Mato Grosso do Sul
Governo reforça qualificação da assistência técnica para fomentar a agricultura orgânica no Estado

Segundo a engenheira agrônoma Karla Nadai, assessora de agricultura da Semadesc a meta é ampliar os conhecimentos dos técnicos sobre a produção de orgânicos, para que isso seja repassado de forma efetiva aos produtores. “O curso é voltado para a assistência técnica e extensão rural. Não só pública, como aqui para os técnicos da Agraer nos municípios, mas também para a iniciativa privada”, salientou.
Ela pontua que a qualificação é um dos eixos do Governo do Estado dentro do Programa Pró-Orgãnico (Plano Estadual de Agroecologia, Produção Orgânica e Extrativismo Sustentável Orgânico) que prevê o fomento e apoio à agricultura orgânica em Mato Grosso do Sul. “O curso surgiu de solicitação da própria Semadesc em atendimento à demanda da assistência técnica e estamos realizando dentro da escola de Governo”, citou a organizadora.
A abertura do curso contou com a presença do secretário de Desenvolvimento Econômico da Semadesc, Rogério Beretta que falou da importância desta capacitação.”A qualificação de nosso corpo técnico é muito importante. Temos o Pro-Orgânico em formatação, mas independente disso, o papel da Semadecs é trazer o conhecimento até vocês para prepará-los para este processo de uma produção com sustentabilidade”, enfatizou.

Beretta lembrou que recentemente a Semadesc realizou outros treinamentos para melhorar o uso do solo na agricultura familiar. “Tivemos um curso de conservação de solo recentemente que foi muito produtivo. E entendemos que esta prática de qualificação será constante nesta gestão”, acrescentou.
A ideia neste ano, segundo o secretário-executivo, é ampliar a qualificação. “Nossa ideia é continuar promovendo cursos e trerinamentos voltados ao setor de orgânicos. Estamos fechando com o Sebrae a realização de mais cursos e missões técnicas. A proposta é que a Agraer indique as áreas que desejam conhecer, as capacitações, para que possamos organizar”, frisou.
“O Governo Riedel aposta no fomento da produção orgânica. É um setor que tem muita sustentabilidade dentro do eixo de desenvolvimento do Estado. Vamos investir no manejo integrado, nas técnicas de produção orgânica, no extrativismo sustentável. Tudo pra fazer um MS mais Verde, Próspero e Inclusivo”, concluiu.
Rosana Siqueira, Semadesc
Fotos: Mairinco Celso de Pauda
Fonte: Governo MS
Mato Grosso do Sul
Ladrão furta carro e móveis de residência, sofre acidente durante fuga e abandona veículo em MS
Um homem ainda não identificado furtou móveis e um veículo de uma residência e acabou sofrendo um acidente durante a fuga, na noite desta terça-feira (8), na rodovia MS-427, em Rio Verde de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul.
Segundo o boletim de ocorrência, o suspeito teria arrombado a porta dos fundos do imóvel, localizado na Rua Duque de Caxias, no bairro Vila Carmem, utilizando um machado.
Em seguida, ele teria furtado diversos objetos e o veículo que estava estacionado na garagem.O homem utilizou o carro para fugir, mas, durante o trajeto, perdeu o controle da direção e saiu da pista.
O veículo parou aproximadamente dois quilômetros após o fim do trecho pavimentado da MS-427, já em uma estrada de terra.Conforme apurado pelo portal Rio Verde News, equipes policiais conseguiram localizar o veículo com auxílio de imagens de câmeras de segurança.
O carro apresentava danos na lataria provocados pelo acidente.O suspeito, porém, havia fugido do local antes da chegada dos policiais e ainda não foi localizado.O caso segue em investigação para identificar e localizar o responsável pelo furto.
