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PMA realiza Mês do Ambiente com ações operacionais e de educação ambiental com suas 27 subunidades no Estado e o Projeto Florestinha e 200 alunos já foram atendidos

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Campo Grande (MS) – Desde sua criação há 35 anos, a Polícia Militar Ambiental de Mato Grosso do Sul demonstrou que é fundamental para a conservação ambiental no Estado, com várias ações decisivas de repressão e prevenção contra os crimes e infrações ambientais e, mesmo no período em que era mais necessária a repressão, sempre priorizou os trabalhos de Educação Ambiental. Só o Núcleo de Educação Ambiental e o Projeto Florestinha de Campo Grande já atenderam mais de 500 mil alunos na Capital e Interior, sem contar exposições educacionais.

Neste mês de junho, que tem o dia 5, que é o dia Internacional do Meio Ambiente, o Batalhão de Polícia Militar Ambiental desenvolverá diversas ações operacionais e de educação ambiental com suas 27 subunidades no Estado e o Projeto Florestinha. Serão realizadas principalmente palestras em escolas, exposições, plantio de mudas em parques e em recuperação de matas ciliares, com discussões com a população sobre desmatamentos, limpezas de rios, recolhimento de resíduos eletrônicos, educação ambiental no Bioparque Pantanal, curso de taxidermia (empalhar) para confecção de animais para uso em educação ambiental, entre outros. Em Miranda e Costa Rica, os trabalhos começaram ontem (1).

MIRANDA

A Polícia Militar Ambiental de Miranda desenvolveu ontem (1) uma ação de educação ambiental para 150 alunos da pré-escola ao 5º ano, professores e funcionários da escola Adventista, com exposições dos animais taxidermizados (empalhados) da fauna pantaneira. Os temas desenvolvidos na palestra educativa foram os recursos hídricos e fauna dos Biomas Cerrado e Pantanal.

Educação Ambiental – Escola Adventista – Miranda.

COSTA RICA

Também ontem (1), a Polícia Militar ambiental e o Projeto Florestinha de Costa Rica, em parceria com a Secretaria de Meio Ambiente da cidade, realizaram plantio de mudas de árvores típicas do cerrado no Parque Ecológico Viliboldo, em que participaram 50 pessoas. Nos trabalhos de Educação deste mês será realizado também plantio de árvores nativas nas áreas degradadas de matas ciliares as margens do rio Sucuriú, que passa pela cidade.

Amanhã (3), às 14h00 – ocorrerá uma feira de Educação Ambiental na sede do Projeto Florestinha, com estandes de temas ambientais de distribuição de mudas nativas à população, que será orientada a plantá-las principalmente na reconstituição das matas ciliares do rio Sucuriú.

Plantio de mudas – Projeto Florestinha.

PARTE DA PROGRAMAÇÃO DO MÊS (Campo Grande)

Espaço Fauna Pantaneira (BIOPARQUE PANTANAL)

O espaço Fauna Pantaneira está localizado no saguão principal do Bioparque Pantanal, com várias espécies de animais (taxidermizados). Neste espaço, as crianças do Projeto Florestinha da Capital realizam Educação Ambiental para alunos de escolas públicas e privadas, bem como outras pessoas que visitam o complexo, nas segundas e quartas feiras.

Educação Ambiental no Bioparque Pantanal.

RECOLHIMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS

Sábado (4) – o Batalhão de Polícia Militar Ambiental estará na esplanada do Bioparque Pantanal recebendo resíduos eletroeletrônicos e medicamentos vencidos e usados. A ação é uma parceria com a Associação Recicla LE, Conselho Regional de Farmácia, Bioparque Pantanal e Imasul e acontecerá a partir das 08h00 até às 12h00, na entrada do Bioparque e Imasul.

A ação tem objetivo de estimular e promover a logística reversa de resíduos sólidos, promovendo ações, procedimentos e meios destinados a viabilizar a coleta e a restituição dos resíduos sólidos ao setor empresarial, para reaproveitamento em seu ciclo de consumo ou em outros ciclos produtivos.

22 de junho – Lançamento do Projeto Guardião das Nascentes da PMA

O Projeto iniciará no dia 22 e o objetivo é orientar e sensibilizar o produtor rural sobre a importância ambiental e proteção legal das nascentes, identificando e classificar conforme a situação em que se encontram, em protegidas, degradadas ou parcialmente degradadas. Após este primeiro contato, o proprietário rural será orientado, conforme a legislação vigente, sobre as medidas legais para recuperar ou manter a área preservada.

Inicialmente contemplará a microbacia do Rio Pardo. Serão realizados levantamentos das nascentes por georreferenciamento, visitas in loco e monitoramento da área em que estão inseridas. As ações do Projeto contemplarão também microbacias do rio Ivinhema. O acompanhamento deverá ser realizado a cada 90 dias durante um período de 24 meses, observando e relatando o comprometimento do proprietário em recuperar a área.

CURSO DE TAXIDERMIA – BPMA e UCDB.

30 de maio a 16 de junho – a Polícia Militar Ambiental e a Universidade Católica Dom Bosco (UCDB) realizam um curso de taxidermia, comumente chamada de empalhar animais. Além do treinamento dos alunos da Universidade e da PMA, o curso de taxidermia objetiva montar os animais para uso em Educação Ambiental em museus itinerantes de educação ambiental, no sentido de se discutir as razões que levaram àqueles animais a estarem mortos e não na natureza cumprindo seu papel ecológico.

Curso de Taxidermia.

