Mato Grosso do Sul
Volta às aulas em MS: confira dicas para economizar na hora de comprar o material escolar
Preço de itens como mochilas, cadernos e lápis compromete a renda das famílias e podem ter até 800% de diferença; compras em atacadistas podem diminuir os impactos no bolso
O preço dos materiais escolares é um assunto que preocupa os pais todos os anos, principalmente aqueles que têm mais de um filho na escola. Em 2023, segundo uma pesquisa realizada pelo Procon Estadual de Mato Grosso do Sul, alguns produtos como lápis de cor, caderno de 10 matérias, mochila e estojo chegaram a apresentar uma diferença de preços superior a 800% em estabelecimentos da capital sul-mato-grossense
Portanto, mais do que nunca, é importante que os pais pesquisem antes de garantir a lista completa de materiais necessários para o ano letivo. Uma das alternativas é recorrer aos atacarejos ou atacadistas, que no setor de bazar — como é o caso das lojas do Fort Atacadista — há uma boa oferta de itens escolares com preços mais baixos do que nas habituais livrarias e papelarias, e ainda com facilidade especial na hora de quitar as compras.
Com o retorno das aulas na rede municipal marcado para o dia 8 de fevereiro em Campo Grande e da rede estadual para o dia 13 de fevereiro, listamos abaixo quatro dicas para quem quer poupar na hora das compras. Confira:
1 – Reaproveite os produtos dos anos anteriores
É claro que os pequenos adoram começar o ano letivo com materiais novinhos, recém saído das lojas, até mesmo para mostrar para os colegas. Mas é bem possível reaproveitar materiais do ano anterior que ainda estejam em bom estado ou que não tenham sido utilizados; vale verificar os itens já disponíveis na sua própria casa antes de fazer compras desnecessárias. E para agradar a todos, você pode repaginar alguns itens fazendo pequenos retoques, como encapando um caderno com uma estampa diferente ou colando adesivos de personagens do momento.
2 – Fique atento ao seus direitos
O Procon, órgão de Proteção e Defesa dos Direitos do Consumidor, alerta para os materiais que podem ser cobrados pelas instituições de ensino. Conforme a Legislação Nº 12.886, produtos de uso coletivo como itens de limpeza e higiene, por exemplo, não podem ser exigidos pela unidade escolar e, portanto, não precisam ser adquiridos.
3 – Pesquise preços
Uma dica indispensável para economizar na hora das compras é estudar os preços antes de comprar. Em papelarias e lojas menores de bairro, por exemplo, o preço dos materiais escolares tende a ser mais elevado. Uma forma eficiente de driblar os preços abusivos é optar pelos atacarejos ou atacadistas. Nas unidades do Fort Atacadista — são 10 lojas apenas em Campo Grande —, itens como cadernos, lápis, borrachas e canetas estão com preços promocionais até o dia 13 de fevereiro.
Segundo o gerente nacional de marketing do Fort, Gustavo Petry Custódio, “a seção de papelaria no setor de bazar das lojas Fort Atacadista fica abastecida de itens escolares durante todo o ano, mas na época de retorno das aulas chegam várias novidades e opções para os consumidores”.
4 – Compras coletivas
Outra dica para economizar é fazer compras coletivamente; afinal, quem tem filhos na escola acaba se aproximando de outros pais. Aproveite para compartilhar informações sobre preços e locais que podem ser mais baratos e sugira a compra coletiva.
Nas lojas Fort Atacadista, por exemplo, quanto maior a quantidade de produtos, maior o desconto. Além disso, outra vantagem exclusiva da rede são as condições facilitadas de pagamento. “Materiais escolares, assim como outros itens do setor de bazar, podem ser parcelados em até 10 vezes sem juros no Vuon Card, o cartão de crédito da rede que pode ser feito em qualquer loja, de forma rápida”, reforça Gustavo. Sem dúvida, é um diferencial para o período de início do ano, quando muitas contas acabam se acumulando.
Em Mato Grosso do Sul são dez unidades do Fort Atacadista: Loja Cafezais, Cônsul Assaf, Coronel Antonino, Getúlio Vargas, Guanandi, Parati, Norte Sul Plaza, Tiradentes, Três Barras e União.
No site do Fort Atacadista estão todos os endereços, telefones e horários de funcionamento das lojas disponíveis em: www.fortatacadista.com.br/nossas-lojas/
Sobre a rede Fort Atacadista — Criada em 1999, com a abertura de sua primeira unidade na cidade de Joinville, em Santa Catarina, a rede Fort Atacadista é a bandeira de atacarejo do Grupo Pereira, um dos maiores varejistas de alimentos do Brasil. Com 52 unidades distribuídas nos estados de Santa Catarina, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Goiás e no Distrito Federal, o Fort Atacadista se destaca pelos preços competitivos, pela excelência em produtos perecíveis e pela arquitetura moderna de suas lojas, que oferece layout planejado para facilitar a jornada de compra do cliente, além das facilidades de pagamento e benefícios oferecidos pelo Vuon Card, cartão de crédito próprio do grupo.
