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Cerveja, a bebida mais queridinha no Brasil é celebrada nesta sexta, 6 de agosto

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O Dia da Cerveja coincide com o fim de semana em que é comemorado o Dia dos Pais

Reconhecida por ser uma das combinações preferidas para o churrasco do fim de semana, o jogo de futebol e almoços em família, a cerveja é a queridinha do brasileiro. E neste ano o Dia da Cerveja celebrado em 06 de agosto coincide com o fim de semana em que é comemorado o Dia dos Pais, 08 de agosto. Datas propícias para confraternizar e aproveitar bons momentos com a família.

No mercado hoje existem diversos tipos de cerveja, que variam conforme a densidade, aroma, coloração entre outros aspectos. Mas na hora de saborear receitas apetitosas, a companhia da cerveja é unanimidade no Brasil. O empresário Klaus Rocha é do time dos apaixonados por cerveja. Após uma reforma em casa, em que o espaço de lazer foi ampliado, ele plotou seu freezer com o tema da cerveja preferida, Heineken. “Eu ia comprar um freezer mais moderno, mas minha esposa queria uma geladeira nova. Então plotamos o meu antigo para harmonizar com o espaço de recreação e comprei a geladeira nova para a esposa”, brincou Klaus.

Além de oferecer mais conforto e privacidade ao lazer da família com o freezer em casa, a ideia do empresário é comprar as bebidas em atacarejos como o Fort Atacadista, com preços menores e manter a bebida sempre geladinha. “Gosto muito de receber os amigos, reunir a família e ficar à vontade em casa. Toda quarta-feira é sagrado ver o jogo do Corinthians comendo um churrasquinho regado a minha cerveja predileta”, lembra.

Consumidor assíduo da bebida, Klaus dá a dica do cervejeiro de carteirinha. “Mantenho o freezer sempre abastecido e na hora de consumir coloco as garrafas deitadas, na posição horizontal, isso evita de congelar. E a forma ideal de saborear pode ser direto na garrafinha ou em copos térmicos que mantêm a temperatura”, indica.

De acordo com o empresário, os preparativos para a comemoração do Dia dos Pais que acontece no domingo, 08 de agosto, já estão bem adiantados. “Certeza de que vamos brindar a data com cerveja gelada, mesmo com este friozinho. Tenho dois filhos e estamos prontos para receber meu pai, meu sogro e familiares. O freezer já está abastecido com Heineken e tem cerveja para o final de semana inteiro”, finalizou Klaus.

Exclusividade – Os apreciadores de cerveja podem degustar uma Premium Lager da Opa Bier, fabricada em Joinville (SC) e comercializada com exclusividade nas lojas do Comper e Fort Atacadista, redes de varejo e atacarejo do Grupo Pereira. A Opa é feita com matéria-prima nobre, com amargor médio e seco, apresenta teor alcoólico maior do que a tradicional Pilsen.

Dia F – Sábado de promoções – Quem deseja comprar cervejas ou os ingredientes do almoço do Dia dos Pais com sabor e economia, neste sábado 07 de agosto o Fort Atacadista promove o Dia F com variedade de produtos, qualidade e bom preço. As lojas voltarão ao horário de atendimento diferenciado deste dia, das 6 horas da manhã até à meia noite. Não apenas os consumidores em geral, mas também os comerciantes podem aproveitar as promoções para abastecer as prateleiras e faturar mais com as comemorações do Dia dos Pais. Na unidade Coronel Antonino, o Fort Atacadista oferece a primeira lanchonete da rede a trazer como carro-chefe o conceito do hot dog americano. Com área de 120m², o espaço oferece aos consumidores um lanche com salsicha exclusiva e que contém baixo teor de corantes. O Fort Dog neste Dia F oferece o combo Hot Dog, com refrigerante e batata frita, por R$ 11,90. O cliente que comprar com o Vuon Card paga R$ 10,90.

