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Arauco capacita instituições para captação de recursos voltados a projetos sociais

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A Arauco e sete instituições de Inocência celebraram, no dia 15 de abril, o encerramento de uma jornada formativa em elaboração de projetos e captação de recursos para iniciativas voltadas a diversos públicos e áreas, como crianças e adolescentes, idosos, comércio e serviços, educação no trânsito, educação ambiental, entre outros. Durante o evento, no Centro Cultural Lázara Lessonier, em Inocência (MS), os participantes detalharam suas ideias a representantes de empresas que atuam no Projeto Sucuriú e participam do programa Parceiros do Bem – iniciativa que tem o objetivo de realizar ações em rede por meio de uma abordagem colaborativa onde várias empresas se unem para direcionar recursos a projetos sociais ou causas específicas no município e região.

A formação integra o projeto Ciclo do Conhecimento, que é uma das ações promovidas pelo Parceiros do Bem. “O encontro foi uma vitrine de projetos sociais. As apresentações evidenciaram o quanto os participantes incorporaram conceitos decisivos para elaboração projetos. O grande ganho foi proporcionar às instituições uma base técnica para a busca de recursos financeiros, permitindo que ampliem o desenvolvimento e a abrangência de suas ações. Isso está diretamente conectado ao compromisso da Arauco em deixar um legado grandioso e sustentável para a região”, afirma Claudia Belchior, gerente de Desempenho Social da Arauco.

Instituições locais apresentaram projetos sociais para a rede Parceiros do Bem

O chefe do Departamento Municipal de Trânsito (Demutran), Odorico Garcia, ressalta que “a formação mostrou que projetos bem estruturados geram mais credibilidade e são a chave para atrair novos investimentos”. Na opinião dele, a partir de agora, os responsáveis pelos projetos do Demutran “estão mais preparados para buscar recursos que garantam um trânsito mais seguro e eficiente para Inocência”.

Já o presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA), Roney Junqueira, diz que “Inocência vive um momento histórico e aproveitar a oportunidade econômica exige que nos preparemos com método e estratégia. O Ciclo do Conhecimento foi uma chance ímpar de capacitarmos lideranças para conduzir mudanças reais em nossa cidade”.

Fernanda Pricilla, da Associação dos Moradores da Comunidade do Distrito de São Pedro, ressalta que o Ciclo do Conhecimento foi além do suporte técnico. “Saio deste processo com mais segurança e consciência da minha atuação, sentindo-me preparada para conduzir projetos com maior responsabilidade e impacto. Foi um divisor de águas que alinhou minha trajetória profissional ao propósito que desejo construir para a comunidade”, afirma.

Sobre o Programa Parceiros do Bem

O Parceiros do Bem é uma iniciativa de investimento social da Arauco que mobiliza a cadeia de suprimentos do Projeto Sucuriú em prol da comunidade de Inocência (MS). Lançado em julho de 2025, o programa atua como um facilitador entre o setor privado e as organizações sociais locais, promovendo ações coletivas e doações estruturadas. Para garantir a eficácia desses investimentos, o programa conta com o Ciclo do Conhecimento, um braço de capacitação técnica, que prepara as instituições para elaborarem projetos robustos e sustentáveis. Assim, o Parceiros do Bem potencializa o impacto positivo do ecossistema industrial da Arauco, transformando a presença de grandes fornecedores em benefícios duradouros para as instituições assistenciais e cidadãos do município.

Sobre o Projeto Sucuriú

O Projeto Sucuriú marca a entrada da divisão de celulose da Arauco no Brasil. O investimento de US$4.6 bilhões inclui a construção de uma planta com capacidade de produção de 3,5 milhões de toneladas de fibra curta de celulose/ano. Está localizado em uma área de 3.500 hectares, a 50 quilômetros do centro da cidade de Inocência (MS) e ao lado do Rio Sucuriú. A etapa de terraplanagem começou em 2024 e a previsão de entrada em operação é no final de 2027.

Em todas as fases desenvolvimento do Projeto, e de maneira contínua, monitora e respeita a biodiversidade local, identificando espécies de flora e fauna nativas da região, além de fazer o mapeamento das áreas prioritárias para conservação.

Durante as obras, a Arauco vai oferecer capacitação e gerar mais de 14 mil oportunidades de trabalho. Depois do start up, o Projeto Sucuriú empregará cerca de 6 mil pessoas nas unidades Industrial, Florestal e operações de Logística. O propósito é impulsionar o desenvolvimento social e econômico para toda região, fomentando um aumento na geração de renda e na arrecadação de impostos, além de contribuir para atrair investimentos.