Nos trabalhos de educação ambiental da PMA, junto com o museu itinerante, também há outras oficinas, com discussões de outros temas, como: oficina de reciclagem (em que se discute a questão dos resíduos sólidos), do ciclo da água (discutem-se recursos hídricos), a casinha da energia (maquete usada para se discutir sobre os tipos de produção de energias e seus impactos, bem como energias as renováveis e limpas), plantio de mudas nativas (discutem-se sobre desmatamento, assoreamento, importância da flora etc.). Além disso, é apresentado o teatro de fantoches, com peças discutindo esses, e vários outros temas ambientais. A PMA trabalha atualmente em média 20 mil alunos por ano em escolas da Capital e interior.

PARTE OPERACIONAL

DIA 5 DE JUNHO – Será lançada pelo Batalhão de Polícia Militar Ambiental a “Operação Pesque Legal”, que visa ao desenvolvimento de operações sistemáticas de prevenção e repressão à pesca predatória no Estado. Basicamente a operação será dividida pelas seis Companhias do Batalhão, dentro dos municípios sob suas responsabilidades fiscalizatórias. Com as 27 subunidades, as companhias desenvolverão operações de 72 horas, pelo menos duas ao mês, com datas definidas por cada Comandante, conforme os levantamentos realizados pelo Serviço de Inteligência. A operação durará até o final do mês de setembro.

OPERAÇÃO PROLEPSE DE PREVENÇÃO AOS INCÊNDIOS

Principalmente neste período seco, a PMA continua a operação Prolepse de prevenção aos incêndios, deflagrada no dia 22 de março de 2021, que se estenderá pelo tempo que for necessário até a redução do problema. O nome Prolepse que significa antecipação, antevisão, prenoção, que indica o que a operação pretende, até porque prevenção é função da Polícia Militar prevista na Constituição Brasileira. Só ano passado (2021) foram visitadas para orientação e educação ambiental aos proprietários e funcionários, um total de 762 propriedades rurais e percorridos 35.000 km.

Orientação sobre incêndio em assentamento na operação Prolepse.

Aqueles que desrespeitaram as normas e realizaram incêndios também responderam pela parte repressiva da operação. Em 2021 foram autuados 129 infratores e aplicados R$ 34 milhões em multas por incêndios.

ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO DA POLÍCIA MILITAR AMBIENTAL – PMMS – (Contato – TENENTE CORONEL EDNILSON PAULINO QUEIROZ) tel. – 3357-1500

Publicado por: Ednilson Paulino Queiroz

Fonte: PM MS

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MPMS deflagra Operação Infiltrados contra policiais que desviavam drogas para o tráfico

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O Ministério Público de Mato Grosso do Sul, por meio do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) deflagrou, nesta quinta-feira (24), a Operação “Infiltrados”, que teve como objetivo o cumprimento de 24 mandados de prisão preventiva, dois mandados de prisão temporária e 38 mandados de busca e apreensão nos Municípios de Campo Grande, Dourados e Terenos.

As investigações, iniciadas em outubro de 2025, a partir de provas fortuitamente descobertas nas Operações do Traquetos e Blindspot, ambas do Gaeco, revelaram a participação de vários policiais em um grandioso esquema de desvio de drogas, especialmente cocaína.

O modus operandi adotado pela organização criminosa consiste no desvio de drogas apreendidas em ocorrências policiais, seja por meio da omissão, nos registros formais, de parte da droga efetivamente arrecadada; seja pela subtração de entorpecentes diretamente do depósito da delegacia. A droga desviada é então repassada para traficantes ligados à organização criminosa, os quais são responsáveis por reintroduzir o estupefaciente no mercado ilícito.

Ou seja, os policiais que integram a organização criminosa se valem de suas funções públicas exercidas no combate à criminalidade para, em completa subversão de seus deveres funcionais, atuar como verdadeiros fornecedores para o tráfico.

Até o momento, o Gaeco cumpriu mandados de prisão preventiva de nove policiais civis, dois policiais militares e um policial penal.

A operação contou com o apoio da Corregedoria da Polícia Civil, da Corregedoria da Polícia Militar, do Batalhão de Choque, do Bope e da Polícia Institucional do Ministério Público Federal.

A OAB/MS também se fez presente, acompanhando as diligências na residência de uma advogada.

“Infiltrados” faz referência à presença de integrantes da organização criminosa em órgãos de segurança pública e à utilização de funções e estruturas destinadas ao combate ao crime para viabilizar os próprios ilícitos investigados.

Por: Gaeco

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Em Três Lagoas| Homem aborda mulheres durante caminhada e PM é chamada

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A Polícia Militar foi acionada na manhã desta sexta-feira (18) após um homem aparentando ser indígena ser visto abordando e importunando mulheres que faziam caminhada na região da Lagoa Maior, em Três Lagoas.

O caso aconteceu por volta das 7h50, nas proximidades do parquinho e banheiros do principal cartão-postal da cidade.

Segundo as informações repassadas, um servidor público municipal que trabalhava na região percebeu que o homem estaria se aproximando das mulheres que passavam pelo local e fazendo abordagens de cunho inconveniente.

Diante da situação, a Polícia Militar foi acionada e uma equipe se deslocou imediatamente até a Lagoa Maior.

HOMEM NÃO FOI LOCALIZADO

Quando os policiais chegaram ao local, porém, o homem já havia deixado a região. A suspeita é de que ele tenha percebido a movimentação ou a chegada da equipe policial e saído rapidamente do local. Apesar das rondas na região, ele não foi localizado.

Até o momento, não há informação de que alguma mulher tenha sido agredida ou sofrido outro tipo de violência física.

O caso chama atenção para a necessidade de atenção durante as caminhadas, especialmente em horários de maior movimento na Lagoa Maior.

Quem tiver informações que possam ajudar na identificação ou localização do homem pode fazer sua denúncia na Polícia Militar no 190 para comunicar o fato.

Fonte: TL Notícias

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