Mato Grosso do Sul
No dia da Padroeira, governador recebe imagem de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro
No Dia da Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, Padroeira de Mato Grosso do Sul, a governadoria recebeu o ícone da santa. O ato religioso ocorre há seis anos nos principais órgãos públicos do Estado e da prefeitura de Campo Grande.
O ícone foi recebido na Sala de Reuniões pelo governador Eduardo Riedel e pela primeira-dama Mônica Riedel. “Estou muito feliz hoje aqui recebendo a benção do Padre Reginaldo Padilha, hoje que é dia da Padroeira do Estado, Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, 27 de junho, e é muito importante a gente ter esse momento de fé, de reflexão, de esperança, trabalhando pelo povo de Mato Grosso do Sul”, afirmou o governador.
Ao reitor do Santuário Estadual de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, Padre Reginaldo Padilha, Eduardo agradeceu o gesto. “Muito obrigado, Padre Reginaldo, por vir aqui hoje derramar as bênçãos para o nosso Estado todo, para os nossos servidores, para todos aqueles que se dedicam a trabalhar para as pessoas de Mato Grosso do Sul. É com carinho muito especial que a gente recebe esse momento”.
O padre pediu para que a Padroeira abençoe e ilumine a administração estadual para cuidar das pessoas. “No Santuário estadual nós temos 79 terras, dos nossos 79 municípios, colorações diferentes, mas com coração e amor igual. Essa benção aqui também vai para cada sul-mato-grossense nos nossos 79 municípios pedindo a intercessão e que Nossa Senhora abençoe a cada um deles nesse dia tão especial para nós”, disse.
Durante a visita, Eduardo e Mônica receberam um ícone de presente. O governador explicou que, em um primeiro momento, a imagem sacra ficará pendurada na Sala de Reuniões e, após uma reforma, será colocada no gabinete.
Nossa Senhora do Perpétuo Socorro foi instituída a Padroeira civil de Mato Grosso do Sul por meio de uma Lei Estadual sancionada no dia 27 de dezembro de 2017 pelo então governador Reinaldo Azambuja.
Também recepcionaram a imagem da santa os secretários Pedro Caravina (Governo e Gestão Estratégica), Eduardo Rocha (Casa Civil) e Marcelo Miranda (Turismo, Esporte, Cultura e Cidadania); e a procuradora-geral do Estado, Ana Carolina Ali Garcia. O Padre Celso Junior também participou do ato.
Por conta da data, o Santuário Nossa Senhora do Perpétuo Socorro realiza ao longo da semana a VI Festa da Padroeira de Mato Grosso do Sul. A festividade teve início na sexta-feira (23) e prossegue até domingo (2).
É a primeira festa da Padroeira estadual com reconhecimento pontifício, que veio em agosto de 2022.
Confira a programação de hoje e dos próximos dias:
27 de junho | terça-feira | Solenidade de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro
6h – Santa Missa
9h – Santa Missa
12h – Santa Missa
15h – Santa Missa
19h – Santa Missa
28 de junho | quarta-feira |
Programação de missas, confissões e novenas como de costume às quartas-feiras.
29 de junho | quinta-feira |
9h e 15h – Santa Missa com Bênção Eucarística
19h – Santa Missa com Bênção Eucarística
30 de junho | sexta-feira |
19h – Santa Missa
1º de julho | sábado |
19h – Santa Missa
2 de julho | domingo |
7h – Santa Missa – Peregrinação dos motoristas
8h – Carreata em direção ao Santuário de Nossa Senhora da Abadia, Padroeira da Arquidiocese de Campo Grande, e Bênção dos carros e motoristas
10h – Santa Missa
16h – Santa Missa
18h – Procissão e Santa Missa | Encerramento da Festa
Atrações musicais:
Dia 27/06 (terça-feira):
- Show: Eco do Pantanal
Dia 28/06 (quarta-feira):
- Show: Carlinhos Campeiro
- Show: Donas do Buteco
Dia 29/06 (quinta-feira):
- Show: Projeto Hippie Dia 30/06 (sexta-feira):
- Show: Pedro Henrique e Miguel
Dia 01/07 (sábado):
- Show: Rancho Grande
- Show: Ricardo Siqueira
Dia 02/07 (domingo):
- Show: Enivan Silva
Paulo Fernandes, Comunicação do Governo de MS
Fotos: Álvaro Rezende
Fonte: Governo MS
Mato Grosso do Sul
Operação identifica desmatamento ilegal equivalente a quase 350 campos de futebol em MS
Operação Mata Atlântica em Pé identificou 348,67 hectares de desmatamento ilegal em Mato Grosso do Sul em 2026. Para ter uma ideia do tamanho da área, o total equivale, em uma comparação aproximada de 1 hectare por campo de futebol, a quase 350 campos.