Sobre a Arauco Brasil

No país desde 2002, a Arauco atua nos segmentos Florestal e de Madeiras com o propósito de, a partir da natureza e de fontes renováveis, contribuir com as pessoas e o planeta. Emprega mais de 3000 colaboradores próprios e conta com 5 unidades industriais brasileiras.

As plantas estão distribuídas entre a produção de painéis, em três fábricas localizadas nas cidades de Jaguariaíva (PR), Ponta Grossa (PR) e Montenegro (RS); painéis e molduras, na planta localizada em Piên (PR); resinas e químicos, na unidade de Araucária (PR) e, em 2027, prepara-se para inaugurar sua primeira fábrica de celulose brasileira em Inocência (MS).

Com atuação orientada por práticas ESG, a Arauco possui certificação FSC® (Forest Stewardship Council®) em suas florestas, que reconhece o manejo ambientalmente responsável, socialmente justo e economicamente viável. Globalmente e no país, opera primando pela gestão responsável da água, a conservação da biodiversidade e a retirada de gás carbônico da atmosfera.

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Obras definitivas nas pontes da MS-040 começam no dia 12 de outubro

Intervenções nos quilômetros 205 e 223 seguem em sistema de Siga e Pare, com restrição temporária para veículos pesados e desvio pela BR-267

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A Caminhos da Celulose inicia, em 12 de outubro, as obras definitivas de reforço estrutural nas pontes interditadas na MS-040. A intervenção busca recuperar as condições de segurança das estruturas e permitir a normalização do tráfego.

A situação exigiu atenção extrema após a identificação de comprometimentos que vão além de uma necessidade rotineira de manutenção. Após a análise inicial feita pela concessionária, foi necessário realizar uma inspeção especial nas duas estruturas, que apontou um cenário mais grave do que o inicialmente observado, com risco de colapso nas duas pontes.

Para preservar as pontes e garantir a segurança dos usuários, a concessionária implantou restrições à circulação de veículos pesados, reforçou a sinalização, adotou o controle de velocidade e implantou a operação de Siga e Pare até a conclusão das obras.

“Identificamos o risco antecipadamente e agimos de imediato, adotando as medidas de segurança necessárias para evitar a interrupção completa da rodovia. Já iniciamos o processo de recuperação, com foco na segurança das pessoas e na agilidade dos serviços, para restabelecer as condições de tráfego no local o quanto antes”, afirma Luiz Fernando De Donno, presidente da Caminhos da Celulose.

A solução foi definida após levantamentos topográficos, sondagens, ensaios e análises técnicas realizadas por equipes especializadas. Os serviços preparatórios já foram iniciados, como a abertura dos acessos necessários à execução das obras.

A equipe de engenharia da AGEMS (Agência Estadual de Regulação de Serviços Públicos de Mato Grosso do Sul) também analisou as informações apresentadas pela concessionária, incluindo dados técnicos, registros fotográficos e avaliações das estruturas. A análise regulatória confirmou a necessidade de rever as condições estruturais das pontes e adotar medidas de reforço com urgência.

“Quando uma inspeção aponta risco de uma ponte cair, a segurança precisa estar acima de qualquer outra consideração, até porque, quanto vale uma vida? Ela não tem preço. A AGEMS está acompanhando os dados técnicos e as medidas adotadas junto à concessionária para que o problema seja enfrentado com a urgência necessária. Nosso compromisso é com uma solução responsável, que preserve vidas e garanta condições seguras para o tráfego no futuro”, ressalta o diretor-presidente da AGEMS, Carlos Alberto de Assis.

Durante o período de restrição, caminhões e outros tipos de veículos pesados devem utilizar a BR-267 como rota alternativa. O tráfego de veículos leves permanece liberado nos quilômetros 205 e 223 da MS-040. A Caminhos da Celulose orienta os motoristas a respeitarem a sinalização instalada e seguiram as instruções das equipes que atuam na rodovia.

Fase final e recuperação da estrutura 

No quilômetro 205, os trabalhos antecipam serviços estruturais previstos para uma etapa posterior. Já no quilômetro 223, a intervenção também precisou ser incorporada à solução, embora essa ponte não estivesse originalmente prevista no escopo contratual de obras da Caminhos da Celulose, em razão do planejamento de um contorno rodoviário em Santa Rita do Pardo.

O contorno está previsto para uma etapa posterior da concessão. A ponte, por sua vez, deverá passar à responsabilidade da prefeitura após a conclusão da estrutura viária prevista. Como essa solução não será implantada de imediato, tornou-se necessário atuar também na ponte existente, evitando que a situação permaneça sem resposta até a execução do contorno.