Tatiane Linhares Vicente, com informações de Top Mídia News
Mato Grosso do Sul
Operação identifica desmatamento ilegal equivalente a quase 350 campos de futebol em MS
Operação Mata Atlântica em Pé identificou 348,67 hectares de desmatamento ilegal em Mato Grosso do Sul em 2026. Para ter uma ideia do tamanho da área, o total equivale, em uma comparação aproximada de 1 hectare por campo de futebol, a quase 350 campos.
As irregularidades foram encontradas a partir da análise de 18 alertas de desmatamento distribuídos por 15 municípios do estado. Segundo o Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS), houve uma redução expressiva na extensão das áreas desmatadas em relação à edição do ano passado.
Os alertas foram analisados pelo Núcleo de Geotecnologias (Nugeo) do MPMS, que utilizou imagens de satélite e outras ferramentas para verificar se as áreas indicadas realmente tinham sofrido desmatamento ilegal.
Após a confirmação das ocorrências, os dados foram encaminhados ao Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul), responsável pela fiscalização e aplicação das medidas administrativas.
A partir das informações recebidas, o órgão realizou as autuações de forma remota. Ao todo, foram aplicados R$ 1.521.044 em multas aos responsáveis pelas áreas identificadas.
Fiscalização com imagens de satélite
De acordo com o MPMS, a operação utiliza alertas de satélite cruzados com informações de mapas e registros das propriedades para identificar possíveis áreas de vegetação nativa derrubadas sem autorização.
O coordenador do Nugeo/MPMS, promotor de Justiça Luciano Loubet, destacou que o uso da tecnologia permite identificar e confirmar as áreas com mais rapidez.
“O uso de geotecnologias avançadas transformou a fiscalização ambiental em Mato Grosso do Sul. A validação rápida e precisa dos alertas pelo Nugeo permite que o Imasul atue de forma remota e imediata, garantindo que a infração não passe despercebida”, afirmou.
Segundo ele, a integração entre os órgãos de fiscalização e o uso de dados e imagens de satélite têm ajudado a combater o desmatamento ilegal no estado.
Operação nacional
A mobilização ocorreu entre os dias 17 e 27 de agosto, simultaneamente em 17 estados que possuem áreas do bioma Mata Atlântica.
A força-tarefa reúne Ministérios Públicos, órgãos de fiscalização ambiental e forças policiais. Entre as ferramentas utilizadas estão imagens de satélite e plataformas de monitoramento, como o MapBiomas Alerta.
Participaram da operação Alagoas, Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Sergipe, Espírito Santo, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Goiás e Mato Grosso do Sul.
A Operação Mata Atlântica em Pé é coordenada nacionalmente pela Associação Brasileira dos Membros do Ministério Público de Meio Ambiente (Abrampa) e pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), com apoio da Fundação SOS Mata Atlântica.
O que acontece após a identificação do desmatamento
Quando a fiscalização confirma uma área desmatada de forma irregular, os responsáveis podem sofrer diferentes tipos de medidas.
Entre elas estão:
- Multas e autos de infração: os responsáveis podem ser multados e a área pode ser embargada, impedindo novas atividades no local.
- Recuperação da área: são adotadas medidas para que a vegetação degradada seja recuperada.
- Responsabilização na Justiça: o caso também pode gerar procedimentos nas áreas cível e criminal.
- Restrições no cadastro ambiental: propriedades podem sofrer bloqueios no Cadastro Ambiental Rural (CAR).
-
Restrição de crédito: os responsáveis podem ter o acesso a crédito rural e outros recursos financeiros suspenso.
-
Celulose em Destaque3 dias atrásArauco inicia instalação das vigas da ponte ferroviária sobre o córrego São Mateus, em Inocência (MS)
-
Agronegócios5 dias atrásEmbargo às carnes abre crise comercial e Brasil ameaça retaliar a UE
-
Arapuá3 dias atrás5ª Feirinha da Agricultura Familiar de Arapuá abre espaço gratuito para produtores e pequenos empreendedores
-
Fama4 dias atrásShow de Michel Teló no ES vira piada por falta de público
