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Mato Grosso do Sul

Em Bataguassu, Funtrab fortalece mercado de trabalho no “Dia da Oportunidade”

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Com disponibilidade de vagas no mercado de trabalho e desenvolvimento profissional o “Dia da Oportunidade” será realizado nesta sexta-feira (7), em Bataguassu. O evento faz parte do programa Cidade Empreendedora, realizado pelo Sebrae/MS com apoio do Governo do Estado, por meio da Funtrab (Fundação do Trabalho de MS) e da Prefeitura Municipal de Bataguassu.

Na programação está prevista sessão de negócios, capacitações gratuitas nas áreas de inovação, vendas e marketing digital. Também será promovido encontro sobre turismo, além de um espaço voltado à praça de alimentação e feira de artesanato local.

A Funtrab, vinculada a Semadesc (Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência Tecnologia e Inovação), atuará por meio da Casa do Trabalhador de Bataguassu com oferta de vagas, orientações gerais aos trabalhadores, informações sobre Carteira de Trabalho Digital e Seguro-Desemprego.

O evento já foi realizado nos municípios de Batayporã, Ponta Porã e Naviraí. Em Bataguassu, o “Dia da Oportunidade” será das 16h às 21h, na sede da Nova Prefeitura (Avenida Aquidauana, s/n – Centro), com acesso gratuito.

A proximidade do município com o estado de São Paulo favorece a dinâmica de relações comerciais das empresas de Bataguassu, inclusive com a implantação de indústrias. Dados do Novo Caged apontam que entre janeiro e maio de 2023, as maiores contratações do município foram nos setores da indústria, serviços e comércio.

“Bataguassu já teve sua base econômica na atividade agropecuária, mas atualmente as atividades industriais e de serviços tem grande valor agregado. O município possui potencial também para desenvolvimento do comércio e das atividades turísticas. A expectativa é que a parceria impulsione a criação de empregos, atração de investimentos, empreendedorismo, alavancando assim a qualidade de vida e o desenvolvimento socioeconômico de toda população sul-mato-grossense,” disse o diretor-presidente da Funtrab, Ademar Júnior.

As vagas de emprego disponíveis em Bataguassu podem ser acessadas para consulta aqui.

Já as inscrições para os cursos e palestras serão realizadas no local. Confira a programação completa:

16h – “Venda mais utilizando redes sociais”; “Jovem Empreendedor – Inovação e reinvenções do trabalho”; “A produção do artesanato através das influências culturais”, Sessão de Negócios (das 16h às 18h), Encontro de Turismo: Rota do Tucunaré Porto XV (das 16h às 18h);

17h – “Inovação para pequenos negócios”, “Jovem Empreendedor Digital – Oportunidades de vender na Internet”, “Artesanato – Como vender mais”;

18h – Abertura oficial;

19h – Palestra Magna: “O negócio que acontece! “- com Daniel Real.

Cláudia Yuri, Funtrab e Natalia Yahn, Comunicação Governo de MS

Fonte: Governo MS

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Mato Grosso do Sul

Operação identifica desmatamento ilegal equivalente a quase 350 campos de futebol em MS

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MS tem área desmatada equivalente a quase 350 campos de futebol — Foto: MPMS

Operação Mata Atlântica em Pé identificou 348,67 hectares de desmatamento ilegal em Mato Grosso do Sul em 2026. Para ter uma ideia do tamanho da área, o total equivale, em uma comparação aproximada de 1 hectare por campo de futebol, a quase 350 campos.

As irregularidades foram encontradas a partir da análise de 18 alertas de desmatamento distribuídos por 15 municípios do estado. Segundo o Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS), houve uma redução expressiva na extensão das áreas desmatadas em relação à edição do ano passado.

Os alertas foram analisados pelo Núcleo de Geotecnologias (Nugeo) do MPMS, que utilizou imagens de satélite e outras ferramentas para verificar se as áreas indicadas realmente tinham sofrido desmatamento ilegal.

Após a confirmação das ocorrências, os dados foram encaminhados ao Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul), responsável pela fiscalização e aplicação das medidas administrativas.

