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Agronegócios

‘5ºCongresso MS Florestal’ divulga programação

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Cerca de 3 mil pessoas já se inscreveram para assistir os paineis e debates relacionados ao futuro da silvicultura em MS no ‘5o Congresso MS Florestal Online’. De realização da Reflore/MS e do Senar/MS, o evento acontece nos dias 04 e 05 de setembro, no primeiro dia em formato online e no segundo dia de forma online e presencial (no auditório da Famasul, em Campo Grande-MS). As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo site www.msflorestalonline.com.br.

O tema geral escolhido para este ano é ‘Extensão das Cadeias Produtivas do Setor de Base Florestal’. Entre os assuntos abordados estarão a retomada da siderurgia a base de carvão vegetal, engenharia em madeira, energia de biomassa, as florestas do futuro, entre outros. Como palestrantes estarão profissionais reconhecidos nacionalmente.

Já foram realizadas quatro edições do congresso, evento que se consolidou em Mato Grosso do Sul e que se tornou referência no segmento. Nesta quinta edição a grande novidade é a transmissão online, de todos os paineis e debates, formato que possibilitará que milhares de interessados, de diversas partes do mundo, tenham acesso as informações compartilhadas no seminário.

Além de ter acesso as palestras e mesas redondas, os inscritos também terão a oportunidade de participar do evento por meio de um chat interativo, por onde poderão enviar perguntas e fazer comentários durante toda a programação.

O evento é voltado para profissionais que atuam na indústria de base florestal; engenheiros; técnicos; acadêmicos; produtores rurais e para aqueles que têm interesse em conhecer este segmento, como investidores, entre outros.

Serviço: o ‘5o Congresso MS Florestal Online’, acontece nos dias 04 e 05 de setembro de 2017, com transmissão ao vivo pela internet. As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas pelo site www.msflorestalonline.com.br. Mais informações pelo telefone (67) 3341-4933.

Confira abaixo a programação
04 de setembro

Painel – A Retomada da Siderurgia a base de Carvão Vegetal em MS;

Palestrantes – Gustavo Correa, Presidente da Vetorial Siderurgia;

– João Cancio de Andrade Araújo, Superintendente Florestal da ASIFLOR.

Painel – Engenharia em Madeira – Soluções para o Presente;

Palestrantes – Humberto Tufolo Neto, Consultor – Químico Industrial com Especialização em preservação e acabamentos em madeiras;

– Hélio Olga de Souza Júnior, Sócio-fundador da Ita Construtora Ltda.

Painel – Energia de Biomassa a base de Florestas Energéticas;

Palestrantes – Luiz Otávio Gomes Koblitz, Presidente da Koblitz Energia;

– Thiago Ivanoski Teixeira, Consultor Técnico I – Superintendência de Projetos de Geração – EPE (Empresa de Pesquisa Energética).

Painel – A Floresta do Futuro;

Palestrantes – Erich Gomes Schaitza, Pesquisador da Embrapa Florestas;

– Ana Gabriela M. C. Bassa, Diretora da Arborgen.

Painel – Alternativas para o uso da madeira de Florestas Plantadas;

Palestrantes – Gabriel Luiz Machado Marques, Consultor Técnico;

– Walter Vieira Resende, Presidente da Câmara Setorial do MAPA.

Painel – Políticas Nacionais para atração de Novos Investimentos no Setor Florestal;

Palestrante – Tereza Cristina Correa da Costa Dias, Deputada Federal por MS.

05 de setembro

A programação deste dia também integra o Programa Mais Floresta do Senar/MS

Palestra – Setor Florestal de Mato Grosso do Sul – Desafios e Oportunidades;

Apresentação – Governo do Estado de MS.

Palestra – Setor Florestal em Mato Grosso do Sul – Ontem, Hoje e Amanhã;

Palestrante – Joésio Deoclécio Pierin Siqueira, Vice-presidente STCP.

Palestra – Perspectivas da Celulose no MS; no Brasil e no Mundo;

Palestrante – Tomás Balistiero, Gerente Florestal da Fibria

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Agronegócios

Das urnas à lavoura: nova edição mostra o que está em jogo para o agro

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A Revista Pensar Agro lança nesta sexta-feira (18.09) uma nova edição em português e inglês, com as eleições de 2026 como tema de capa. A publicação chega ao novo número com quase 16 mil acessos acumulados em 57 países, resultado que demonstra o interesse de leitores brasileiros e estrangeiros pelas transformações do agronegócio nacional.

