Suzano
Em iniciativa pioneira no setor, Suzano desenvolve operação remota de colheita florestal em MS
• Primeira fase do projeto colheu 12 mil árvores com uma harvester comandada da torre de controle florestal de Ribas do Rio Pardo, a até 350 quilômetros da frente de trabalho
• Operador permanece no comando: a tecnologia muda o local de trabalho, não substitui o profissional
Uma harvester colheu 12 mil árvores sem que o operador estivesse dentro dela, em uma área equivalente a 12 campos de futebol. A máquina foi comandada remotamente da torre de controle florestal da unidade da Suzano em Ribas do Rio Pardo (MS), com testes que permitiram operá-la a até 350 quilômetros de distância da frente de trabalho, sem que a equipe técnica precisasse se deslocar até o local. O resultado encerra a primeira fase do projeto de teleoperação de colheita florestal desenvolvido pela companhia em parceria com a Komatsu e a S4E Tech, iniciado em abril deste ano. No Brasil, é a primeira operação de harvester teleoperada em ambiente operacional no setor florestal.
A máquina não opera sozinha. O comando segue sendo do operador, que passa a trabalhar da torre de controle em vez da cabine no meio da fazenda. Os sete profissionais capacitados para o projeto seguem na operação. O que muda, nesta fase, é o trajeto: hoje um operador gasta cerca de duas horas de viagem para chegar à frente de colheita.
Ledir Rodrigues de Freitas, consultor de Excelência Operacional da Suzano, começou na colheita em 1989, quando a motosserra já havia substituído o machado e o facão. Depois veio o harvester, que reduziu a exposição das pessoas aos riscos do corte. A teleoperação é a terceira transição que ele acompanha na atividade. “Quando fui convidado para participar deste projeto, vi a possibilidade de realizar um grande sonho, o de ver as máquinas sendo operadas a partir de um local distante, em um ambiente mais controlado. Este é um passo como as demais evoluções, não tem volta. Já vejo as possibilidades que estão por vir”, comenta.
“Estamos testando uma nova forma de realizar o trabalho no campo, com o uso da tecnologia para tornar a rotina dos profissionais mais segura e confortável. A possibilidade de comandar os equipamentos de outro local reduz deslocamentos até o campo e contribui para que os operadores tenham mais qualidade de vida, sem perder de vista a segurança e a eficiência da operação. Este projeto pode mudar a forma como trabalhamos no setor florestal”, afirma Douglas Seibert Lazaretti, vice-presidente de Operações Florestais da Suzano.
Na cabine, o operador encontra os mesmos controles do equipamento e o campo de visão fornecido por câmeras, que reproduzem em tempo real as condições da máquina. Na primeira fase, dois equipamentos foram comandados a distância: uma harvester, foco do projeto, e uma grua de carregamento.
Beatriz Carolina Gonçalves, operadora de máquinas florestais, participou dos primeiros testes. “Eu pensava que seria como um controle remoto, mas encontrei um ‘cockpit’ com as mesmas condições da máquina, só que em outro ambiente e com muito conforto. Foi um desafio operar a quilômetros de distância usando as câmeras como base, mas também foi uma experiência muito gratificante”, conta.
Para ela, o ganho está na rotina. “Essa solução pode melhorar muito o dia a dia dos operadores, porque reduz o tempo gasto no caminho até as fazendas e permite estar mais perto da família. Tenho uma filha pequena e acredito que isso possa fazer diferença na vida de quem trabalha nessa atividade”, afirma.
O operador de abastecimento de madeira João Victor de Almeida Barbosa também participou dos testes. Filho de um profissional que atuava no transporte da Suzano, ele vê no projeto uma oportunidade de unir sua trajetória à inovação. “Tenho muito orgulho de fazer parte dessa iniciativa. Entrei na empresa em uma área que era nova para mim e, agora, participar de um projeto como esse representa uma oportunidade de aprender e contribuir para uma operação mais segura e eficiente”, afirma.
Conexão e segurança
O principal obstáculo técnico era a conexão. As frentes de colheita ficam em áreas sem infraestrutura de telecomunicações e mudam de lugar conforme a operação avança. A comunicação entre a torre de controle e a máquina é feita por satélite, em uma estrutura preparada para operar sem interrupções.