As irregularidades foram encontradas a partir da análise de 18 alertas de desmatamento distribuídos por 15 municípios do estado. Segundo o Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS), houve uma redução expressiva na extensão das áreas desmatadas em relação à edição do ano passado.
Os alertas foram analisados pelo Núcleo de Geotecnologias (Nugeo) do MPMS, que utilizou imagens de satélite e outras ferramentas para verificar se as áreas indicadas realmente tinham sofrido desmatamento ilegal.
Após a confirmação das ocorrências, os dados foram encaminhados ao Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul), responsável pela fiscalização e aplicação das medidas administrativas.
A partir das informações recebidas, o órgão realizou as autuações de forma remota. Ao todo, foram aplicados R$ 1.521.044 em multas aos responsáveis pelas áreas identificadas.
Fiscalização com imagens de satélite
De acordo com o MPMS, a operação utiliza alertas de satélite cruzados com informações de mapas e registros das propriedades para identificar possíveis áreas de vegetação nativa derrubadas sem autorização.
O coordenador do Nugeo/MPMS, promotor de Justiça Luciano Loubet, destacou que o uso da tecnologia permite identificar e confirmar as áreas com mais rapidez.
“O uso de geotecnologias avançadas transformou a fiscalização ambiental em Mato Grosso do Sul. A validação rápida e precisa dos alertas pelo Nugeo permite que o Imasul atue de forma remota e imediata, garantindo que a infração não passe despercebida”, afirmou.
Segundo ele, a integração entre os órgãos de fiscalização e o uso de dados e imagens de satélite têm ajudado a combater o desmatamento ilegal no estado.
Operação nacional
A mobilização ocorreu entre os dias 17 e 27 de agosto, simultaneamente em 17 estados que possuem áreas do bioma Mata Atlântica.
A força-tarefa reúne Ministérios Públicos, órgãos de fiscalização ambiental e forças policiais. Entre as ferramentas utilizadas estão imagens de satélite e plataformas de monitoramento, como o MapBiomas Alerta.
Participaram da operação Alagoas, Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Sergipe, Espírito Santo, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Goiás e Mato Grosso do Sul.
A Operação Mata Atlântica em Pé é coordenada nacionalmente pela Associação Brasileira dos Membros do Ministério Público de Meio Ambiente (Abrampa) e pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), com apoio da Fundação SOS Mata Atlântica.
O que acontece após a identificação do desmatamento
Quando a fiscalização confirma uma área desmatada de forma irregular, os responsáveis podem sofrer diferentes tipos de medidas.
Entre elas estão:
- Multas e autos de infração: os responsáveis podem ser multados e a área pode ser embargada, impedindo novas atividades no local.
- Recuperação da área: são adotadas medidas para que a vegetação degradada seja recuperada.
- Responsabilização na Justiça: o caso também pode gerar procedimentos nas áreas cível e criminal.
- Restrições no cadastro ambiental: propriedades podem sofrer bloqueios no Cadastro Ambiental Rural (CAR).
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Restrição de crédito: os responsáveis podem ter o acesso a crédito rural e outros recursos financeiros suspenso.
Mato Grosso do Sul
Homem é preso em MS por armazenar porn0grafia infantil
Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso em flagrante nesta sexta-feira (28) durante uma operação que investigava o armazenamento de material de abuso sexual envolvendo crianças e adolescentes em Campo Grande.
A ação, realizada pela UICC (Unidade de Investigação de Crimes Cibernéticos) do MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul), em conjunto com a 69ª Promotoria de Justiça de Campo Grande, faz parte da Operação Infância Segura.
Durante o cumprimento de um mandado de busca e apreensão, o investigado foi preso em flagrante, com apoio da Depca (Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente).
Operação criança segura
A investigação apura o crime de armazenamento de material de abuso sexual infantil. De acordo com o artigo 241-B do Estatuto da Criança e do Adolescente, é crime possuir ou manter registros com cenas de sexo explícito ou conteúdo pornográfico envolvendo crianças ou adolescentes.
Segundo o MPMS, como o crime é considerado permanente enquanto o material permanece armazenado, a constatação do conteúdo durante o cumprimento do mandado permitiu a prisão em flagrante.
A investigação começou a partir da ronda virtual realizada pela UICC, que identificou a existência do material na internet.
Agora, as evidências digitais apreendidas serão analisadas para identificar a extensão das condutas investigadas e verificar a possível participação ou envolvimento de outras pessoas no caso.
Como denunciar?
O MPMS orienta que imagens e vídeos de abuso sexual infantil não sejam compartilhados, mesmo com a intenção de denunciar o crime, inclusive em grupos de aplicativos de mensagens ou redes sociais.
As denúncias podem ser feitas à Ouvidoria do MPMS, aos Conselhos Tutelares e a outros órgãos de proteção à criança e ao adolescente.
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