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Natura lança startup de bioingredientes para conectar suas cadeias sustentáveis na Amazônia ao mercado global

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A Natura, marca líder em beleza e cuidados pessoais na América Latina, anuncia o lançamento da Natura Ingredientes, uma startup de Corporate Venture Building dedicada à comercialização de bioingredientes da Amazônia. De forma inédita, a iniciativa abre para outras indústrias a cadeia de suprimentos que a empresa consolidou na floresta ao longo de 25 anos, escalando e fortalecendo um modelo de fornecimento de insumos com rastreabilidade integral.

Ao inaugurar esse novo negócio, a Natura alavanca ativos já consolidados em seus produtos para usos diversos, garantindo segurança e escala para indústrias como alimentos, farma e cosméticos, ao mesmo tempo em que amplia a resiliência de suas cadeias de suprimento em simbiose com seu próprio modelo de negócios.

“A Natura Ingredientes é uma startup que opera no formato B2B e representa não só uma inovação, mas uma aceleradora da resiliência e do impacto social e ambiental que já geramos hoje. Fortalecemos nossas cadeias sustentáveis ao mesmo tempo em que facilitamos o acesso de empresas que querem estabelecer sua produção na Amazônia, mas não têm o conhecimento e a estrutura para tanto”, explica José Manuel Silva, vice-presidente de Novos Negócios da Natura.

A startup foi incubada alicerçada na operação da Natura na Amazônia, utilizando a expertise da Gerência de Relacionamento e Abastecimento da Sociobiodiversidade (GRAS) da companhia. O GRAS atua há mais de duas décadas nos territórios da região, estabelecendo cadeias produtivas, pesquisa e desenvolvimento em parceria com comunidades locais.

O objetivo da Natura Ingredientes é conectar o que já é produzido, além de potenciais novos bioativos, a uma demanda global, mantendo rastreabilidade total, segurança de fornecimento, manejo sustentável e padronização dos ativos. A abertura para o mercado externo ocorre sem prejuízo ao suprimento interno da Natura, que permanece garantido por meio de estudos técnicos, investimentos e um planejamento estratégico de safra junto às comunidades locais. Com isso, tanto a empresa quanto os produtores parceiros se beneficiam do ganho de escala, do aumento do valor agregado na base da cadeia e da maior resiliência geral do modelo de negócios.

O lançamento conecta outras indústrias a uma relação de confiança construída pela Natura. Em 2025, 13,1% das matérias-primas utilizadas pela Natura foram originadas na região amazônica, sendo 43 comunidades no Brasil e mais de 11 mil famílias em cadeias de biocomércio ético na Pan-Amazônia, que asseguram a conservação de 2,2 milhões de hectares de floresta na região. Somente no ano passado, os investimentos diretos da empresa nas comunidades fornecedoras em toda a região pan-amazônica alcançaram R$ 62,39 milhões, um crescimento de 29% em relação ao período anterior, refletindo o fortalecimento contínuo dessas cadeias produtivas.

Em 2014, a Natura se tornou a primeira empresa a obter a certificação internacional UEBT para a linha Ekos, que atesta o rigor do biocomércio ético — do manejo à entrega industrial. Hoje, todas as suas cadeias amazônicas possuem a certificação UEBT.

A startup, que iniciou uma operação piloto há seis meses, já possui acordos assinados para entrega em 2026 com marcas como a empresa britânica de cosméticos LUSH e a empresa de alimentos brasileira Mahta.

O portfólio da Natura Ingredientes já nasce com mais de 20 espécies da sociobiodiversidade, todas já utilizadas nos produtos cosméticos da Natura, traduzindo o potencial biológico da Amazônia em ativos de alta funcionalidade. Entre os destaques estão óleos e manteigas de performance superior, como Andiroba, Tucumã, Castanha-do-Pará e Murumuru, além de ativos olfativos raros como a Priprioca e o Ishpink.

A Natura Ingredientes também contribui para acelerar os compromissos socioambientais da companhia, como quadruplicar a aquisição de insumos da Amazônia até 2030, além de contribuir para a meta de substituir por ativos de origem amazônica todas as matérias-primas passíveis de troca em processos produtivos.