A segurança é monitorada de forma contínua no próprio equipamento. Se a comunicação falhar, ou diante de qualquer condição anormal, a máquina para automaticamente. O tempo de resposta do sistema é menor que o de um piscar de olhos.
Inclusão e futuro do trabalho
Sete profissionais foram capacitados para trabalhar com a solução: cinco na colheita, entre eles duas mulheres, e dois no carregamento logístico. Os operadores da colheita têm perfis distintos de experiência e faixa etária. A capacitação também alcançou técnicos e mecânicos dos módulos, responsáveis por receber o equipamento e atuar quando necessário. O projeto reúne profissionais das áreas de Operações Florestais, Inovação, Excelência Operacional, Segurança, Gente e Gestão, Treinamento, Tecnologia e Engenharia, além das equipes da Komatsu e da S4E Tech.
A mudança altera o próprio desenho da vaga. Operar uma máquina florestal deixa de exigir a permanência diária em área remota e passa a ser possível a partir de um ambiente fixo, dentro da unidade. É uma transformação que responde ao que o mercado de trabalho cobra hoje das atividades de campo.
“Trabalhar no campo, muitas vezes em áreas distantes, traz desafios importantes para os profissionais. À medida que avançamos nos testes, percebemos que essa solução abre possibilidade para a inclusão de outros públicos, inclusive pessoas com deficiência. Esse potencial está alinhado ao compromisso da Suzano com a construção de oportunidades mais equitativas em Mato Grosso do Sul”, diz Rodrigo Zagonel, diretor de Operações Florestais da Suzano em Mato Grosso do Sul.
Para a Komatsu, a tecnologia tem alcance além da operação atual. “A teleoperação remota tem potencial para transformar o setor florestal, trazendo mais eficiência, segurança e qualidade de vida para os operadores. Estamos muito satisfeitos em desenvolver essa iniciativa ao lado da S4E e da Suzano, acreditando que essa tecnologia será um divisor de águas para o mercado, ampliando oportunidades de inclusão para mulheres, pessoas com deficiência e jovens. Além de ser um projeto global, ter o Brasil como ponto de partida reforça nosso compromisso com a inovação e com a construção de um futuro mais sustentável e promissor para o setor”, afirma Eduardo Nicz, diretor-presidente da Komatsu Forest Brasil.
A escala da operação
Mais de mil operadores atuam na colheita e no carregamento de madeira em Mato Grosso do Sul. No estado, são colhidos 19 milhões de metros cúbicos por ano, em cerca de 100 mil hectares. A teleoperação está hoje em duas máquinas, e o alcance da tecnologia sobre o deslocamento diário dessas equipes dependerá do ritmo de adoção ao longo dos próximos anos.
Do teste ao piloto
A busca por tecnologias adaptáveis às operações florestais começou em 2024. Em 2025, a S4E Tech fez a primeira visita técnica a Mato Grosso do Sul para mapear os desafios da operação. A solução passou a ser desenvolvida em conjunto com a Komatsu, fornecedora de tecnologia para o setor florestal e parceira da Suzano. Em abril de 2026, duas máquinas passaram a ser comandadas a distância.
O objetivo dessa primeira fase era validar o conceito de teleoperação na colheita, verificar as condições de segurança e testar se haveria restrição de raio de operação. Ao longo dos meses, diversas melhorias foram mapeadas. A próxima fase, um piloto que incorpora esses ajustes, começa nos próximos meses, com escalonamento gradual.
No exterior, projetos de colheita florestal teleoperada ainda estão em fase de pesquisa, protótipo ou demonstração, em países como Suécia, Finlândia, Nova Zelândia, Canadá e Japão. Equipes da Komatsu do Japão e da Suécia visitaram recentemente a operação em Mato Grosso do Sul.
A S4E Tech é uma empresa brasileira criada há cinco anos, com sede em Belo Horizonte, especializada no desenvolvimento de tecnologias para equipamentos móveis. Além do setor florestal, suas soluções são aplicadas em mineração, siderurgia, portos e construção.