As obras serão realizadas simultaneamente nas duas pontes, com serviços de fundação e implantação de estruturas metálicas de reforço. A etapa inicial busca recuperar as condições necessárias para uma futura liberação do tráfego de cargas pesadas, enquanto os estudos de engenharia continuam para definir e executar as próximas fases de recuperação.

A proposta é avançar para uma solução estrutural duradoura, que pode envolver reforço ou reconstrução, conforme os resultados dos estudos técnicos. Nesse primeiro momento, o projeto contempla o alargamento das pontes, com a implantação de espaço adicional para acostamento, ampliando a estrutura disponível e contribuindo para a circulação de veículos. A concessionária já está mobilizada para executar as obras em menos tempo. A previsão é concluir essa etapa até 30 de novembro. A retomada do tráfego pesado ocorrerá assim que as obras de reforço forem concluídas.

Sobre a Caminhos da Celulose

A Caminhos da Celulose é responsável pela administração de aproximadamente 870 quilômetros de rodovias nas regiões central e leste de Mato Grosso do Sul, abrangendo trechos das MS-040, MS-338, MS-395, BR-262 e BR-267. A concessionária desenvolve ações voltadas à manutenção, conservação e modernização da infraestrutura rodoviária, com foco na segurança dos usuários, na melhoria das condições de tráfego e no fortalecimento da logística regional.

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Arauco destaca avanços e soluções do Projeto Sucuriú no Congresso ABTCP

Companhia apresenta experiência imersiva da futura fábrica em Inocência (MS), destaca soluções desenvolvidas no Projeto Sucuriú e recebe dois reconhecimentos do setor

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Ainda em construção, o Projeto Sucuriú, da Arauco, poderá ser visitado virtualmente por quem passar pelo estande durante o 58º Congresso e Exposição Internacional de Celulose e Papel, de 6 a 8 de outubro, em São Paulo. A experiência imersiva permite conhecer diferentes áreas da futura fábrica de celulose e é uma das formas pelas quais a Companhia apresenta ao setor um projeto que já reúne soluções, tecnologias e conhecimentos desenvolvidos ao longo de sua implantação.

O visitante poderá conhecer diferentes frentes da Companhia, com destaque para a área florestal, a futura operação industrial e logística. Na frente florestal, o estande reúne iniciativas de proteção e controle de incêndios, silvicultura, equipamentos e tecnologias voltadas a um manejo mais inteligente, preciso e sustentável, incluindo o uso de biocontroladores. Já no segmento industrial, os visitantes poderão conhecer algumas das tecnologias inovadoras previstas para a futura fábrica de celulose em Inocência (MS), concebida dentro dos conceitos da Indústria 4.0 e com uma visão de Indústria 5.0 em sua essência. E por fim, na logística, serão apresentadas as soluções que integrarão toda a cadeia do Projeto Sucuriú, conectando a produção florestal, a fábrica de celulose e a exportação.

O conteúdo também alcança a dimensão social do Projeto Sucuriú. A implantação do empreendimento tem impulsionado ações de educação, qualificação e capacitação profissional em Inocência e em outros municípios da região, ampliando oportunidades para a população local. Tudo isso se soma à experiência imersiva da futura fábrica, à linha do tempo e aos demais destaques apresentados no espaço da Companhia.

“Não estamos levando ao Congresso apenas a visão de uma fábrica que será inaugurada em 2027. O Projeto Sucuriú já é uma realidade, com a obra em estágio avançado, equipes produzindo conhecimento, soluções sendo aplicadas e experiências que já começam a ser reconhecidas pelo setor. Nossa participação mostra justamente essa dimensão: um projeto que está sendo construído agora e que já tem muito a compartilhar com a indústria”, afirma Carlos Altimiras.

A participação da Companhia também se estende para além do estande. Ao longo dos três dias de programação, profissionais de diferentes áreas da Arauco apresentarão trabalhos relacionados a sustentabilidade, gestão de recursos naturais, confiabilidade industrial e tecnologias que estão sendo aplicadas na preparação da futura operação.

No dia 6 de outubro, Theófilo Militão, diretor de Sustentabilidade e Relações Institucionais da Arauco, participa de um painel sobre sustentabilidade. Na mesma data, Luís Paulo Targa Junior, coordenador de implantação das plantas de Águas e Efluentes, apresenta o trabalho “Implantações de projetos em celulose construindo um futuro sustentável através da economia no consumo de águas e reaproveitamento de efluentes”.

Também no dia 6, Leandro Toshiyaki Maekawa Yamamoto, gerente de Engenharia de Confiabilidade da Arauco, apresenta “Confiabilidade 5.0: controle inicial e risco com integração OEM”, que aborda a preparação da confiabilidade industrial ainda nas etapas que antecedem o início da operação.