A nova startup se soma a outras iniciativas estratégicas da empresa que reforçam a resiliência do modelo de negócios da companhia e de suas cadeias de suprimentos.  Ao expandir o mercado para esses ativos, a empresa mitiga riscos operacionais e otimiza o processo logístico na região, fortalecendo seu core business. A iniciativa fomenta o uso em escala de ingredientes naturais e éticos, provando que a inovação industrial pode e deve caminhar junto com a preservação da floresta e o fortalecimento socioeconômico local.

Sobre a Natura

Fundada em 1969, a Natura é uma multinacional brasileira líder em beleza e cuidados pessoais na América Latina. É a companhia de melhor reputação do Brasil e a mais responsável em ESG pelo ranking Merco há 12 anos consecutivos. Há mais de 25 anos, por meio do relacionamento com comunidades extrativistas na Amazônia, a Natura é pioneira no uso cosmético de bioativos da sociobiodiversidade brasileira. Hoje, essa atuação gera benefícios para milhares de famílias e contribui para conservar 2,2 milhões de hectares de floresta. A Natura foi a primeira companhia de capital aberto a receber, em 2014, a certificação de Empresa B pelo B Lab, organização que reconhece globalmente negócios que combinam a geração de lucro ao impacto socioambiental positivo. Com operações em 8 países na América Latina, os produtos da marca podem ser adquiridos através das mais de 3 milhões de consultoras na região, via e-commerce, aplicativo Natura, ou nas mais de mil lojas. Para mais informações, visite www.natura.com.br  ou acesse os perfis da empresa nas redes sociais: LinkedIn, Facebook e Instagram

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Anta, lobo-guará e onça-parda encontram refúgio em reserva natural mantida pela CESP em Mato Grosso do Sul

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A Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) Cisalpina se tornou um refúgio estratégico para centenas de espécies de animais silvestres na região leste de Mato Grosso do Sul. Conforme estudo do Programa de Monitoramento de fauna da CESP (Companhia Energética de São Paulo), em andamento na unidade de conservação, entre as 113 espécies catalogadas até o momento, estão a anta (Tapirus terrestris), o lobo-guará (Chrysocyon brachyurus), a onça-parda (Puma concolor), a jaguatirica (Leopardus pardalis), a arara-canindé (Ara ararauna) e o chora-chuva-preto (Monasa nigrifrons), que, juntas, somam seis registros com algum grau de ameaça de extinção nas listas oficiais (ICMBio/SALVE e IUCN).

Localizada em Brasilândia (MS), área de influência da UHE Porto Primavera, a Reserva tem 3.857 hectares preservados e reúne, num mesmo território, ambientes de Cerrado, Mata Atlântica do Interior e áreas úmidas da planície do rio Paraná. É esse mosaico de paisagens que explica a diversidade encontrada já nas primeiras campanhas de monitoramento: 91 espécies de aves,  12 mamíferos, oito de anfíbios e duas espécies de répteis, registradas ao longo de três campanhas de monitoramento, iniciadas no segundo semestre de 2025 e que segue e andamento.

“A Cisalpina é um santuário para a fauna silvestre e uma reserva estratégica para o futuro do Cerrado. Seus 3.857 hectares estão inseridos em uma área de proteção permanente de aproximadamente 17 mil hectares, formando, junto com outras áreas preservadas, um conjunto de mais de 21 mil hectares conservados. Esse território oferece abrigo para espécies ameaçadas, como mostra o resultado parcial desse estudo, e ajuda a manter o equilíbrio de toda a região”, destaca Odemberg Veronez, gerente de Sustentabilidade da companhia.

A anta é a que carrega o status de conservação mais crítico, considerada Vulnerável (VU) nas avaliações nacional e internacional. O lobo-guará, símbolo dos ambientes abertos do Cerrado, também é Vulnerável (VU) tanto no estado quanto no país. Já a onça-parda, classificada como Quase Ameaçada (NT), reforça a relevância da Reserva por se tratar de um grande predador que depende de extensas áreas de vida para sobreviver.

Programa de Monitoramento de Fauna

A ação faz parte do Programa de Monitoramento de Fauna da companhia, que visa, por meio de diferentes técnicas de avistamento, acompanhar o comportamento da fauna na unidade de conservação.