Sobre a Suzano
A Suzano é a maior produtora mundial de celulose, uma das maiores fabricantes de papéis da América Latina e líder no segmento de papel higiênico no Brasil. A companhia adota as melhores práticas de inovação e sustentabilidade para desenvolver produtos e soluções a partir de matéria-prima renovável. Os produtos da Suzano estão presentes na vida de mais de 2 bilhões de pessoas, cerca de 25% da população mundial, e incluem celulose; itens para higiene pessoal como papel higiênico e guardanapos; papéis para embalagens, copos e canudos; papéis para imprimir e escrever, entre outros produtos desenvolvidos para atender à crescente necessidade do planeta por itens mais sustentáveis. Entre suas marcas no Brasil estão Neve®, Pólen®, Suzano Report®, Mimmo®, entre outras. Com sede no Brasil e operações na América Latina, América do Norte, Europa e Ásia, a empresa tem mais de 100 anos de história e ações negociadas nas bolsas do Brasil (SUZB3) e dos Estados Unidos (SUZ). Saiba mais em: www.suzano.com.br
Suzano
Suzano está com 15 vagas abertas em Água Clara, Ribas do Rio Pardo e Três Lagoas (MS)
Inscrições são gratuitas e realizadas pela Plataforma de Oportunidades da empresa; vagas contemplam as áreas florestal, manutenção e operacional
A Suzano, maior produtora mundial de celulose e referência global na fabricação de bioprodutos a partir do eucalipto, está com 15 vagas abertas para atuação em Água Clara, Ribas do Rio Pardo e Três Lagoas (MS), contemplando diferentes funções nas áreas florestal, manutenção e operacional. As oportunidades são destinadas a todas as pessoas que atendam aos requisitos de cada vaga, sem distinção de gênero, origem, deficiência ou orientação sexual. As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas pela Plataforma de Oportunidades da Suzano (https://suzano.gupy.io/).
Confira abaixo a lista completa das vagas disponíveis e os respectivos prazos de inscrição. Nas páginas, é possível consultar os pré-requisitos, as atribuições de cada função e os benefícios oferecidos pela empresa.
Água Clara
Trainee de Operador(a) de Máquinas Florestais – Água Clara/MS – Inscrições até 09/09/2026: Página da Vaga | Trainee de Operador(a) de Máquinas Florestais
Ribas do Rio Pardo
Aprendiz de Manutenção – Inscrições até 06/09/2026: Página da Vaga | Aprendiz de Manutenção
Analista de Excelência Operacional | Industrial – Inscrições até 07/09/2026: Página da Vaga | Analista de Excelência Operacional | Industrial
Técnico(a) de Manutenção Mecânica III – Industrial – Inscrições até 07/09/2026: Página da Vaga | Técnico(a) de Manutenção Mecânica III – Industrial
Técnico(a) de Operações Florestais III – Inscrições até 10/09/2026: Página da Vaga | Técnico(a) de Operações Florestais III
Comboista – Inscrições até 10/09/2026: Página da Vaga | Comboista
Técnico(a) de Manutenção Florestal II e III em Silvicultura – Inscrições até 11/09/2026: Página da Vaga | Técnico(a) de Manutenção Florestal II e III em Silvicultura
Mecânico(a) de Manutenção de Oficina I em Logística Florestal – Inscrições até 12/09/2026: Página da Vaga | Mecânico(a) de Manutenção de Oficina I em Logística Florestal
Mecânico(a) de Manutenção de Oficina II em Logística Florestal – Inscrições até 12/09/2026: Página da Vaga | Mecânico(a) de Manutenção Oficina II em Logística Florestal
Trainee de Operador(a) de Grua em Abastecimento Madeira – Inscrições até 20/09/2026: Página da Vaga | Trainee Operador(a) de Grua em Abastecimento Madeira
Programa de Aprendiz em Manutenção – Inscrições até 31/12/2026: Página da Vaga | Programa de Aprendiz em Manutenção
Três Lagoas
Mecânico(a) I – Inscrições até 05/09/2026: Página da Vaga | Mecânico(a) I
Trainee de Operador(a) de Máquinas Florestais – Inscrições até 10/09/2026: Página da Vaga | Trainee de Operador(a) de Máquinas Florestais
