Brasil
Mega-Sena acumula de novo e pode pagar R$ 60 milhões no próximo sábado (25)
Aconteceu, na noite desta quarta-feira (22), o sorteio do concurso 1990 da Mega-Sena, em Italva, no Rio de Janeiro. Pela sétima vez seguida, nenhum apostador acertou as seis dezenas e o prêmio máximo acumulou para R$ 60 milhões.
11 – 24 – 26 – 34 – 37 – 59
De acordo com a Caixa Econômica Federal, a Quina contou com 78 apostas ganhadoras, com prêmio no valor de R$ 41.488,51 cada. Outras 5.852 pessoas fizeram a Quadra e levaram R$ 789,98.
O próximo sorteio da Mega-Sena acontece no sábado (25), a partir das 20h (horário de Brasília).
A aposta mínima na Mega-Sena custa R$ 4,75 através do Sorte Online e pode ser feita até às 15h do dia do sorteio. Os bolões especiais ficam disponíveis até às 19h.
Apostar na Mega-Sena e garantir a sua chance de ser o próximo milionário do país é bem simples. Através do Sorte Online, você ainda pode apostar sem enfrentar filas e com várias opções de pagamento.
Tudo o que você precisa fazer é escolher entre 6 e 15 números disponíveis no jogo. Acertando 6 dezenas você leva o prêmio máximo.
Em caso de 5 ou 4 pontos os valores são menores, mas também bem atrativos!
Brasil
Em espaço coberto, Grande Desfile de Natal ganha cenas aéreas e experiências imersivas no 41º Natal Luz de Gramado
Um dos espetáculos mais tradicionais e emocionantes do Natal Luz de Gramado ganha um novo cenário e ainda mais elementos de encantamento na 41ª edição do evento, que ocorre de 22 de outubro de 2026 a 17 de janeiro de 2027. O Grande Desfile de Natal passa a ser realizado em área coberta nos pavilhões do Expogramado, proporcionando ao público uma experiência mais imersiva, com uma passarela cenográfica especialmente preparada para receber personagens natalinos, carros alegóricos, efeitos visuais e novas cenas aéreas.
Com mais de 400 personagens, o espetáculo é dividido em sete grandes alas e terá 11 carros alegóricos, que integram diferentes momentos da narrativa: Presépio, Livro de Natal, Árvore de Natal, Roda Sinfônica, Brinquedo, Bolacha Natalina, Fábrica de Chocolates, Rainha da Neve, Coreto de Natal, Tambores do Noel e o Trenó do Papai Noel.
A mudança de local ocorre em função das obras de revitalização na Avenida das Hortênsias e abre espaço para uma nova concepção do espetáculo. O ambiente coberto permitirá ampliar os recursos cênicos e criar uma atmosfera ainda mais envolvente.
Entre as principais novidades, estão as cenas aéreas. O diretor do Grande Desfile de Natal, Rodrigo Drechsler, conta que uma estrela cadente vai atravessar a passarela em uma lira suspensa. Em outros momentos, duendes irão caminhar pelo ar e o carrinho do carteiro será puxado por renas voadoras, criando imagens que prometem surpreender o público. “Tudo foi pensado para trazer uma experiência ainda mais real para todo o público. Vamos ter uma pista toda pintada e decorada, além dos aéreos”, explica. Segundo Drechsler, a nova configuração do espaço também permite manter a passarela permanentemente ocupada, criando uma sequência contínua de imagens e acontecimentos. “O cenário não vai ficar vazio em nenhum momento. Estamos bem carregados de novidades. É uma cena mais bonita do que a outra”, afirma o diretor.
Nesta temporada, serão 39 apresentações nas quartas, sextas e domingos, a partir das 20h. O Passaporte Experience, que foi criado no ano passado, também continua na programação. Na modalidade, o público pode participar do desfile como parte do elenco do espetáculo. Os ingressos e a programação completa estão no site https://natalluzdegramado.com.br/. Na compra antecipada, os ingressos estão com preços promocionais. Até 30 de setembro, o desconto é de 10%. Na quinta-feira (1°), ocorre a virada de lote e o desconto passa a ser de 5%.
O 41º Natal Luz de Gramado é apresentado pelo Ministério da Cultura, Secretaria de Estado da Cultura e Bradesco. Lei Rouanet. Apresentação: Bradesco. Patrocinador master: GAV Hotéis e Resorts. Copatrocínio: Seara, Bradesco Seguros e Coca-Cola. Participação especial: Governo do Estado do Rio Grande do Sul. Apoio: Vinícola Miolo, Hasam Group, RBT Internet e Docile. Hospedagem oficial: Laghetto Hotéis, Resorts & Experiências. Café oficial: 3 Corações. Cia. aérea oficial: Azul. Parceiro sustentável: Tereos. Tiqueteira oficial: Eleven Tickets. Agente cultural: Marca Produções. Financiamento: Pró Cultura – Governo do Estado do Rio Grande do Sul. Promoção: Prefeitura Municipal de Gramado. Realização: Gramadotur e Ministério da Cultura.