O Fort Atacadista, rede de atacarejo do Grupo Pereira, possui sete lojas em Campo Grande e cumpre todas as medidas de prevenção contra o Coronavírus e funcionam de segunda a sábado, das 7h às 22h, e aos domingos, das 8h às 20h, nos seguintes endereços:
Loja Coronel Antonino – R. São Borja, 586 – Vila Rica
Loja Getúlio Vargas – Av. Pres. Vargas, 1336 – Papa João Paulo II
Loja Guanandi – Av. Pres. Ernesto Geisel, 501 – Jardim Jacy
Loja Moreninhas – Av. Gury Marques, 4855
Loja Parati – Rua da Divisão, 1208
Loja Shopping Norte Sul Plaza – Av. Pres. Ernesto Geisel, 2300
Loja Tiradentes – R. Antônio Bicudo, 112 – Jardim São Lourenço

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Slow sex: desacelerar o sexo pode ser a resposta para o prazer em tempos de ansiedade

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Em uma sociedade marcada pela pressa, pelo excesso de estímulos e pela cobrança constante por desempenho, o sexo também entrou no modo automático. É nesse cenário que o slow sex surge como uma proposta de reconexão: menos foco em resultado, mais atenção à presença, ao corpo e à troca entre as pessoas.

Apesar de o conceito ainda ser pouco conhecido, dados extraídos de uma enquete feita com mais de 6 mil usuários do Sexlog mostram que a necessidade de desacelerar já é sentida na prática:  76,9% acreditam que desacelerar melhora o prazer sexual. Ao mesmo tempo, 82,4% nunca ouviram falar em slow sex. Esse contraste indica que, mesmo sem conhecer o termo, grande parte das pessoas reconhece que algo precisa mudar na forma como vive a intimidade.

Sexo no automático cresce com a idade e com a rotina

O levantamento mostra que a sensação de “transar no automático” se intensifica conforme a idade avança. Entre os usuários de 35 a 54 anos, faixa etária que concentra a maior parte da amostra, mais da metade afirma que vive o sexo no automático sempre, frequentemente ou pelo menos às vezes.

Para a neuropsicanalista clínica e especialista em relações contemporâneas Sanny Rodrigues, essa queixa é recorrente no consultório. “As pessoas querem sexo, mas estão emocionalmente desconectadas do próprio corpo e, muitas vezes, do corpo do parceiro ou da parceira. O sexo acontece, mas sem intensidade e sem envolvimento verdadeiro”, explica.

Segundo ela, rotina, cansaço e falta de investimento consciente transformam a sexualidade em algo funcional. “Assim como outras áreas da vida, o sexo também precisa de cuidado para não cair no automático.”

Relacionamentos longos sentem mais o peso da repetição

Quando o recorte é feito por tipo de relacionamento, os dados reforçam essa leitura. Usuários casados ou em relações longas tendem a relatar mais variações no ritmo do sexo e maior sensação de repetição, enquanto solteiros aparecem com percepções mais diversas sobre o ritmo da vida sexual.

Para Sanny, o problema não é a duração do vínculo, mas a perda de presença. “Em relacionamentos longos, o cotidiano ocupa o lugar da atenção. Sem diálogo e cuidado, o sexo vira repetição funcional. Não é falta de desejo, é falta de investimento consciente”, afirma.

Nesse contexto, o slow sex não propõe “fazer algo diferente”, mas estar diferente no encontro. “Menos pressa costuma gerar mais intimidade”, resume a especialista.

Ansiedade afeta o prazer e desperta curiosidade por novas formas de viver o sexo

A pesquisa também mostra que 56,4% dos usuários dizem que ansiedade ou cansaço atrapalham o prazer sexual muitas ou algumas vezes, e quase 60% já deixaram de transar por estarem estressados ou sem energia mental. Entre esse grupo, cresce o interesse por propostas que tirem o foco da performance e devolvam o sexo à experiência sensorial.

Isso ajuda a explicar por que, mesmo com pouco conhecimento sobre o tema, 35,5% dos usuários afirmam ter curiosidade sobre slow sex. Para Sanny, a relação entre ansiedade e prazer é direta: “Quando a pessoa está ansiosa, o corpo entra em estado de alerta. Um corpo em alerta não relaxa, ele se protege. O desejo até pode existir, mas o prazer não acompanha.”