“Esse acompanhamento fortalece a gestão ambiental e contribui para a proteção desse patrimônio natural. O monitoramento é uma ferramenta importante para entender a relação entre as espécies e os ambientes que compõem esse território, ampliando o conhecimento sobre a área e reunindo informações que apoiam decisões e orientam ações de conservação e manejo”, completa Veronez.

Para chegar a esses números, a equipe combinou pontos de escuta, transectos, busca ativa, armadilhas fotográficas e encontros ocasionais, somando cerca de 1.483,5 horas de esforço amostral, boa parte dela graças ao funcionamento contínuo das câmeras que flagram mamíferos sem interferir em seu comportamento.

O trabalho é conduzido por uma equipe de biólogos especializados em fauna, responsável pela identificação das espécies registradas na área de estudo. Das oito campanhas previstas no programa, três já foram concluídas, e as demais serão realizadas até 2027, contribuindo para o acompanhamento da biodiversidade e avaliação da efetividade das ações de conservação desenvolvidas na região.

Sobre a CESP

Somos uma empresa de energia com foco em geração de energia elétrica, de forma inclusiva e responsável, priorizando o desenvolvimento local para renovar toda a sociedade. Há mais de cinco décadas, produzimos energia elétrica no estado de São Paulo. Operamos com duas usinas hidrelétricas localizadas na região sudeste – Paraibuna e Porto Primavera – que, juntas, somam 1.627 megawatts (MW) de capacidade instalada. O mercado suprido pela CESP é composto pelas principais distribuidoras do país e por diversos agentes do mercado. Saiba mais: https://www.cesp.com.br/

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Publicidade e Propaganda da UNIGRAN é destaque entre os finalistas do Prêmio Cria do Mato 2026

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O curso de Publicidade e Propaganda da UNIGRAN é finalista, pela primeira vez, do Prêmio Cria do Mato 2026, uma das principais premiações de criação publicitária da região. Na categoria Universitária, que reúne trabalhos de estudantes de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, dois dos três trabalhos finalistas são de acadêmicos da UNIGRAN, colocando o curso em evidência entre as produções selecionadas nesta edição.

Ao todo, 262 peças foram inscritas no Prêmio, representando campanhas ligadas a 82 marcas anunciantes. Os trabalhos foram avaliados por um júri formado por profissionais de reconhecimento nacional. Os vencedores serão anunciados no dia 6 de novembro, durante a cerimônia de premiação, em Campo Grande (MS).

Nesta edição, a categoria Universitária propôs aos estudantes o tema ‘Criar é mais do que gerar’. O desafio convidou os participantes a refletirem sobre o uso da inteligência artificial no cotidiano e nos processos criativos, destacando o papel do olhar humano na construção de ideias com significado e propósito. As propostas incluíram a criação de VT, spot e banner para internet.

A presença de dois trabalhos da UNIGRAN entre os três finalistas evidencia a produção acadêmica desenvolvida pelos estudantes do curso e a conexão da formação com os desafios e transformações do mercado publicitário.

Para o curso de Publicidade e Propaganda, a conquista representa também o reconhecimento da criatividade, da capacidade técnica e do olhar estratégico desenvolvido pelos acadêmicos ao longo da graduação.

O Prêmio Cria do Mato – Prêmio RMC de Criação Publicitária reúne produções de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul e contempla nove categorias: Marca, Performance, Marca Regional, Performance Regional, Órgãos Governamentais, Concessionárias e Sistema S, Spot, Jingle, Digital e Universitária.

Na categoria Universitária, os estudantes finalistas concorrem a troféus e diplomas oficiais, além da possibilidade de ter seus trabalhos veiculados na TV, nas rádios e nos portais da RMC.

A cerimônia de premiação será realizada no dia 6 de novembro, em Campo Grande, reunindo agências, produtoras, anunciantes, profissionais do mercado publicitário e representantes da comunidade acadêmica.

UNIGRAN na final

Dos três trabalhos selecionados para a final da categoria Universitária, dois são de acadêmicos do curso de Publicidade e Propaganda da UNIGRAN.

O resultado reforça a participação do curso no cenário da criação publicitária regional e valoriza uma formação que aproxima os acadêmicos de desafios reais, estimulando criatividade, estratégia e inovação.

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