Trainee de Operador(a) de Grua em Abastecimento e Carregamento de Madeira – Inscrições até 20/09/2026: Página da Vaga | Trainee de Operador(a) de Grua em Abastecimento e Carregamento de Madeira
Programa de Aprendiz em Manutenção | Três Lagoas/MS – Inscrições até 31/12/2026: Página da Vaga | Programa de Aprendiz em Manutenção
Sobre a Suzano
A Suzano é a maior produtora mundial de celulose, uma das maiores fabricantes de papéis da América Latina e líder no segmento de papel higiênico no Brasil. A companhia adota as melhores práticas de inovação e sustentabilidade para desenvolver produtos e soluções a partir de matéria-prima renovável. Os produtos da Suzano estão presentes na vida de mais de 2 bilhões de pessoas, cerca de 25% da população mundial, e incluem celulose; itens para higiene pessoal como papel higiênico e guardanapos; papéis para embalagens, copos e canudos; papéis para imprimir e escrever, entre outros produtos desenvolvidos para atender à crescente necessidade do planeta por itens mais sustentáveis. Entre suas marcas no Brasil estão Neve®, Pólen®, Suzano Report®, Mimmo®, entre outras. Com sede no Brasil e operações na América Latina, América do Norte, Europa e Ásia, a empresa tem mais de 100 anos de história e ações negociadas nas bolsas do Brasil (SUZB3) e dos Estados Unidos (SUZ). Saiba mais em: www.suzano.com.br
Suzano
Famílias do Centro de Três Lagoas movimentam R$ 163,8 mil com produção de hortaliças apoiada pela Suzano
Projeto desenvolvido em parceria com a Missão Salesiana promove geração de renda e segurança alimentar com a implantação e manejo de área aproximada de 5.000 m² destinada ao cultivo agroecológico.
As famílias participantes do projeto Hortas Urbanas, desenvolvido pela Missão Salesiana com o apoio da Suzano, movimentaram R$ 163,8 mil com a comercialização de alimentos agroecológicos produzidos no Centro de Três Lagoas (MS) entre 2025 e o primeiro semestre de 2026. No período, foram vendidos mais de 22,9 mil itens alimentícios, entre maços de hortaliças, legumes e temperos artesanais. Desde o início da iniciativa, em 2022, mais de 90 famílias já foram atendidas pela iniciativa, com impacto indireto estimado em 495 pessoas.
“O projeto Hortas Urbanas demonstra, na prática, que a união de esforços e a construção de parcerias com instituições respeitadas, como a Missão Salesiana, podem transformar realidades. Ao promover o acesso a alimentos saudáveis, fortalecer a segurança alimentar e contribuir para a geração de renda, a iniciativa impacta positivamente a vida de dezenas de pessoas. Mais do que produzir e comercializar alimentos, o projeto compartilha conhecimento e incentiva os participantes a aplicar as técnicas de cultivo em suas próprias casas, ampliando sua autonomia e qualidade de vida”, afirma Paulo Guilherme Rocha, coordenador de Sustentabilidade da Suzano em Mato Grosso do Sul.
Baseada na agroecologia, o projeto oferece suporte técnico e capacitações para aprimorar as técnicas de cultivo e manejo sustentáveis na produção de hortaliças, legumes, temperos artesanais e conservas. A horta fica em uma área cedida pela Missão Salesiana de aproximadamente 5.000 m², atrás da Igreja Matriz, e o objetivo é que parte desses alimentos seja destinada à mesa dos participantes e a produção sobressalente comercializada.
Conforme Sadi Silva, coordenadora do Centro Juvenil Jesus Adolescente da Missão Salesiana, em Três Lagoas, o impacto positivo da iniciativa vai além da geração de renda. “A parceria entre a Suzano e a Missão Salesiana tem se destacado como uma importante iniciativa de transformação social. O projeto Hortas Urbanas Sustentáveis promove o acesso a alimentos saudáveis, incentiva práticas sustentáveis e pode gerar renda por meio da comercialização dos produtos cultivados. Além de contribuir para a segurança alimentar, a iniciativa fortalece o senso de comunidade e a autonomia dos participantes”.