Ela ressalta que não se trata de falta de vontade, mas de segurança corporal. “Não é um corpo que não deseja. É um corpo que não se sente seguro para sentir.”

Falta de conexão reforça a crença de que desacelerar pode ajudar

Entre os principais fatores que prejudicam o prazer sexual hoje, os usuários apontam cansaço físico, falta de conexão com o parceiro(a), falta de tempo e distrações como celular e trabalho. A combinação desses elementos ajuda a entender por que a maioria acredita que desacelerar pode melhorar a experiência sexual.

Para a especialista, essa percepção funciona como uma validação emocional da proposta do slow sex. “Quando o orgasmo vira objetivo, o sexo deixa de ser encontro e vira teste. Quanto mais cobrança, menos o corpo responde”, explica. “Desacelerar tira o foco do resultado e devolve o prazer ao processo.”

Slow sex não é sobre tempo, mas sobre presença

Segundo Sanny, o slow sex não é uma técnica nem uma regra sobre duração. “Não tem a ver com transar por mais tempo, mas com qualidade de presença. Envolve conversa, cuidado, pausas, atenção, olho no olho. O sexo deixa de ser só um ato físico e passa a ser uma experiência de troca.”

A abordagem pode, inclusive, ser vivida em encontros casuais. “Slow sex não depende do tipo de vínculo, mas do nível de consciência envolvido. Onde há presença e diálogo, a experiência pode ser mais respeitosa e satisfatória.”

Para quem deseja começar, a especialista sugere olhar além da cama. “O sexo acompanha o ritmo que a pessoa sustenta na vida. Reduzir distrações, respirar melhor, prestar atenção no toque e até usar a música como aliada já muda muita coisa. Presença é simples e transformadora.”

Em um cenário de excesso, Sanny não vê o slow sex como moda. “É uma resposta a um cansaço coletivo. Não é tendência passageira, é reconexão com o corpo.”

Sobre o Sexlog

Com mais de 23 milhões de usuários, o Sexlog é a maior rede social de sexo e swing do Brasil. A plataforma oferece um espaço seguro para a troca de mensagens, encontros e divulgação de eventos, conectando casais e solteiros que desejam explorar sua sexualidade de maneira livre e consensual.

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A menina que não sente dor, fome e sono

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Olivia Farnsworth é uma adolescente britânica de Huddersfield que possui uma condição genética extremamente rara conhecida como deleção do cromossomo 6p. Essa anomalia faz com que ela não sinta dor, fome ou cansaço — um conjunto de sintomas tão incomum que Olivia é considerada a única pessoa no mundo a apresentar todos os três simultaneamente.

O que é a deleção do cromossomo 6p?

A deleção do cromossomo 6p é uma condição genética em que uma parte do braço curto (p) do cromossomo 6 está ausente. Essa região contém genes importantes relacionados ao sistema imunológico e ao desenvolvimento neurológico. A ausência desses genes pode levar a uma variedade de sintomas, incluindo insensibilidade à dor, falta de apetite e distúrbios do sono

Impactos no cotidiano

A condição de Olivia apresenta desafios significativos para sua saúde e segurança:ndtv.com

  • Insensibilidade à dor: Ela pode sofrer ferimentos graves sem perceber, o que requer vigilância constante para evitar complicações.

  • Ausência de fome: Sem a sensação de fome, Olivia precisa seguir uma dieta rigorosa para garantir a ingestão adequada de nutrientes e evitar a desnutrição.

  • Distúrbios do sono: Ela consegue funcionar com apenas duas horas de sono por noite, o que pode afetar seu desenvolvimento e bem-estar geral.

Um caso único

Embora existam cerca de 100 casos documentados de deleção do cromossomo 6p, Olivia é o único caso conhecido que apresenta simultaneamente a ausência de dor, fome e necessidade de sono. Sua condição continua a ser objeto de estudo por médicos e cientistas interessados em entender melhor os mecanismos genéticos envolvidos.

Para uma visão mais detalhada sobre a história de Olivia Farnsworth, você pode assistir ao seguinte vídeo:

She Can’t Feel Pain, Hunger, or Danger

Por .geneticeducation.co.in

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