Notícias da Região
CESP irá restaurar mais de 460 hectares de mata nativa em Mato Grosso do Sul
A CESP (Companhia Energética de São Paulo) irá restaurar 466,7 hectares de mata nativa nas regiões de Anaurilândia e Bataguassu, em Mato Grosso do Sul. A iniciativa faz parte dos compromissos da companhia, visando combater as mudanças climáticas, por meio da implantação de corredores de biodiversidade, recuperação de áreas degradadas e proteção de rios e nascentes na área de influência da UHE Engenheiro Sérgio Motta (Porto Primavera), instalada na divisa entre os Estados de Mato Grosso do Sul e São Paulo. A região é marcada pela transição de dois importantes biomas brasileiros, o Cerrado e a Mata Atlântica.
De acordo com Odemberg Veronez, gerente de Sustentabilidade da companhia, serão restaurados cerca de 235,18 hectares de matas nativas na região de Anaurilândia e outros 197,78 hectares em Bataguassu. Juntas, as duas regiões devem receber mais de 767 mil mudas nativas – selecionadas conforme as características de cada região – em ações como: 375,8 hectares de reflorestamento (plantio intensivo de mudas); 57,1 hectares de enriquecimento ambiental (quando há o plantio de mudas para aumentar a diversidade genética de espécies); e 33,7 hectares de regeneração natural (quando não há necessidade de intervenção direta, somente medidas de proteção do local e monitoramento).
“O início desta nova ação de restauração ambiental em Mato Grosso do Sul vem ao encontro do compromisso da empresa de promover a conservação da biodiversidade em todas as regiões onde possui operações. Juntas, as áreas a serem restauradas equivalem a 466 campos de futebol que, futuramente, atuarão como corredores de fauna, para a proteção de nascentes e, consequentemente, conservação dos nossos rios e peixes, e, ainda, ajudarão no combate às mudanças climáticas. É um processo longo, que iremos levar alguns anos para concluir, mas igualmente importante e urgente, cujos frutos serão colhidos provavelmente pelas futuras gerações”, destaca.
Até o momento, as ações já resultaram na restauração de cerca de 79,51 hectares na região, com o plantio médio de 60.500 mudas. A expectativa é de chegar ao fim do ano com mais 40,7 hectares restaurados. Após o plantio, essas áreas entram em processo de manutenção, que inclui adoção de medidas de proteção (cercamento, implantação de aceiros, etc), monitoramento e, se necessário, replantio.

Áreas de conservação
Ao todo, a companhia detém cerca de 65 mil hectares de área de preservação permanente na região da UHE Porto Primavera. Somente em Mato Grosso do Sul, são mais de 40 mil hectares em áreas nativas preservadas, sendo, deste total, 1.807 hectares na região de Anaurilândia e 1.354 em Bataguassu.
As ações de conservação ainda incluem a Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) – Cisalpina, no município de Brasilândia. A unidade de conservação da companhia conta com 3,8 mil hectares e está situada em um complexo mosaico vegetacional, semelhante ao pantanal sul-mato-grossense, ocupando uma extensa área de preservação permanente que totaliza 17 mil hectares, servindo de refúgio biológico e palco para diversas pesquisas científicas.
Paralelamente às ações de restauração na margem sul-mato-grossense, a companhia também possui em andamento a ação de restauração de cerca de 230 hectares de Mata Atlântica na região de Paulicéia (SP), divisa com Brasilândia.
Produção de mudas e doações
Para abastecer os programas de restauração ambiental, a companhia conta com a produção própria de mudas nativas do Cerrado e Mata Atlântica. O Horto Florestal, situado no município de Rosana (SP), divisa com Batayporã (MS), é um dos maiores viveiros de mudas nativas da região, com a produção de 800 mil de mudas / ano, destinadas exclusivamente para ações de restauração, seja em iniciativas próprias ou de parceiros.