Fundado em 1962, em Santa Catarina, o Grupo Pereira é detentor ainda de redes de varejo alimentar, atacado de distribuição, farmácias e dois postos de combustível, além do braço financeiro Vuon e de logística Perlog. Com mais de 16 mil colaboradores, está presente nas regiões Sul, Centro-Oeste e Sudeste. Saiba mais em www.fortatacadista.com.br e www.grpereira.com.br.
Mato Grosso do Sul
Ladrão furta carro e móveis de residência, sofre acidente durante fuga e abandona veículo em MS
Um homem ainda não identificado furtou móveis e um veículo de uma residência e acabou sofrendo um acidente durante a fuga, na noite desta terça-feira (8), na rodovia MS-427, em Rio Verde de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul.
Segundo o boletim de ocorrência, o suspeito teria arrombado a porta dos fundos do imóvel, localizado na Rua Duque de Caxias, no bairro Vila Carmem, utilizando um machado.
Em seguida, ele teria furtado diversos objetos e o veículo que estava estacionado na garagem.O homem utilizou o carro para fugir, mas, durante o trajeto, perdeu o controle da direção e saiu da pista.
O veículo parou aproximadamente dois quilômetros após o fim do trecho pavimentado da MS-427, já em uma estrada de terra.Conforme apurado pelo portal Rio Verde News, equipes policiais conseguiram localizar o veículo com auxílio de imagens de câmeras de segurança.
O carro apresentava danos na lataria provocados pelo acidente.O suspeito, porém, havia fugido do local antes da chegada dos policiais e ainda não foi localizado.O caso segue em investigação para identificar e localizar o responsável pelo furto.
Tatiane Linhares Vicente, com informações de Top Mídia News
Mato Grosso do Sul
Operação identifica desmatamento ilegal equivalente a quase 350 campos de futebol em MS
Operação Mata Atlântica em Pé identificou 348,67 hectares de desmatamento ilegal em Mato Grosso do Sul em 2026. Para ter uma ideia do tamanho da área, o total equivale, em uma comparação aproximada de 1 hectare por campo de futebol, a quase 350 campos.
As irregularidades foram encontradas a partir da análise de 18 alertas de desmatamento distribuídos por 15 municípios do estado. Segundo o Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS), houve uma redução expressiva na extensão das áreas desmatadas em relação à edição do ano passado.
Os alertas foram analisados pelo Núcleo de Geotecnologias (Nugeo) do MPMS, que utilizou imagens de satélite e outras ferramentas para verificar se as áreas indicadas realmente tinham sofrido desmatamento ilegal.
Após a confirmação das ocorrências, os dados foram encaminhados ao Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul), responsável pela fiscalização e aplicação das medidas administrativas.
A partir das informações recebidas, o órgão realizou as autuações de forma remota. Ao todo, foram aplicados R$ 1.521.044 em multas aos responsáveis pelas áreas identificadas.
Fiscalização com imagens de satélite
De acordo com o MPMS, a operação utiliza alertas de satélite cruzados com informações de mapas e registros das propriedades para identificar possíveis áreas de vegetação nativa derrubadas sem autorização.
O coordenador do Nugeo/MPMS, promotor de Justiça Luciano Loubet, destacou que o uso da tecnologia permite identificar e confirmar as áreas com mais rapidez.
“O uso de geotecnologias avançadas transformou a fiscalização ambiental em Mato Grosso do Sul. A validação rápida e precisa dos alertas pelo Nugeo permite que o Imasul atue de forma remota e imediata, garantindo que a infração não passe despercebida”, afirmou.
Segundo ele, a integração entre os órgãos de fiscalização e o uso de dados e imagens de satélite têm ajudado a combater o desmatamento ilegal no estado.
Operação nacional
A mobilização ocorreu entre os dias 17 e 27 de agosto, simultaneamente em 17 estados que possuem áreas do bioma Mata Atlântica.
A força-tarefa reúne Ministérios Públicos, órgãos de fiscalização ambiental e forças policiais. Entre as ferramentas utilizadas estão imagens de satélite e plataformas de monitoramento, como o MapBiomas Alerta.
Participaram da operação Alagoas, Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Sergipe, Espírito Santo, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Goiás e Mato Grosso do Sul.
A Operação Mata Atlântica em Pé é coordenada nacionalmente pela Associação Brasileira dos Membros do Ministério Público de Meio Ambiente (Abrampa) e pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), com apoio da Fundação SOS Mata Atlântica.
O que acontece após a identificação do desmatamento
Quando a fiscalização confirma uma área desmatada de forma irregular, os responsáveis podem sofrer diferentes tipos de medidas.
Entre elas estão:
- Multas e autos de infração: os responsáveis podem ser multados e a área pode ser embargada, impedindo novas atividades no local.
- Recuperação da área: são adotadas medidas para que a vegetação degradada seja recuperada.
- Responsabilização na Justiça: o caso também pode gerar procedimentos nas áreas cível e criminal.
- Restrições no cadastro ambiental: propriedades podem sofrer bloqueios no Cadastro Ambiental Rural (CAR).
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Restrição de crédito: os responsáveis podem ter o acesso a crédito rural e outros recursos financeiros suspenso.
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