A partir das informações recebidas, o órgão realizou as autuações de forma remota. Ao todo, foram aplicados R$ 1.521.044 em multas aos responsáveis pelas áreas identificadas.

Fiscalização com imagens de satélite

De acordo com o MPMS, a operação utiliza alertas de satélite cruzados com informações de mapas e registros das propriedades para identificar possíveis áreas de vegetação nativa derrubadas sem autorização.

O coordenador do Nugeo/MPMS, promotor de Justiça Luciano Loubet, destacou que o uso da tecnologia permite identificar e confirmar as áreas com mais rapidez.

“O uso de geotecnologias avançadas transformou a fiscalização ambiental em Mato Grosso do Sul. A validação rápida e precisa dos alertas pelo Nugeo permite que o Imasul atue de forma remota e imediata, garantindo que a infração não passe despercebida”, afirmou.

Segundo ele, a integração entre os órgãos de fiscalização e o uso de dados e imagens de satélite têm ajudado a combater o desmatamento ilegal no estado.

Operação nacional

A mobilização ocorreu entre os dias 17 e 27 de agosto, simultaneamente em 17 estados que possuem áreas do bioma Mata Atlântica.

A força-tarefa reúne Ministérios Públicos, órgãos de fiscalização ambiental e forças policiais. Entre as ferramentas utilizadas estão imagens de satélite e plataformas de monitoramento, como o MapBiomas Alerta.

Participaram da operação Alagoas, Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Sergipe, Espírito Santo, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Goiás e Mato Grosso do Sul.

A Operação Mata Atlântica em Pé é coordenada nacionalmente pela Associação Brasileira dos Membros do Ministério Público de Meio Ambiente (Abrampa) e pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), com apoio da Fundação SOS Mata Atlântica.

O que acontece após a identificação do desmatamento

Quando a fiscalização confirma uma área desmatada de forma irregular, os responsáveis podem sofrer diferentes tipos de medidas.

Entre elas estão:

  • Multas e autos de infração: os responsáveis podem ser multados e a área pode ser embargada, impedindo novas atividades no local.
  • Recuperação da área: são adotadas medidas para que a vegetação degradada seja recuperada.
  • Responsabilização na Justiça: o caso também pode gerar procedimentos nas áreas cível e criminal.
  • Restrições no cadastro ambiental: propriedades podem sofrer bloqueios no Cadastro Ambiental Rural (CAR).
  • Restrição de crédito: os responsáveis podem ter o acesso a crédito rural e outros recursos financeiros suspenso.

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Homem é preso em MS por armazenar porn0grafia infantil

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso em flagrante nesta sexta-feira (28) durante uma operação que investigava o armazenamento de material de abuso sexual envolvendo crianças e adolescentes em Campo Grande.

A ação, realizada pela UICC (Unidade de Investigação de Crimes Cibernéticos) do MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul), em conjunto com a 69ª Promotoria de Justiça de Campo Grande, faz parte da Operação Infância Segura.

Durante o cumprimento de um mandado de busca e apreensão, o investigado foi preso em flagrante, com apoio da Depca (Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente).

Operação criança segura

A investigação apura o crime de armazenamento de material de abuso sexual infantil. De acordo com o artigo 241-B do Estatuto da Criança e do Adolescente, é crime possuir ou manter registros com cenas de sexo explícito ou conteúdo pornográfico envolvendo crianças ou adolescentes.

Segundo o MPMS, como o crime é considerado permanente enquanto o material permanece armazenado, a constatação do conteúdo durante o cumprimento do mandado permitiu a prisão em flagrante.

A investigação começou a partir da ronda virtual realizada pela UICC, que identificou a existência do material na internet.

Agora, as evidências digitais apreendidas serão analisadas para identificar a extensão das condutas investigadas e verificar a possível participação ou envolvimento de outras pessoas no caso.

Como denunciar?

O MPMS orienta que imagens e vídeos de abuso sexual infantil não sejam compartilhados, mesmo com a intenção de denunciar o crime, inclusive em grupos de aplicativos de mensagens ou redes sociais.

As denúncias podem ser feitas à Ouvidoria do MPMS, aos Conselhos Tutelares e a outros órgãos de proteção à criança e ao adolescente.

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