A companhia possui também o Programa Fomento Florestal, que visa incentivar a restauração ambiental em áreas degradadas de forma voluntária por proprietários rurais vizinhos e instituições não-governamentais da região. Somente neste ano, foram mais de 38 mil mudas doadas para ações voluntárias de implantação de corredores de biodiversidade, proteção de rios e nascentes ou restauração de áreas degradadas.
Entre as espécies doadas por meio do programa, destacam-se: Cedro-rosa, Garapa, Jequitibá, Cedro-do-brejo, Catiguá-branco, Ipê-felpudo e Jacarandá-da-Bahia. A maioria delas figura na lista de espécies vulneráveis de extinção da IUCN (União Internacional para a Conservação da Natureza, em português).
Sobre a CESP
Somos uma empresa de energia com foco em geração de energia elétrica, de forma inclusiva e responsável, priorizando o desenvolvimento local para renovar toda a sociedade. Há mais de cinco décadas, produzimos energia elétrica no estado de São Paulo. Operamos com duas usinas hidrelétricas localizadas na região sudeste – Paraibuna e Porto Primavera – que, juntas, somam 1.627 megawatts (MW) de capacidade instalada. O mercado suprido pela CESP é composto pelas principais distribuidoras do país e por diversos agentes do mercado. Saiba mais: https://www.cesp.com.br/
Notícias da Região
Anta, lobo-guará e onça-parda encontram refúgio em reserva natural mantida pela CESP em Mato Grosso do Sul
A Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) Cisalpina se tornou um refúgio estratégico para centenas de espécies de animais silvestres na região leste de Mato Grosso do Sul. Conforme estudo do Programa de Monitoramento de fauna da CESP (Companhia Energética de São Paulo), em andamento na unidade de conservação, entre as 113 espécies catalogadas até o momento, estão a anta (Tapirus terrestris), o lobo-guará (Chrysocyon brachyurus), a onça-parda (Puma concolor), a jaguatirica (Leopardus pardalis), a arara-canindé (Ara ararauna) e o chora-chuva-preto (Monasa nigrifrons), que, juntas, somam seis registros com algum grau de ameaça de extinção nas listas oficiais (ICMBio/SALVE e IUCN).
Localizada em Brasilândia (MS), área de influência da UHE Porto Primavera, a Reserva tem 3.857 hectares preservados e reúne, num mesmo território, ambientes de Cerrado, Mata Atlântica do Interior e áreas úmidas da planície do rio Paraná. É esse mosaico de paisagens que explica a diversidade encontrada já nas primeiras campanhas de monitoramento: 91 espécies de aves, 12 mamíferos, oito de anfíbios e duas espécies de répteis, registradas ao longo de três campanhas de monitoramento, iniciadas no segundo semestre de 2025 e que segue e andamento.
“A Cisalpina é um santuário para a fauna silvestre e uma reserva estratégica para o futuro do Cerrado. Seus 3.857 hectares estão inseridos em uma área de proteção permanente de aproximadamente 17 mil hectares, formando, junto com outras áreas preservadas, um conjunto de mais de 21 mil hectares conservados. Esse território oferece abrigo para espécies ameaçadas, como mostra o resultado parcial desse estudo, e ajuda a manter o equilíbrio de toda a região”, destaca Odemberg Veronez, gerente de Sustentabilidade da companhia.
A anta é a que carrega o status de conservação mais crítico, considerada Vulnerável (VU) nas avaliações nacional e internacional. O lobo-guará, símbolo dos ambientes abertos do Cerrado, também é Vulnerável (VU) tanto no estado quanto no país. Já a onça-parda, classificada como Quase Ameaçada (NT), reforça a relevância da Reserva por se tratar de um grande predador que depende de extensas áreas de vida para sobreviver.
Programa de Monitoramento de Fauna
A ação faz parte do Programa de Monitoramento de Fauna da companhia, que visa, por meio de diferentes técnicas de avistamento, acompanhar o comportamento da fauna na unidade de conservação.
“Esse acompanhamento fortalece a gestão ambiental e contribui para a proteção desse patrimônio natural. O monitoramento é uma ferramenta importante para entender a relação entre as espécies e os ambientes que compõem esse território, ampliando o conhecimento sobre a área e reunindo informações que apoiam decisões e orientam ações de conservação e manejo”, completa Veronez.