Empoderamento feminino e equidade de oportunidades
Outro impacto positivo do projeto é a promoção do empoderamento feminino e da equidade de oportunidades para mulheres. Desde o lançamento do projeto, elas são maioria entre os participantes. Atualmente, 20 famílias participam do projeto, sendo 16 lideradas por mulheres.
Entre elas, está Ana Karen Roman Gil. Aos 37 anos, mãe de dois filhos, ela conta que a iniciativa trouxe mudanças para sua vida pessoal e para a rotina da família. “Depois que entrei no Hortas Urbanas, minha vida mudou muito, tanto na renda familiar quanto na minha vida pessoal. Antes, eu era mais reservada e tinha a autoestima baixa. Hoje me sinto outra pessoa, mais confiante, feliz e aberta à convivência com outras pessoas. A renda do projeto também trouxe segurança para a minha família, porque toda semana recebemos nosso dinheiro e consigo garantir as compras e a comida dos meus filhos. Hoje, estou pagando minha bicicleta elétrica com essa renda, e essa foi uma grande conquista para mim. Ela é muito importante no meu dia a dia, porque uso para ir trabalhar, levar meus filhos à escola e ao médico, fazer compras e resolver outras coisas.”
Aos 44 anos, Rosimeire Pires da Silva, mãe de três filhos, também relata as transformações proporcionadas pela iniciativa. “Quando entrei no projeto, eu não tinha o hábito de consumir legumes e verduras. Hoje, além de consumir diariamente, aprendi a plantar e tenho uma horta na minha própria casa, com alimentos que eu nem imaginava cultivar. O projeto também trouxe mudanças para a minha autoestima e confiança. A renda que consegui com o trabalho me permitiu realizar conquistas importantes, como comprar minha moto e reformar minha casa. Espero que o projeto continue para que eu possa realizar ainda mais sonhos.”
Além da geração de renda e do incentivo à alimentação saudável, o projeto também vem ampliando sua atuação em educação ambiental. Em 2026, o espaço passou a receber visitas de escolas e projetos sociais, fortalecendo seu papel como ambiente de aprendizagem sobre sustentabilidade e segurança alimentar.
Produção e educação ambiental
Em 2025, as famílias que atuam no projeto contabilizaram 8.744 horas de trabalho, que geraram um faturamento bruto de R$ 108.301,62. Entre os principais produtos vendidos, estiveram: 13.906 maços de hortaliças folhosas; 1.040 pacotes de abóbora cabotiá; 540 potes de temperos artesanais e 120 unidades de tomate-cereja.
Já no primeiro semestre deste ano, foram registradas 4.164 horas de trabalho e comercializados 7.200 maços de hortaliças folhosas, 500 pacotes de abóbora cabotiá e 260 potes de temperos artesanais, gerando uma receita bruta de R$ 55.500,00. O resultado se manteve mesmo com a redução da produção provocada pelo período chuvoso no início do ano, graças à diversificação dos produtos ofertados.
Para os próximos meses, a previsão é fortalecer o acompanhamento técnico das famílias, ampliar as ações de educação ambiental e consolidar a produção de alimentos processados como estratégia de geração de renda.
Sobre a Suzano
A Suzano é a maior produtora mundial de celulose, uma das maiores fabricantes de papéis da América Latina e líder no segmento de papel higiênico no Brasil. A companhia adota as melhores práticas de inovação e sustentabilidade para desenvolver produtos e soluções a partir de matéria-prima renovável. Os produtos da Suzano estão presentes na vida de mais de 2 bilhões de pessoas, cerca de 25% da população mundial, e incluem celulose; itens para higiene pessoal como papel higiênico e guardanapos; papéis para embalagens, copos e canudos; papéis para imprimir e escrever, entre outros produtos desenvolvidos para atender à crescente necessidade do planeta por itens mais sustentáveis. Entre suas marcas no Brasil estão Neve®, Pólen®, Suzano Report®, Mimmo®, entre outras. Com sede no Brasil e operações na América Latina, América do Norte, Europa e Ásia, a empresa tem mais de 100 anos de história e ações negociadas nas bolsas do Brasil (SUZB3) e dos Estados Unidos (SUZ). Saiba mais em: www.suzano.com.br
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