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Campeio é multado em R$ 56 mil e preso pela PM com 112 filhotes de papagaios

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O período, de agosto a dezembro é preocupante com relação ao tráfico de animais silvestres, pois é o período reprodutivo dos papagaios que é o animal mais traficado no Estado. A PMA mantém trabalhos preventivos nas propriedades rurais para prevenir a retirada dos animais e aliciamentos de funcionários de fazendas e assentados pelos traficantes, para a retirada dos filhotes.

NO dia 5 de setembro foram apreendidos 32 papagaios pela Polícia Militar de Novo Horizonte do Sul e no dia 15, mais 175 foram apreendidos pela PMA em Bataguassu. O Comando Geral da PMMS determinou que os setores de inteligência e Unidades da Polícia Militar se dedicassem também à prevenção e combate ao tráfico neste período critico.

Ontem (21) no final da tarde, Policiais Militares Ambientais de Dourados foram acionados, por Policiais Militares da cidade de Jateí, em conjunto com Policiais Militares de Novo Horizonte do Sul, em razão da prisão e condução para a delegacia de Polícia Civil de Jateí, um assentado de 29 anos, que estava com 112 filhotes de papagaios ilegalmente, na Gleba Nova Esperança, em Novo Horizonte do Sul. O assentado, residente na Gleba, responderá por crime ambiental e poderá pegar pena de seis meses a um ano de detenção.

A PMA autuou o infrator administrativamente e arbitrou multa de R$ 56.000,00. As aves serão encaminhadas ao Centro de Reabilitação de Animais Silvestres (CRAS) na Capital.

TRABALHOS PREVENTIVOS

A PMA está realizando trabalhos preventivos nas propriedades rurais, por meio de informação da legislação e Educação Ambiental, visto que o modus operandi principal dos traficantes é de aliciamento dos sitiantes e funcionários de propriedades rurais, para que retirem os animais e os avisem para que os comprem. Muitas pessoas fazem isto, às vezes, sem saber que estão cometendo crime ambiental.

A região principal do problema está sendo monitorada, tais como, os municípios de Jateí, Batayporã, Bataguassu, Ivinhema, Novo Horizonte do Sul, Anaurilândia, Santa Rita do Pardo, Nova Andradina e Brasilândia, além de Naviraí e Mundo Novo. Nessa região, ninhos também estão sendo monitorados pelos Policiais, para evitar a retirada dos filhotes, visto que essa é a preocupação maior. A base do trabalho é evitar a retirada dos animais, evitando custos à fauna e ao Estado, tendo em vista os altos custos financeiros, até a reintrodução dos filhotes na natureza.

Barreiras também estão sendo executadas nas saídas para o estado de São Paulo, que é para onde os papagaios retirados aqui têm saído.

As Subunidades da PMA que cobrem estas áreas estarão monitorando o movimento dos traficantes. Em princípio, para evitar que as aves sejam retiradas e, para reprimir prendendo os elementos, quando não é possível evitar a retirada dos bichos.

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Ambiental

Em Campo Grande| Homem de 29 anos é preso em flagrante pela Polícia Civil por maus-tratos a animais

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Um homem de 29 anos,  foi preso em flagrante na manhã desta segunda-feira (14), no Bairro Tiradentes, em Campo Grande. A prisão foi efetuada por policiais da Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes Ambientais e de Atendimento ao Turista (Decat) após denúncia enviada via Ciops.

Ao chegarem ao endereço indicado, os agentes da DECAT e a equipe de perícia cientifica constataram que duas cadelas, de porte similar à raça Pitbull, estavam em situação extrema de maus-tratos. Os animais apresentavam magreza severa (escore corporal extremamente baixo), lesões espalhadas pela pele e unhas excessivamente grandes.

O cenário no imóvel também revelou graves problemas de higiene e negligência: havia fezes no quintal e três vasilhas disponíveis para os animais, das quais duas estavam completamente vazias e a terceira continha apenas resíduos de água suja.

O morador compareceu à residência durante a diligência e autorizou a entrada da Polícia Civil e da Perícia. Ele confirmou ser o tutor das duas cadelas, sendo uma de pelagem marrom, de aproximadamente 5 anos, e outra marrom e branca, de cerca de 3 anos, ambas não castradas.