No dia 7, a programação reúne outros dois trabalhos. Gilberto Camargo, consultor de Recuperação Química, apresenta “Arquitetura de medição redundante de sólidos em licor negro via refratômetros: caminho para operação confiável sem divert”. Já Marcela Ferreira Gomes, especialista em Meio Ambiente, leva ao congresso o trabalho “Gestão circular do lodo do tratamento de águas e efluentes da indústria de celulose”.

“Uma operação dessa dimensão é construída a partir da integração de muitas competências. Quando levamos ao Congresso discussões sobre água, sustentabilidade, confiabilidade, tecnologia e eficiência, estamos compartilhando experiências que já fazem parte da implantação do Projeto Sucuriú. É uma oportunidade de trocar conhecimento com o setor”, afirma Theófilo Militão.

Inovação reconhecida pelo setor

A presença da Arauco no Congresso também será marcada por dois reconhecimentos no Prêmio Destaques do Setor ABTCP 2026, que selecionou iniciativas desenvolvidas durante a implantação do Projeto Sucuriú.

Na categoria Recursos Naturais e Bioeconomia, a Arauco venceu com o case “Uso de drones termais para monitoramento de primatas no Projeto Sucuriú”. A tecnologia amplia a eficiência dos estudos de fauna e contribui para a definição de estratégias de conservação de espécies ameaçadas. A iniciativa integra o monitoramento contínuo da biodiversidade realizado nas diferentes fases do empreendimento, que inclui a identificação de espécies de flora e fauna e o mapeamento de áreas prioritárias para conservação.

Na categoria Tecnologia e Transformação Digital, foi premiado o case “Reliability Nexus”, desenvolvido para estruturar, ainda durante a implantação, a estratégia de confiabilidade e manutenção da futura fábrica.

A entrega dos prêmios acontece no dia 6 de outubro, durante cerimônia especial do congresso.

58º Congresso e Exposição Internacional de Celulose e Papel
6 a 8 de outubro de 2026
Transamerica Expo Center – Pavilhões D e E
Av. Mário Villas Boas Rodrigues, 387 – Santo Amaro, São Paulo (SP)
Estande Arauco: Rua 03 com Rua B
Horário: das 13h às 20h

Programação completa: https://abtcp2026.org.br/quadro-resumo

Sobre o Projeto Sucuriú

O Projeto Sucuriú marca a entrada da divisão de celulose da Arauco no Brasil. O investimento de US$4.6 bilhões inclui a construção de uma planta com capacidade de produção de 3,5 milhões de toneladas de fibra curta de celulose/ano. Está localizado em uma área de 3.500 hectares, a 50 quilômetros do centro da cidade de Inocência (MS) e ao lado do Rio Sucuriú. A etapa de terraplanagem começou em 2024 e a previsão de entrada em operação é no final de 2027.

Em todas as fases de desenvolvimento do Projeto, e de maneira contínua, monitora e respeita a biodiversidade local, identificando espécies de flora e fauna nativas da região, além de fazer o mapeamento das áreas prioritárias para conservação.

Durante as obras, a Arauco vai oferecer capacitação e gerar mais de 14 mil oportunidades de trabalho. Depois do start up, o Projeto Sucuriú empregará cerca de 6 mil pessoas nas unidades Industrial, Florestal e operações de logística. O propósito é impulsionar o desenvolvimento social e econômico para toda região, fomentando um aumento na geração de renda e na arrecadação de impostos, além de contribuir para atrair investimentos.

Sobre a Arauco Brasil

No país desde 2002, a Arauco atua nos segmentos Florestal e de Madeiras com o propósito de, a partir da natureza e de fontes renováveis, contribuir com as pessoas e o planeta. Emprega 3.500 colaboradores e conta com cinco unidades industriais brasileiras.

As plantas estão distribuídas entre a produção de painéis, em três fábricas localizadas nas cidades de Jaguariaíva (PR), Ponta Grossa (PR) e Montenegro (RS); painéis e molduras, na planta localizada em Piên (PR); resinas e químicos, na unidade de Araucária (PR); e, em 2027, a companhia prepara-se para inaugurar sua primeira fábrica de celulose branqueada em Inocência (MS).

Todas as florestas de eucalipto plantadas pela Arauco no Brasil são certificadas pelo FSC® (Forest Stewardship Council®), que reconhece o manejo florestal ambientalmente adequado, socialmente benéfico e economicamente viável. A companhia também conta com certificações FSC relacionadas à Cadeia de Custódia, Madeira Controlada, operação Multisite e uso da marca, que abrangem a rastreabilidade da madeira utilizada na produção de painéis, inclusive a adquirida de terceiros.

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