A reportagem principal analisa como a escolha de presidente, governadores, senadores e deputados pode interferir no ambiente em que produtores, cooperativas, agroindústrias, transportadores e exportadores desenvolvem suas atividades.

Crédito rural, seguro, tributação, infraestrutura, pesquisa, defesa agropecuária, segurança jurídica e comércio exterior estão entre as áreas influenciadas pelas decisões tomadas pelo poder público. Embora o voto não determine o clima ou as cotações internacionais, ele pode alterar custos, regras, investimentos e as condições de competitividade do setor.

A matéria estabelece uma relação entre a responsabilidade do eleitor e as escolhas realizadas diariamente pelos integrantes da cadeia produtiva. No campo, uma decisão equivocada sobre plantio, financiamento, manejo ou comercialização pode comprometer uma safra e espalhar prejuízos por diferentes atividades. Na política, as consequências também podem atravessar vários ciclos produtivos.

A edição orienta o leitor a avaliar não apenas as promessas apresentadas durante a campanha, mas também o histórico dos candidatos, a viabilidade de suas propostas e os efeitos que cada decisão poderá produzir sobre o agronegócio.

A publicação mostra que escolher representantes sem compreender as necessidades da produção pode resultar em aumento de custos, dificuldades de acesso ao crédito, insegurança jurídica, perda de mercados e redução dos investimentos. Em sentido contrário, políticas bem estruturadas podem melhorar a infraestrutura, estimular a inovação e criar condições para o crescimento das diferentes cadeias.

Outro destaque é o artigo do colunista Cláudio Júnior Oliveira sobre as três principais pressões enfrentadas pela aviação agrícola brasileira: custos, regulação e política. A análise aborda o impacto dos combustíveis, dos juros e da energia, além das mudanças regulatórias e tributárias que atingem a atividade.

O texto examina ainda a utilização de aviões, helicópteros e drones na proteção das lavouras. A defesa dessas tecnologias está associada à segurança operacional, à qualificação profissional, ao cumprimento de critérios técnicos e à apresentação de evidências sobre sua eficiência produtiva e ambiental.

A aviação agrícola exerce papel importante no controle de pragas e doenças e no combate a incêndios, especialmente em áreas extensas ou em situações que exigem rapidez. Ao mesmo tempo, o setor precisa ampliar a transparência e demonstrar que produtividade e responsabilidade ambiental podem avançar juntas.

Os demais colunistas apresentam análises sobre tendências, riscos e oportunidades capazes de influenciar o presente e o futuro do agronegócio. Os textos procuram oferecer informações e diferentes perspectivas para auxiliar produtores, profissionais e empresas na tomada de decisões.

A publicação simultânea em português e inglês amplia a circulação do conteúdo produzido no Brasil e facilita o acesso de leitores estrangeiros às discussões sobre produção de alimentos, fibras, energia, sustentabilidade e segurança alimentar.

Com quase 16 mil acessos acumulados em 57 países, a Revista Pensar Agro reforça sua presença além das fronteiras nacionais. A nova edição mantém a proposta de combinar informação, análise e conhecimento para contribuir com decisões cada vez mais qualificadas dentro e fora do campo.

Você lê a versão em português clicando aqui.

You can read the English version by clicking here.

Fonte: Pensar Agro

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Agronegócios

Congresso reúne cadeia do algodão após safra recorde de 4,14 milhões de toneladas

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O Brasil chega ao 15º Congresso Brasileiro do Algodão com a maior produção de pluma de sua história e posição de liderança no comércio mundial. Entre os dias 22 e 24 de setembro, produtores, pesquisadores, consultores, exportadores e representantes da indústria estarão reunidos no Expominas, em Belo Horizonte, para discutir como transformar esse crescimento em rentabilidade, qualidade e novos mercados.

A Companhia Nacional de Abastecimento estima que a safra 2025/26 alcance 4,14 milhões de toneladas de pluma, alta de 1,5% sobre o ciclo anterior. O recorde foi obtido mesmo com redução de 3,2% na área cultivada, resultado do aumento de 4,9% na produtividade média das lavouras.

Os números mostram que a cotonicultura conseguiu produzir mais em uma área menor, mas o avanço físico não elimina os desafios econômicos. Custos elevados, preços internacionais pressionados, necessidade de controle fitossanitário, qualidade da fibra, logística e exigências de rastreabilidade continuam influenciando a margem dos produtores.

É nesse ambiente que o congresso deverá concentrar as discussões. A programação inclui manejo de pragas e doenças, biotecnologia, melhoramento genético, fertilidade do solo, agricultura de precisão, inteligência artificial, colheita, beneficiamento, qualidade da pluma e destruição da soqueira.