Em depoimento aos policiais, o suspeito admitiu que os animais apresentavam sinais de debilidade há pelo menos três meses. Ele alegou ter levado apenas uma das cadelas ao veterinário há dois meses, mas sem realizar exames clínicos ou laboratoriais. O homem disse ainda que forneceu vitaminas as cadelas, mas que o produto teria acabado há cerca de dez dias. Sem apresentar a embalagem dos medicamentos, o tutor mostrou apenas cartões de vacinação desatualizados e declarou não possuir condições financeiras para garantir os cuidados básicos e a saúde dos cães.

Diante da gravidade da situação e da constatação dos maus-tratos, as duas cadelas foram recolhidas e encaminhadas ao Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) e o autor foi conduzido com o apoio da Polícia Militar à delegacia, onde autuou-se a prisão em flagrante, ficando o investigado à disposição da Justiça.

Assessoria de Comunicação Polícia Civil

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Ambiental

Operação Prolepse – ações preventivas impulsionam expressiva redução dos focos de calor em MS

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A Polícia Militar Ambiental de Mato Grosso do Sul desenvolve, de forma permanente, ações de prevenção, fiscalização e proteção dos recursos naturais em todo o território estadual, atuando de maneira integrada com outros órgãos ambientais e de resposta a emergências. Essas ações são fundamentais para a mitigação dos impactos decorrentes das queimadas e dos incêndios florestais, especialmente em períodos de maior vulnerabilidade ambiental.

Nesse contexto institucional, destaca-se a Operação Prolepse, estratégia preventiva da Polícia Militar Ambiental voltada à antecipação de riscos, à orientação e à conscientização, bem como à presença territorial qualificada em áreas sensíveis. No âmbito do 1º Batalhão de Polícia Militar Ambiental, responsável predominantemente pelas áreas inseridas na Bacia do Rio Paraguai, a operação foi intensificada como parte do esforço preventivo estadual.

Os resultados obtidos reforçam a relevância dessa atuação articulada. Dados oficiais do sistema TerraBrasilis, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, indicam que Mato Grosso do Sul registrou uma redução de 72,7 por cento nos focos de calor, passando de 8.712 registros em 2024 para 2.376 em 2025. Ressalta-se que esses números correspondem ao total de focos registrados em todo o Estado, enquanto as ações da Operação Prolepse aqui analisadas referem-se exclusivamente à área de atuação do 1º BPMA.

No que se refere às atividades preventivas, a Operação Prolepse apresentou crescimento substancial no âmbito do 1º BPMA, com aumento de 84,8 por cento, passando de 289 ações em 2024 para 534 ações em 2025. Esse avanço demonstra o fortalecimento da estratégia preventiva adotada na região da Bacia do Rio Paraguai, em consonância com as diretrizes institucionais da Polícia Militar Ambiental.

É importante destacar que a redução dos focos de calor resulta de um esforço integrado e coordenado, que envolve diferentes órgãos e instituições. Nesse cenário, a atuação da Polícia Militar Ambiental, por meio da Operação Prolepse, soma-se às ações desenvolvidas pelo Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul, pelo Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso do Sul e pela Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação, fortalecendo a governança ambiental estadual.

A integração entre esses órgãos potencializa os resultados alcançados, permitindo que ações preventivas, de fiscalização, resposta e gestão ocorram de maneira complementar e eficiente. No âmbito territorial da Bacia do Rio Paraguai, a Operação Prolepse se destaca como um dos principais pilares preventivos, ao atuar diretamente no território, reduzindo ignições, promovendo mudança de comportamento e fortalecendo a presença do Estado.

A intensificação da Operação Prolepse no âmbito do 1º Batalhão de Polícia Militar Ambiental evidencia que investir em prevenção é investir em eficiência, reduzindo danos ambientais, custos operacionais e impactos sociais. A Polícia Militar Ambiental reafirma, assim, seu compromisso institucional com a proteção dos recursos naturais e com a atuação técnica e integrada em áreas estratégicas do Estado.

A Polícia Militar Ambiental segue firme em sua missão constitucional de preservar o Pantanal e os demais biomas sul-mato-grossenses, atuando de forma antecipada, técnica e articulada, em benefício da sociedade e das futuras gerações.

Assessoria de Comunicação do 1º Batalhão de Polícia Militar Ambiental

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