SERVIÇO NATAL LUZ:
Data: 22 de outubro de 2026 a 17 de janeiro de 2027
Site oficial: https://www.natalluzdegramado.com.br/
Ingressos: https://natalluz.eleventickets.com/#!/home
Brasil
Estudo prevê até 13,3 mil mortes no Brasil com calor do Super El Niño
O calor extremo causado pelo Super El Niño pode provocar 13,3 mil mortes no Brasil, a maioria nas regiões Norte e Nordeste, de acordo com relatório do Laboratório de Impacto Climático da Universidade de Chicago, divulgado nesta quarta-feira (23).

O país deve ser o mais afetado na América Latina pelo fenômeno, caracterizado pelo aquecimento fora do normal das águas do Oceano Pacífico.
>> Sob El Niño, primavera deve ter calor, seca e tempestades severas
Ao todo, são esperadas, até fevereiro de 2027, 451 mil mortes no planeta com a ocorrência mais intensa do El Niño nos últimos anos.
“Há muito tempo, conseguimos prever os impactos das temperaturas nas colheitas e agora podemos prever o impacto no pior cenário possível: a morte”, afirma Michael Greenstone, cofundador do Laboratório de Impacto Climático e professor na Universidade de Chicago.
“Esse número (…) inclui pais e filhos, avós e vizinhos, pessoas que vão trabalhar, cuidam de suas famílias e vivem suas vidas”, complementou o cientista norte-americano, ao alertar sobre a mortalidade.
Pela projeção dos cientistas, por causa do Super El Niño, que começou em junho de 2026, os dias extremamente quentes devem quase dobrar até fevereiro de 2027, ficando pelo menos 1,2 grau Celsius (ºC) acima do normal, em comparação com anos anteriores, o que pode se intensificar no verão.
Sul global será mais afetado
Segundo o relatório, as regiões que tendem a ser as mais afetadas pelo Super El Niño estão concentradas no Sul global.
O Brasil está entre os cinco países com maior número estimado de mortes, na quinta posição do ranking, segundo o relatório. O período mais crítico no país deve ser o verão, entre dezembro de 2026 e fevereiro de 2027.
O levantamento chama atenção para estimativas mais altas de mortalidade no Norte e Nordeste, com destaque para o Pará, com a morte estimada de 2,3 mil pessoas, Maranhão, com mais 1,3 mil, além de Amazonas e Bahia, com 1,2 mil cada.
O país se prepara com a instalação de bases do Ministério da Saúde, chamadas de Força Nacional do Sistema Único de Saúde, que contam com equipamentos e pessoal para atuar durante emergências e desastres.
Na lista dos países em situação mais crítica, o Brasil é antecedido por Índia, Sudão, Indonésia e Nigéria.
No continente americano, o país mais próximo do Brasil são os Estados Unidos, com 3,5 mil mortes a mais do que em um ano normal. Venezuela, com 2,3 mil mortes adicionais, e Colômbia, com 2,2 mil, também se destacam.
No continente africano, o relatório projeta 67 mil mortes, sendo a maior parte de vidas a serem perdidas no Sahel, região de transição entre o Saara, ao norte, e as savanas, ao sul.
Quase metade dessa estimativa de vítimas deve se concentrar na Nigéria. O país sofrerá com 31,4 mil mortes, à frente do Sudão, que enfrentará 17,5 mil mortes adicionais por calor, do Níger, 10 mil, e do Chade, 8 mil.
No sudeste asiático, Filipinas, Vietnã, Tailândia e Camboja podem chegar a 19,4 mil mortes acima do normal. E, na Índia, mais 15,8 mil.
Amostra do futuro
Os números estimados podem aumentar ainda mais caso o El Niño se prolongue, analisam os pesquisadores. Eles afirmam que o fenômeno é uma amostra das temperaturas que serão mais comuns daqui para frente, uma espécie de “cartão-postal do futuro”, do que o planeta se tornará com o avanço das mudanças climáticas.
Para diminuir a mortalidade, os especialistas recomendam esforços humanitários multilaterais em ações comprovadamente eficazes, como alertas de calor, instalação de centros de resfriamento e pontos de hidratação, além de proteção da população mais vulnerável e trabalhadores. As medidas devem ser iniciadas desde já.
“Aumentar a capacidade de resposta a emergências e direcionar melhor nossos esforços pode salvar muitas vidas este ano. Mas, daqui a 20 anos, quando as temperaturas extremas de hoje se tornarem a nova normalidade, não queremos estar em constante estado de emergência”, disse Tamma Carleton, coautora do relatório.
Chefe de pesquisa do Laboratório de Impacto Climático e professora assistente da Universidade da Califórnia, Berkeley, ela alerta: “Precisamos mobilizar recursos agora para projetar, implementar e avaliar as ferramentas de preparação e planejamento que salvarão vidas nos próximos anos.”
Para calcular os números de mortos, os pesquisadores utilizaram estudos anteriores que relacionaram temperatura e mortalidade em diferentes regiões, considerando na conta o clima local, vulnerabilidade da população e capacidade de adaptação de cada país e região.
Por Agência Brasil
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