforça a interiorização da saúde pública no Estado.

Equipe médica em ação

Desde julho de 2025, quando os atendimentos foram ampliados, o número de cirurgias realizadas aumentou nove vezes. O programa já ultrapassou a marca de 370 procedimentos e recebeu pacientes de 40 municípios sul-mato-grossenses.

A proposta é reduzir deslocamentos desnecessários para a Capital, ampliar a capacidade de resposta da rede pública e garantir que pessoas vítimas de acidentes ou com necessidade de cirurgia ortopédica tenham acesso mais rápido ao tratamento.

Para o governador Eduardo Riedel, a experiência de Ribas do Rio Pardo mostra o sentido prático da regionalização da saúde em Mato Grosso do Sul.

“Regionalizar a saúde é fazer com que o atendimento chegue mais perto das pessoas, com qualidade, estrutura e resolutividade. Quando um paciente do interior consegue fazer uma cirurgia especializada sem depender exclusivamente da Capital, nós estamos garantindo dignidade, reduzindo sofrimento e organizando melhor toda a rede pública. Esse é o caminho que Mato Grosso do Sul está construindo: uma saúde mais próxima, mais eficiente e mais humana”, afirma Riedel.

Foi essa rede que também acolheu o editor de vídeo Chrisptofer Mellin, de 36 anos, morador de Bonito. Após sofrer um acidente de trânsito enquanto pedalava para o trabalho, ele teve fraturas graves no tornozelo e no cotovelo direitos. A avaliação médica indicou a necessidade de cirurgia especializada, e o encaminhamento o levou a percorrer cerca de 400 quilômetros até Ribas do Rio Pardo.

A distância, inicialmente, trouxe insegurança. Autista, Chrisptofer conta que estava sozinho e temia enfrentar uma internação marcada por estresse, desconforto e falta de compreensão. O que encontrou, porém, foi o contrário.

“Eu estava sozinho e tinha medo de passar por um estresse muito intenso, mas isso não aconteceu. Toda a equipe me deixou tranquilo e confortável”, afirma. Ele também se surpreendeu com a estrutura encontrada em um município do interior. “Valeu a pena ter viajado tudo isso. Fui muito bem tratado, com uma preocupação genuína não só com meu estado de saúde, mas também emocional”.

O relato evidencia um dos principais desafios da saúde pública em um Estado de dimensões territoriais amplas: fazer com que o atendimento especializado chegue a mais regiões, sem perder qualidade técnica nem cuidado humanizado. Em Mato Grosso do Sul, a regionalização tem sido tratada como uma estratégia para reorganizar fluxos, desafogar unidades de maior pressão e ampliar a capacidade dos municípios na oferta de serviços de média e alta complexidade.

Christopher, paciente em Ribas

Responsável por parte dos atendimentos ortopédicos do programa, a médica Maria Helena afirma que o diferencial do serviço está justamente na combinação entre estrutura técnica, equipe especializada e acolhimento. Segundo ela, o fortalecimento da ortopedia em Ribas do Rio Pardo permitiu ampliar o atendimento para pacientes de diferentes regiões, sem deixar de atender a população local.

“O que construímos em Ribas do Rio Pardo mostra que cidades do interior também conseguem oferecer atendimento especializado e resolutivo. Hoje contamos com diversas subespecialidades da ortopedia e uma equipe preparada desde o acolhimento até o pós-operatório”, explica.

A médica destaca que a consolidação do serviço só foi possível com o trabalho integrado entre centro cirúrgico, gestão municipal e Secretaria de Estado de Saúde. A articulação permitiu organizar os encaminhamentos, ampliar a capacidade de atendimento e dar resposta a casos que exigem intervenção rápida, especialmente em situações de trauma.

Na prática, o programa representa mais do que números. Para quem sofreu um acidente, uma fratura grave ou perdeu temporariamente a autonomia, a cirurgia feita no tempo certo pode significar a diferença entre uma recuperação mais rápida e uma vida marcada por sequelas. Para a rede pública, significa distribuir melhor os atendimentos, aproveitar estruturas regionais e transformar municípios do interior em pontos estratégicos de cuidado.

Em Ribas do Rio Pardo, esse processo tem ganhado rosto, nome e história. Para Ivanilda, é a chance de voltar aos poucos à rotina interrompida no dia da mudança. Para Chrisptofer, é a lembrança de que o atendimento público pode ser técnico, eficiente e sensível às necessidades de cada paciente. Para Mato Grosso do Sul, é um exemplo concreto de como a interiorização da saúde pode sair do planejamento e chegar à vida real.

Entre a dor do acidente e o recomeço da recuperação, pacientes de diferentes municípios têm encontrado em Ribas do Rio Pardo não apenas uma cirurgia, mas cuidado, escuta e a possibilidade de retomar o próprio caminho.

Equipe médica especializada em ortopedia em Ribas

André Lima, Comunicação SES
Fotos: Divulgação/SES

Fonte: Governo MS

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