Também serão debatidos cenários de mercado, sustentabilidade, demanda da indústria têxtil e estratégias para ampliar a presença brasileira no exterior. A programação foi organizada em plenárias técnicas, painéis estratégicos, núcleos temáticos, minicursos e atividades práticas.

O evento ocorre em um momento no qual o Brasil precisa preservar a competitividade conquistada. O país ampliou a produção, profissionalizou a classificação da fibra e avançou na rastreabilidade, fatores que ajudaram o algodão brasileiro a ganhar espaço entre compradores internacionais.

O desempenho das exportações também aumentou a responsabilidade do setor. O produto precisa chegar ao mercado externo com regularidade, qualidade homogênea e documentação capaz de comprovar sua origem e as práticas empregadas na produção.

Para o produtor, isso significa que produtividade já não é o único indicador relevante. Comprimento, resistência, uniformidade, índice de fibras curtas, contaminação e condições de beneficiamento podem interferir no preço obtido e na aceitação dos lotes pela indústria.

O manejo fitossanitário será outro ponto importante. O algodão possui ciclo longo e exige acompanhamento constante contra pragas como o bicudo-do-algodoeiro, a mosca-branca, lagartas e percevejos. Falhas no controle dentro de uma propriedade podem elevar a pressão sobre áreas vizinhas e aumentar o custo de toda a região produtora.

A destruição correta da soqueira e das plantas voluntárias reduz a disponibilidade de alimento e abrigo para o bicudo durante a entressafra. O cumprimento do vazio sanitário, associado ao monitoramento das lavouras e ao uso racional de defensivos, é considerado essencial para evitar o crescimento das populações resistentes.

Os debates sobre nematoides, doenças e plantas daninhas também ganham importância diante da sucessão entre soja, milho e algodão. Sem diagnóstico adequado, o produtor pode repetir culturas hospedeiras, aumentar a população de organismos presentes no solo e enfrentar perdas nas safras seguintes.

Na área de tecnologia, o congresso deverá apresentar aplicações de sensores, imagens, máquinas conectadas, inteligência artificial e sistemas de agricultura de precisão. Essas ferramentas podem melhorar a distribuição de sementes e fertilizantes, orientar aplicações localizadas e identificar falhas antes que elas comprometam parcelas maiores da lavoura.

O desafio é fazer com que a inovação produza retorno econômico. Em períodos de margem apertada, a adoção de uma tecnologia precisa considerar o custo por hectare, a capacidade da equipe, a compatibilidade entre equipamentos e o ganho efetivo de produtividade ou eficiência.

A programação científica contempla pesquisas em produção vegetal, nutrição, fisiologia, agricultura digital, controle de pragas, fitopatologia, nematologia, melhoramento genético, biotecnologia, colheita, beneficiamento e qualidade da fibra. Os trabalhos serão apresentados em formato digital, com espaço para reconhecimento de pesquisas desenvolvidas por estudantes, professores e profissionais do setor.

O encontro também aproxima o campo da indústria têxtil. Essa integração permite que o produtor compreenda quais características são valorizadas na fabricação de fios e tecidos e ajuda a indústria a acompanhar as condições enfrentadas nas lavouras.

O tema desta edição será “Algodão brasileiro: fibra natural. Uma jornada com propósito, qualidade e transparência”. A proposta está relacionada à necessidade de diferenciar o produto brasileiro em um mercado no qual fibras naturais disputam espaço com materiais sintéticos e compradores cobram informações sobre origem, impactos ambientais e condições de produção.

Realizado a cada dois anos pela Associação Brasileira dos Produtores de Algodão, o congresso tornou-se o principal encontro técnico e comercial da cotonicultura nacional. A edição anterior, realizada em Fortaleza, reuniu mais de 4,2 mil participantes de 20 países, 114 palestrantes, 62 patrocinadores e 288 trabalhos científicos.

Ao reunir pesquisa, produção, beneficiamento, exportação e indústria, o encontro em Belo Horizonte deverá mostrar que o próximo avanço da cotonicultura dependerá menos da simples expansão da área e mais da capacidade de produzir com eficiência, controlar custos, preservar a qualidade e atender às exigências dos compradores.

O 15º Congresso Brasileiro do Algodão será realizado de 22 a 24 de setembro, no Expominas, localizado na Avenida Amazonas, 6.200, no bairro Gameleira, em Belo Horizonte. A programação completa e as inscrições estão disponíveis no site oficial do evento.

Fonte: Pensar Agro

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