Para chegar a esses números, a equipe combinou pontos de escuta, transectos, busca ativa, armadilhas fotográficas e encontros ocasionais, somando cerca de 1.483,5 horas de esforço amostral, boa parte dela graças ao funcionamento contínuo das câmeras que flagram mamíferos sem interferir em seu comportamento.
O trabalho é conduzido por uma equipe de biólogos especializados em fauna, responsável pela identificação das espécies registradas na área de estudo. Das oito campanhas previstas no programa, três já foram concluídas, e as demais serão realizadas até 2027, contribuindo para o acompanhamento da biodiversidade e avaliação da efetividade das ações de conservação desenvolvidas na região.
Sobre a CESP
Somos uma empresa de energia com foco em geração de energia elétrica, de forma inclusiva e responsável, priorizando o desenvolvimento local para renovar toda a sociedade. Há mais de cinco décadas, produzimos energia elétrica no estado de São Paulo. Operamos com duas usinas hidrelétricas localizadas na região sudeste – Paraibuna e Porto Primavera – que, juntas, somam 1.627 megawatts (MW) de capacidade instalada. O mercado suprido pela CESP é composto pelas principais distribuidoras do país e por diversos agentes do mercado. Saiba mais: https://www.cesp.com.br/
Notícias da Região
Publicidade e Propaganda da UNIGRAN é destaque entre os finalistas do Prêmio Cria do Mato 2026
O curso de Publicidade e Propaganda da UNIGRAN é finalista, pela primeira vez, do Prêmio Cria do Mato 2026, uma das principais premiações de criação publicitária da região. Na categoria Universitária, que reúne trabalhos de estudantes de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, dois dos três trabalhos finalistas são de acadêmicos da UNIGRAN, colocando o curso em evidência entre as produções selecionadas nesta edição.
Ao todo, 262 peças foram inscritas no Prêmio, representando campanhas ligadas a 82 marcas anunciantes. Os trabalhos foram avaliados por um júri formado por profissionais de reconhecimento nacional. Os vencedores serão anunciados no dia 6 de novembro, durante a cerimônia de premiação, em Campo Grande (MS).
Nesta edição, a categoria Universitária propôs aos estudantes o tema ‘Criar é mais do que gerar’. O desafio convidou os participantes a refletirem sobre o uso da inteligência artificial no cotidiano e nos processos criativos, destacando o papel do olhar humano na construção de ideias com significado e propósito. As propostas incluíram a criação de VT, spot e banner para internet.
A presença de dois trabalhos da UNIGRAN entre os três finalistas evidencia a produção acadêmica desenvolvida pelos estudantes do curso e a conexão da formação com os desafios e transformações do mercado publicitário.
Para o curso de Publicidade e Propaganda, a conquista representa também o reconhecimento da criatividade, da capacidade técnica e do olhar estratégico desenvolvido pelos acadêmicos ao longo da graduação.
O Prêmio Cria do Mato – Prêmio RMC de Criação Publicitária reúne produções de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul e contempla nove categorias: Marca, Performance, Marca Regional, Performance Regional, Órgãos Governamentais, Concessionárias e Sistema S, Spot, Jingle, Digital e Universitária.
Na categoria Universitária, os estudantes finalistas concorrem a troféus e diplomas oficiais, além da possibilidade de ter seus trabalhos veiculados na TV, nas rádios e nos portais da RMC.
A cerimônia de premiação será realizada no dia 6 de novembro, em Campo Grande, reunindo agências, produtoras, anunciantes, profissionais do mercado publicitário e representantes da comunidade acadêmica.
UNIGRAN na final
Dos três trabalhos selecionados para a final da categoria Universitária, dois são de acadêmicos do curso de Publicidade e Propaganda da UNIGRAN.
O resultado reforça a participação do curso no cenário da criação publicitária regional e valoriza uma formação que aproxima os acadêmicos de desafios reais, estimulando criatividade, estratégia e inovação.
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